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Há inúmeras opções para fazer isso. Uma delas é colocar o banco master no lado web e manter todos os cadastros lá. O aplicativo local poderia enviar requisições de cadastro para web, que processaria a requisição e retornaria o resultado. A cada sucesso os dois lados registram um número de equivalência. O aplicativo local seria sincronizado uma vez por dia, de madrugada, e qualquer listagem seria offline. Caso não haja conectividade, o aplicativo local pode realizar cadastros também, mas a sincronização deveria resolver as inconsistências baseado no número de equivalência. O que não fosse resolvido você teria que checar manualmente. E a deleção seria lógica. Estou supondo que não há uma boa infra-estrutura para colocar um servidor na área rural...
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Primeiro tem que analisar as restrições mais óbvias:
1) Esse cadastro realmente precisa ser local e web? Normalmente um dos lados é um "plus" no projeto, não sendo indispensável;
2) Caso precise dos dois lados, qual é o prioritário? O cadastro mais importante ou de maior volume viria de onde? Quem seria o master/slave?
3) Será que você não consegue uma internet 3G, via satélite ou outra abordagem para conectar a região rural na web?
4) Como você lidaria com inconsistências/colisões?Por exemplo, um cliente tem um endereço local, mas na web o endereço foi editado ou não existe mais. Esse tipo de situação pode ser atenuada via design, modelando o banco com pouco ou nenhum dado interrelacionado.
Acho que com isso dá pra analisar melhor o problema.
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ribclauport wrote:fabiocsilva, tira da sua assinatura scjp, pois qualquer um compra o livro e faz os exercícios... para que colocar ae na assinatura?
Talvez eu tenha me expressado mal. A questão não é fazer os exercícios do livro, mas sim pegar um pacote de mock exames com trocentas questões idênticas as da prova. Tem gente que nem estuda, só vai decorando as respostas dos mocks e passa. Considero essa prática quase fraudulenta. Por esse aspecto eu valorizo meu certificado porque eu me preparei para dominar os assuntos e não somente para fazer a prova.
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As principais diferenças que eu vejo são:
EJB: contexto de persistência estendido, Stateful session beans, CDI, suporte nativo em servidores de aplicação e web containers
Spring: framework de integração: gluecode para diversas tecnologias padrão do mercado e tecnologias "da moda", alto nível de configurabilidade, AspectJ, independência de servidor
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Achei a ferramenta um tanto feia, mas fiquei surpreso com o quão poderosa ela é. Vai fazer frente ao Flash Builder com certeza.
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Os contratos Java são mais caros porque em geral exigem pessoal mais qualificado, não somente para desenvolvimento, mas para infra também. A infra tem Unix, Oracle, Cisco, integração com Cobol...
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Alterações constantes na estrutura das tabelas é um "bad smell". Tem algum problema de projeto aí. Acho que a empresa deve avaliar com mais calma os requisitos do projeto para não haver tanto retrabalho. Quanto as alterações automáticas, eu pessoalmente não recomendo. É bom que você esteja ciente do que é necessário ser feito porque sua ferramenta automática pode estragar tudo de maneira talvez até irrecuperável.
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Reportagem sensacionalista. Mesmo que a Oracle reporte lucros menores que o esperado(o que é normal e acontece com qualquer empresa), eles podem simplesmente vender o que não está dando lucro. A própria IBM fez isso, o que se mostrou uma grande jogada.
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Não considero Spring morto nem um concorrente direto do Java EE, embora compartilhem muitas funcionalidades. A proposta do Spring é integrar diferentes frameworks em diferentes camadas, sendo a injeção de dependências apenas uma parte da história. Eles checam o que está sendo bem aceito no mercado e criam o gluecode com os frameworks das camadas de cima ou de baixo. Um exemplo é a integração que foi feita com o flex, que permite reaproveitar anotações das camadas de serviço ao invés de fazer configurações manuais.
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Kenobi wrote:
Leozin wrote:mas será que vão continuar pagando R$ 2.000,00 pra arquiteto sênior? Não to dizendo que a DTS e a Tata pagam isso, mas tem MUITA empresa em ctba q faz isso
porque olha... tomara que com a entrada da Tata e da DTS a concorrência pra achar profissionais Java aumente e, como consequencia o salário dos java guys de ctba 
Pessoal precisa começar a não aceitar propostas desse tipo, senão pq as empresas subiriam o valor ?
Recusar R$2000 pra ganhar R$2000,99? Quem não quer ir pra SP não tem muito o que fazer a respeito...
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six_machine wrote:Aproveitando o post da colega.
Eu estou numa situacao semelhante porém me formo no final desse ano, já tenho um curso de inglês mas gostaria de fazer intercâmbio de 3 meses e não sei se compensa largar o meu emprego no final do ano por causa disso.Alguém tem alguma sugestao?Já me falaram pra ficar um mês mas eu acho que é muito pouco.
Muito provavelmente vai compensar, mas você pode pedir uma licença não remunerada se gostar de onde trabalha...
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Acho que só compensa mudar para Salvador se você vier de outra cidade do nordeste(ou tiver algum motivo pessoal), porque o salário não chega nem perto dos grandes centros como SP e Rio...
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alias wrote:
fabiocsilva wrote:Já pensou em utilizar bancos de dados NoSQL? Uma das aplicações mais comuns é o georeferenciamento, muitos deles já possuem suporte nativo.
Olha como é simples uma consulta no MongoDB, por exemplo:
fonte: http://www.mongodb.org/display/DOCS/Geospatial+Indexing
Cara valeu pela dica! Eu havia mesmo lido em algum lugar que o MongoDB suportava geo-indexação. É uma alternativa interessante, mas utiliza-lo teria muito impacto na minha aplicação, penso eu. Você concorda? Hoje já tenho as entidades todas mapeadas no Hibernate, usando o MySQL. Pra usar o Postgree (como eu tinha dito antes) seria só alterar a config do Hibernate...você acha que seria viável utilizar duas bases, mantendo o legado que tenho hoje e usando o MongoDB para armazenar os dados espaciais? Se bem que ainda que seja viável ia dar um trabalho pra implementar...
O seu exemplo me trouxe uma duvida que talvez possa ajudar, e tambem voltando a esse exemplo que o colega wagnerfrancisco havia mostrado:
wagnerfrancisco wrote:
No caso do MongoDB, essa distancia passada como filtro é em milhas? Prezado wagner, sabe dizer qual é a medida utilizada no Postgree?
Obrigado!
Quanto ao esforço de (re)implementação, não cabe a mim julgar. Em relação a unidade de medida, vai depender do tipo de coordenada. Se for convencional(considerando o espaço plano), a medida vai ser meramente ilustrativa. Se for utilizado o modelo esférico(que considera a curvatura da terra), o resultado será em milhas ou quilômetros. No link que passei anteriormente explica tudo.
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raquelNicolau wrote:Na verdade assim, não sei se tem como fazer isso... Mas eu não queria que o arquivo lido da base antiga fosse gravado em disco. Eu queria mante-lo em um objeto, e utilizar este objeto pra fazer a inserção na base nova, sem ter que inserir nada em disco, entendeu? Será que tem como fazer isso?
Você vai ler o arquivo de uma base e inserir na outra como se fosse um campo blob qualquer, tanto faz mapeado via Hibernate ou RecordSet.
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Já pensou em utilizar bancos de dados NoSQL? Uma das aplicações mais comuns é o georeferenciamento, muitos deles já possuem suporte nativo.
Olha como é simples uma consulta no MongoDB, por exemplo:
fonte: http://www.mongodb.org/display/DOCS/Geospatial+Indexing
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