Curso Superior, é preciso?  XML
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flaleite
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pcalcado wrote:
elomarns wrote:
Em relação aos conhecimentos adquiridos durante a faculdade, isso obviamente varia muito de instituição para instituição. Algumas agregam bastante conteúdo aos alunos, e outras fingem que ensinam alguma coisa. De qualquer forma, em ambos os casos, o aluno pode adquirir todo este conteúdo por conta própria, mas obviamente depende do perfil da pessoa. Alguns tem capacidade de estudarem através de livros, por exemplo, e aprender todo o conteúdo visto na faculdade, ou até mais. Mas há também aqueles que precisam ter aulas para aprender, o que justifica cursar uma faculdade. De qualquer forma, nenhum dos dois é melhor que o outro, são apenas perfis de pessoas diferentes.


Perfeito.


Perfeito, com uma ressalva. Com um professor ou tutor (na universidade ou fora) vc PODE catalisar seu aprendizado e por conta própria você PODE demorar mais tempo, é claro que isso depende do professor, do aluno e do relacionamento entre eles.

Flávio Suguimoto
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flaleite
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Diploma universitário é tão importante que eu não fui buscar o meu até hj...

Realmente foi falta de tempo, pois ele está lá na UFSCar faz 7 anos me esperando...

Flávio Suguimoto
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ViniGodoy
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Aquele negócio. Você vai escapar da faculdade se:

1. Fizer algo que emérito, que te torne famoso na área;
2. For trabalhar em algum cargo operacional que exige segundo grau;
3. Você tiver trabalhado e for recomendado por uma empresa reconhecida, que comprove sua experiência.

Fora isso, quando um contratador está lendo o seu currículo, ele prefere (com razão) acreditar no diploma de uma faculdade do que na sua palavra pura e simplesmente.

E quanto melhor a faculdade que você cursou, melhor para você.

PS: Algumas empresas grandes exigem diploma universitário para ocupar certos cargos. Se você for contratado sem, ocupará um cargo inferior até que o providencie, tenha você o reconhecimento necessário ou não.

Mas... se vc já manja, fazer uma faculdade não será problema, certo? Basta assistir aula e tirar 10 nos trabalhos e provas.

This message was edited 2 times. Last update was at 01/11/2007 17:06:17


Desenvolve jogos de computadores?
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Ei... você está usando DefaultTableModel no seu projeto?? Não faça isso! Veja: http://www.guj.com.br/posts/list/15/199067.java#1001295


Trabalhe com JTable de uma forma inteligente com o ObjectTableModel e com o Auto-Filtro!
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ViniGodoy wrote:
1. Fizer algo que emérito, que te torne famoso na área;


Não precisa ser famoso, basta ser comprovável.

ViniGodoy wrote:
Mas... se vc já manja, fazer uma faculdade não será problema, certo? Basta assistir aula e tirar 10 nos trabalhos e provas.


Sim, é. É porque exige dedicação de umas quatro horas por dia tendo que frequentar um lugar que neste caso não está agregando informação, apenas tomando tempo. Nos meus últimos semestres eu levava livros e os lia durante as aulas porque delas não se tirava nada. Perdi todas as provas finais do semestre viajando a trabalho.

Cheguei a pensar em fazer vestibular novamente e alguns amigos meus fizeram e ingressaram ou voltaram para suas PUC, USP e UFRJ. De todos apenas um concluiu, o resto saiu de novo.

This message was edited 1 time. Last update was at 01/11/2007 17:22:12


Phillip Calçado "Shoes"
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pcalcado wrote:
Eu estou no mercado há uns bons 10 anos e atualmente (pelo menos até dia 15) atuo como coordenador de desenvolvimento numa grande empresa. Estou saindo dela e a pessoa que vai me substituir também não tem faculdade mas é extremamente competente.

O que você disse não procede, como falei com faculdade geralmente algumas coisas ficam mais fáceis mas é apenas um dos diversos meios.



Não acho que a faculdade seja ou deixe de ser importante. Acho que como o amigo bem disse, depende da pessoa. Eu já programo há algum tempo e só consegui trabalhar efetivamente na área, isto é, atuar principalmente como desenvolvedor, há 3,5 anos. Só conseguia emprego de técnico. Consegui "chegar" na área através de uma promoção no meu emprego anterior. Trabalhava na EBID da São José e resolvi desenvolver um software em Delphi que me ajudasse nas Ordens de Serviço. Então, nos tempos livre, eu desenvolvia. O dono da empresa ficou sabendo e me chamou para conversar.

Meu único "diploma" de programação até essa data, foi um curso de Delphi 4 com Oracle em 1999.


pcalcado wrote:
Não é teoria, é prática. Esta é a diferença.


Eu vivo falando isso durante as aulas. Não adianta o cabra sair da graduação, extremamente cru, sem experiência, e achar que já vai ganhar R$6000,00/mês. Não é assim. Programador tem que ser resolvedor de problemas, e no mundo de hoje, resolver da melhor forma possível é obrigação, para agilizar a manutenção, pois as pressões externas assim exigem. Isso eu acho difícil de ensinar. As boas práticas dá para ensinar, o raciocínio lógico não. Acho que é nesse ponto que a maioria dos "nerds" acadêmicos esbarram. Não sabe se portar diante de uma situação que ainda não tenha visto. Buscar a solução de qualquer fonte disponível. Missão dada é missão cumprida.


pcalcado wrote:
Gates, Jobs... fora os que não fizeram ciência da computação. Quem já trabalhou para multinacionais já viu muita gente com diploma em letras, história e afins em cargos técnicos.


Também conheço Engenheiros que não passam de vendedores. Da própria área? Sabe nada.

pcalcado wrote:
Não é preciso ser o ex-mais rico do mundo para ser bem sucedido.


Eu sei disso, eu também não quero ser o mais rico do mundo. Preciso de dinheiro, mas não precisa ser tanto. =)

Vai ver a graduação do Carlos Slim. Eu tenho a época que conta a trajetória dele.

E no mais, eu falei do jacu do Bill porque o amigo citou na mensagem.



Eu sou fã inveterado dos auto-didatas. Os cabras que conseguem aprender sozinho, e fazer bem feito o que aprendeu, para mim é gênio. Eu não sou desse tipo. Normalmente existe uma forma melhor do que a que eu adoto.

Tenho contato com a programação desde 1985, quando meu pai me presenteou com um TK2000 II Color.

Foi no meu aniversário de 8 anos.

Programava, err, humm, printava, em Basic, o meu nome na tela e ficava todo bobo. No início da década de 90, percebi que podia salvar algumas coisas que estava fazendo, numa base de dados, e assim conheci o DBase III plus e o famoso mod com (acho que era isso). Logo em seguida, meu pai me apresentou o Clipper. Fiquei doido. Podia criar .exe e executar meu programa. Em 1999 conheci o Delphi e em 2004 fui apresentado ao Java.

Acredito que possa ter sido uma trajetória muito parecida com alguns programadores, principalmente da minha faixa etária.

Entretanto, eu só arrumava emprego de técnico (na verdade, sempre começava como auxiliar), ganhando 350,00/mês.

Eu não tinha experiência (como?) e nem vida acadêmica. As coisas foram bem difíceis. Serei eternamente grato a essa empresa que me promoveu, pois me deu essa oportunidade e abriu essas portas.


Abraços!

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ddduran wrote:Faculdade é meio como certificação é uma coisa muito mais para VOCÊ (seu ego) do que para os outros na nossa area, porém quando você está começando e não tem um bom network é quase impossivel entrar nessa area (só um lance de sorte).


Eu gostaria muito que nossa area fosse regulamentada assim como engenharia civil e direito (no caso de advogados),
mas como faze-lo se hoje já não existe profissionais na nossa area.


alem disso uma faculdade (qualquer q seja) é uma experiencia unica e muito interessante para qualquer um


Perfeito, muito bem dito. Compartilho da sua opinião.

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celso.martins wrote:
Eu vivo falando isso durante as aulas. Não adianta o cabra sair da graduação, extremamente cru, sem experiência, e achar que já vai ganhar R$6000,00/mês. Não é assim. Programador tem que ser resolvedor de problemas, e no mundo de hoje, resolver da melhor forma possível é obrigação, para agilizar a manutenção, pois as pressões externas assim exigem. Isso eu acho difícil de ensinar. As boas práticas dá para ensinar, o raciocínio lógico não. Acho que é nesse ponto que a maioria dos "nerds" acadêmicos esbarram. Não sabe se portar diante de uma situação que ainda não tenha visto. Buscar a solução de qualquer fonte disponível. Missão dada é missão cumprida.


Eu falei que era pratica e nao teoria porque do modo como falou antes deu a entender que eue stava teorizando sobre o mercado quando, na verdade, estou falando de minha experiencia pratica.

Sobre nerds de academia e seus assuntos, este é um dos motivos pelo qual eu acredito que faculdade é geralmente um caminho mais fácil para qualificação profissional: quandos e opta por não fazer uma faculdade você tem que aprender sozinho (inclusive saber o que você tem que aprender porque no início não se faz idéia).

Uma das coisas que me ajudou muito no início foi ler a bibliografia dos cursos em boas faculdades como UFRJ. Meus Tanenbaums estão aqui na caixinha que vou levar para a mudança, todos devidamente lidos e ocasionalmente utilizados para consulta.

celso.martins wrote:
Tenho contato com a programação desde 1985, quando meu pai me presenteou com um TK2000 II Color.


Eu tenho um desses embaixo da minha cama Sou bem mais novo, ganhei o TK de uma amiga da minha mmãe em 1994, mas foi lá que aprendi o básico (e não ter uma interface amigável ajudou).


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Puck wrote:
Curso Superior, por sí só, não tem a menor utilidade. Não prova absolutamente nada. Porém se o aluno quiser aprender e vai conseguir caso se matricule num curso razoável - curso bom no Brasil eu ainda estou para conhecer.

Eu tenho superior e pretendo fazer mestrado, mas não vejo nenhuma conexão disso com minha carreira, uma vez que os melhores empregos dependem de tudo menos titulação. Toda empresa diz que superior é exigência, mas nenhuma vai recusar um excelente profissional por conta disso.


Minha dúvida é: Como a empresa vai saber que o cabra é um excelente profissional se o mesmo não tem experiência e nem títulos? Penso que só por indicação.

Puck wrote:
Eu entendo a posição do Phillip, pois conheço mais picaretas que são mestres ou doutores por universidades de renome que conheço profissionais capacitados - com ou sem diploma.

Em média um diploma ajuda a arrumar um emprego médio.



Exatamente. Mas o início é, geralmente, numa empresa pequena/média. Quando você já é pleno/senior, creio que a sua capacidade e as conquistas realizadas contam mais que qualquer outra coisa. Sendo eficiente e competitivo nos seus códigos, creio ser mais fácil de conseguir o networking. Não porque alguém vai ve-lo, mas porque a sua forma de falar sobre ele muda. Fale sobre Singleton, Facade, XP (obviamente sabendo o que está dizendo) e veja os resultados. Até onde eu sei, isso não se aprende num curso de graduação comum. Pelo que já conversei com os professores, boas práticas sim, mas abordar padrões e metodologias, de forma profunda, creio que não.

Estou falando genericamente. De forma alguma estou dizendo que você não siga padrões ou metodologias. Acho que o tópico já teve stress demais para eu gerar mais um, por mal entendido.

Nas áreas ligadas ao desenvolvimento de software, o estudo deve ser constante. Por vontade do programador em melhorar e devido às pressões externas.

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pcalcado wrote:
Eu falei que era pratica e nao teoria porque do modo como falou antes deu a entender que eue stava teorizando sobre o mercado quando, na verdade, estou falando de minha experiencia pratica.

Sobre nerds de academia e seus assuntos, este é um dos motivos pelo qual eu acredito que faculdade é geralmente um caminho mais fácil para qualificação profissional: quandos e opta por não fazer uma faculdade você tem que aprender sozinho (inclusive saber o que você tem que aprender porque no início não se faz idéia).


Eu realmente entendi que a teoria era sobre o mercado, não sobre sua experiência profissional.
Eu também entrei no mercado sem ter ainda a graduação. Mas quantos poderão ter a mesma sorte? Eu no caso, esperei 10 anos, pois queria estar atuando no desenvolvimento desde 1994 (pretensioso, não?), mas a oportunidade veio e perdi até a namorada, porque virei psicopata. Hoje tenho uma mulher bem melhor e um filho, mas continuo psicopata. A mulher que é outra. =)

pcalcado wrote:
Uma das coisas que me ajudou muito no início foi ler a bibliografia dos cursos em boas faculdades como UFRJ. Meus Tanenbaums estão aqui na caixinha que vou levar para a mudança, todos devidamente lidos e ocasionalmente utilizados para consulta.


Eu lia as cadeiras e procurava na internet sobre os assuntos. Nunc consegui bibliografia.

pcalcado wrote:
Eu tenho um desses embaixo da minha cama Sou bem mais novo, ganhei o TK de uma amiga da minha mmãe em 1994, mas foi lá que aprendi o básico (e não ter uma interface amigável ajudou).


Acho isso muito importante também. Foi uma das coisas que mais me atrairam no java. Quando comecei, fazia Swing no braço, no Eclipse. Me lembrou a velha forma do Clipper de construir telas com (ALT+alguma coisa). =)

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Oi Puck, acho importante pensar em um curso superior a curto prazo. O curso que você está fazendo, servirá como uma boa base de conhecimento. Desejo muito sucesso.
Um abraço.

MBA em Desenvolvimento de Sistemas em Ambiente Web
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thingol wrote:Todos os programadores, gerentes, diretores etc. que conheço têm curso superior (alguns não conseguiram completar, mas estavam em universidades públicas e simplesmente abandonaram o curso) ou o estão concluindo. (Muitos nem eram da área de exatas, mas isso não importa se você gosta da área).

Mesmo ter um curso superior de letras ou música é melhor que não ter absolutamente nada, como alguns aqui estão sugerindo fazer.

Não pulem essa etapa de sua formação.


concordo!!!

Você tem que procurar coisas que te ajudem, não que te atrapalhem.
Como programador, até hoje só trabalhei com uma pessoa sem diploma universitário e, apesar dessa pessoa manjar muito, mesmo assim ela dizia que as coisas teriam sido bem mais fáceis se ela tivesse um diploma.
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pcalcado wrote:
Não precisa ser famoso, basta ser comprovável.


Essa era a idéia do item 3.

O fato é que, sem a faculdade vai ser muito mais difícil. Não impossível, mas mais difícil. Eu também concordo que é bom ter uma abordagem prática, mas sou contra extremos. Nem é bom ter uma abordagem puramente teórica, como também não é bom ser 100% prático.

É óbvio. Não adianta fazer a faculdade e não aproveita-la. Gente preguiçosa vai sair sem saber nada, e vai continuar sem saber nada. Porque gente preguiçosa também não é auto-didata. Gente com potencial vai aproveitar a faculdade, fazer dela uma oportunidade para aperfeiçoar a técnica, para aprender rápido o que levaria mais tempo sem a graduação. E, depois da faculdade, vai ter uma base grande e sólida, para ser um auto-didata ainda mais eficiente do que era quando entrou. Aliás, auto-didatismo é um requisito básico de um profissional da nossa área hoje em dia.

O fato é que hoje temos um mercado de trabalho com vários profissionais. E o que diferencia para um contratador - que não conhece quem está contratando e, infelizmente, só está olhando um papel chamado currículo - é o nome de instituições reconhecidas. Sejam elas faculdades (o caminho normal), outras empresas ou, alguma publicação de algo que realmente chame a atenção. É uma questão simples. Imagine-se numa mesa, com o currículo de 30 pessoas, 5 das quais você selecionará para uma entrevista (afinal, seu tempo também é bastante precioso para entrevistar as trinta) e onde somente uma ou duas serão contratadas. Como você separaria essas 5? Não te daria mais segurança saber que alguém cursou uma faculdade, especialização ou mesmo um mestrado?

O fato é que o mercado é concorrido. E gente boa auto-didata existe, mas gente boa numa faculdade também. Então, daquelas cinco, certamente uma sairá contratada, e dificilmente será o auto-didata, pois ele já nem passou na primeira triagem, a do currículo. O caminho do auto-didata será conseguir um emprego técnico, fazer muito bem seu trabalho, torcer para ser reconhecido e, se a sorte e a política da empresa permitirem, subir de cargo.

Quanto a fazer faculdade e "saber tudo". Eu discordo radicalmente de que isso seja sequer possível. Eu já era técnico e tinha um bom conhecimento (superior ao da maior parte dos técnicos) quando cursei a faculdade. Sabia boa parte das matérias, mas mesmo assim aprendi muito. Se você realmente quiser, pode se aprofundar em algum tema ou mesmo procurar um curso que te complete. Por exemplo, se você já é muito bom com software, por que não pegar um curso que envolva também hardware, redes ou algum outro conhecimento que você não tenha? Há sempre também a possibilidade de se juntar de cara com aquele professor CDF e já engatar logo nos primeiros anos num trabalho de graduação que valha a pena.

Além disso, há sempre a troca de contatos com pessoas novas, que trazem novas idéias, tecnologias e oportunidades. Para quem manda bem, mas está fora do mercado, a faculdade tem um importante papel no networking. Vários colegas da minha sala (inclusive eu) conseguiram o primeiro emprego através da indicação de outros colegas ou professores. O mesmo acontece agora, na minha pós. Se você for um cara bom, dedicado, inteligente, dificilmente vai passar sem ser notado, indicado e contratado.

Toma tempo? Claro que toma tempo. É difícil? Complicado? Dependendo, pode até ser. E uma boa faculdade certamente será. Mas é por isso que a faculdade é boa, não é? Porque exigirá de você tempo e trabalho, te dando em troca conhecimento e uma boa rede de contatos. Aliás, conhecimento é uma das poucas coisas que ninguém pode tirar de você. E é por isso que vale a pena.

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Sumarizando os pontos que falie e/ou concordo nos posts de cada um:

1) Fazer faculdade te ajuda a conseguir um emprego numa empresa "normal" mas não significa tanto quanto se procura um emprego diferente

Eu já trabalhei em empresa de três letrinhas, empresa legal, empresa alternativa... se que entrar nas empresas normais é muito mais fácil com um diploma mas sei também que estes lugares só são interessantes par se trabalhar se você não quer ser técnico (e ser gerente/executivo não é a evolução do técnico).

2) Lugares que realmente se preocupam com a aptidão do funcionário geralmente não ligam para diplomas

Nestes lugares conta o que você é não onde adquiriu informação. Este é o exemplo que citei da empresa com apenas doutores e mestres exceto pois dois que nem graduação tinham.

3) Obter conhecimento através de uma faculdade é mais fácil

Numa faculdade você pode acessar uma grande quantidade de pessoas que podem te ajudar e ainda conta com um programa definido por especialistas de ensino que, teoricamente, cobre os campos importantes.

4) Mas não é essencial

Se você decidir por não fazer faculdade pode ter uma carreira brilhante, trabalhar em lugares excelentes em cargos de chefia. Só que você vai penar bem mais para adquiri conhecimento, precisa ser auto-didata.

5) Ter faculdade ou não não quer dizer anda sobre as capacidades de uma pessoa

Isso só consegue ser verificado caso a caso.

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Bom, como já dito, ter um curso superior é bom para empregos normais, para que te dêem direito de fazer uma entrevista em alguns lugares.

Mas em empresas realmente sérias, não vai ser o diploma que será seu passaporte pro emprego, na minha modesta opinião existem graduados medianos, não graduados medianos, depende de cada um correr atrás, ter um diploma dizendo que você é um analista de sistemas não te faz melhor que ningúem, fatores que vão desde qualidades técnicas até a capacidade de trabalhar em grupo, em equipe, são muito mais relevantes.

Existem graduados que ainda acreditam que testes é perda de tempo, como vimos em posts recentes aqui, oooops falei. Enfim, o mercado de trabalho convencional, impõe barreiras para quem não tem um curso superior, o que de fato é uma lástima, pois perde-se e deixa de dar oportunidade a pessoas competentes, enquanto isso, outros graduados, cometem verdadeiras barbáries por aí.

Não estou defendendo a não graduação, só que no meu restrito universo, topo com pessoas muito competentes e não graduadas, enfim, como já mencionado aqui, a qualidade de ensino tem sido ridicula em alguns lugares, mas em empresas convencionais, o papel é exigido.

Por isso aprecio empresas que te avaliam pelo teu perfil, não pela quantidade de quadros pregados na parede.

ps: Em homenagem a comentários exdrúxulos que tem surgido em posts e discussões sobre os mais variados temas, o bozo residirá neste post.

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Olha sinceramente, não lí o tópico todo mas eu concordei com muita coisa que o P. Calcado falou

Vou dizer a MINHA experiência

Como muitos sabem eu nem sou de SP, sou de SC e acabei vindo trabalhar com Java em SP. Tenho 22 anos, desisti da minha faculdade quando estava concluindo o meu terceiro ano. Mas desde quando eu estava no segundo ano eu já tinha percebido que o mercado tá nem ae pra curso superior. Quem sabe essas empresas de 3 e 4 letrinhas realmente querem gente com curso superior, mas até hoje, poxa vida, nunca ví nenhuma empresa pedir curso superior ou apontar isso no currículo quando eu peço um valor hora bem alto, ninguém nunca disse "poxa mas com esse teu valor hora e você nem faculdade tem".

E conheço muita gente BOA MESMO, olha, os caras que mais manjam são os caras que nem faculdade fizeram. Detalhe: Estou dizendo isso em cima de experiências, de pessoas que já conheci em SP, pode ser que ondem vocês vivam não seja assim, então por favor não tomem a minha opinião como algo verdadeiro e absoluto, pode ser que eu esteja enganado e a minha visão inocente das coisas não estejam de acordo com a realidade aqui discutida.

Não acho curso superior como algo que "precisa", mas também posso estar falando nada com nada, poderiam por favor ser mais específicos? Curso superior é preciso para que?

Se for pra "trabalhar com Java" não é necessário. Hoje em dia eu vejo muito mais a empresa estar interessada num cara que SABE e não é formado do que alguém formado que nunca trabalhou com Java ou tem um conhecimento mínimo. Se vocês fossem donos de uma consultoria ae e gostaria de alocar um profissional num cliente, vocês pegariam um não-formado que manja das coisas ou um cara que é formado no ITA/USP/Unicamp mas nunca trabalhou com Java?

Se for por "comprovar conhecimento" acredito que uma certificação comprova mais do que um curso superior. Tá eu sei que nenhum dos dois comprova NADA, mas entre um e outro, o que te bota mais confiança? Uma instituição de ensino ou uma grande empresa como Sun/Oracle/BEA etc?

Agora se tu quer seguir carreira acadêmica, ser professor ou trabalhar pro governo, daí eu acho válido. Mas só pra isso mesmo, porque essas coisas são altamente burocráticas. Eu acho até meio chato nas faculdades, tem muitos professores que nunca aplicaram o que ensinam na vida, por exemplo, como que um professor que falar de Data Wharehouse se nunca teve experiência com isso?

Ser auto-didata, ser dedicado, ficar mais experiente, ter uma postura séria, ter um bom network e ficar atualizado vale muito mais (em qualquer sentido, tanto pessoal, como profissional e financeiro) do que qualquer faculdade/pós/mestrado/mba da vida.

Eu sinceramente pretendo concluir a minha faculdade (já que comecei), mas só em 2009 eu acho, pretendo fazer Mackenzie hehe Por ser meio pertinho de casa e a galera ter falado que lá é bom. Antes de fazer faculdade ainda quero pegar uma experiência fora do país (agora em 200 e depois disso pensar em faculdade. Acho que tem coisas muito mais importantes, que me estabilizam no mercado do que faculdade, que nem inglês e experiências

Não vou falar mal da faculdade, porque eu aprendi a programar lá. Mas não foram com os professores. Quando eu comecei eu fiquei super feliz quando cheguei na biblioteca da faculdade e ví aquela porrada de livros de informática. Realmente era o que eu queria, o que eu gostava, aprendi Java e .NET sozinho e foram pequenos passos que são responsáveis por um destino que pra mim, a cada dia que passa se torna mais promissor

Bom, essa é a minha visão

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