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Quando: 1989
Como: Meu pai comprou para a casa
Por que: Ele acreditava que os computadores teriam futuro (e estava certo!)
Qual: SP16 da Prológica, um clone do PC-XT rodando um clone do DOS (SO16). Vídeo CGA, monitor de fósforo verde de 12", um drive de disquete 5 1/4 de 360kbytes e HD de 20 megabytes
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Esse emulador implementa a HLLAPI, que é a api de automação de terminal padrão da IBM. Alguns emuladores proveêm bind da HLLAPI pra Java. Na pior das hipóteses, você pode implementar as chamadas em C e chamar via JNI.
A idéia de interfacear diretamente com o mainframe utilizando o protocolo do 3270 fica um pouco difícil, pois não existe nenhuma implementação FOSS pra Java, somente paga.
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Qual emulador de terminal 3270 a sua empresa usa?
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Tenho 30 anos, e comecei a programar em 1989, aos 9 anos, num PC XT da Prológica, tela de fosfóro verde. Usava o GWBASIC no DOS (que era "pirateado" pela Prológica com o nome de SO16, na época de reserva de mercado). No início, a maioria dos programas eu copiava da revista Micro Sistemas.
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Se você estiver usando windows, uma maneira rápida de ter um prompt é rodar a sua aplicação usando o java.exe ao invés do javaw.exe.
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A Sun acabou de liberar o JDK e JSE 6 update 14. Uma das novidades é o novo garbage collector Garbage First (G1), que só pode ser usado em produção comprando-se uma assinatura do Java SE for Business.
Do release notes:
http://java.sun.com/javase/6/webnotes/6u14.html
Although G1 is available for use in this release, note that production use of G1 is only permitted where a Java support contract has been purchased.
É a Oracle começando a marcar presença no Java.
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Me preocupa se a IBM continuará investindo na plataforma Java com a intensidade que investe hoje...
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http://www.estadao.com.br/cidades/not_cid59898,0.htm
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camilogil wrote:Assisti a esse filme em Duro de Matar 4.0
E também daria um bom prequel para o filme V de Vingança, ou o livro 1984 de George Orwell.
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O que vocês acham disso?
http://www.estadao.com.br/cidades/not_cid59410,0.htm
Dar esse tipo de poder ao governo é muito, MUITO perigoso, porque parte do princípio que todos funcionários públicos são honestos, e que os sistemas de informação do governo são impenetráveis. Basta um funcionário corrompido ou um bom hacker para por em risco a vida dos cidadãos.
Um exemplo pode ser uma onda de sequestros "perfeitos", onde os sequestradores vão saber exatamento a localização da vítima...
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Não sei exatamente o que acontece, mas eu chutaria mudar o diretório para um sem letras acentuadas.
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maquiavelbona wrote:... estuda-se a penetração e crescimento das sinonímias e paronímias vulgares dentro de línguas consagradas ( português é um exemplo ), e como isso afetava a norma culta...
As Línguas de maneira geral, como o Português e Java num menor grau, têm que ser dinâmicas e se adaptarem aos usos e necessidades, se quiserem sobreviver. Quem realmente dita as regras é quem usa, não quem especifica (por isso as reformas da norma culta e o JCP ). As novas regras de qualquer língua têm sua origem no uso vulgar.
Quanto à semântica de um operador sobrecarregado, não consigo ver como isso seria diferente de um nome de método. O programador dá o significado que quiser em ambos os casos.
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Sinceramente não concordo com o argumento de que overload de operadores podem deixar o código mais complicado ou afetaria a legibilidade. Tudo depende do programador, assim como ocorre com o nome de método. Eu poderia muito bem fazer um método chamado add() que multiplicasse ao invés de somar.
A possibilidade de operador sobrecarregado não seguir a semântica padrão não é maior que com os nomes dos métodos, mas em compensação se teria uma grande vantagem de simplificar a sintaxe em muitas construções.
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O maior problema que as empresas têm com a licença GPL é o seu efeito "viral", que faz que qualquer software desenvolvido usando uma parte de código GPL obriga o software inteiro ser licenciado como GPL, pois pode-se considerar que o seu software é uma versão modificada do software original GPL.
Para usar um biblioteca ou framework, estas tem que estar licenciadas pela LGPL (GNU Lesser General Public License), que permite linkar sem precisar abrir os fontes.
Se você usar uma lib GPL, sim, seu software pode ser considerado uma versão do da lib, e você seria obrigado a abrir os fontes do software todo.
MAS a GPL só obriga abrir os fontes caso o software seja distribuído para o público, ou seja, se você usar uma versão modificada de um software GPL dentro da sua empresa somente, não é obrigado a abrir os fontes.
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Não esqueça que em Brasília sem carro não dá...
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