Mensagens enviadas por: eduardodutragoncalves
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Bom, apesar de não ter me expressado tão bem, acredito que este exemplo que você postou aqui me ajude no que eu preciso.

Agora é fazer funcionar!
Obrigado FrancoC
Caros,

não sei se este é o melhor local para fazer essa pergunta, mas alguém saberia me dizer como posso fazer integração de uma solução ou j2se ou c# .net(desktop) com o servidor IBM Domino?
Preciso pegar para determinado usuário do Lotus Domino, arquivos que este receba, e traga esses arquivos para essa aplicação desktop, não importando se é java ou .Net.

Alguém tem alguma idéia? Já fez algum tipo de integração destas antes?

Obrigado
discussão interessante essa pessoal! Mas acredito que retornando a pergunta inicial, do por que as soluções de BPM ainda não decolaram, acredito que seja um apanhado de tudo isso que vocês disseram:

Porquê diabos não existe uma maior adoção de BPM? Alguém imagina?


- Dificuldade em desenvolver algo padronizado tecnologicamente, ou seja, o que desenvolvemos em uma plataforma fica preso a esta
- Mudança forte cultural, onde as pessoas ainda tem dificuldade de sair do silos de trabalho, das suas gerências e focar o seu tempo de trabalho no que realmente interessa que são os processos de negócios, alinhados a uma estratégia
- Complexidade dos projetos de BPM, pois podem trazer junto com si, desde desenvolvimentos isolados, até em alguns casos BI, para acompanhamento do histórico do seu processo e em alguns momentos a sua melhoria. Temos também diversas iniciativas de integração, movimentos relacionados a arquitetura SOA(que ainda não estão também consolidados nas empresas), interfaces ricas e intuitivas, etc
- Valor de um projeto de BPM, pela sua grandeza, complexidade, quantidade de envolvidos e riscos acabam tornando-o uma solução ainda hoje meio que desafio, por isso o recomendado quando se quer iniciar uma iniciativa BPM, ainda devemos partir para um piloto, em um processo não core da empresa para entendermos e aprendermos com ele.
- A grande necessidade do patrocínio para este tipo de projeto, considerando os itens mencionados acima é algo que hoje ainda não convenceu os líderes(diretores, gerentes) das organizações a assumir a paternidade da criança e ajudar na briga
- A gestão de mudanças para fazer um acerto com ênfase em todo o funcionamento e os entregáveis do projeto, bem como permitir que as pessoas envolvidas e que serão envolvidas quando a solução estiver funcionando, se sintam confortáveis com a nova forma de trabalho e onde ela se encontra dentro do contexto do processo e mostrando também como grande ponto deste tipo de solução que a idéia do BPM não é criar fábricas em série como na revolução industrial, mas que pretende organizar a maneira de trabalhar das pessoas, ordenando logicamente tudo o que for necessário em benefício da empresa.
- Faltam metodologias para se trabalhar em projetos deste tipo e é uma das coisas que as empresas devem atacar tão logo resolvam trabalhar com esse tipo de disciplina, que é como os envolvidos geram seus artefatos, quais devem ser estes artefatos, quem gera o que, enfim um roteiro de condução do processo de desenvolvimento. Talvez dentro deste contexto o uso de um projeto piloto ajude na criação dessa metodologia.

Na minha visão estes fatores, não ordenados por grau de complicação, fazem parte das dificuldades deste tipo de projeto de BPM, independente de qual solução nossa empresa resolver adotar pra isso.
pcsiqui,

acho que a primeira coisa que precisa saber é qual a interface ou forma de conexão você disponibiliza para fazer esse acesso aos dados no equipamento. Mas em geral, esse tipo de desenvolvimento, se faz usando a Javacomm, ou a parte do java para comunicação com dispositivos. Outra coisa que ajudaria bastante é uma manual do dispositivo explicando como ele irá te retornar as informações, para facilitar que a sua aplicação as leia.

Dá uma olhadinha nisso aqui, mas no google tem muitos exemplos:
http://java.sun.com/products/javacomm/

Finalmente alguém se manifestou! Tô há um tempo ralando e buscando soluções para os 20 problemas diários e achei que eu estava sozinho nesse mundo trabalhando com Oracle BPM.


Não estou usando a WAPI não. Uso a PAPI direto que é onde eu tenho o controle total sobre o servidor. a WAPI além de ser um pouco mais lenta, ainda não te dá "todos" os recursos que você precisa.
O Mini-Bam vem depois. ahahaha Calma!

Dá uma olhada no próximo vídeo. Agora tem integração com o Google Earth e Maps.

Obrigado Davi. Vou te adicionar aqui, para trocarmos uma idéia.

http://www.youtube.com/watch?v=JGkJj-fZUS8


Pessoal,


depois de muito quebrar a cabeça com a plataforma j2me e também outras coisas que envolvem esta solução que estou
desenvolvendo, cheguei numa primeira versão e gostaria que vocês conhecessem e sugerrissem ou aqui, ou mesmo
no Youtube, o que acham e o que poderia ser melhorado.

A Solução chama-se xBPM Mobile.

É uma solução de integração da solução de BPM da Oracle, com dispositivos móveis. Para quem não conhece de BPM talvez
não entenda bem o intuito da solução, mas vale a pena conhecer a aplicação, para verem o uso da tecnologia.

Estarei a medida do possível colocando as demais versões no youtube, para que todos acompanhem o andamento do projeto
e possam sugerir, criticar, opinar.

Desde já agradeço a todos que daqui do GUJ ajudaram nesta primeira etapa da construção da solução e vamos nos falando
para superarmos os próximos problemas.



http://www.youtube.com/watch?v=Lhf9GlYzqOA

Obrigado
Abraço
Depois de uma noite em claro, consegui resolver o problema e gostaria de compartilhar com vocês, pois vi muitos foruns espalhados por aí, onde os desenvolvedores tinham o mesmo problema porém ninguém com uma explicação aceitável.

Reparem que no método acima, existe uma conversão da String para Base64, e é claro que como em todo método de envio de dados usando POST convencionalmente
eu estava usando o Content-Lenght, para definir o tamanho da informação que passaria pelo canal de comunicação e também usava o OutputStream.write();

O problema está aí.
Quando você diz que vai passar o conteúdo daquele String e após ela ter sido convertida, a informação do tamanho não é real, pois na verdade o que vai na String
é a conversão dos bytes do seu arquivo.

Solução:
- Basta ao invés de chamar o método write(MinhaStringDecodificadacomArquivo), usar um for que leia byte a byte write(byte[i]) e escreva no canal de comunicação, sem se preocupar com o tamanho da String.

Espero que esta experiência ajude alguém um dia!



Pessoal, boa noite!

Estou fazendo uma aplicação em JavaME, e estou tendo alguns problema na recepção dos dados.
O Método abaixo cria o cabeçalho da URL que envio para o servidor. Reparem que o parâmetro que este recebe
é uma arquivo de imagem.
Quando eu coloco no parâmetro file uma String simples, o meu servlet recebe os parâmetros sem problema
e consigo recuperar o conteúdo de cada um destes parâmetros, porém se eu passo dessa forma, tranformando o meu
array de bytes numa String usando o base64.encode o servlet simplesmente desaparece com os parâmetros, ou seja,
não consigo recuperar com o request.

Pensei em duas possibilidades:
1) O Método POST está com alguma restrição de tamanho, o que nunca ouvi dizer que houvesse este problema(Diferente do GET);
2) O OutputStream está estourando, pois como estão vendo no código abaixo existe uma conversão do conteúdo do arquivo para String para que seja
enviado via Stream de saída.

Estou usando o GlassFish e inclusive já alterei algumas configurações do servidor acreditando ser algum parâmetro setado como default,
mas nada adiantou!

No mobile não dá erro algum! O aplicativo inclusive usa depois um método comum de conexão que é compartilhado pela
aplicação toda e funciona sem problemas.



Agradeço se tiverem como ajudar de alguma forma!
Pessoal, boa noite!

Estou fazendo uma aplicação em J2me, e estou tendo alguns problema no meu Servlet na recepção dos dados.
O Método abaixo cria o cabeçalho da URL que envio para o servidor. Reparem que o parâmetro que este recebe
é uma arquivo de imagem.
Quando eu coloco no parâmetro file uma String simples, o meu servlet recebe os parâmetros sem problema
e consigo recuperar o conteúdo de cada um destes parâmetros, porém se eu passo dessa forma, tranformando o meu
array de bytes numa String usando o base64.encode o servlet simplesmente desaparece com os parâmetros, ou seja,
não consigo recuperar com o request.

Alguém tem alguma idéia se o método POST(método que estou usando no mobile, para a transmissâo dos dados)
tem algum limite de tamanho, já que a imagem que estou passando tem aproximadamente 30kb?
Estou usando o servidor GlassFish


No mobile não dá erro algum! O aplicativo inclusive usa depois um método comum de conexão que é compartilhado pela
aplicação toda




Agradeço se tiverem como ajudar de alguma forma!


Você já deu uma olhada em JavaComm, que é a api, para fazer comunicação serial. O Telnet é um emulador, onde é possível vc se conectar via portas COM em algum dispositivo e enviar e receber dados, ou instruções.

Eu fiz algo parecido uma vez, enviando comandos para celulares, através de comunicação serial e comandos AT.

Dê uma olhada nisso, que acredito que seja isso que você precisa.
Consulte comandos AT.
No seu micro, vai precisar de uma aplicação que se comunique via serial com o seu módulo e passando os comandos AT corretos, você vai poder recuperar as mensagens e enviar mensagens sem problemas.

Abraço.

Ps: Como você comprou um módulo desses?
Onde eu posso comprar um?

Você já testou a mesma aplicação em outros celulares?
Primeiro você precisa ter certeza de que o problema está no seu celular e não no código.
Bom, se o problema for mesmo no celular, eu já passei por algumas coisas desse tipo
e só me davam dor de cabeça. O tempo que eu gastei pra tentar entender por que os
celulares da motorola não funcionam as coisas direito eu troquei logo pra um nokia, que
tudo roda maravilhoso.
Acho que a motorola, barra um pouco as coisas, por questões de segurança e existem
alguns bloqueios, como comentado por alguns.

Valeu.
Javanovato,

não entendi muito bem a sua pergunta.
Você quer que assim que a sua aplicação inicie, você já carregue dados do RMS? Já estaria esses dados, pré-gravados?

Você tem algumas formas de fazer isso:
1) Se for variáveis de controle de ambiente, que você não gostasse de gravar dentro do seu jar, você pode colocá-las dentro do seu arquivo .jad. Pra isso verifique manual no site da Sun.
2) Você pode antes de mostrar a sua tela, chamar uma função que consulte o seu RMS e carregar os dados
que você deseja.
3) Você pode fazer um arquivo de propriedades, que seria nesse caso um arquivo texto, ou um arquivo XML, porém
nesses casos, você terá um pouco mais de trabalho, pois terá que ler de uma forma não trivial, ainda mais no
caso do XML, além de nem todo celular, suportar parseamento e nem todos implementarem a API de acesso aos
arquivos.

Meu fii, coloca mais informações sobre o seu problema, pois talvez o Boone, não tenha entendido tão bem assim como eu eu te disse que não tem solução.

Se tiver nóis acha. eeheheh

Abraço
JavaFul, qual é o erro que você recebe?
No site do superwaba existem bons tutoriais para você configurar o seu ambiente SuperWaba. Deve estar faltando
algum detalhe com certeza.

No mais, mande o seu erro, para que possamos ver qual o problema.

Valeu
Bz, boa noite.

Você precisa criar um servidor GPRS? Nâo seria um servidor web, onde estaria executando operações a partir do seu módulo?

Seguinte, é mais fácil você criar um servidor web, com seus Servlets e executar os procedimentos que você desejar.
Você precisa implementar usando sockets?
Tem certeza de que o seu módulo implementa comunicação via Socket?

Enfim, acho que você precisa colocar mais informações aqui, para podermos te ajudar melhor, caso possamos.

Valeu.
 
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