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pcalcado
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leo.luz wrote: De qualquer forma acho estranho denegrir a imagem do ESB com a argumentação de que é possível fazer tudo o que ele faz programaticamente.
Acho que você não entendeu bem a discussão. Este não é o ponto, a crítica não diz que se pode fazer "programaticamente" (seja lá o que você quer dizer com isso) mas sim que existem alternativas mais simples.
leo.luz wrote: Não que eu duvide dessa afirmação, mas quanto tempo levaria para implementar as funcionalidades desejadas dentro do seu ambiente? Se sua empresa tem uma certa proximidade, facilidade e interesse de negociação com um grande player de mercado, ainda assim estaríamos "errados" em disponibilizar um ESB em nosso modelo arquitetural?
Ok, você acha que implementar isso num ESB é simples. Seria bem interessante você dar sua opinião após algum tempo de experiência real.
leo.luz wrote: Agora sinceramente acho ridículo que uma legião passe a crucificar essa solução, por que uma pessoa de renome deu a entender que esse não é o melhor caminho.
Desculpe mas ridículo é a sentença acima. Você pode dizer onde leu isso? Antes de mais nada existem apresentações do Jim Webber disponíveis online caso você queira para de usar falácias e queira discutir argumentos: http://www.infoq.com/presentations/webber-guerilla-soa http://www.infoq.com/presentations/soa-without-esb Depois você poderia se dar ao trabalho de fazer uma pesquisa no Google para saber se o argumento contra o uso desemcabido de ESB é coisa apenas do Jim Webber: http://www.google.com/search?q=enterprise+service+bus+rest+-webber Por favor consulte a Rede Mundial de Computadores (a Internet) e leia sobre o assunto debatido antes de postar em um fórum público.
This message was edited 1 time. Last update was at 01/06/2009 05:25:06
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Phillip Calçado "Shoes"
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"It is unfortunate that much of what is called 'object-oriented programming today is simply old style programming with fancier constructs." - Alan Kay |
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cmoscoso
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leo.luz wrote:Ola a todos!
Infelizmente não pude ir esse ano. Vida de recém casado é dureza. Nesse dia eu tava apertando torneira, instalando prateleiras, etc.. Andei meio fora de sintonia nesses últimos 2 meses. Aos poucos estou voltando a ativa!
Porém tratei de correr atras para dar uma boa olhada nos slides e ainda peguei o feedback com o pessoal do meu time que esteve por la.
Achei muito interessante essa discussão em relação ao ESB. Mesmo por que o Kenobi (@scaphe) nos ministrou um treinamento no antigo ServiceBus da BEA atual OracleServiceBus no final de 2008. Agora estamos no meio do projeto de implantação, indo para um novo datacenter e o espaço do ESB está reservado.
Sei que estou caindo de pára-quedas na discussão e não pretendo tomar nenhum partido. De qualquer forma acho estranho denegrir a imagem do ESB com a argumentação de que é possível fazer tudo o que ele faz programaticamente. Não que eu duvide dessa afirmação, mas quanto tempo levaria para implementar as funcionalidades desejadas dentro do seu ambiente? Se sua empresa tem uma certa proximidade, facilidade e interesse de negociação com um grande player de mercado, ainda assim estaríamos "errados" em disponibilizar um ESB em nosso modelo arquitetural? Nunca acreditei que ele fosse a bala de prata e que com ele iremos resolver todos os nossos problemas arquiteturais, apenas acredito que ele resolva o que se propõe a fazer.
Agora sinceramente acho ridículo que uma legião passe a crucificar essa solução, por que uma pessoa de renome deu a entender que esse não é o melhor caminho. Como disse, não assisti a palestra, mas me pergunto: será que foi isso mesmo o que Jim Webber quis dizer? " Não usem ESB. Ele é o grande vilão!". Foi realmente essa a moral da história? De fato não tenho certeza se foi isso mesmo, mas o que sei é que visão, coerência e bom senso devem ser os guias de qualquer pessoa quando o assunto é tomada de decisão!
Abraços!
-LeoLuz-
Uma breve pesquisa neste fórum e na internet pode revelar que antes mesmo da palestra do Jim a discussão envolveu muito mais do que 1 pessoa criticando soluções ESB, ele apenas sintetiza tudo (numa brilhante apresentação por sinal!).
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leo.luz
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pcalcado wrote:
leo.luz wrote:
De qualquer forma acho estranho denegrir a imagem do ESB com a argumentação de que é possível fazer tudo o que ele faz programaticamente.
Acho que você não entendeu bem a discussão. Este não é o ponto, a crítica não diz que se pode fazer "programaticamente" (seja lá o que você quer dizer com isso) mas sim que existem alternativas mais simples.
Ok. Realmente devem existir alternativas mais simples. E o meu ponto também não foi esse. A minha questão é em relação ao tempo para disponibilizar a solução. Por mais simples que ela seja, isso demanda tempo. Se o core-business da sua empresa não é desenvolvimento de software, vale a pena investir esse tempo? É claro que há uma infinidade de cenários diferentes de uma corporação para outra e é acho inviável dizer que o que é bom para uma é bom para a outra.
pcalcado wrote:
leo.luz wrote:
Não que eu duvide dessa afirmação, mas quanto tempo levaria para implementar as funcionalidades desejadas dentro do seu ambiente? Se sua empresa tem uma certa proximidade, facilidade e interesse de negociação com um grande player de mercado, ainda assim estaríamos "errados" em disponibilizar um ESB em nosso modelo arquitetural?
Ok, você acha que implementar isso num ESB é simples. Seria bem interessante você dar sua opinião após algum tempo de experiência real.
Posso fazer isso. Sem problemas. Aliás vc me deu uma ótima idéia!
pcalcado wrote:
leo.luz wrote:
Agora sinceramente acho ridículo que uma legião passe a crucificar essa solução, por que uma pessoa de renome deu a entender que esse não é o melhor caminho.
Desculpe mas ridículo é a sentença acima. Você pode dizer onde leu isso?
Antes de mais nada existem apresentações do Jim Webber disponíveis online caso você queira para de usar falácias e queira discutir argumentos:
http://www.infoq.com/presentations/webber-guerilla-soa
http://www.infoq.com/presentations/soa-without-esb
Depois você poderia se dar ao trabalho de fazer uma pesquisa no Google para saber se o argumento contra o uso desemcabido de ESB é coisa apenas do Jim Webber:
http://www.google.com/search?q=enterprise+service+bus+rest+-webber
Por favor consulte a Rede Mundial de Computadores (a Internet) e leia sobre o assunto debatido antes de postar em um fórum público.
Ok.. ok. Confesso que não fui muito feliz nessa minha sentença pois não deixei claro o que quis dizer. Estava me referindo ao fato de pessoas que escutam um profissional experiente e falam amém sem procurar entender a essência da mensagem de maneira geral. Não estava me referindo a alguém especificamente mas parece que vc se irritou.. Disparou uma série de ironias e agressões contra a minha pessoa. Sinceramente não sei o que vc quis dizer com falácia. Caso vc não saiba está aqui a definição:
falácia
s. f.
1. Acção!Ação de enganar com má intenção.
2. Engano, logro.
3. Sofisma ou engano que se faz com razões falsas ou mal deduzidas.
4. Fam. O ruído de vozes de muitas pessoas que falam.
5. Falatório.
Promover uma falácia não foi minha real intenção. Isso é coisa da sua cabeça.
Voltando ao tópico da discussão, quem trabalha comigo sabe que não defendo esse ou aquele vendor. Muito pelo contrario.. Gosto de escutar e pesquisar as mais variadas opiniões sobre um determinado assunto para tirar minhas próprias conclusões. Não estou defendendo o ESB para 100% dos cenários (nem 20% deles) e tão pouco a Oracle, mas gostaria de citar um trecho do livro "The Definitive Guide to SOA - Oracle® Service Bus" que mostra a visão deles:
Why Buy an Enterprise Service Bus?
We come across this question frequently. The truth is that an ESB contains no magic in it at all.
It?s possible to build your own ESB from scratch. In fact, one of the authors has done it twice
before joining Oracle. There?s nothing that the engineers at Oracle can write that you cannot
write yourself, given enough time, money, and training. This principle holds true for all soft-
ware. You don?t need to use Microsoft Word to write your documents; you could create your
own word processor. In the same way, HTML standards are publicly available, and you could
use your engineering time to develop your own web browser.
Naturally, few of us would ever consider writing our own word processor or web browser.
It?s a far better use of our time and money either to buy the software or to use an open source
version. This is especially true if your company isn?t a software company. If you work in an IT
shop for a company whose primary line of business isn?t software, you?ll recognize the fact
that building software from scratch is a difficult sell to your executive staff. There simply is no
return on investment for such development efforts. Your time and skills are better spent solv-
ing problems specific to your company.
Não quero desmentir ninguém e tão pouco promover falácias. Apenas tenho uma opinião agora que é baseada em fundamentos e crenças e isso também não significa que amanhã ou depois eu não possa mudá-la/evoluí-la.
Abraço!
-LeoLuz-
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leo.luz
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cmoscoso wrote:
Uma breve pesquisa neste fórum e na internet pode revelar que antes mesmo da palestra do Jim a discussão envolveu muito mais do que 1 pessoa criticando soluções ESB, ele apenas sintetiza tudo (numa brilhante apresentação por sinal!).
Olá Alexandre,
Obrigado pela dica!
Abraço!
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pcalcado
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leo.luz wrote:
Caso vc não saiba está aqui a definição:
falácia
s. f.
1. Acção!Ação de enganar com má intenção.
2. Engano, logro.
3. Sofisma ou engano que se faz com razões falsas ou mal deduzidas.
4. Fam. O ruído de vozes de muitas pessoas que falam.
5. Falatório.
Promover uma falácia não foi minha real intenção. Isso é coisa da sua cabeça.
Mais uma sugestão de pesquisa para você: http://en.wikipedia.org/wiki/Straw_man
Straw Man Fallacy wrote:
A straw man argument is an informal fallacy based on misrepresentation of an opponent's position.[1] To "attack a straw man" is to create the illusion of having refuted a proposition by substituting a superficially similar proposition (the "straw man"), and refuting it, without ever having actually refuted the original position.[1] [2]
Presenting and refuting a weakened form of an opponent's argument can be a part of a valid argument.
...
Oversimplifying an opponent's argument, then attacking this oversimplified version.
leo.luz wrote:
Voltando ao tópico da discussão, quem trabalha comigo sabe que não defendo esse ou aquele vendor. Muito pelo contrario.. Gosto de escutar e pesquisar as mais variadas opiniões sobre um determinado assunto para tirar minhas próprias conclusões. Não estou defendendo o ESB para 100% dos cenários (nem 20% deles) e tão pouco a Oracle, mas gostaria de citar um trecho do livro "The Definitive Guide to SOA - Oracle® Service Bus" que mostra a visão deles:
Não entendi o que este trecho agregou ao que já foi discutido antes.
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leandrocapuano
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Aloha pessoal!
Estava lendo este post sobre o evento "Falando em Java 09" e percebi que as pessoas estao querendo mostrar quem sabe mais, eh triste ver isto, podiamos nos juntar e dividir/trocar ideias. Diga sim a PAZ.
Voltando ao assunto do topico, parabens ao pessoal da Caelum e terceiros que trabalharam neste evento que nao pude ir, meus parabens!
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"Luke, I am your father!" Lord Darth Vader |
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Kenobi
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Percebi que não há consenso entre o uso prudente para cenários específicos. Lembro que diversos ESBs de mercado, inclusive a solução OpenSource - http://en.wikipedia.org/wiki/WSO2_Enterprise_Service_Bus_(ESB), também responde no padrão REST.
De fato existem profissionais que vão advogar não utilizar e outros vão (como eu) recomendar a cenários específicos. Vale à pena para quem está procurando mais informações sobre o assunto, ler -
http://www.infoq.com/articles/ESB-Roundup-Part1-Defining-ESB
http://www.infoq.com/articles/ESB-Roundup-Part-two, e depois voltamos ao debate
PS: Também composto por excelentes profissionais, como David Camppell, Paul Fremantle entre outros.
Comentário interessante no infoQ
Thus:
- Service interfaces (operations, data types) need mediation, enrichment, and routing
- Service contracts need capability mediation (reliability, availability, security, etc.)
- Services need dependency management and monitoring
- All of this shouldn't require coding
That's what an ESB should do -- quick, simple, code-free intermediation & management. It's a configurable proxy. Features like orchestration, BPM, etc. belong in a separate architectural component.
Some examples:
- A consumer talks HTTP/S based authentication, a producer uses WS-Security
- A consumer talks HTTP/RSS, a producer uses WebSphere MQ or JMS
- A consumer talks HTTP/REST and URIs, a producer talks SOAP/WSDL
- A consumer has one set of credentials, a producer has another set (keychain mapping).
- An FTP site is the "service interface" for one end, but the files are broken up into JMS messages on the other end
- A message may need enrichment before routing to a destination, so I can perform callouts to gather extra information
- Protocol independent load-balancing and/or failover is required for a producer
- Messages need to stored and forwarded, retrofitting reliability onto an unreliable service
This message was edited 2 times. Last update was at 02/06/2009 06:30:18
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"Massakatsu Agatsu Katsuhaiabi" - "A verdadeira vitória é aquela sobre nós mesmos". / acesse :soaexpert.com.br |
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Kenobi
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pcalcado wrote:
Não entendi o que este trecho agregou ao que já foi discutido antes.
Shoes, acredito que o trecho colocado pelo Leo reflete o seu sentimento em relação ao Core Business da sua companhia não ser TI, então eles optaram em utilizar um produto que trouxesse benefício no time-to-marketing. Hoje estão com mais de 5 meses de projeto, acredito que a experiência que relatou é válida, no entanto, se quiser; posso trazer outros cases, já que trabalho diretamente envolvido com projetos SOA há algum tempo...
Como disse, TW não publica seus cases, fica difícil analisar ROI por exemplo de uma solução dessa, principal conta que alguns gestores como Leo devem fazer, antes de dar sinal verde à estratégia.
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pcalcado
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Kenobi wrote:
Shoes, acredito que o trecho colocado pelo Leo reflete o seu sentimento em relação ao Core Business da sua companhia não ser TI, então eles optaram em utilizar um produto que trouxesse benefício no time-to-marketing. Hoje estão com mais de 5 meses de projeto, acredito que a experiência que relatou é válida
Interessante você ter achado isso no trecho que ele postou. O que eu li foi "ESB traz facilidades de integração para que você não precise escrever estes vocês mesmos" e isso já foi mais que discutido neste tópico, em outros tópicos e nos links que enviei.
Kenobi wrote:
, no entanto, se quiser; posso trazer outros cases, já que trabalho diretamente envolvido com projetos SOA há algum tempo...
Como disse, TW não publica seus cases, fica difícil analisar ROI por exemplo de uma solução dessa, principal conta que alguns gestores como Leo devem fazer, antes de dar sinal verde à estratégia.
Desculpe mas eu não levo a sério "análise" em "cases" deste tipo. Não apenas este tipo de coisa não traz toda a verdade bem como ninguém publica case de projeto que falha. Falo com experiência de quem trabalhou em um projeto utilizand ESB para uma grande mineiradora brasileira que ganhou três prêmios mesmo tendo sido cancelado por ser um fracasso grotesco. E olha que ele foi cancelado antes dos prêmios saírem. Mas quem liga? O que importa é o case publicado.
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leo.luz
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Aonde você quer chegar com isso? Acredito que como moderador desse fórum publico seja seu papel manter as pessoas dentro do tópico e não incentivá-las a fugir do mesmo. Pelo menos na minha época era assim. De qualquer forma obrigado pela sugestão literária.. ou seja lá qual foi sua intenção com isso.
pcalcado wrote:
Não entendi o que este trecho agregou ao que já foi discutido antes.
Realmente não deve ter agregado nada para você. Afinal sua santidade já sabe tudo.. O trecho que postei foi direcionado para outras centenas de leitores que passarão por aqui. Talvez eles não tenham tempo para fazer uma pesquisa mais aprofundada e clicar em todos os links dessa thread. E talvez para eles ajude em alguma coisa.
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pcalcado
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leo.luz wrote:
Aonde você quer chegar com isso?
Esclarecer por que usei o termo "falácia" anteiormente -algo que o deixou confuso como você mesmo disse.
leo.luz wrote:
Realmente não deve ter agregado nada para você. Afinal sua santidade já sabe tudo.. O trecho que postei foi direcionado para outras centenas de leitores que passarão por aqui. Talvez eles não tenham tempo para fazer uma pesquisa mais aprofundada e clicar em todos os links dessa thread. E talvez para eles ajude em alguma coisa.
Ok.
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leo.luz
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pcalcado wrote:
Desculpe mas eu não levo a sério "análise" em "cases" deste tipo. Não apenas este tipo de coisa não traz toda a verdade bem como ninguém publica case de projeto que falha. Falo com experiência de quem trabalhou em um projeto utilizand ESB para uma grande mineiradora brasileira que ganhou três prêmios mesmo tendo sido cancelado por ser um fracasso grotesco. E olha que ele foi cancelado antes dos prêmios saírem. Mas quem liga? O que importa é o case publicado.
Concordo com vc nesse ponto. Também já presenciei esse tipo de "encenação" e na maioria dos casos é puro marketing. O objetivo de um case publicado, na maioria das vezes, é comercial mesmo.
Agora vc citou uma experiência interessante e que talvez possa agregar à discussão. Se vc trabalhou em um projeto que visava a utilização de um ESB, talvez possamos presumir que tratava-se de um projeto SOA. Entendo que seja antiética profissional expor as empresas que trabalhamos, mas o fato mencionado, em relação ao fracasso do projeto, na sua opinião, esteve relacionado puro e simplesmente pela escolha de ter-se utilizado uma solução de ESB ou esteve mais relacionado por questões relacionadas a essa afirmação:
Não quero ser mal entendido novamente, e o que estou querendo dizer é que o fracasso em um projeto SOA é causado predominantemente pelo fato de uma possível escolha em utilizar-se uma solução ESB ou está mais relacionado com o fato de que o termo SOA, até hoje, seja interpretado de n formas diferentes e que por sua vez as expectativas sejam muito divergentes ou até mesmo conflitantes? A técnologia é a grande vilã, ou são as pessoas envolvidas no projeto que de alguma forma não contribuíram para o sucesso?
De qualquer forma não acredito que exista uma resposta para essas perguntas que seja verdadeira para 100% dos casos. Cabe a vc, tomador de decisão, olhar para sua corporação e entender qual é o seu cenário...
Abraço!
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DaviPiala
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Nem toda solução demanda o uso de um ESB, mas não creio que seja uma minoria expressiva. Quando encaramos um projeto com um escopo pequeno ou na implantação de SOA não vemos as vantagens em termos um ESB, mas quem já trabalhou com legado de serviços sabe bem o quanto faz falta.
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cmoscoso
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DaviPiala wrote:Nem toda solução demanda o uso de um ESB, mas não creio que seja uma minoria expressiva. Quando encaramos um projeto com um escopo pequeno ou na implantação de SOA não vemos as vantagens em termos um ESB, mas quem já trabalhou com legado de serviços sabe bem o quanto faz falta.
Pagando bem, que mal tem?
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DaviPiala
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Q papo de vendedor né?
Existe uma pressão do player sobre a rede parceiros pra que as soluções abordem o maior numero de produtos sem considerar oq realmente é necessario.
Shoes, sobre a questão dos cases, pra mim como pessoa não agrega em nada, mas os clientes sempre se preocupam em saber onde a empresa esteve, então acaba sendo uma pratica comum no mercado, hoje fiz uma apresentação e tive que falar dos cases anteriores.
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