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mochuara
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Thiagosc wrote:
Haha, opensource inventou os livros técnicos. Livros sobre assuntos específicos de tecnologia sempre existiram. Rapidamente o quê? É apenas um negócio, assim como qualquer outro, e se algum tópico tem demanda alguém escreverá um livro e venderá. E ainda é capaz de fazer mais dinheiro do que os escravos do opensource.
Enquanto os "famosos" criam especificações para o C++, a Microsoft lucra vendendo o Visual Studio, e ninguém se importa de pagar por algo bom. E tampouco pagar pela documentação também.
A microsoft lucra com visual studio e contrata os famosos a peso de ouro. Esses famosos são bons justamente porque só sabem programar e não tem aptidão para criar outras microsofts, apples e IBMs. Todos saem ganhando ao meu ver, onde esta a "exploração" queria saber.
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leoramos
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Thiagosc wrote:
clone_zealot wrote:
Thiagosc wrote:
Lembro-me de uma vez que precisei usar um driver de modem para o Linux, e existia diversas limitações sobre o que o driver faria segundo o desenvolvedor, e mesmo assim não funcionou.
E dai oq vc fez?
Comprou um driver proprietário?
Não, tive que trocar de modem. Linux não tem nada de proprietário mesmo sendo um sistema bastante utilizado.
Ahn? Cara, só no Ubuntu que eu estou usando nesse instante eu tenho 3 drivers proprietários instalados (modem 3G, captura de áudio e placa de vídeo). Tá falando bobagem, fera!
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"Nunca atribua à falta de caráter o que pode ser facilmente explicado pela estupidez." |
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ViniGodoy
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Thiagosc wrote:Baseado em quê? Quais empresas estão lucrando mais que a Microsoft ou a IBM ou a Apple que vendem software proprietário apenas com "consultoria"? Isso que você diz não faz sentido algum, porque cada minuto que você gasta com consultoria é tempo que você não está desenvolvendo nada. Isso é fantasia.
Já foram citadas. Volte o tópico e leia.
Thiagosc wrote:Além do mais, a sua profissão ou ramo de negócio é aquilo que você faz para sobreviver. Um engenheiro tem determinadas funções, um arquiteto tem determinadas funções, etc. Não é normal terem um segundo trabalho para poderem sobreviver. Se você faz consultoria é um consultor.
Exatamente, é o que você faz. Não como você cobra por isso. Se um engenheiro fizer as funções de engenheiro, mas no lugar de cobrar por um estádio de futebol, exigir uma comissão sobre o valor pago na publicidade dos jogos, ele não terá se tornado um publicitário. Tampouco, uma empresa de propaganda. Ele continua engenheiro.
thiagosc wrote:Opensource apenas destrói qualquer motivação para o desenvolvimento de software profissionalmente. Software opensource não passa de uma pilha de trapos remendados.
Frases ao vento, sem qualquer embasamento... O pessoal da SpringSource me parece bastante animado, assim como do Hibernate, boost, Netbeans, Eclipse, e tantas outras já citadas.
ViniGodoy wrote:Em que planeta? Agregar valor a uma venda que já foi feita é uma coisa, é uma forma de continuar ganhando dinheiro com um cliente. Agora fazer isso exclusivamente porque você não pode cobrar pelo software não é desenvolvimento de software profissional.
No planeta Terra. Se você está falando de outros planetas, bem, aí posso entender que talvez neles a sua argumentação seja válida. Não é questão de não "poder" cobrar pelo software. É de não "querer". Acontece que no mercado de software, o que se ganha com o cliente depois pode ser muito mais significativo do que se ganha com a venda direta. Isso é uma característica desse mercado.
ViniGodoy wrote:É um hobby ou uma função secundária. Por exemplo, várias empresas terceirizam a limpeza do escritório para terceiros, porque eles não estão no ramo de limpeza para contratar eles mesmos as pessoas para efetuá-la. Nesse caso é mais negócio contratar alguém especializado nisso. Isso é basicamente o que opensource é, mas sem a parte da contratação, pois os faxineiros do opensource trabalham de graça.
hahahaah... vc certamente não entendeu. Empresas como a springsource tem programadores pagos para desenvolver seus produtos. A Conectiva pagava salários a seus empregados. No caso da Siemens e do Groovy, realmente, fomos um dos clientes que obtiveram o produto deles "de graça". Claro, poderíamos ter participado de um treinamento oficial (e isso foi realmente requisitado). Além de ter dado a eles algumas correções completamente de graça, de coisas que em outras empresas entraríamos na "faixa de clientes não interessante".
ViniGodoy wrote:Li e entendi perfeitamente. A única vantagem naquele caso era a "mão de obra barata" pois vocês já estava usando o programa sem pagar nada. Todo o "Groovy", um valor muito maior do que a sua correção, foi o que vocês ganharam.
Eles ganharam a correção, ganharam o cliente. Compramos o livro deles, oficial (aliás, acho que mais de 10 exemplares foram adquiridos). Tentamos obter o treinamento oficial, mas não havia no Brasil (senão, teriam faturado nisso também). Fizemos correções de graça... claro, o pessoal do groovy não ganhou nada mesmo. Vários produtos agora usam groovy, e os usuários terão que aprender a linguagem. O que significa mais livros e mais treinamentos.
thiagosc wrote:A correção nesse caso foi um interesse próprio de vocês, e nada além disso. Não existe "bom grado" nisso, apenas interesses de negócios. Eles também passaram a colocar o nome Siemens no portifólio deles, o que certamente foi um grande incentivo para a própria linguagem. De onde você tira essas coisas? Você acha que uma empresa que encontra um problema fatal no software cuja sua sobrevivência depende não estaria interessada em consertá-lo? São o quê? Suicidas?
Você só terá a correção rapidamente se for um cliente "relevante". De onde tirei essas coisas? Já ouvi isso do suporte MS, e do da Borland também. Ocupe um nicho lijeiramente diferente daquele do "grande público", e você não terá a menor alternativa de como corrigir seus problemas. E quem falou em problema fatal do software? Falei num problema que pode te afetar, em especial, mas que pode não ter tanta relevância assim para outros clientes. Foi o que aconteceu com o Groovy. Era um problema que só se manifestaria num ambiente mais complexo que o tradicional, que era o que tínhamos.
thiagosc wrote:Repito novamente o que já disse. O seu interesse é somente o de se aproveitar do trabalho de outra pessoa sem precisar pagar nada. Se você precisa consertar algo para o seu trabalho, então é porque você tem interesses de negócio que o desenvolvedor original jamais verá centavo.
Você está lendo mesmo? Tem certeza? Ou seu problema é entendimento? As correções, no nosso caso, foram entregues ao desenvolvedor original. O software dele ficou mais robusto. Claro que houve interesse de nossa parte, e essa é a beleza do negócio. Nós tivemos o interesse, investimos do nosso próprio bolso para fazer a correção e eles ganharam duplamente: mantiveram o cliente, que continuará obtendo treinamento e comprando livros, e ganharam o bugfix.
thiagosc wrote:1- Uma empresa teria o maior dos interesses em consertar o seu produto, caso contrário morreria;
Isso se o bug que te incomoda for "mais significativo". Você não tem noção de quantas vezes o bug que invabilizou o uso de um produto no nosso caso não era taxado assim. Pq os "nossos maiores clientes são web". Se você quer uma correção num modelo fechado, você tem que ser um maior cliente, ou estar presenciando um bug que todos presenciam. Se for um problema que só afeta o seu nicho, paciência, fique chupando o dedo, mesmo que você mesmo possa corrigir.
thiagosc wrote:2- Nada garante que tais correções serão benéficas e que não introduzirão novos bugs, portanto de qualquer forma alguém precisa ser responsável por fazer o patch;
Sim. De qualquer jeito, é melhor analisar uma solução proposta e testada, com indicação da linha de onde o problema ocorre, e com o código de uma possível solução, do que um relatório de um erro com um texto e, no máximo, um screenshot e, quando muito, um log.
thiagosc wrote:E quem disse que você não pode testar o software? Já ouviu falar de demos ou trials? Você faz download de uma versão trial, vê o que o produto faz, testa e se gostar compra.
Desenvolvimento extra. Você deve desenvolver o demo, ou garantir que o trial seja realmente um trial.
thiagosc wrote:E o que isso tem a ver com risco de usar cartão de crédito na internet? Passar cartão de crédito em lojas desconhecidas é pedir para ser roubado, e mesmo naquelas desconhecidas, basta a empresa ter uma apresentação profissional para inspirar confiança. É assim que eu compro jogos de PS3 na internet, compro com cartão de empresas que antes de comprar da primeira vez jamais tinha ouvido falar.
Não misture os assuntos. Quando falei no cartão, estava falando sobre credibilidade, não sobre segurança online. É necessário credibilidade para convencer alguém a gastar dinheiro, seja via cartão, boleto bancário, ou outra forma qualquer. Se você dá seu dinheiro para qualquer empresa que vende jogos de PS3 com site bonitinho, é um risco seu.
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@ViniGodoy - Lattes
Tem dúvidas de Java? Poste no fórum! Não respondo dúvidas de java via MP!
Ponto V! - Desenvolvimento de Jogos Profissional - @Pontov - Facebook
Projeto Towel - Swing de uma forma inteligente (Novo lar do ObjectTableModel e do Auto-Filtro).
Ei... você está usando DefaultTableModel no seu projeto??
Não faça isso! Veja: http://www.guj.com.br/posts/list/15/199067.java#1001295 |
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jgbt
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Thiagosc wrote:
Opensource é uma estratégia de negócios que não dependem de software para sobreviver. E isso é o que você se recusa a entender. Nenhuma empresa sobrevive de opensource somente.
Errado. Depende e muito. É atraves do software que vc produziu e disponibilizou que vc vai ganhar dinheiro atraves de serviços, como ja foi N vezes falado aqui.
É um modelo de negocios.
E isso varias empresas fazem, como ja foi exemplificado N vezes nessa thread.
Alguem pode usa-lo de graça? Claro que pode, mas é um dos riscos desse modelo. Assim como vc pode produzir um software proprietario e não consguir vende-lo.
O risco faz parte de qualquer estrategia de negocio.
Qual modelo é mais lucrativo? Não sei. Isso vc pode dscutir se quiser.
Vc prefere o outro modelo? Ok.
Mas não pode simplesmente dizer que esse modelo não funciona e refutar todos os exemplos dados aqui.
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João Bier
Desenvolvedor Java |
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leoramos
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Thiagosc wrote:
Enquanto os "famosos" criam especificações para o C++, a Microsoft lucra vendendo o Visual Studio, e ninguém se importa de pagar por algo bom. E tampouco pagar pela documentação também.
Cara, trabalhei com C# algum tempo e você não pode estar falando sério. O Visual Studio é um notepad com funções drop&down. Nem as pesquisas de referências em código ele faz direito, cruza as referências. Resultado: se usar isso pra auxiliar no refactoring, vais fazer cagada no código DE CERTEZA.
E a documentação é pobre, com tradução em português (não que eu me importe, mas tem gente que precisa disso, ué!) feita por algum tipo de chimpanzé ou coisa assim.
E só pra constar: no Brasil, obviamente a coisa é mais folgada porquê aqui a aplicação da lei é, em quase todos os meios, meio frouxa. Mas em 2003 a Nikon foi multada em cerca de 300 mil dólares por usar o algoritmo do White Balance do Gimp de forma diferente à autorizada pela licença do software.
Meio fora de contexto, esta informação, mas é só pra ilustrar que tu tá falando um pouco de besteira demais.
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"Nunca atribua à falta de caráter o que pode ser facilmente explicado pela estupidez." |
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Thiagosc
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ViniGodoy wrote:
Thiagosc wrote:Baseado em quê? Quais empresas estão lucrando mais que a Microsoft ou a IBM ou a Apple que vendem software proprietário apenas com "consultoria"? Isso que você diz não faz sentido algum, porque cada minuto que você gasta com consultoria é tempo que você não está desenvolvendo nada. Isso é fantasia.
Já foram citadas. Volte o tópico e leia.
Nenhuma empresa de sucesso foi citada. Apenas empresas que deixaram de existir, cujo negócio não é software ou que foram compradas.
ViniGodoy wrote:Exatamente, é o que você faz. Não como você cobra por isso. Se um engenheiro fizer as funções de engenheiro, mas no lugar de cobrar por um estádio de futebol, exigir uma comissão sobre o valor pago na publicidade dos jogos, ele não terá se tornado um publicitário. Tampouco, uma empresa de propaganda. Ele continua engenheiro.
Pare de inventar! Que engenheiro faz isso!? A menos que ele seja sócio do negócio do estádio, ele vai cobrar pelo projeto, até porque é o nome dele que está lá.
Isso não tem cabimento. Aprender a tocar bateria e tocar em banda de quermesse em final de semana não o torna um baterista profissional, o mesmo se aplica a qualquer profissão. Se você precisa de um segundo emprego para sobreviver essa não é a sua profissão.
ViniGodoy wrote:
thiagosc wrote:Opensource apenas destrói qualquer motivação para o desenvolvimento de software profissionalmente. Software opensource não passa de uma pilha de trapos remendados.
Frases ao vento, sem qualquer embasamento... O pessoal da SpringSource me parece bastante animado, assim como do Hibernate, boost, Netbeans, Eclipse, e tantas outras já citadas.
Outro dia vi o Eclipse mendigando doações no java.net. Hahaha. Sim, muito bem mesmo.
ViniGodoy wrote:
thiagosc wrote:Em que planeta? Agregar valor a uma venda que já foi feita é uma coisa, é uma forma de continuar ganhando dinheiro com um cliente. Agora fazer isso exclusivamente porque você não pode cobrar pelo software não é desenvolvimento de software profissional.
No planeta Terra. Se você está falando de outros planetas, bem, aí posso entender que talvez neles a sua argumentação seja válida.
Não é questão de não "poder" cobrar pelo software. É de não "querer". Acontece que no mercado de software, o que se ganha com o cliente depois pode ser muito mais significativo do que se ganha com a venda direta. Isso é uma característica desse mercado.
Isso é verdade, mas, como você pode ganhar qualquer coisa depois se o código é aberto!? Se você dá o software na esperança de que alguém irá gostar e precisará pagar por algum serviço por que daria o código? Com o código qualquer um pode vender esse serviço e você continua com nada.
Opensource não funciona. Dando o código você não vai conseguir nada de volta e ainda é capaz de algum lucrar com o seu trabalho, assim como aconteceu com o criador do Mongrel.
ViniGodoy wrote:hahahaah... vc certamente não entendeu. Empresas como a springsource tem programadores pagos para desenvolver seus produtos. A Conectiva pagava salários a seus empregados.
No caso da Siemens e do Groovy, realmente, fomos um dos clientes que obtiveram o produto deles "de graça". Claro, poderíamos ter participado de um treinamento oficial (e isso foi realmente requisitado). Além de ter dado a eles algumas correções completamente de graça, de coisas que em outras empresas entraríamos na "faixa de clientes não interessante".
Você que não entendeu, se eu tenho uma empresa como pagarei os salários dos programadores? Isso parece história do ovo e da galinha. Não adianta jogar a responsabilidade para outra pessoa. Tudo bem, você é um desenvolvedor que não tem uma empresa aberta e não vende o software que produz você mesmo, mas alguém vai ter que se preocupar com isso!
Bota a mão na consciência, essa desculpa de "Ah, mas seu empregador vai pagar o seu salário" é atestado de burrice, porque estamos discutindo negócios e não empresas para se trabalhar.
ViniGodoy wrote:Eles ganharam a correção, ganharam o cliente. Compramos o livro deles, oficial (aliás, acho que mais de 10 exemplares foram adquiridos). Tentamos obter o treinamento oficial, mas não havia no Brasil (senão, teriam faturado nisso também). Fizemos correções de graça... claro, o pessoal do groovy não ganhou nada mesmo. Vários produtos agora usam groovy, e os usuários terão que aprender a linguagem. O que significa mais livros e mais treinamentos.
Cliente!? Para ter você como cliente eles precisam ter vendido alguma coisa. Venderam o quê? Livros? Parabéns, vocês são a minoria. Eu nunca paguei por nada opensource e quando precisei de livros compro-os no mercado.
A sua exceção não faz a regra.
ViniGodoy wrote:
thiagosc wrote:De onde você tira essas coisas? Você acha que uma empresa que encontra um problema fatal no software cuja sua sobrevivência depende não estaria interessada em consertá-lo? São o quê? Suicidas?
Você só terá a correção rapidamente se for um cliente "relevante". De onde tirei essas coisas? Já ouvi isso do suporte MS, e do da Borland também. Ocupe um nicho lijeiramente diferente daquele do "grande público", e você não terá a menor alternativa de como corrigir seus problemas.
E quem falou em problema fatal do software? Falei num problema que pode te afetar, em especial, mas que pode não ter tanta relevância assim para outros clientes. Foi o que aconteceu com o Groovy. Era um problema que só se manifestaria num ambiente mais complexo que o tradicional, que era o que tínhamos.
Se o problema não é fatal, geralmente existem workarounds. Como no caso do JSF 1.0, que era opensource, tinha um problema de não converter automaticamente os caracteres para UTF-8, o que era facilmente corrigível. Nas versões posteriores corrigiram esse problema.
Mas qualquer empresa estaria interessada em manter o seu software o melhor possível, para assim não prejudicar a sua imagem. Eles teriam muito mais incentivo para fazê-lo do que um programador que desenvolve sistemas nas horas vagas, que não depende daquilo para sobreviver.
ViniGodoy wrote:
thiagosc wrote:Repito novamente o que já disse. O seu interesse é somente o de se aproveitar do trabalho de outra pessoa sem precisar pagar nada. Se você precisa consertar algo para o seu trabalho, então é porque você tem interesses de negócio que o desenvolvedor original jamais verá centavo.
Você está lendo mesmo? Tem certeza? Ou seu problema é entendimento? As correções, no nosso caso, foram entregues ao desenvolvedor original. O software dele ficou mais robusto. Claro que houve interesse de nossa parte, e essa é a beleza do negócio. Nós tivemos o interesse, investimos do nosso próprio bolso para fazer a correção e eles ganharam duplamente: mantiveram o cliente, que continuará obtendo treinamento e comprando livros, e ganharam o bugfix.
A beleza de quem não depende de software para sobreviver. É o que eu já disse umas trinta vezes: opensource é um modelo de negócios inviável, somente corporações tem interesse nele por utilizá-lo como fonte de mão de obra barata e por poderem usar software sem precisar investir nada.
Essa é a beleza a que você se refere.
ViniGodoy wrote:
thiagosc wrote:1- Uma empresa teria o maior dos interesses em consertar o seu produto, caso contrário morreria;
Isso se o bug que te incomoda for "mais significativo". Você não tem noção de quantas vezes o bug que invabilizou o uso de um produto no nosso caso não era taxado assim. Pq os "nossos maiores clientes são web". Se você quer uma correção num modelo fechado, você tem que ser um maior cliente, ou estar presenciando um bug que todos presenciam. Se for um problema que só afeta o seu nicho, paciência, fique chupando o dedo, mesmo que você mesmo possa corrigir.
Você viaja muito. Eu não conheço "SEs". Se... se... se... Você só cita sítuações hipotéticas.
O que eu disse é fato! Uma empresa que depende de um software para sobreviver terá todos os incentivos do mundo em consertá-lo para assim manter seus clientes felizes, porque ela depende desses clientes.
Outro fato é que programadores de final de semana não dependem de você, portanto não tem nenhum incentivo para consertar nada rapidamente.
ViniGodoy wrote:
thiagosc wrote:E quem disse que você não pode testar o software? Já ouviu falar de demos ou trials? Você faz download de uma versão trial, vê o que o produto faz, testa e se gostar compra.
Desenvolvimento extra. Você deve desenvolver o demo, ou garantir que o trial seja realmente um trial.
Cara, você está determinado a não ver o óbvio. Todas as supostas vantagens citadas por você do opensource são feitas por software proprietário e melhor:
1- Ter correções rapidamente: qualquer empresa que depende de software para sobreviver não tem escolha a não ser corrigir o mais rápido possível qualquer problema que apareça. Não apenas é de seu interesse, como também o farão porque existem desenvolvedores pagos para isso, diferentemente dos "programadores de final de semana" do opensource;
2- Poder testá-lo antes de comprar: qualquer software que preste disponibiliza versões trial ou demo para que os clientes possam testar antes de decidir se querem adquiri-lo ou não;
3- Lucrar com suporte e documentação: nada impede uma empresa de software de vender suporte e documentação. A única diferença do opensource é que o código não estará disponível, logo o seu cliente será o seu cliente e não o de outra empresa que apenas se apoderou de seu código;
Esse seu sistema de "honra", onde você adquire qualquer bugiganga que o desenvolvedor original do software vende para apoiá-lo não é um modelo de negócios. Isso não existe.
Você só ficou feliz de poder usar o software de outra pessoa sem pagar nada, foi barato. Apenas isso. Essa é a "beleza" do opensource, a destruição do desenvolvedor de software profissional, que precisará de um segundo emprego se quiser sobreviver porque não pode cobrar pelo que faz.
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Thiagosc
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leoramos wrote:
Ahn? Cara, só no Ubuntu que eu estou usando nesse instante eu tenho 3 drivers proprietários instalados (modem 3G, captura de áudio e placa de vídeo). Tá falando bobagem, fera!
Existem alguns fabricantes que disponibilizam, mas nesse caso não. Linux não é uma boa plataforma para software proprietário.
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mochuara
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jgbt wrote:
Thiagosc wrote:
Opensource é uma estratégia de negócios que não dependem de software para sobreviver. E isso é o que você se recusa a entender. Nenhuma empresa sobrevive de opensource somente.
Errado. Depende e muito. É atraves do software que vc produziu e disponibilizou que vc vai ganhar dinheiro atraves de serviços, como ja foi N vezes falado aqui.
É um modelo de negocios.
E isso varias empresas fazem, como ja foi exemplificado N vezes nessa thread.
Alguem pode usa-lo de graça? Claro que pode, mas é um dos riscos desse modelo. Assim como vc pode produzir um software proprietario e não consguir vende-lo.
O risco faz parte de qualquer estrategia de negocio.
Qual modelo é mais lucrativo? Não sei. Isso vc pode dscutir se quiser.
Vc prefere o outro modelo? Ok.
Mas não pode simplesmente dizer que esse modelo não funciona e refutar todos os exemplos dados aqui.
Não vamos exigir muito dele tb ne, pra quem comecou dizendo que opensource é exploração, não funciona, pelo menos ele terminou reconhecendo que é uma modelo de negócios "alternativo".
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Thiagosc
GUJ Master
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mochuara wrote:
Não vamos exigir muito dele tb ne, pra quem comecou dizendo que opensource é exploração, não funciona, pelo menos ele terminou reconhecendo que é uma modelo de negócios "alternativo".
Não reconheci coisa alguma. Opensource significa a morte do desenvolvedor profissional.
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entanglement
GUJ Hacker
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Por que será que os Thiagos/Tiagos/Thyagos (e outras variações do mesmo tema) que conheci eram muito inteligentes mas tinham opiniões totalmente controvertidas?
Acho que é uma coisa do signo ou do nome. Talvez eu precise perguntar a um numerologista ou um astrólogo o porquê disso.
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jcneto
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Thiagosc, diga-nos qual a sua experiência de mercado (onde trabalha/trabalhou) o que você faz para ganhar a vida? pois pelo jeito que você fala tem muitos anos de prática e muitos problemas resolvidos. Por favor sane essas minhas dúvidas!
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Thiagosc
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jcneto wrote:Thiagosc, diga-nos qual a sua experiência de mercado (onde trabalha/trabalhou) o que você faz para ganhar a vida? pois pelo jeito que você fala tem muitos anos de prática e muitos problemas resolvidos. Por favor sane essas minhas dúvidas!
Quando ficam com argumentos querem transformar tudo em uma questão pessoal? Sim, eu tenho alguma experiência considerável, mas não é isso que estamos discutindo.
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s4nchez
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Thiagosc wrote:
jcneto wrote:Thiagosc, diga-nos qual a sua experiência de mercado (onde trabalha/trabalhou) o que você faz para ganhar a vida? pois pelo jeito que você fala tem muitos anos de prática e muitos problemas resolvidos. Por favor sane essas minhas dúvidas!
Quando ficam com argumentos querem transformar tudo em uma questão pessoal? Sim, eu tenho alguma experiência considerável, mas não é isso que estamos discutindo.
Não tem como não ser pessoal. Pelo que li parece que todos os argumentos e exemplos apresentados fazem sentido para todos, menos você.
Isso não é discussão, é uma eterna boa vontade e paciência de todos com a sua teimosia.
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jcneto
Debugger
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Thiagosc wrote:
jcneto wrote:Thiagosc, diga-nos qual a sua experiência de mercado (onde trabalha/trabalhou) o que você faz para ganhar a vida? pois pelo jeito que você fala tem muitos anos de prática e muitos problemas resolvidos. Por favor sane essas minhas dúvidas!
Quando ficam com argumentos querem transformar tudo em uma questão pessoal? Sim, eu tenho alguma experiência considerável, mas não é isso que estamos discutindo.
Eu só queria saber baseado no que você afirma tanta coisa. Já que não cita fontes acredito que seja experiência. Ou o que você fala é o "achismo" que você mesmo critica tanto!?
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marcosalex
GUJ Expert
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Thiagosc wrote:
Não reconheci coisa alguma. Opensource significa a morte do desenvolvedor profissional.
Piado do dia?
Até hoje você não respondeu as perguntas anteriores e vem repetindo a mesma afirmação já refutada dezenas de vezes.
Convence o Google, Red Hat e outras empresas que investem pesado em Open Source e depois posta aqui!
Sergey: Olha, Larry, é melhor a gente abandonar todos os nossos projetos abertos e passarmos a cobrar licença
Larry: Por que? Você ficou louco?
Sergey: Não, é porque encontrei o Thiagosc, ele é "o cara" e disse que Open Source não dá dinheiro
Larry: O Thiagosc falou? Por que não disse antes, "bora" fechar a empresa, vender software de caixinha e cantar "hey, hey, hey, Mr. Gates é nosso rei!"
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