Mensagens enviadas por: Thiagosc
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#@®®¡$ wrote:Provavelmente, ele sabe disso porque é de antes dele nascer. Se fosse uma idéia nova, ele estaria junto com os que apedrejaram Galileu.


Idéia nova!? hahahahahahahah

Onde? "IT é um cachorro que come as próprias fezes", não lembro se li em algum blog ou algum fórum da vida.

NADA nessa coisa "mística" acerca do Rails é novo. É apenas o velho com uma roupinha nova.

Como em termos API Java sempre vence, e ferramentas também, muda-se as regras. APIs? Isso é "complexidade", programadores de verdade escrevem tudo do zero. IDEs? Não, isso é "complexidade", programadores de verdade usam o notepad.

Pelo amor de Deus, há algum lógica nisso? DSLs são usadas em Unix desde tempos imemoriais, micro linguagens para determinada função, por um acaso Unix é um exemplo de facilidade!?

Você já parou pensar no estrago que os desenvolvedores que não sabem inglês farão quando fizerem uma DSL para cada coisinha? Imagina a bagunça do Linux, multiplica por 1000, e veja se lhe agrada.

Idéia nova? Ainda não vi nenhuma. Quando você encontrar alguma me avisa, ok?
leomc wrote:A tecnologia muda, evolui, por acaso java é mais fácil que vb? não né! e pq o java tá aí com toda essa força?


Essa foi o clássico argumento "As coisas mudam, logo ELAS TÊM QUE MUDAR AGORA simplesmente porque eu assim desejo". Sim, depois de confrontados os "fiéis" partem para a tática "veja o passado, ele se repete", ignorando toda e qualquer similaridade de situações ou causas temporais.

Timing conta.

As coisas com certeza mudam, mas não por causa do slashdot. Afinal de contas se dependesse desse tipo de "cabeça" o Java não teria saído do 1.0. É o mesmo tipo de cabeça que conta a "popularidade" do Java pela quantidade de aplicativos que tem no computador, pelos "Applets" (de 1996), etc.

BTW, PHP é uma coisa tosca e acho que isso é fato conhecido por todos aqui. O resto eu não vou nem comentar.
diego_sl wrote:Você continua se desviando...


Que rapaz engraçado...
#@®®¡$ wrote:De fato, por isso que se considera o tempo, o número de pessoas, a manutenibilidade... mas, ei! Com menos linhas de código, se usa menos tempo, menos pessoas e tem menos o que manter.

Mas mesmo assim, quais são as métricas que você usa, já que não gosta de LOC?


Eu uso o que tem cabimento dado o contexto de um projeto. O que existe é um generalização slashdotesca acerca do LOC.

Parece que ninguém nunca usou uma linguagem script na vida! Parece que nunca fizeram um scriptzinho para colocar no crontab.

#@®®¡$ wrote:Verdade, e se você tivesse lido este tópico em vez de simplesmente atacar qualquer tópico com Ruby no título, veria que isso já foi dito.


Eu ataco qualquer coisa ilógica.

#@®®¡$ wrote:Bem, eu leio livros de 600 páginas por diversão. Mas o problema da maioria das pessoas é esse, elas não gostam de ler. Isso me deixa triste.


Bom, eu leio uns 15 livros por ano. E não é só técnico e nem desses lixos de auto-ajuda (Paulo Coelho, Qualquer-Coisa Gaspareto (?), arrrgh!).

Agora o que muitos fazem é isso:

- Eu preciso ir do ponto A para o B:

Pessoas normais: traça uma linha reta
Programadores Java intoxicados como arquivos XML de configuração, usando o novo Mega-framework 3000, com um novo "hyped way of doing the same old thing":

- Preencho um requerimento (em XML) em duas vias para entregar no centro de tráfego A-B;
- Compro uma bicicleta (carro é ruim né?);
- Parto do ponto A;
- Páro para tomar cafézinho à 15:00;
- Passo pelo ponto C para dar um "oi" para o pessoal;
...
- dou três pulinhos;
- chego no Ponto B;

O problema é realmente o excesso de "complexidade" usado por muitos. A culpa é do Java? Não acredito que seja.

#@®®¡$ wrote:Mas seleção natural não é o catalisador do processo de evolução? Qual o problema em ser seletivo, então?


Fala isso para a Microsoft. Bobinhos eles, não?

Primeiro, market share, depois melhore conforme a necessidade. Graças ao .Net tivemos o Java 5, e graças ao Ruby teremos muito mais. Se não fosse pela concorrência o Java teria poucas "perspectivas" pois não haveria a necessidade de melhorar.

#@®®¡$ wrote:Ou seja, você não gosta do Ruby por causa dos Rubystas. Isso faz tanto sentido quanto não gostar de teatro por causa das pessoas que assistem à peça.

De qualquer maneira, se isto aqui não der uma idéia do quanto mudar de ares pode ser bom para o negócio, não sei o que dará.


Sim, assim como os testemunhos das pessoas na TV que compraram os produtos do 1406? Perderam 20 quilos em 1 mês depois de comprar a incrível máquina de abdominais?

Cara, pára de pensar apenas na telinha na sua frente e pensa macro! Não se mede um software simplesmente por "quantidade de linhas de código". E ainda que isso importe para você não há nada impedindo Java e nenhuma outra linguagem de ter soluções que poupem trabalho.

O fato de desenvolvedores ficarem idiotas para estudar um livro de 500 páginas para aprender um framework que supostamente deveria poupar-lhes trabalho não significa que todos sejam igualmente idiotas.

Para concluir, apenas por uma combinação milagrosa de eventos o Ruby poderia chegar a algum lugar, entre outras coisas os nerds l33t deveriam pensar em tornar Ruby uma linguagem para todos, e o Java deveria congelar no tempo. Nenhum dos dois está acontecendo, os nerds continuam l33t e seletivos, e o Java continua evoluindo...
cv wrote:Eu estou em contato mais ou menos diario com gente que seria facilmente classificada como rubista hardcore, e nao consigo pensar em nenhum que caiba na sua descricao. Voce poderia citar alguns exemplos de rubistas hardcore que tem mentalidade hippie-rage-against-the-machine?


http://www.loudthinking.com/arc/000577.html

Especialmente essa parte:

"With that out of the way, we're faced with a more serious problem. How do we fork the word enterprise? The capitalized version has obviously been hijacked by McGovern and his like-minded to mean something that is synonymous with hurt and pain and torment."

Mas que p*** "hurt", "pain" e "torment" tem a ver com arquitetura de software? Isso é de um infatilismo absurdo. É como querer "ganhar" uma discussão xingando o outro de "seu bobo".

Você já pensou chegar para um engenheiro que projetou um prédio ou uma ponte e falar para ele que o projeto dele é "hurt, pain and torment"?? Provavelmente o indivíduo olharia para a sua cara sem saber o que pensar! É por essas e por outras que essa área está no nível de Astrologia!!

Se Rubistas conseguissem se expressar em termos lógicos, sem "amor à causa rage-against-the-machine" eles poderiam até parecer dignos de confiança. No entanto qualquer um que levante uma dúvida sequer a respeito "da onda" é tachado de idiota.

O mais cômico é as figura do "Bruce Tate" dar uma entrevista aqui e ali, mas nunca elucidar o que ele quer dizer com o "beyond Java". É lógico, ele quer que você compre o livro!

As pessoas deviam teclar menos e pensar mais.
Fabrício Cozer Martins wrote:Infelizmente para a área científica isso é um problema, mas para o mercado, onde os empresários querem industrializar a produção de software, e precisam de muita gente que 'apertem parafusos' e 'plugem peças' , é de fato uma vantagem enorme.


Li um artigo no blog do Spolsky, provavelmente vocês devem ter lido pois acho que saiu no java.net ou algum site assim, que ele dizia que "existe mais no negócio de software do que código", e eu tenho que concordar, apesar de ser programador e ter asco a coisas relacionadas a vendas e marketing.

O comportamente "imaturo" da comunidade Ruby, assim como em Linux, é criar esse antagonismo imbecil de "nós, os desenvolvedores super inteligentes VS os empresários e gerentes gananciosos querendo ganhar dinheiro vendendo software ruim". Isso é negar a realidade.

Vocês já pararam para pensar que determinados tipos de software, não digo todos e não é minha função vender produtos de outras empresas, atendem uma necessidade, e normalmente essa necessidade é mais que simplesmente "em quantas linhas de código se faz um hello world"?

Ruby seria matador se não fosse pela mentalidade hippie-rage-against-the-machine de alguns rubistas hardcore. E as pessoas deveriam aprender a comunicar idéias do que isso acrescenta para o negócio. Simplesmente vomitar coisas como "Rails, DSL, funcionais vs imperativas, linguagem dinâmica, etc" só faz sentido para nós, programadores.
ASOBrasil wrote:
Particularmente achei uma baba programar em PHP! Tudo bem que não fiz nada complexo, mas a linguagem é bem fácil para trabalhar na Web.

Realmente Linux tem um curva de aprendizado bem mais demorada que o Windows, mas depois que vc acostuma e entende como funciona, vc passa a gostar dele. E desculpe, mas documentação, fóruns e livros é o que não falta para o Linux. Quando eu sai do Visual Basic (que Deus ou o Diabo o tenha ! ahahah) e fui para o Java, no começo também meti o pau no Java, tudo era difícil, um monte de plugins e softwares para baixar!


Eu uso Linux desde 1998 e é meu desktop padrão, principalmente por não gostar do Windows. Até que recentemente ele está se tornando usável, mas a principal falha é que os patetas open source não melhoram nada, apenas copiam.

O Gnome que tem uns objetivos interessantes, ainda que incompletos, de interface de usuário ("just works") é constantemente avacalhado por figuras da comunidade por ser "fácil demais". Esse pessoal é doente.

Mas eu uso Linux por 2 motivos:

- inércia: não tenho a mínima vontade de formatar a minha máquina;
- Windows é um lixo: não quero me preocupar com vírus, spywares e falhas de segurança.

Quanto ao PHP, é bom somente para coisas simples e mais nada.

Nunca achei Java difícil, o que é difícil de agüentar é o misticismo dessa área. Todo dia tem uma "febre" nova. Esses "cientistas da computação" fazem tudo, menos ciência. "Ciência" da computação deveria ser rebaixada a pseudo-ciência, assim como Astrologia, Cartomancia, etc.
O Ruby não vai mesmo para o "Mainstream" e não por causa do Java e nem da Sun, mas por causa da própria comunidade Ruby.

Ruby sofre do mesmo mal que o Linux, esnobismo. Algumas pessoas com "complexo de Deus" que ao invés de se comportar como pessoas maduras, gostam de se gabar de como são "mais inteligentes que todos os gerentes imbecis que não querem saber de Linux". Existe uma razão para o atual estado das coisas, observar e entender o porquê é o mínimo que se pode fazer.

Chamar de "marketing" tudo aquilo que minha cabecinha de "code monkey" não pode entender não é realmente pensar.

Para Ruby ser o número 1 é preciso que aceitem todo tipo de gente, desde o noob mais noob até alguém com mais experiência e conhecimento. Java tenta ser o máximo para o maior número de pessoas possível, bem, Rubistas gostam de se divertir tirando sarro de programadores Java, só aí já dá para perceber a mentalidade dessa raça. E sequer IDEs acham necessário, como se pessoas do século XXI desenvolvessem software usando o 'vi'.

Depois do hype do Linux e hype opensource já estou meio de saco cheio de hype. Aquele amontoado de softwares beta com uma interface projetada por autistas e com uma documentação na maioria das vezes inexistente chamado Linux, e aquele lixo tóxico chamado PHP, a pior ferramenta da história da humanidade, me fizeram ficar com pé atrás com qualquer coisa "milagrosa".
 
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