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desiludido
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asaudate wrote:
"Se eu e você temos uma maçã, e eu compartilho com você essa maçã, cada um de nós teremos pedaços de maçã. Mas se eu tenho uma idéia (ou software) e eu compartilho com você essa idéia (ou software), então nós dois teremos software"
[]'s
Não seria este um motivo então para não compartilhar meu software com os outros, e ao invés disso, disponibiliza-lo na forma de serviço?
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felipefranz
JavaTeenager
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asaudate wrote:desiludido,
Você há de ver duas vertentes em software: a do software meio (frameworks, linguagens de programação, middleware, etc.) e a do software fim (o Google, o MS Office, o AutoCAD). Alguns desses são livres, outros não. Te pergunto: é possível ganhar dinheiro com algum desses softwares, abertos ou não?
A teoria da economia (veja bem, não é discurso de xiita!) diz que você tende a não ganhar dinheiro com software pura e simplesmente porque o custo de reprodução do bem é quase zero (o pessoal da Santa Ifigênia, aqui em SP, sabe muito bem disso!) e pra ser produzido custa muito pouco, também - a rigor, só capital intelectual.
Quem produz software livre sabe disso. Quem produz software não-livre deveria saber disso também. O grande X da questão é o que você pode acumular com serviços em cima do produto - serviços têm um custo alto de produção e reprodução, o que permite que se ganhe dinheiro com ele. Ou seja, no final das contas, software quase sempre é um meio pra um fim - no caso, o fim é ganhar dinheiro com os serviços!
[]'s
A não ser que o software tenha grande valor agregado. Toda análise de investimento de produtos inovadores passa pela técnica V.R.I.O, isto está em caráter prioritário e significa que ao desenvolver um novo produto ou serviço você deve verificar na sequencia decrescente: 1- Valor, 2- Raridade, 3- Imitabilidade e 4-Organização (capacidade produtiva suficiente, conhecimentos suficientes para desenvolver o produto dentro da empresa e etc).
Fato é que a imitabilidade é o grande calo do software, mas ainda assim softwares que gerem valor pro cliente e quase não existem no mercado são válidos por causa do pioneirismo, mesmo que imitem ou simplesmente pirateiem, você o lançou antes no mercado e mantém vantagem competitiva por um tempo além de consolidar a marca.
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Thiago Senna
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Um texto sobre GPL que curto muito é este aqui: http://zedshaw.com/essays/why_i_gpl.html
Repare que o texto vai um pouco além. O autor explica o motivo de mudar para GPL ao invés de permissoes mais permissivas. Já avaliando o contexto do texto, fica bem claro que tem muita gente (desde empresas até programadores) tirando proveito do Software Livre, assim como pode estar acontecendo abusos também.
É um texto na minha opinião puramente pessoal. Trata-se mais do indivíduo, o programador, do que uma empresa.
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Victor Gerin
Entusiasta Java
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desiludido wrote:Não me levem a mal, eu amo opensource!
Uso em praticamente tudo aqui, nem imagino como seria a vida sem opensource mas....
Só não aguento esse discurso que tenta pintar opensource como negócio, que devo abrir meu código porque empresa X que recebeu investimento externo de VCs fez e agora vale 50 bilhoes. Faça-me o favor né!?
E claro também temos que observar que isso ocorre graças ao "adorável" capitalismo, em sua essência o capitalismo não atura essa ideia do SL, por isso eu digo que ao minimo que dever haver e o reconhecimento do autor, ou das pessoas envolvidas esse acho que é o minimo mas e difícil por com certeza haverá pessoas que conseguirá o código e não coloca os créditos.
E óbvio a culpa do capitalizo, por uma questão ate de sobrevivência nele precisamos do dinheiro, isso claro se não quisermos morar no meio do nada com a esquina do judas, isso inclui também o conhecido com neoliberalismo, uma ideia de que hoje em dia temos que pagar por tudo, observe hj você paga até pelo que você ganha (imposto de renda), temos que pagar para viver(Saude), temos que pagar para nus excitar(Academia), temos que pagar para nus movimentar(transporte), então e difícil hoje remover o dinheiro de alguma coisa por causa da nossa base econômica não permite, o SL tenta fazer isso mas é bem provável que se os contribuentes não tiverem nenhum retorno mesmo que seja com o reconhecimento de sua autoria, essa ideia vai demorar muito para se torna efetiva no mundo da programação.
Fórum como o GUJ.com.br fazem o trabalho de desenvolvimento e compartilhamento de dados, assim ele também proporciona o desenvolvimento da área de programação isso é fato, e o autor tem seu certo reconhecimento, como pro exemplo:
Recentemente abri um tópico afim de saber como faço para gravar um objeto complexo em um arquivo, provavelmente alguns de você ou muitos já fizeram esse código, e desenvolveram um pequeno código para isso mas no meu tópico quem me disponibilizou o código foi o diego123321, muito provável ele deve ter feito um CTRL+C CTRL+V de algum código dele, ao fazer isso o mesmo está aberto para alterações e desenvolvimento para quem quiser, inclusive de minha parte que em meu programa alterei afim de melhorar.
Me corrijam se estou errado mas um dos motivos do SL não é o desenvolvimento ?
não fora isso que ocorreu aqui mesmo na GUJ ?
Esse é um assunto complexo, sei que muito vão falar que são adeptos do opensource mas, hoje sem implementação de dinheiro isso não e tão fácil quanto parece, sim óbvio que devemos começar a abrir mais nossos códigos, mas como fazer de forma que o próprio autor não se sinta prejudicado ? Essa ao meu ver e a pergunta que deve ser respondida.
Disse que SL pode granar dinheiro, na reportagem foi mostrado isso, mas o dinheiro ganho nela não foi para o autor mas para terceiros que se aproveitam do trabalho de um cidadão, ele mesmo disse que uma empresa pode pegar o código da mesma forma que ele está e oferecer suporte afim de ganhar dinheiro, por min se fosse meu código deixa eu da suporte já que foi eu que fiz pocha ...
São questões de opiniões deixo a minha aqui escrito, fação o mesmo, assim quem sabe se o melhor SL que podemos fazer já existe aqui mesmo na GUJ a oportunidade.
Att
Victor Gerin de Lacerda
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asaudate
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felipefranz wrote:
asaudate wrote:desiludido,
Você há de ver duas vertentes em software: a do software meio (frameworks, linguagens de programação, middleware, etc.) e a do software fim (o Google, o MS Office, o AutoCAD). Alguns desses são livres, outros não. Te pergunto: é possível ganhar dinheiro com algum desses softwares, abertos ou não?
A teoria da economia (veja bem, não é discurso de xiita!) diz que você tende a não ganhar dinheiro com software pura e simplesmente porque o custo de reprodução do bem é quase zero (o pessoal da Santa Ifigênia, aqui em SP, sabe muito bem disso!) e pra ser produzido custa muito pouco, também - a rigor, só capital intelectual.
Quem produz software livre sabe disso. Quem produz software não-livre deveria saber disso também. O grande X da questão é o que você pode acumular com serviços em cima do produto - serviços têm um custo alto de produção e reprodução, o que permite que se ganhe dinheiro com ele. Ou seja, no final das contas, software quase sempre é um meio pra um fim - no caso, o fim é ganhar dinheiro com os serviços!
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A não ser que o software tenha grande valor agregado. Toda análise de investimento de produtos inovadores passa pela técnica V.R.I.O, isto está em caráter prioritário e significa que ao desenvolver um novo produto ou serviço você deve verificar na sequencia decrescente: 1- Valor, 2- Raridade, 3- Imitabilidade e 4-Organização (capacidade produtiva suficiente, conhecimentos suficientes para desenvolver o produto dentro da empresa e etc).
Fato é que a imitabilidade é o grande calo do software, mas ainda assim softwares que gerem valor pro cliente e quase não existem no mercado são válidos por causa do pioneirismo, mesmo que imitem ou simplesmente pirateiem, você o lançou antes no mercado e mantém vantagem competitiva por um tempo além de consolidar a marca.
Corretíssimo! Só que, no longo prazo, você tende a perder o seu pioneirismo. E, aí, vence quem prover o maior valor agregado - na verdade, o melhor custo x benefício. Se o seu concorrente for software livre, o custo é quase zero. Se ele fornecer bons benefícios, ele é usado. Mas, em geral, software livre não vem com manual de instruções... ganha dinheiro quem "fornecer" o manual.
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Alexandre Saudate
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Do not try to bend the spoon - that's impossible. Instead, only try to realize the truth: there is no spoon.
Série quickstart: Spring+Spring Security+Jersey (REST) +Hibernate (JPA) -> https://github.com/alesaudate/kickstart-springjerseyhibernate
Evite usar Axis2!!! Leia aqui para mais detalhes!
@alesaudate
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asaudate
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desiludido wrote:
asaudate wrote:
"Se eu e você temos uma maçã, e eu compartilho com você essa maçã, cada um de nós teremos pedaços de maçã. Mas se eu tenho uma idéia (ou software) e eu compartilho com você essa idéia (ou software), então nós dois teremos software"
[]'s
Não seria este um motivo então para não compartilhar meu software com os outros, e ao invés disso, disponibiliza-lo na forma de serviço?
Se você só compartilha em forma de serviço, automaticamente você o está convertendo em produto - o que não tem condições de competir, por ser copiável e blábláblá.
Por exemplo, o Google poderia cobrar pelas buscas, certo? É justo, é um dos softwares mais usados no mundo e a concorrência não chega a ameaçar. Mas, se ele começasse a cobrar... bom, o Bing está aí.
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Alexandre Saudate
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Thiago Senna
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Há.. deixa eu destacar alguns pontos do texto que indiquei:
That?s my first reason I use the GPL:
Because I want to, and if you disagree with it then don?t use my software. It?s as simple as that.
This is my second reason I use the GPL:
After Mongrel I almost need companies to have to admit they use my software. I would actually rather nobody use my software than be in a situation where everyone is using my gear and nobody is admitting it.
Or worse, everyone is using it, and at the same time saying I can?t code.
This is my third reason I use the GPL:
Technology firms are now designed to be created and destroy fast for large VC profits while keeping costs low. That means they have no economic incentive to give back, so I have no social incentive to ?give? them my software.
This is my fourth reason for using the GPL:
I use the GPL to keep you honest. You now have to tell your bosses you?re using my gear. And it will scare the piss out of them. Good. Because I have a solution to that too.
My fifth reason for using the GPL:
I?ll always be an open source developer, but quite frankly, we?re dying off because the companies who use our software do not give back. The irony of the situation is that, in order to improve my motivation to do open source, I have to charge for it.
I obviously won?t ever charge an open source project, since they are honoring the unwritten contract: If I give, you give.
But the days of quick-flip corporations and ingrate programmers making money on my software are over. My new motto is:
Open source to open source, corporation to corporation.
If you do open source, you?re my hero and I support you. If you?re a corporation, let?s talk business.
fonte: http://zedshaw.com/essays/why_i_gpl.html
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Victor Gerin
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felipefranz wrote:
asaudate wrote:desiludido,
Você há de ver duas vertentes em software: a do software meio (frameworks, linguagens de programação, middleware, etc.) e a do software fim (o Google, o MS Office, o AutoCAD). Alguns desses são livres, outros não. Te pergunto: é possível ganhar dinheiro com algum desses softwares, abertos ou não?
A teoria da economia (veja bem, não é discurso de xiita!) diz que você tende a não ganhar dinheiro com software pura e simplesmente porque o custo de reprodução do bem é quase zero (o pessoal da Santa Ifigênia, aqui em SP, sabe muito bem disso!) e pra ser produzido custa muito pouco, também - a rigor, só capital intelectual.
Quem produz software livre sabe disso. Quem produz software não-livre deveria saber disso também. O grande X da questão é o que você pode acumular com serviços em cima do produto - serviços têm um custo alto de produção e reprodução, o que permite que se ganhe dinheiro com ele. Ou seja, no final das contas, software quase sempre é um meio pra um fim - no caso, o fim é ganhar dinheiro com os serviços!
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A não ser que o software tenha grande valor agregado. Toda análise de investimento de produtos inovadores passa pela técnica V.R.I.O, isto está em caráter prioritário e significa que ao desenvolver um novo produto ou serviço você deve verificar na sequencia decrescente: 1- Valor, 2- Raridade, 3- Imitabilidade e 4-Organização (capacidade produtiva suficiente, conhecimentos suficientes para desenvolver o produto dentro da empresa e etc).
Fato é que a imitabilidade é o grande calo do software, mas ainda assim softwares que gerem valor pro cliente e quase não existem no mercado são válidos por causa do pioneirismo, mesmo que imitem ou simplesmente pirateiem, você o lançou antes no mercado e mantém vantagem competitiva por um tempo além de consolidar a marca.
Corretíssimo! Só que, no longo prazo, você tende a perder o seu pioneirismo. E, aí, vence quem prover o maior valor agregado - na verdade, o melhor custo x benefício. Se o seu concorrente for software livre, o custo é quase zero. Se ele fornecer bons benefícios, ele é usado. Mas, em geral, software livre não vem com manual de instruções... ganha dinheiro quem "fornecer" o manual.
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Não seria mais logico quem criou o Software oferecer o manual também ?
Por que eu perderia a oportunidade de eu ganhar dinheiro e da para outra pessoa que nunca vai olhar para o meu rosto ?
(não entenda isso como uma critica mas uma pergunta de como sobreviver bem nesse mundo)*
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desiludido
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asaudate wrote:
Se você só compartilha em forma de serviço, automaticamente você o está convertendo em produto - o que não tem condições de competir, por ser copiável e blábláblá.
Por exemplo, o Google poderia cobrar pelas buscas, certo? É justo, é um dos softwares mais usados no mundo e a concorrência não chega a ameaçar. Mas, se ele começasse a cobrar... bom, o Bing está aí.
[]'s
Apenas uma correção: Google cobra dos anunciantes para exibir anuncios próximo à resultados da busca.
Engraçado você citar o google porque a principal fonte de receita da empresa é software na forma de serviço (o algoritmo de busca é fechado). Nem mesmo Android com toda a fama consegue gerar lucro para a empresa.
This message was edited 1 time. Last update was at 15/12/2011 15:13:42
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asaudate
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asaudate wrote:desiludido,
Você há de ver duas vertentes em software: a do software meio (frameworks, linguagens de programação, middleware, etc.) e a do software fim (o Google, o MS Office, o AutoCAD). Alguns desses são livres, outros não. Te pergunto: é possível ganhar dinheiro com algum desses softwares, abertos ou não?
A teoria da economia (veja bem, não é discurso de xiita!) diz que você tende a não ganhar dinheiro com software pura e simplesmente porque o custo de reprodução do bem é quase zero (o pessoal da Santa Ifigênia, aqui em SP, sabe muito bem disso!) e pra ser produzido custa muito pouco, também - a rigor, só capital intelectual.
Quem produz software livre sabe disso. Quem produz software não-livre deveria saber disso também. O grande X da questão é o que você pode acumular com serviços em cima do produto - serviços têm um custo alto de produção e reprodução, o que permite que se ganhe dinheiro com ele. Ou seja, no final das contas, software quase sempre é um meio pra um fim - no caso, o fim é ganhar dinheiro com os serviços!
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A não ser que o software tenha grande valor agregado. Toda análise de investimento de produtos inovadores passa pela técnica V.R.I.O, isto está em caráter prioritário e significa que ao desenvolver um novo produto ou serviço você deve verificar na sequencia decrescente: 1- Valor, 2- Raridade, 3- Imitabilidade e 4-Organização (capacidade produtiva suficiente, conhecimentos suficientes para desenvolver o produto dentro da empresa e etc).
Fato é que a imitabilidade é o grande calo do software, mas ainda assim softwares que gerem valor pro cliente e quase não existem no mercado são válidos por causa do pioneirismo, mesmo que imitem ou simplesmente pirateiem, você o lançou antes no mercado e mantém vantagem competitiva por um tempo além de consolidar a marca.
Corretíssimo! Só que, no longo prazo, você tende a perder o seu pioneirismo. E, aí, vence quem prover o maior valor agregado - na verdade, o melhor custo x benefício. Se o seu concorrente for software livre, o custo é quase zero. Se ele fornecer bons benefícios, ele é usado. Mas, em geral, software livre não vem com manual de instruções... ganha dinheiro quem "fornecer" o manual.
[]'s
Não seria mais logico quem criou o Software oferecer o manual também ?
Por que eu perderia a oportunidade de eu ganhar dinheiro e da para outra pessoa que nunca vai olhar para o meu rosto ?
(não entenda isso como uma critica mas uma pergunta de como sobreviver bem nesse mundo)*
O Windows também vem com manual. Eu nunca li, mas vem. De fato, não conheço ninguém que já tenha lido o manual dele, mas sei de gente que ligou no suporte. O caso é que você fornece a ferramenta e, mesmo que você forneça um manual junto, ninguém vai ler e, se ler, ou vai descobrir que a função que precisa naquele software não está lá, ou não funciona bem, ou não está explícito de maneira clara o suficiente como usar determinada função. São poucos casos em que eu já tenha lido um manual e, de fato, a informação que eu precisava estava lá.
Mas o ponto em que eu quero chegar é que, se quase todo mundo que usa seu software vai acabar precisando de suporte, quem vai ser o fornecedor de suporte preferido? Quem fez o sistema, claro. Se outra pessoa fornecer esse suporte, ela vai aumentar a confiabilidade do software. Aumentando a confiabilidade, você aumenta o valor agregado dele (mais pessoas vão conhecer, vão preferir usar, e assim por diante). Seu preço vai começar a subir
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Alexandre Saudate
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Victor Gerin
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Sakei por esse lado realmente e vantajoso fazer uso do SL, mas o mesmo ocorreria se eu pegasse meu software torna-se ele um Software proprietário e distribui-se ele sem preço, logo eu tenho os direitos em cima dele e crio meu serviço de suporte, sendo da mesmo forma outros também poderão fazer suporte, da mesma forma aumenta o valor agregado do produto sobe, assim da mesma forma que pessoas hoje ensinam como usar Windows para outras em forma de suporte.
Isso posso fazer sem torna meu programa SL
This message was edited 1 time. Last update was at 15/12/2011 15:27:07
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asaudate
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desiludido wrote:
asaudate wrote:
Se você só compartilha em forma de serviço, automaticamente você o está convertendo em produto - o que não tem condições de competir, por ser copiável e blábláblá.
Por exemplo, o Google poderia cobrar pelas buscas, certo? É justo, é um dos softwares mais usados no mundo e a concorrência não chega a ameaçar. Mas, se ele começasse a cobrar... bom, o Bing está aí.
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OK, o Google faz receita através de um serviço agregado - da mesma forma como o open source faria. O algoritmo de busca até pode ser fechado, mas continua sendo facilmente copiável, porque todo mundo sabe como funciona. E mesmo que não soubesse, continua sendo software - as pessoas descobrem como copiar mesmo se não souberem como é feito. Só que o Google é o Google, todo mundo sabe que esse algoritmo veio dele. O mesmo não dá pra fazer com Software Livre (são muitos!), então, abre-se o algoritmo e deixa que quem copie queira dizer que usa, ao invés de simplesmente sair por aí usando e sem admitir isso - vamos ser honestos, é o que um monte de gente faz com Windows.
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Alexandre Saudate
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Victor Gerin wrote:Sakei por esse lado realmente e vantajoso fazer uso do SL, mas o mesmo ocorreria se eu pegasse meu software torna-se ele um Software proprietário e distribui-se ele sem preço, logo eu tenho os direitos em cima dele e crio meu serviço de suporte, sendo da mesmo forma outros também poderão fazer suporte, da mesma forma aumenta o valor agregado do produto sobe, assim da mesma forma que pessoas hoje ensinam como usar Windows para outras em forma de suporte.
Isso posso fazer sem torna meu programa SL
Você pode. Só que, se for proprietário, você tem que manter sua própria estrutura pra bater na porta dos outros e checar se não estão usando seu software de forma não- licenciada. Acaba sendo impraticável. Acredito piamente que a Microsoft só conseguiu se firmar com o modelo de negócios dela porque ela nasceu justamente num momento em que a distribuição de informação não era tão fácil como é hoje, pela internet. Se fosse hoje, ela nunca conseguiria fazer o que fez.
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Alexandre Saudate
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Victor Gerin
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Na verdade o Google não foi o primeiro a criar esse tipo de algorítimo, tanto que se não me engano o Yahoo era mais velho (não sei direito dessa parte da historia por ser novo mas meus pais me contam que antes do Google já conheciam o Yahoo)
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Victor Gerin wrote:Na verdade o Google não foi o primeiro a criar esse tipo de algorítimo, tanto que se não me engano o Yahoo era mais velho (não sei direito dessa parte da historia por ser novo mas meus pais me contam que antes do Google já conheciam o Yahoo)
Já existia o Yahoo, mas o algoritmo de levar em conta referências (e calcular, assim, "pesos" dos links) foi pioneiro.
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Alexandre Saudate
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