Alessandro Lazarotti wrote:O seu maior furo, é "acesso por RMI".
Dependendo da quantidade de chamadas remotas será um gargalo. É "tão complicado" assim importar os jars e as configurações que "já" estão funcionando? Não estou conseguindo achar o problema em fazer isso.
Quero evitar importar para não começar a bagunçar o classpath. Algum tempo atrás, por exemplo, tentei atualizar a versão do hibernate do legado, passando da versão 3.x para a versão 3.x+1, deu maior problema e algumas coisas deixaram de funcionar, se a memória não me falha foi algo relacionado ao cache. Não foi tão complicado ajeitar para um componente, mas como todos compartilhavam do mesmo classpath em tempo de execução, seria um esforço muito grande e acabei tendo que voltar atrás, principalmente pq o legado não possui qualquer tipo de teste automatizado. Daí pensei isolar todos esses componentes em serviços, ao invés de importar para dentro da minha aplicação.
Também não sei as consequências de se ter dois containners (spring e ejb) rodando na mesma aplicação.
Mas de qualquer forma vou fazer protótipos com sua sugestão e averiguar as escolhas depois de ter implementado algo.
Em tempo, JEE6 acabou sendo nossa principal aposta (ainda temos que fazer alguns spikes). Tivemos muitas dores de cabeça pra colocar o Seam rodando no Glassfish e depois vimos que não valia a pena. Conseguimos uma janela de tempo maior e resolvemos investigar o JEE 6.