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felipeguerra
GUJ Ranger
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Do Fórum do Portal Luís Nassif wrote:
Publicado por Ricardo Queiroz Pinheiro
O anuncio do fim da obrigatoriedade do diploma de jornalista traz discussões bem interessantes à ordem do dia. A quem prejudica? A grande imprensa (jornalões, revistões, etc) atravessa um momento de trevas e nítida apelação pela sobrevivência. Jornal e revista (na maioria) não seduz pela informação e credibilidade e sim, por engodos e orquestrações diversas. Tudo por grana e defesa de interesses privados.
E não venham com o lenga lenga de que sendo instituições privadas, os veículos têm que visar primeiro o lucro. Informação é algo que incide diretamente na vida das pessoas, nas tomadas de decisão do coletivo, logo, o caráter público deve ser colocado prioritariamente.
E são Eles (maiusculo mesmo), justamente os grandes interessados em acabar com a obrigação do diploma para jornalistas. Dá pra defender em coro acrítico o que esses caras defendem? Em tese sim, na prática, nunca.
O problema é que o único jeito de garantir a liberdade da informação é fugindo do controle dos grandes grupos do mass media. As matérias dos jornais estão cada vez mais parecidas com os editoriais, e isso nunca cheirou bem. Pluralidade? Onde?
O que nos resta? Refundar o jornalismo ou os veículos? Já foi sobejamente escrito, pisado e repisado das possibilidades que a web, principalmente no que ela tem de colaborativo, no seu potencial de produzir conhecimento, interação e difusão de idéias, da potencialidade de blogs, twiters, etc. Será que os próprios jornalistas (alguns já sacaram) olharão isso com outros olhos, sem preconceito e corporativismos?
O caminho do jornalismo esta em aberto, sem diploma ou com diploma, quem se aprimorar para escrever e se colocar nessa função profissionalmente continuará escrevendo, ou não? Claro o emprego, a renumeração, a profissionalização é muito importante, mas os veículos tradicionais irão se sustentar com esse formato ultrapassado? Pesadelo? É só olhar a indústria fonográfica, realidade.
Penso que esse ato do STF pode trazer uma discussão verdadeira sobre a relevância e o papel do mundo da informação e da sua produção no país. Ou vamos ficar no contra ou a favor e a discussão e os caminhos não sairão do raso. Gilmar Mendes não teve motivos bonitinhos para defender efusivamente através do voto, o fim dos diplomas. Tomara tenha sido mais um tiro no pé. Veremos.
Fonte: http://blogln.ning.com/forum/topics/fim-da-obrigatoriedade-desses-1
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"Antes da iluminação cortar lenha, carregar água. Depois da iluminação cortar lenha, carregar água..." |
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maior_abandonado
JWizard
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assunto ja bastante discutido em tópicos que se referem a regulamentação da area de TI... em relação a "o que vai dizer quem pode e quem não pode trabalhar com TI"... entre opções tinha obrigar a pessoa a ter curso superior, ou de acordo com o poscomp... muita gente seria contra por que tem gente ai no mercado que é muito boa e não tem nenhuma graduação
a minha opinião é que taaaaalvez pudesse exigir diploma contanto que se exigisse ou o diploma, dando um prazo de algo que chuto no minimo 6 anos para que as empresas e profissionais se adequem a isso, ou que o profissional ja tenha 5 anos de expêriencia desconsiderando esse prazo. Novamente essa é a minha humilde opinião
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espero ter ajudado...
falando nisso, caso seu problema tenha sido resolvido, edite o seu primeiro post e coloque um [RESOLVIDO] no titulo do tópico.
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felipeguerra
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Eu sempre achei que quem ganha de verdade com a desregulamentação das profissões sempre é empresa.
Mas tem gente que não admite a dicotomia entre o capitalista x trabalhador, e pior, em troca de algumas benesses (pífias e individuais) assume a posição do outro lado!
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jgbt
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A intenção é somente "regularizar" os profissionais que trabalham na imprensa e não são jornalistas, como os comentaristas esportivos ou economicos. Profissionais que são especialistas em uma determinada area. So isso.
Como na area de TI, o mercado vai fazer o seu filtro. Quem tiver capacidade vai se estabelecer. A maioria das empresas vai continuar contratando profissionais graduados para determinadas funções que elas julguem necessario.
Reserva de mercado quase nunca é benefica.
[]´s
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João Bier
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felipeguerra
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jgbt wrote:A intenção é somente "regularizar" os profissionais que trabalham na imprensa e não são jornalistas, como os comentaristas esportivos ou economicos. Profissionais que são especialistas em uma determinada area. So isso.
Na prática não é isso que acontece, se vc julga pelo o que deveria ser feito, de fato quem ganha é o contratante...da pior maneira possível.
jgbt wrote: Como na area de TI, o mercado vai fazer o seu filtro. Quem tiver capacidade vai se estabelecer.
Esse discurso é uma falácia, pois, mais uma vez o dia-a-dia não condiz com isso...
jgbt wrote: A maioria das empresas vai continuar contratando profissionais graduados para determinadas funções que elas julguem necessario.
A maioria das empresas querem cortar custos...essa é a realidade, mas a troco de que? A gente sabe que quem toma essas decisões, para poder cortar custos, é tão ou mais incapaz de pensar no logo prazo e no impacto de se contratar, que quem é contratado. Não acho que tem que ser uma regulamentação pesada, muito pelo contrário, tem que ser algo austero. A correlação de forças é que é brutal, eu estou empregado, bem empregado, mas não posso ser tão individualista e me lixar para os demais. Atualmente não é nenhum problema ter um curso superior, nem acho que um cara sem formação na área não deva exercer o jornalismo (ou a ciência da computação), mas analisar pela exceção chega a ser tosco, pois nos métodos de pesquisa da academia, que são as próprias bases da nossa ciência ocidental, isso não existe.
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jgbt
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felipeguerra wrote:
jgbt wrote:A intenção é somente "regularizar" os profissionais que trabalham na imprensa e não são jornalistas, como os comentaristas esportivos ou economicos. Profissionais que são especialistas em uma determinada area. So isso.
Na prática não é isso que acontece, se vc julga pelo o que deveria ser feito, de fato quem ganha é o contratante...da pior maneira possível.
Na pratica? poderia dizer onde? não é o que eu vejo aqui em Porto Alegre.
jgbt wrote:
Como na area de TI, o mercado vai fazer o seu filtro. Quem tiver capacidade vai se estabelecer.
felipeguerra wrote:
Esse discurso é uma falácia, pois, mais uma vez o dia-a-dia não condiz com isso...
. Quem tiver capacidade vai se estabelecer.
Não vou discutir, ja emiti opinião nos inumeros posts a esse respeito aqui no guj. se quiser pode dar um up em algum deles.
So não sei como inumeras pessoas que ja trabalhei em mais de 10 anos de mercado ganham igual ou mais do que a maioria dos desenvolvedores graduados. Deve ser pq eles enganam bem... ou pq são competentes.
Novamente acho que Porto Alegre deve ser diferente.
jgbt wrote:
A maioria das empresas vai continuar contratando profissionais graduados para determinadas funções que elas julguem necessario.
felipeguerra wrote:
A maioria das empresas querem cortar custos...essa é a realidade, mas a troco de que? A gente sabe que quem toma essas decisões, para poder cortar custos, é tão ou mais incapaz de pensar no logo prazo e no impacto de se contratar, que quem é contratado.
Não acho que tem que ser uma regulamentação pesada, muito pelo contrário, tem que ser algo austero. A correlação de forças é que é brutal, eu estou empregado, bem empregado, mas não posso ser tão individualista e me lixar para os demais.
Atualmente não é nenhum problema ter um curso superior, nem acho que um cara sem formação na área não deva exercer o jornalismo (ou a ciência da computação), mas analisar pela exceção chega a ser tosco, pois nos métodos de pesquisa da academia, que são as próprias bases da nossa ciência ocidental, isso não existe.
Cortar custos sim, mas se não mantiver a quaildade não vai adiantar nada.
So falta agora vc me dizer que a Globo vai trocar o Casal 20 do JN por alguem que vai ganhar 1/3 do que eles.
Esse discurso me parece um pouco apocaliptico.
[]´s
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João Bier
Desenvolvedor Java |
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aeciovc
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A maioria das empresas vai continuar contratando profissionais graduados para determinadas funções que elas julguem necessario.
acho que isso se aplica a curto prazo.. mas não a longo!
hj na area de TI eh um espelho muitas vezes que pessoas que não teem graduação e trabalham ( não que elas não tenham competencias, boa parte das vezes tem, até mais dos que são graduados!).
acho que os prejudicados nesse caso são os Jornalistas, pois a profissão fica sem destino, sem regulamentação e sem ninguem que diga quanto deve-se pagar a um profissional. é o que ocorre na area de TI onde a desigualdade eh grande, esses dias um amigo meu me disse que vendeu um Software por 840 mangos... e não era qualquer software!
acho que isso que aconteceu com Jornalistas dificulta ainda mais a colocação da TI em relação a esse asssunto, pois acredito que agora eh que não teremos conselho nem regulamentação mesmo!
flw!
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Aécio Costa
www.aeciocosta.com.br
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felipeguerra
GUJ Ranger
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jgbt wrote:
felipeguerra wrote:
jgbt wrote:A intenção é somente "regularizar" os profissionais que trabalham na imprensa e não são jornalistas, como os comentaristas esportivos ou economicos. Profissionais que são especialistas em uma determinada area. So isso.
Na prática não é isso que acontece, se vc julga pelo o que deveria ser feito, de fato quem ganha é o contratante...da pior maneira possível.
Na pratica? poderia dizer onde? não é o que eu vejo aqui em Porto Alegre.
O cara contrata um indivíduo paras fazer serviços pontuais, como não vê além daquilo que faz, pode ser substituído rapidamente...e esse cara costuma ganhar bem menos de que uma pessoa que estudou numa Universidade (a qualidade dos cursos pode ser discutida, mas não é esse o foco aqui)
Pergunte as pessoas!
jgbt wrote:
Como na area de TI, o mercado vai fazer o seu filtro. Quem tiver capacidade vai se estabelecer.
felipeguerra wrote:
Esse discurso é uma falácia, pois, mais uma vez o dia-a-dia não condiz com isso...
. Quem tiver capacidade vai se estabelecer.
Não vou discutir, ja emiti opinião nos inumeros posts a esse respeito aqui no guj. se quiser pode dar um up em algum deles.
So não sei como inumeras pessoas que ja trabalhei em mais de 10 anos de mercado ganham igual ou mais do que a maioria dos desenvolvedores graduados. Deve ser pq eles enganam bem... ou pq são competentes.
Novamente acho que Porto Alegre deve ser diferente.
Vc não leu o que eu disse, né? Quer analisar pela 'grande maioria' dos seus amigos bom profissionais e sem graduação na área? Assim fica difícil argumentar com vc...
jgbt wrote:
jgbt wrote:
A maioria das empresas vai continuar contratando profissionais graduados para determinadas funções que elas julguem necessario.
felipeguerra wrote:
A maioria das empresas querem cortar custos...essa é a realidade, mas a troco de que? A gente sabe que quem toma essas decisões, para poder cortar custos, é tão ou mais incapaz de pensar no logo prazo e no impacto de se contratar, que quem é contratado.
Não acho que tem que ser uma regulamentação pesada, muito pelo contrário, tem que ser algo austero. A correlação de forças é que é brutal, eu estou empregado, bem empregado, mas não posso ser tão individualista e me lixar para os demais.
Atualmente não é nenhum problema ter um curso superior, nem acho que um cara sem formação na área não deva exercer o jornalismo (ou a ciência da computação), mas analisar pela exceção chega a ser tosco, pois nos métodos de pesquisa da academia, que são as próprias bases da nossa ciência ocidental, isso não existe.
Cortar custos sim, mas se não mantiver a quaildade não vai adiantar nada.
So falta agora vc me dizer que a Globo vai trocar o Casal 20 do JN por alguem que vai ganhar 1/3 do que eles.
Esse discurso me parece um pouco apocaliptico.
[]´s
Aí é que está a questão, no mundo do jornalismo, a qualidade é sim comprometida [leia o texto do início do tópico]...no mundo de TI, MAIS AINDA, já não é a primeira vez que sou contratado para corrigir 'tosqueiras' arquiteturais de caras que era graduados na área e de caras que não eram graduados...a diferença de pegar coisa errada de quem 'entende', é que normalmente o cara não quer dar o braço a torcer, não quer discutir o que está fazendo com outras pessoas e, pior, quem avalia não sabe o que está sendo feito, portanto, não consegue criticar...
A questão do casal JN é uma pergunta retórica...não vou cair nessa cilada...
Se a realidade no mundo corporativo não é boa e vc acha maravilhosa, tudo bem, eu acho que tem muita coisa para ser melhorada e vou fazer a minha parte!
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marcosalex
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windsofhell
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marcosalex wrote:
Na Suécia TI também é regularizada e também não exige diploma.
Diploma nao eh obrigatorio mesmo, inclusive o meu antigo lider de projeto so terminou a escola (tipo o nosso 2 grau) e manjava muito por sinal, porem sem o diploma eh preciso ter um certo QI pra arrumar emprego.
O problema aqui eh que qualquer fulaninho tem no minimo mestrado, fala 2 ou 3 linguas (bem diferente do Brasil) entao complica a competicao.
De qualquer forma sou contra a obrigatoriedade de diploma na area de TI.
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Nao respondo MP!!!
Site: http://downhillracer.wordpress.com |
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marcosalex
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felipeguerra
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windsofhell wrote:
marcosalex wrote:
Na Suécia TI também é regularizada e também não exige diploma.
Diploma nao eh obrigatorio mesmo, inclusive o meu antigo lider de projeto so terminou a escola (tipo o nosso 2 grau) e manjava muito por sinal, porem sem o diploma eh preciso ter um certo QI pra arrumar emprego.
O problema aqui eh que qualquer fulaninho tem no minimo mestrado, fala 2 ou 3 linguas (bem diferente do Brasil) entao complica a competicao.
De qualquer forma sou contra a obrigatoriedade de diploma na area de TI.
Sou pragmático, o melhor dos mundos seria os cursos de graduação serem no mínimo razoáveis para poderem embasar a carreira dos profissionais de TI, porém, no médio prazo isso não vai acontecer...então, que comece a regulamentar a coisa, pois dessa maneira é também uma forma de melhorar o IDH do nosso país!
Alguém parou pra pensar nisso?
Eu tenho amigos que são formados fora da área de TI, mas se especializaram de alguma maneira...só que eles são uma minoria, então que seja exigido um currículo básico para se poder atuar na área, já que são contra exigir um diploma de graduação.
Como diz o texto lá em cima, o que não dá é pra ficar só no contra x favorável...
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felipeguerra
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windsofhell wrote: O problema aqui eh que qualquer fulaninho tem no minimo mestrado, fala 2 ou 3 linguas (bem diferente do Brasil) entao complica a competicao.
Isso não é problema, isso é um diferencial da Suécia, e é nesse ponto que eu quero chegar...como acabar com as mazelas sociais sem investir nisso?
Eu olho para o macro...
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louds
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felipeguerra wrote:
windsofhell wrote:
marcosalex wrote:
Na Suécia TI também é regularizada e também não exige diploma.
Diploma nao eh obrigatorio mesmo, inclusive o meu antigo lider de projeto so terminou a escola (tipo o nosso 2 grau) e manjava muito por sinal, porem sem o diploma eh preciso ter um certo QI pra arrumar emprego.
O problema aqui eh que qualquer fulaninho tem no minimo mestrado, fala 2 ou 3 linguas (bem diferente do Brasil) entao complica a competicao.
De qualquer forma sou contra a obrigatoriedade de diploma na area de TI.
Sou pragmático, o melhor dos mundos seria os cursos de graduação serem no mínimo razoáveis para poderem embasar a carreira dos profissionais de TI, porém, no médio prazo isso não vai acontecer...então, que comece a regulamentar a coisa, pois dessa maneira é também uma forma de melhorar o IDH do nosso país!
Alguém parou pra pensar nisso?
Eu tenho amigos que são formados fora da área de TI, mas se especializaram de alguma maneira...só que eles são uma minoria, então que seja exigido um currículo básico para se poder atuar na área, já que são contra exigir um diploma de graduação.
Como diz o texto lá em cima, o que não dá é pra ficar só no contra x favorável...
Exigir diploma é uma forma de reserva de mercado, de cartelização. Todos sabemos como isso tem funcionado bem no nosso pais.
Achar profissionais OK já é difícil pacas, os bons são peça rara.
Se criarmos essa barreira de entrada artificial, tudo que vamos conseguir é assustar ainda mais os investidores do pais.
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http://www.kumpera.net/blog/
http://www.mono-project.com/
"Each individual should work for himself. People will not sacrifice themselves for the company. They come to work at the company to enjoy themselves."
Soichiro Honda |
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felipeguerra
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louds wrote:
Se criarmos essa barreira de entrada artificial, tudo que vamos conseguir é assustar ainda mais os investidores do pais.
Qual tipo de investidor vc quer atrair?
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