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Na boa? Simplesmente lindo este projeto. Vale à pena vencer a barreira do cadastro pra dar uma olhada, porque é no mínimo muito interessante.
O editor visual também achei fantástico, e dando uma olhada no código gerado, pelo menos à primeira vista, parece bem bacana também. Tão de parabéns!
Como vocês pretendem fazer o deploy das aplicações geradas com o VisualGRIA?
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Se você quer o diretório do usuário do sistema, não há como, porque seu servlet não terá acesso à sua máquina local.
Se for no seu servidor, basta incluir um endereço tal como faria normalmente, só que relativo ao seu servidor.
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Opa, da uma olhada neste aqui: http://www.guj.com.br/java/81539-tutorial-de-hsqldb-e-java-para-netbeans-e-eclipse
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Opa, claro! Te mandei o link errado!
http://devkico.itexto.com.br
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Neste caso, eu recomendo você usar qualquer outra coisa. Eu trabalhei anos com a dobradinha Java/Access e posso te dizer com segurança: sua vida vira um inferno, porque você precisa usar o OdbcJdbcBridge, que conecta no driver ODBC Jet que é muito, muito problemático. Basicamente tudo o que você faz convencionalmente com Java você precisa esquecer. Depois, se tiver curiosidade, vá ao meu blog (http://devkico.com.br) e busque por "Access". Eu postei algumas dicas lá pra esta sua situação.
Se quiser um BD embarcado (esta é a razão pela qual as pessoas usam o Access), experimenta o HSQLDB. É massa e muito melhor.
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CQuando se fala de Access com JDBC, tudo o que você sabe sobre JDBC é bom jogar fora, porque basicamente não funciona. O driver ODBC (Jet) é bastante bugado.
ResultSets atualizáveis, por exemplo, que é o que você está tentando fazer, não rola de modo algum. Você vai ter de criar um preparedstatement e enviar os parametros pra este.
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vegetal wrote:Isto é lixo.
Oi vegetal, por quê?
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mausexdd wrote:Free IBM eBook [ Business Analytics in Retail for Dummies ] PDF Version
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Fonte : IBM Brasil - Linkedln Groups
Baixei aqui. Muito bacana, valeu pela dica!
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samuelM wrote:Conclusão Java rox e Delphi fede coco.
Que triste pegar uma discussão que estava indo tão bem e literalmente cagar em cima com estas opiniões sem qualquer fundamento.
Bom, mas contra argumentando, acho que seguindo a trilha desta discussão a conclusão nem de longe foi esta: na realidade ficou exposto aqui que, ao contrário do que nossos preconceitos nos guiam a pensar, na realidade, para o ambiente desktop, o Delphi seria mais "completo" que o Java.
Andei dando uma lida nos recursos do Delphi XE2 e há coisas lá que eu realmente gostaria de ter no Java (no que diz respeito ao desktop)
* Criação de temas de uma forma realmente simples (tente criar um tema no Swing e vão entender na hora o que estou querendo dizer)
* Utilização de elementos 3D no desktop de forma bastante simples também: pra criar aplicações REALMENTE ricas, este pode ser um diferencial importante. No Java, tentar isto ainda da um trabalhinho beeeem pesado (e parte do famigerado "multiplataforma" vai pro saco)
* O toolkit FireMonkey (http://www.embarcadero.com/br/products/firemonkey). É exatamente o que o JavaFX tentou ser e falhou miserávelmente.
* O bicho agora É multiplataforma (graças ao FireMonkey). Nâo, não é "write once, run anywhere", mas sim compilação para plataformas específicas (Mac, iOS, Android, Linux e Windows. Tá bom né?). Porém já dei minha opinião com relação ao tal "ganho imenso" que a multiplataforma oferece.
* Acesso à plataforma nativa de forma mais fácil que em Java (alguém aqui já brincou com JNI?)
* Desenvolvimento de interfaces em HD. Wow! Isto eu adoraria ver no Java.
Então, minha opinião final a respeito é a seguinte: se for pra desenvolver um cliente (e por cliente eu quero dizer algo realmente fino), o Delphi cai como uma luva. É uma alternativa muito bacana e, pra minha surpresa, existe até uma versão gratuita que você pode usar até obter algum lucro com seu produto. Então, yeap: tá sendo criada uma ferramenta MUITO legal.
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O mais legal desta Embarcadero é que eles realmente aprenderam com os erros da Borland. Vou contar uma história aqui: alguns anos atrás (uns 4,5) eu quis reativar um projeto meu feito em Delphi.
A primeira coisa que fiz foi procurar a Borland para ver o preço de licenças. Então enviei uma pergunta técnica para a equipe de vendas, que seria fator decisivo na versão que eu iria comprar: Professional ou Enterprise.
NUNCA fui respondido.
Semana passada, enviei um e-mail para a Embarcadero com dúvida similar. Recebi um telefonema de São Paulo com uma vendedora ULTRA competente que respondeu basicamente todas as minhas dúvidas E ainda mais: me informou sobre uma pancada de detalhes sobre o produto que eu, sinceramente, nem havia pensado a respeito.
Então, eu acredito que o Delphi continuando nesta linha, não digo "vai voltar", porque nunca "foi", mas vai crescer por aqui. Principalmente com a possibilidade que ele nos dá agora de programar pra iOS, Mac e, se não me engano, Android também.
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juliocbq wrote:
ViniGodoy wrote:
...
- A perda do criador da VCL para a Microsoft;
...
Anders Hejlsberg desenhou a vlc e também a linguagem object pascal. Era uma peça chave que a borland não dava muito valor.
http://en.wikipedia.org/wiki/Object_Pascal
A ms pagou 1 milhão de cara para ele desenhar a c# e a plataforma dotnet. Hoje c# tem tudo que deveria estar na object pascal.
Negócio ruim que a borland fez hein!?
Minha história é basicamente idêntica à do Vinícius: e a razão pela qual sai do Delphi foi justamente a Borland. Era impressionante como os caras conseguiam cagar no produto a cada release.
Aliás, é a coisa mais engraçada: ainda hoje, a versão mais usada é a 7, justamente porque os desenvolvedores deixaram de confiar no trabalho posterior da empresa.
Muito triste a história. Mas pelo que to vendo, a Embarcadero tá conseguindo dar a volta por cima no produto. Torço muito por eles.
E ei, Vinícius, num é que você me deu uma boa idéia agora? To iniciando um projeto que vai ter um componente desktop forte. Se bobear, o Qt cai como uma luva! (plim!)
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juliocbq wrote:
Aquela história de arrastar e soltar é uma lenda urbana. Não entendo como isso aderiu ao delphi. É perfeitamente possível aplicar os mesmos padrões de projeto na linguagem object pascal.
Como as empresas vendem ferramentas de desenvolvimento, a idéia de criar superstars programadores acaba sendo muito útil. Isso acaba gerando essas lendas.
Acho que você tocou no ponto aqui Julio. Sabe, eu acho que este mito do "arrastar e soltar fede" é um dos mais danosos que poderiam surgir. Talvez explique o fato de algumas tentativas de se desenvolver algo no gênero dentro do JEE falharam tão miserávelmente neste aspecto (JSF).
Talvez explique também o porquê do Netbeans ter pegado tão bem com o pessoal que vinha do Delphi/VB. Justamente por propiciar algo que eles já tinham, e não tirar, como é o que ocorre normalmente: o sujeito está acostumado a usar uma ferramenta RAD que o ajuda pra kcte na hora de desenvolver sua interface gráfica. Chega no Java, é tido como "arrastador" por um colega de trabalho ao lado que, numa boa? Raras vezes sabe de fato do que está falando
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ViniGodoy wrote:Eu considero assim:
Java - Mantido por uma empresa grande, com uma comunidade crescente de usuários.
Delphi - Mantido por uma empresa pequena, com uma comunidade cada vez menor de usuários.
É interessante esta visão Vinícius. Sabe, o Paul Graham tem um texto massa chamado "Beating the Averages" (http://www.paulgraham.com/avg.html) em que ele conta a história da sua startup (a Viaweb) que era baseada em Lisp, uma linguagem que infelizmente ontem, hoje e provavelmente amanhã não será mainstream (sou fã de Lisp ) e como o fato de justamente ser pouco conhecida e apresentar uma produtividade bacana foi a arma secreta que propiciou o sucesso à esta empresa.
Acho que no caso do Delphi é basicamente a mesma coisa. Enquanto nós javeiros gastamos horas, dias, anos pensando em padrões de projeto, melhores práticas e toda aquela história que apesar de bacana nos toma MUITO tempo, o delpheiro chega, implementa o produto e o joga no mercado antes que muitas vezes nós cheguemos a escrever a primeira linha de código.
E o mais bacana é que apesar de muita gente dizer que Delphi é um mero "arrastar e soltar", há uma game imensa de aplicações "power up plus international" feitas em Delphi, como por exemplo Skype. Bacana isto né? Eu acho ótimo, porque me ajuda a diminuir meu ego e olhar com uma cara um pouquinho melhor pro lado
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juliocbq wrote:
kicolobo wrote:
viniciusalvess wrote:Apesar da bagunça do tópico , gostaria de ressaltar que o programa dos correios nos caixas(PDV) é feito em java desktop!
Verdade, e é excelente! Eu conheço diversos aplicativos desktop Java desenvolvidos internamente E desktop que são maravilhosos. Eu, por exemplo, desenvolvia sistemas para controle de listas de equipamentos e materiais que, adivinha? Desktop 
Eu também conheço vários softwares desktop que são ótimos e são escritos em java(incluso o dos correios como citados acima). Mas esses softwares não são aplicativos. Aplicativos são softwares de uso diário de usuários finais e que normalmente são inclusos no sistema operacional ou são baixados de algum lugar.
Java não está presente nisso pela simples razão de que o runtime dela é pesado. E é aí que o delphi acaba se sobressaindo pelo seu baixo custo. Até meados do final de 90, 70% das aplicações eram escritas em object pascal. O proprio bill recomendava isso. O java nunca conseguiu engressar nessa fatia de mercado, e mesmo após delphi perder popularidade, os aplicativos continuam sendo escritos em c++(mfc e qt) e c#. Isso para windows. Para linux o que reina hoje e já é padrão para gerenciadores de janela baseados no gtk é a linguagem vala(o proprio unity do ubuntu e a grande maioria dos aplicativos do mesmo). É um subset da linguagem c(assim como objective c) e foi inspirada na c#.
Se for observar bem, java carece muito em experiência para usuário na parte da ui. O swing indiscutivelmente não imita os widgets nativos e muitos acabam falhando como no próprio gtk. SwingX não possui mais nenhum mantenedor. Existe o swt, mas também não é a melhor opção pois só existem ports para gtk e windows.
Se fosse escolher uma plataforma para desenvolver desktop hoje, optaria por dotnet em primeiro lugar pela produtividade(apesar do runtime largo, já vem embarcado no windows, e o toolkit gráfico é nativo - winforms), seguido do c++(com um bom toolkit), e posteriormente delphi(Para windows).
Java também carece de uma boa interface com o sistema operacional, o que acaba te obrigando a ter que escrever essas interfaces em c na maioria das vezes. Com dotnet essa tarefa é muito simplificada. A maioria dos aplicativos necessita de integração com so(para adicionar atalhos a menus, barra de tarefas e sistema do proprio windows por exemplo)
Directshow com dotnet é simples
http://sourceforge.net/projects/directshownet/
http://www.codeproject.com/Articles/2632/DirectShow-MediaPlayer-in-C
Existem alguns artigos na internet que andei lendo e acabei concordando.
http://live.gnome.org/Vala
http://en.wikipedia.org/wiki/Comparison_of_the_Java_and_.NET_platforms#Desktop_applications
Muito bacana esta sua resposta Julio. Você já programou neste tal de vala? O que achou? Ainda tá trabalhando com desktop?
(este "ainda" soa muito engraçado, porque o grosso, por mais incrível que possa parecer, ainda é desktop (mobile é só uma variação do mesmo tema))
Recentemente dei uma olhada no Delphi XE2 e meu queixo caiu. Achei MUITO interessante a abordagem da Embarcadero e não ficaria surpreso se já tiverem ganhando um mercado bem bacaninha por ai viu. Eu mesmo estou bastante tentado a comprar uma licença do XE2.
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viniciusalvess wrote:Apesar da bagunça do tópico , gostaria de ressaltar que o programa dos correios nos caixas(PDV) é feito em java desktop!
Verdade, e é excelente! Eu conheço diversos aplicativos desktop Java desenvolvidos internamente E desktop que são maravilhosos. Eu, por exemplo, desenvolvia sistemas para controle de listas de equipamentos e materiais que, adivinha? Desktop
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