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Se ITIL é só uma biblioteca de consulta, me falha entender qual o sentido de dar um nome ou certificação.

"Eu certifico que empresa X sabe consultar o catálogo"

Pq se é apenas um catálogo para consulta significa que é apenas informativo e não prescritivo.
Por que esperar até o meio do ano que vem quando o moblin 2 já foi lançado e oferece uma experiencia muito legal?

Provavelmente vai ter 1 quadrinho para explicar todos esses porques, no melhor estilo do Chrome.

Algo como: http://bit.ly/cWdMA
felipeguerra wrote:
Rubem Azenha wrote:
felipeguerra wrote:
Qual tipo de investidor vc quer atrair?

Do tipo que tem dinheiro

Todo investidor, em tese, tem dinheiro...mas tem uns que vem com o intuito de sugar o máximo, sem escrúpulos, sem refresco, outros não (ou menos).

Normalmente, investidor que pensa no coletivo nem nasceu, mas...


Todo investidor tem, por missão, extrair o maior retorno possível para o capital que tem a disposição.
E, ao fazerem isso, estarão favorecendo as melhores oportunidades e empresas, como deve ser.

Esse mito todo anti-capitalista realmente enche o saco.

felipeguerra wrote:
windsofhell wrote:
marcosalex wrote:
Na Suécia TI também é regularizada e também não exige diploma.


Diploma nao eh obrigatorio mesmo, inclusive o meu antigo lider de projeto so terminou a escola (tipo o nosso 2 grau) e manjava muito por sinal, porem sem o diploma eh preciso ter um certo QI pra arrumar emprego.
O problema aqui eh que qualquer fulaninho tem no minimo mestrado, fala 2 ou 3 linguas (bem diferente do Brasil) entao complica a competicao.
De qualquer forma sou contra a obrigatoriedade de diploma na area de TI.

Sou pragmático, o melhor dos mundos seria os cursos de graduação serem no mínimo razoáveis para poderem embasar a carreira dos profissionais de TI, porém, no médio prazo isso não vai acontecer...então, que comece a regulamentar a coisa, pois dessa maneira é também uma forma de melhorar o IDH do nosso país!

Alguém parou pra pensar nisso?

Eu tenho amigos que são formados fora da área de TI, mas se especializaram de alguma maneira...só que eles são uma minoria, então que seja exigido um currículo básico para se poder atuar na área, já que são contra exigir um diploma de graduação.

Como diz o texto lá em cima, o que não dá é pra ficar só no contra x favorável...


Exigir diploma é uma forma de reserva de mercado, de cartelização. Todos sabemos como isso tem funcionado bem no nosso pais.
Achar profissionais OK já é difícil pacas, os bons são peça rara.
Se criarmos essa barreira de entrada artificial, tudo que vamos conseguir é assustar ainda mais os investidores do pais.

Leozin wrote:Louds, eu concordo com quase tudo, mas esse lance do "twitter" não tem nada, mas NADA, NAAADA a ver, acho que tu viajou total em achar que ter twitter é algo eficiente pra ver a qualificação de uma pessoa


Não disse que ter twitter qualifica a pessoa. Mas, ao ter um, é possível sim inferir muito sobre o perfil da pessoa.
Ticianne wrote:Olá a todos!!

Estamos falando em termos de Windows e Intel Core 2 Duo.

Vale mais a pena utilizar o SO de 64 ou 32 bits nesse processador??


Depende da quantidade de memoria que a máquina tem e do perfil de aplicações que pretende usar.

Se teu objetivo é usar softwares que possuem versões 64bits, tiram vantagem de mais memoria disponível e tua estação tem mais de 4Gigas, então vale a pena sim.

Caso tua estação tenha até 2Gb de ram, dificilmente será vantajoso.

fernandoeick wrote:Opinião por opinião, experiências por experiências, respeito a de todos, mas continuo com a minha opinião. O que vale mais, você apostar e pagar um cara que tem um curso superior no currículo, ou pagar um cara que diz que leu um livro (ou um monte deles)? Acho que apesar de tudo, a gradução (assim como a certificação) é a forma mais eficiente de provar que o cara pelo menos viu e participou de ambientes em que se estudava e se discutia tecnologia, analise, programação.

Abraços e um bom restante de dia....


Faculdade e certificação são as formas menos úteis de se verificar a qualificação da pessoa. Existem um trilhão de formas mais úteis e eficientes:

-Melhor que graduação ou pós é ler aquilo que foi defendido no final.
-A pessoa tem blog técnico? Se sim, qual o nível do conteúdo?
-E twitter? Que tipo de coisa ele escreve? Vive a falar mal do atual emprego e colegas?
-Tem projetos pessoais? Qual a conta do github/sourceforge dele? Quais projetos FOSS já contribuiu?
-Sabe escrever direito? Uma carta de apresentação de 200 palavras diz muito mais que um currículo de 3 páginas.
-Como se saiu ao resolver um problema teórico enviado a priori da entrevista?
-Durante a entrevista técnica, a pessoa se adapta à dinâmica do time pareando e fazendo TDD direito?

E a lista poder ir muito mais longe.

Agora para fazer seleção rápida e porca, sim, procedência (curso superior) e carimbos (certificados) são úteis.
Mas, até ai, uma pessoa sã só usaria isso para escolher carne no açougue. Não quero ser tratado por picanha, e você?

O DL não está encontrando a libfprint, seja via o caminho padrão ou via LD_LIBRARY_PATH.
Bruno Laturner wrote:Alguém sabe como está o estado do JRuby atual em relação ao invoke dynamic, ou o estado do próprio invoke dynamic? Com benchmarks e tal.


Os builds mais recentes do jdk7 já vem com suporte a indy, porém a poucas semanas começaram a adicionar suporte no JIT, então tem muita coisa que simplesmente crasha a jvm.

Fora isso, existe um branch experimental do jruby com suporte a indy.

Pelo andar da carruagem até o final do ano a coisa toda já deve estar razoavelmente usável.
Comece direito:

www.github.com
www.sourceforge.com

Seja Indie e faça uma faculdade regular, também funciona.
Será que vai ter alguma coisa além do netbeans para comprar?
Rubem Azenha wrote:Da pra usar o Mono, não?

Louds?


Sim, dá. Mas tem alguns detalhes:

Você precisa de uma licença comercial da Novell devido a forma como o produto é empacotado;
O processo de construção do mono ainda é manual e hackish;
Não existe um bom binding disponível para a API em ObjC do iPhone. Porém não é dificil portar um existente;
Suporte para generics ainda está um pouco erradico, mas vem melhorando muito rapidamente; e
O binário final, incluindo media, ainda é um pouco grande, mesmo para aplicações pequenas

Apesar disso tudo, eu recomendo muito investigar essa opção.

Hoje basicamente todos esse problemas podem ser contornados se você usa o produto da Unity que já empacota
o mono p/ iPhone, porém não permite o uso de generics.

Além disso, estamos com algumas pessoas dedicadas no momento a resolver todos esse problemas e em pouco tempo
nenhum desses problemas existirá mais.

Quando as vantagens de usar mono, bom, as pessoas com quem tive contato e falam que é mais fácil depurar código no
mono que não tem 1 debugger p/ iPhone que usando XCode e o debugger da Apple para ObjC.

O gdb é um enorme desastre para arm e ObjC piora ainda mais isso.
mochuara wrote:

Deixa ver se entendi, voce credita o sucesso dessas plataformas à sua linguagem? Agora estou curioso, qual seria entao a linguagem responsavel pelo sucesso do windows por exemplo?


Não disse isso. Nem por sofismo teria como chegar nessa sua conclusão. O fato é, Java é um fracasso nestas plataformas e por que elas fazem sucesso realmente não importa. Java, como plataforma, está cada vez mais se entrincheirando e virando nichos.
Não importa a linguagem ou plataforma, oque realmente conta é sua competência.

Provavelmente você não vai achar nenhuma vaga de Haskell em nenhum dos sites mencionados, mas se realmente dominá-la, emprego não lhe faltará.

Essa paranóia não tem cabimento. As (boas) vagas estão com oque você gostar mais de trabalhar com. Simples assim.
Jorge Diz wrote:
Se JNI foi um obstáculo à adoção do Java, parafraseando o excelentíssimo sr. presidente,
tratou-se de uma marolinha comparada com o tsunami que tem tomado conta da infraestrutura
das empresas a partir de ~2000.

Concordo que JNI não é a melhor API do mundo. Quando precisei interfacear com código nativo
usei JACE em vez de JNI na unha. Não existia ainda o JNA, que parece ter melhorado a situação.
De qualquer forma, se vc realmente precisa, tem as ferramentas para fazer. Se fosse muito
mais fácil, acho que muitas pessoas teriam misturado código nativo *desnecessariamente*.


Seu argumento é falacioso. O fato do acesso a código nativo no Java ser tão complexo
só causa problemas até hoje para a plataforma - o contrário está longe de ser verdade.

Java é até hoje o patinho feito quando o assunto é, por exemplo, escrever uma aplicação integrada
ao desktop. Enquanto o AWT foi um enorme fracasso, o Swing tomou proporções épicas. Enquanto com
a CLR é possível fazer o binding de uma API escrita com C em poucos minutos, com Java leva uma semana.

Só comparar, por exemplo, os bindings para QT, KDE, GNOME e GTK+ para Java e Mono. Os do Java são
continuam uma piada. E a Java-ObjC bridge? Uma porcaria. Para o Mono existem 4 projetos distintos de binding.

Porém isso não se limita a aplicações desktop. Embutir Java dentro de outras aplicações é um sofrimento tão grande
por conta do JNI que ninguém mais tenta.

Essa atitude altista por parte da Sun limitou em muito o alcance da plataforma de forma que hoje é basicamente financeiramente
inviável inovar com ela. Basta ver que as principais plataformas lançadas nos últimos 3 anos (PS3, XBOX360, Wii, iPhone) não existe
nem sinal de rodarem Java.

Por fim, argumentar que essa decisão foi tomada pensando no melhor para os desenvolvedores pois alguns poderiam abusar disso é
muita condescendência, infantilização, mas também tratá-los por estúpidos. Foi uma decisão errada e o Stanford Ego prevaleceu.

 
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