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sergiotaborda
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rafagil wrote:
thegoergen wrote:

PS: Printar, redeploiando, startando... Isso quase me mata!


Verdade, e acontece muito.
Outra coisa que acho ruim é ter um sistema totalmente produzido e desenvolvido aqui, para pessoas daqui uasarem, e cuja manutenção é toda feita aqui, no Brasil. Mas quando você abre o código-fonte, descobre que os comentários estão escritos em inglês, as variáveis estão escritas em inglês, e acessam dados de tabelas no BD, que também estão em inglês e cujos atributos também estão em inglês. Daí eu pergunto: pra que?

no mínimo deve ser pra poder "fazer deploy no servidor", rsrs.


Pera aí, tb não estrapola.
No que toca a codigo é muiiiiitto mais facil nomear as coisas em ingles devido à estrutura germanica do ingles.
É facil tornar nomes em verbos, verbos em adjetivos, em adverbios etc acrecentando 2 a 3 letras. Em portugues seria o caos.

Como uma das coisas mais importantes do codigo é a legebilidade, usar uma lingua que promova isso facilmente é bom.

claro que ha casos patologicos em que o nome de alguma coisa é acrecentado de prefixo e sufixos e vira tudo uma #$%#$% (tipo tb_algo.tb_outro_field ou AlunoDTO). Mas isso não tem nada a ver com traduções.




Criando sua própria API de Validação



Blog do MiddleHeaven
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Schuenemann
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thegoergen wrote:
O idioma pode ser uma merda, pode ser difícil, mas é o NOSSO idioma, e isso deve estar acima de tudo. Será uqe os chineses gostam de ter mais de 5 mil caracteres? Mas mesmo assim eles os usam...

Primeiro: eu não disse pra deixar de usar o idioma.
Segundo: pra mim, coisas inúteis deviam ser eliminadas. Ser NOSSO não torna nem um pouco menos inútil.
thegoergen wrote:
Schuenemann wrote:
Aliás, posso estar errado, mas "rato" em inglês é "rat", não "mouse".

Não fala bobagem...

Além de grosseiro, você está errado.
Rats and mice: what's the difference?

sergiotaborda wrote:
Os espanhois vão ainda mais longe não aceitando nenhum tipo de estrangeirismo. Em espanhol "computador" é "ordenador" que vem da mesma raiz que o francês "ordinateur". Em português utilizamos "computador" por decidimos utilizar uma outra raiz. Mas porquê ? Não será porque em inglês é "computer" ?

E daí?
Espanha não aceita nada. Portugal aceita um pouco. Brasil aceita bastante. E... ?
Esse "certo" é meramente sua opinião.

rafagil wrote: É, sendo Mickey um nume próprio, poderia não ser traduzido, mas mouse poderia, sem problemas (a não ser que você considere que mouse é o sobrenome dele).

Talvez porque Mickey não diferente muito da pronúncia em português. Ao contrário de Bugs Bunny (pernalonga), por exemplo.

rafagil wrote: Outra coisa que acho ruim é ter um sistema totalmente produzido e desenvolvido aqui, para pessoas daqui uasarem, e cuja manutenção é toda feita aqui, no Brasil. Mas quando você abre o código-fonte, descobre que os comentários estão escritos em inglês, as variáveis estão escritas em inglês, e acessam dados de tabelas no BD, que também estão em inglês e cujos atributos também estão em inglês. Daí eu pergunto: pra que?

Muito simples:
Código em português é lido por uma meia dúzia de países.
Código em inglês é lido pelo mundo inteiro.
Quantos estrangeiros entrariam num projeto em português?

Equipe do JForum: http://www.jforum.net/doc/Team (a maioria é gringo).
Equipe do VRaptor (não achei, mas a última frase da página diz que tem gente de vários países): http://www.vraptor.com.br/oquee.jsp
thegoergen
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Membro desde: 24/09/2007 09:44:03
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Mas se eles entrarem em um projeto em português, devem saber falar, ou ao menos ler e escrever, português...

Por mim, o mundo poderia ter um idioma apenas, mas como tem vários, é preciso sempre dar mais valor ao nosso.


PS: E o Mickey tá muito mais pra camundongo do que para ratazana...

"A preguiça de pensar é a maior burrice de uma pessoa." (Diego Inácio Goergen)

CV: Diego Inácio Goergen

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Schuenemann
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E quantos falam? Um projeto em inglês atrai muito mais gente.
Imagine se todos os projetos de países de língua não-inglesa fossem em seus próprios idiomas. Você conseguiria usar uma API em alemão, russo ou japonês?


E Mickey é um camundongo. Mouse = camundongo. Rato é o nome genérico desses bichos, como cão é genérico de pastor, fila, etc.

Walt Disney's most well-known characters such as Mickey and Minnie are mice.
O Mus musculus foi imortalizado por Walt Disney em seu personagem Mickey Mouse criado em 18 de Novembro de 1928.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Camundongo
http://en.wikipedia.org/wiki/Mouse
Bani
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Paulo Silveira wrote:eu acho bacana. mas o correto, e usado muito pelos professores unviersitarios, é sitio.
e para link, apontador ou ponteiro.

laioute nunca vi


Em seus muitos anos de IME você nunca entrou na página de algoritmos do Feofiloff?

cv wrote:Tá. Põe lá no seu cartão de visita:

"Endereço de correio eletrônico: professor.pasquale@..."


Convenhamos, se as pessoas com quem você se relaciona não sabem identificar que o trequinho com @ no meio no seu cartão de visita é um e-mail, está na hora de mudar de contatos



Bom, meu orientador tem uma página sobre traduções de textos de computação. Eu sou meio adepta da preguiça e acho mais fácil falar as coisas em inglês mesmo do que ficar pensando qual é a tradução, mas concordo que seria importante a longo prazo. Senão daqui a pouco o português está igual ao japonês que, convenhamos, faz umas adaptações no mínimo muito esquisitas das palavras americanas.

~ Site da Bani ~
djemacao
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Bani wrote:
Bom, meu orientador tem uma página sobre traduções de textos de computação. Eu sou meio adepta da preguiça e acho mais fácil falar as coisas em inglês mesmo do que ficar pensando qual é a tradução, mas concordo que seria importante a longo prazo. Senão daqui a pouco o português está igual ao japonês que, convenhamos, faz umas adaptações no mínimo muito esquisitas das palavras americanas.


Acho legal alguém se propor a dar uma tradução "mais correta". Porém, tem vários termos que discordo da "Tradução Correta", por exemplo procedural para procedimental. Me desculpe, mas essa tradução é um tanto quanto estranha. Falo, escrevo e sempre direi procedural. Mas concordo com default por padrão, eita palavra extremamente usada e que em suma, deveria ser amplamente traduzida. Fica horrível o cara estar falando tudo em português e no meio da frase dizer, "por default, esse trecho...".

"Quanto mais aprendo mais tenho consciência que nada sei."
wmitsuda
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Bani wrote:Senão daqui a pouco o português está igual ao japonês que, convenhamos, faz umas adaptações no mínimo muito esquisitas das palavras americanas.


Não é tão esquisito se vc souber a mecânica da coisa. Ao invés de inventar palavras novas p/ coisas que não existem em japonês, o que eles fazem é usar a pronúncia da palavra estrangeira (na maioria em inglês) "adaptada" p/ o conjunto de fonemas existentes na língua japonesa, o que faz c/ que alguns sons saiam diferentes.

E o legal é que essas palavras são escritas c/ um alfabeto próprio (katakana). Assim, quando vc ler essa palavra num jornal, vc automaticamente sabe que se trata de uma palavra de origem estrangeira.

Exemplo tirado de um livro que eu tenho aqui: computador == konpyuuta (computer).

PS: não falo japonês, mas conheço um pouco da língua.

Sun Java Certified POG Master Developer
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DUARTECLEBER
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Segundo o Dicionário Michaellis

leiaute
lei.au.te
sm (ingl layout) Tip Esboço, planejamento ou espelho do trabalho tipográfico com a especificação dos caracteres que devem ser empregados, disposição da matéria, claros, medidas e outras minúcias relativas à composição de um livro, folheto, periódico, anúncio ou obra comercial. L. de página, Art Gráf e Inform: distribuição de texto e imagens dentro de uma página de documento.

ViniGodoy
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@ViniGodoy - Lattes

Tem dúvidas de Java? Poste no fórum! Não respondo dúvidas de java via MP!

Ponto V! - Desenvolvimento de Jogos Profissional - @Pontov - Facebook
Projeto Towel - Swing de uma forma inteligente (Novo lar do ObjectTableModel e do Auto-Filtro).

Ei... você está usando DefaultTableModel no seu projeto??
Não faça isso! Veja: http://www.guj.com.br/posts/list/15/199067.java#1001295
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decios
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O dicionário oficial é o da Academia Brasileira de Letras - ABL

http://www1.folha.uol.com.br/folha/educacao/ult305u489796.shtml
O "Dicionário Escolar da Língua Portuguesa", editado pela Companhia Editora Nacional, tem 1.311 páginas e cerca de 33 mil verbetes.

"O que está no dicionário vai ser adotado pelo Volp ["Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa"], diz Evanildo Bechara, membro da ABL e da comissão de língua portuguesa do Ministério da Educação que trata do Acordo.
Volp é o documento que registra a grafia oficial das palavras. A nova versão, com cerca de 370 mil palavras da língua portuguesa, será publicada até o início de março.

Conforme o apontador abaixo a palavra leiaute existe e a palavra "saite" não existe.
http://www.academia.org.br/abl/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?sid=23

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decios
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wmitsuda wrote:
Bani wrote:Senão daqui a pouco o português está igual ao japonês que, convenhamos, faz umas adaptações no mínimo muito esquisitas das palavras americanas.


Não é tão esquisito se vc souber a mecânica da coisa. Ao invés de inventar palavras novas p/ coisas que não existem em japonês, o que eles fazem é usar a pronúncia da palavra estrangeira (na maioria em inglês) "adaptada" p/ o conjunto de fonemas existentes na língua japonesa, o que faz c/ que alguns sons saiam diferentes.

E o legal é que essas palavras são escritas c/ um alfabeto próprio (katakana). Assim, quando vc ler essa palavra num jornal, vc automaticamente sabe que se trata de uma palavra de origem estrangeira.

Exemplo tirado de um livro que eu tenho aqui: computador == konpyuuta (computer).

PS: não falo japonês, mas conheço um pouco da língua.


No idioma Japonês tal adaptação é nomeada de "gairaigo", uso de palavras provenientes de outras línguas. O "gairaigo" é cada vez mais é usada para substituir palavras existentes no idioma Japonês principalmente pelos jovens e pela mídia (publicidade,televisão, revistas, sites, etc) pois passa um "ar" de modernidade.

As pessoas de mais idade tem dificuldade de entender muitos textos devido ao uso excessivo de "gairaigo" e seu uso crescente é muito criticado pelas pessoas mais tradicionalistas e estudiosos do idioma.
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