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Luca
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Olá
alguém escrevendo em miguxês wrote:... axo q ...
Adoro miguxês, acho tão meigo...
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Luca
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Dare Obasanjo (Program Manager at Microsoft)
"The folks I know from across the industry who have to build large scale Web services on the Web today at Google, Yahoo!, Facebook, Windows Live, Amazon, etc are using RESTful Web services. The only times I encounter someone with good things to say about WS-* is if it is their job to pimp these technologies or they have already "invested" in WS-* and want to defend that investment."
CEP, JMS, JMX e coisas afins (ou não)
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pcalcado
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marcosalex wrote:Em uma fábrica os custos são diluídos já que já existe toda uma estrutura e metodologia montada pra desenvolvimento de software e a carga tributária é baseada no ramo de negócios.
A pergunta persiste: custo de quem? Eu respondo: do fornecedor (da fábrica). O custo do cliente aumenta, e muito, com software de qualidade ridiculamente baixa, que precisa de manutenção frequente, não atende aos objetivos originais, foi entregue com atraso e estourou o orçamento.
Ok, fabricas de software podem não ter estes problemas se fizerem as coisas certas. Quais são as coisas certas?
marcosalex wrote:
Fábricas de software podem contar com incentivos fiscais que uma empresa de grande porte não pode.
Eu nem tenho certeza se ainda podem e nem se em todo o país, mas ainda que sim isso tem mais a ver com um governo que tenta imitar a Índia do que com eficiência ou benefício ao cliente. Novamente o benefício é para a fábrica e não para o pobre coitado que compra software dela.
marcosalex wrote:
Tem muitos casos que acarreta custos para ambos os lados mas também já vi vários casos que houve uma redução formidável de custos, principalmente em empresas grandes.
Tendo trabalhado em diversos destes ambientes eu só vi redução de custo do fornecedor. O cliente, tendo comprado um péssimo software, so gasta mais dinheiro.
marcosalex wrote:
Mas como eu disse, cada caso é um caso. Como todo mercado em fase de mudança, no começo aparecem muitos amadores que queimam o filme da área, mas a medida que a coisa vai se profissionalizando, o cenário muda e fica mais claro, até vir outra onda de mudança.
Desculpe mas eu trabalhei em/trabalhei para/comprei de empresas que não são amadoras -com todos os seus selinhos de CMMI 5>- e nenhuma delas apresenta resultado satisfatório. Volto eu com a pergunta: o que é que precisa ser feito (e nenhuma destas empresas faz)?
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Phillip Calçado "Shoes"
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luistiagos
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Olá
alguém escrevendo em miguxês wrote:
... axo q ...
Adoro miguxês, acho tão meigo...
quem é o emo ai?
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leofernandesmo
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marcosalex wrote:
Encargos trabalhistas, por exemplo. Montar uma equipe ágil, treinada e com uma metodologia boa para desenvolver, testar e controlar o software toma tempo e dinheiro. Sem falar que o foco da empresa estaria se desviando da sua atividade fim.
Não entendi essas colocações.
1 - Encargos trabalhistas:
Vc tem tb isso com Fábricas de Software com processos em cascata.
2 - Montar uma equipe ágil, treinada e com uma metodologia boa para desenvolver, testar e controlar o software toma tempo e dinheiro.
- Vc tb tem isso com Fábricas de Software com processos em cascata.
3 - Sem falar que o foco da empresa estaria se desviando da sua atividade fim.
- De onde vc tirou isso??
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leofernandesmo
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marcosalex wrote:Fábricas de software podem contar com incentivos fiscais que uma empresa de grande porte não pode.
Quem faz mais uso de fábricas de software que não empresas de grande porte.
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Luiz Aguiar
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marcosalex wrote:Em uma fábrica os custos são diluídos já que já existe toda uma estrutura e metodologia montada pra desenvolvimento de software e a carga tributária é baseada no ramo de negócios.
E por acaso isso não é repasso para os cliente né?
Um projeto em waterfall pode levar anos para fazer um simples crud, quem passa isso?
O modelo onera o cliente, a prestadora de serviço tem como intuito carregar o desenvolvimento eternamente pois ela ganha ainda mais, engociações contraturais desse tipo favorecem essas empresas que vizam o lucro, não em entregar soluções para seus clientes.
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marcosalex
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Luiz Aguiar
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Marcos, vc não esta confundindo terceirizar com fábrica não?
Não estamos falando que terceirizar é errado, estamos falando que o modelo de etrceirização das fábricas são errados.
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marcosalex
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Jorge Diz
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s4nchez wrote:Sou só eu que tem arrepios quando ouve este termo, ou vocês botam fé que este conceito é o futuro quando se trata de desenvolvimento de software?
S4nchez:
Eu não tenho arrepios, mas minha pele fica verde, minha camisa
começa a rasgar e de uma hora para outra eu fico bombadão.
Jorge
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Jorge Diz
JavaChild
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Luca wrote:Olá
furutani wrote:Eu sempre pensei que uma fabrica de SW poderia muito bem usar XP, FDD ou as 2 juntos ( que até onde eu entendo são metodologias assim como o RUP).
Eu também. Deve ter alguma que use mas eu não conheço nenhuma. Pelo contrário, conheço algumas que se esforçam para conseguir CMM e são extremamente burocratizadas.
[]s
Luca
Luca, Furutani:
Eu sempre achei esquisita a idéia de fábrica. Se "fábrica" tenta passar
a idéia de coisa profissional e bem organizada, vamos aplicar a outras
atividades intelectuais para as quais são cobrados profissionalismo e
competência:
Que tal "Fábrica de cirurgias" em vez de clínica ou hospital ?
Que tal "Fábrica de sentenças" em vez de escritório de advocacia ?
Que tal "Fábrica de diplomas" em vez de universidade ?
Se vendemos a idéia de "fábrica", por que nos ofendemos com a idéia
de que nossos clientes querem um produto pronto sem se envolver no
processo ?
Se compro um carro de uma montadora, não preciso ajudar a projetá-lo.
Se compro um pastel na feira, não preciso dar palpite de como fritar.
"Fábrica" passa essa idéia, e não me surpreende que muitos clientes
procurem comprar software como quem compra pastel, porque
é exatamente isso que estamos lhes dizendo.
Jorge
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Luiz Aguiar
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Jorge Diz wrote:Que tal "Fábrica de diplomas" em vez de universidade ?
Tem certeza que já não existem algumas dessas fábricas por ai? rsrs
Tem um texto do Rodrigo Yoshima que fala sobre cultura empresarial, é exatamente isso que não se existe nas fábricas, eles querem apenas recusros vendedores de horas, eles não querem pessoas para formarem seus times, por isso a grande rotatividade nesse tipo de empresa, não há o menor comprometimento (leia interesse) da empresa para com seus funcionários, o que acaba sendo mútuo, ai acontece o que vemos de pessoas ficarem as vezes menos de uma semana nessas empresas e já sairem, porque elas só servem pra quando vc quer levantar uma graninha fazendo trocentas horas/mês, como praticamentes todas tem problemas com prazo de entrega e qualidade, sempre há muito o que se fazer nos projetos, mesmo quando eles estão "90%" prontos já, só falta testar rs.
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@laguiar
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DaviPiala
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mesmo quando eles estão "90%" prontos já, só falta testar rs.
KKK, Onde será que eu já ouvi e disse isso tantas e vezes?
This message was edited 1 time. Last update was at 04/07/2008 16:46:28
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Efamima dove tore
Infata dio re
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Jorge Diz
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Luiz Aguiar wrote:
Tem um texto do Rodrigo Yoshima que fala sobre cultura empresarial, é exatamente isso que não se existe nas fábricas, eles querem apenas recusros vendedores de horas, eles não querem pessoas para formarem seus times,
...
Luiz:
Li o artigo do Rodrigo e gostei, mas há também as empresas que adotam o conceito de
fábrica e tentam valorizar funcionários. Trabalhei em uma que fazia isso, do jeito dela: pagava
os vouchers para os líderes de projeto obterem certificação PMP, criou um "prêmio de excelência"
que naturalmente virou "prêmio de obsequência" (o pessoal não leu o Deming), deu treinamento
de "processos" (sim, aquele tipo de processos).
Em troca, havia relativamente pouca rotatividade. Mesmo com toda essa "valorização", a qualidade
deixava a desejar porque uma cultura dessas não promove fazer um bom trabalho. Aquele
"orgulho do próprio trabalho" do qual o Deming falava era muito difícil.
A distância física e psicológica do cliente atrapalha muito: o único projeto em que realmente deu
gosto de trabalhar a pessoa que fazia o papel do que hoje chamariamos de "product owner" fazia
seu trabalho excepcionalmente bem. Nunca a encontramos pessoalmente, mas a comunicação fluiu,
e tivemos um cliente psicologicamente próximo. Incrivelmente, faziamos tudo via conf call com
os EUA, e funcionava. O resultado permitiu que a equipe seguisse um processo que fazia sentido
naquele contexto, incorporando algumas práticas ágeis, sentisse orgulho do próprio trabalho e
recebesse um feedback excelente do cliente.
Infelizmente, esse projeto ficou truncado depois de 4 ou 5 meses e voltamos à deprimente
realidade da maioria dos projetos feitos nesse esquema: o cliente é uma entidade abstrata,
mediada por alguém sem skills de comunicação, os procedimentos e processos são impostos
de cima para baixo, e os vícios são percebidos (por alguns) mas não podem ser corrigidos.
A cultura empresarial favorece colocar tudo no piloto automático (traduzido do
CMMês "processo definido da organização") e acha que isso é bom.
Enfim, a moral da história é que o problema não é a ganância e a exploração de certas empresas.
Mesmo quando não há isso, percebe-se que o esquema de fábrica é furado.
Espero ter contribuído,
Jorge Diz
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Jorge Diz
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André Fonseca wrote:
Luiz Aguiar wrote:não entra na minha cabeça porque as empresas se submetem a isso ainda... será que os "clientes" são tão burros assim? décadas de projetos errados e prejuízos financeiros não ensinou nada à ninguém?
Luiz, enquanto no Brasil for comum as pessoas levarem um por fora esse tipo de prática vai ser comum, se é que você me entende, acontece a mesma coisa na política, na administração pública, etc..
André:
Pode ser mesmo que um ou outro leve um por fora, mas me parece que se trata
muito mais da incapacidade de entender quais são as formas saudáveis de
desenvolver software.
Como profissão, não temos esse entendimento; não há um conjunto mínimo de boas
práticas com as quais concordemos.
Por exemplo, os livros que usamos na faculdade foram malhados ostensivamente
nestes fóruns: não imagino um forum de médicos, advogados ou engenheiros
civis fazendo isso ...
Adicione a isto o vício daqueles que gostam muito de gestão e nada de pôr a
mão na massa e perdem o contato com o dia a dia do desenvolvimento (vide a
quantidade de gente fazendo MBAs, virando PMPs, montando PMOs e sonhando
em virar CTOs, CIOs ou, quem sabe, CEOs.
São esses profissionais de três letrinhas (parafraseando o Shoes) que decidem
como, onde, quem e por quanto vai desenvolver os sistemas que fazem
(ou não fazem) funcionar as empresas.
Jorge
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