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Galera,
preciso gerar um serviço com CXF baseado em um WSDL.
Sei que parece estranho, mas a necessidade é essa mesmo, gerar um Server a partir do wsdl.
Se eu uso o wsdl2java do CXF, ele gera as classes. Mas quando executo o WS o WSDL gerado fica bem diferente do WSDL original que eu usei.
Não da errro, so não fica no padrão como deveria. O WSDL origianl foi gerado a parti do CXF tmb.
Alguem sabe o que pode ser?
Existe outra maneira de fazer?
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Basilio wrote:PreparedStatement
De uma olhada no metodo PreparedStatement.getGeneratedKeys() que deve te ajudar.
Claro, desde que seu driver JDBC tenha implementado e corretamente.
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Bom,
basicamente vc precisa é um Map<K,V> que possa ser acessado em qualquer ponto do seu sistema.
Gere uma chave e armazene o seu objeto nela, como vc faria em uma session http.
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Um dica:
Classes não são tabelas. Então vc não deve modelar desse jeito. Basicamente classes possuem associações com 1 ou N instancias de outras classes.
Faça uma busca no forum que vc vai achar bastante coisa p/ ler.
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Bom,
acho que vc pode utilizar threads sem problemas.
Mas se vc optar por JMS e não usa um app server, sugiro o HornetQ, bem simples e facil de usar.
http://www.jboss.org/hornetq
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rodpuc wrote:
Bom, eu interpretei oq ele escreveu da seguinte forma: "vou UTILIZAR o swing no V" e não como "o swing É o V"
Bom, p/ mim é a mesma coisa, se ele vai UTILIZAR no V, siginifica que na aplicação dele o V é o Swing, ou não, como diria Caetano Veloso.
Acho que perdeu um pouco o sentido a discussão. Espero que quem leia pelo menos consiga tirar algum proveito.
Fica mais uma fonte:
http://www.fragmental.com.br/wiki/index.php?title=MVC_e_Camadas
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Guitar_Men wrote:Agora imagine uma entidade com 20 atributos, vou passar os 20 atriibutos como parâmetro ?? Ou passar um objeto inteiro ??
Na questão de conhecer a regra de negócios, eu tenho um renderer para uma tabela que verifica alguns atributos do objeto para mudar cor de célula, ícone etc. Nesse cenário ele esta conhecendo a regra de negócios da Entidade...
- Se vc vai trafegar pela rede, uso o objeto. O custo do trafego é o mesmo(so se seu objeto tiver vcentenas de atributos) e a granularidade fica menor.
- Isso não tem nada a ver com MVC. Quem falou isso não sabe o que esta falando.
- Se sua tela depende de um estado do objeto par ser renderizada do jeito X ou Y, sem problemas. Não é uma regra de negocio, mas sim de visualização.
- Sua tela não conhece a regra de negocio, conhece o objeto que esta trafegando. Se vc quiser pode encapsular o que vc precisa em outro objeto, os chamados DTOs/TOs/VOs da vida.
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rodpuc wrote:
Mas swing não esta em uma camada
oq isto quer dizer hein cara? O swing não está em uma camada, se eu quiser implemento ele na mesma camada que o resto da minha aplicação (não q isto seja correto), mas "swing está um uma camada" é uma frase que nem sequer faz sentido. Eu POSSO colocar swing em uma camada.
Lembre-se se que "camada" é um conceito abstrato. Vc pode visualizar vários conjuntos diferentes de camadas em seu sistema, depende de COMO vc está olhando para ele.
Leia com atenção. No primeiro post o autor colocou:
dando a entender que Swing seria o V(camada) do MVC e ninguem contestou.
Depois da minha explicação que perguntei "Mas swing não esta em uma unica camada?" de acordo com o autor do post.
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asaudate wrote:
Well... parto do pressuposto que MVC em Java tem (generalizando, tá, Sheldon?), basicamente, o modelo JSE (Swing) e o JEE (JSP, Servlets e... outras coisinhas  ) . Assim, num modelo JEE, vc tem "separação em camadas" porque são peças distintas ( JSP != Servlets != POJO ).
Aliás... levando ao pé da letra a teoria (e lançando ao ar a discussão), nunca ví um projeto que usasse MVC que fosse... bem, MVC! Isso porque, teoricamente, V tem que buscar seus dados em C, certo? Alguém já viu?
[]´s
Cara,
ninguem falou que não exite separação de camadas. Claro que existe e vc pode/deve usar quando achar necessario.
O ponto é que MVC não é para separação de camadas. MVC esta(ou deveria) em uma unica camada.
Isso que vc nao esta entendendo.
JEE não é so web. Eu posso ter uma aplicação JEE usando Swing.
Como vc não me conhece, poderia parar de ser ironico e e respeitar as pessoas.
Vc pode não concordar, mas de argumentos, não frases ironicas sem conteudo.
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Bom,
vou tentar responder para que outros não cometam o mesmo erro.
MVC não é sobre separação de camadas. Volto a repetir. O melhor exemplo disso é o Swing.
Swing sozinho implementa MVC. O M(model) V(view) C(controller), todas as letrinhas estão implemetadas pelo Swing.
Mas swing não esta em uma camada? Então como MVC seria p/ separar camadas?
Poderia me responder?
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So um detalhe a adicionar ao que ja foi falado.
Quando se fala "Programar voltado para a interface" não quer dizer que vc tem que usar interfaces e classes que a implementam, mas que vc deve programar pensando
no que os outros objetos conhecem do seu objeto,ou seja a "interface" de acesso a troca de mensagens com ele, sem se preocupar em como isso esta implementado.
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Se vc fizer acesso via URL vc vai sempre cair na sua validação.
Para o seu servidor é uma requisição HTTP, nao importa se quem gerou foi um browser ou outro tipo de aplicação.
Se vc quiser acessar a URL com user/pass:
http://www.exampledepot.com/egs/java.net/Auth.html
Pq vc não mapeia esse diretorio e acessa como um File qualquer?
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MVC não tem nada a ver com separação de camadas.
Ex:
Swing implementa MVC e esta em uma unica "camada".
Por favor, faca uma busca no forum sobre MVC. Vc vai achar muita coisa.
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frazzato wrote:Bom dia pessoal, estou enfrentando um problema, tenho uma classe que tem uma primary key do tipo Integer mapeada por meio de annotations da seguinte maneira:
Quando eu persistir os dados no banco( SQLServerExpress 2005 ), gostaria de obter a primary key sem ter que efetuar uma nova consulta no banco de dados.
Alguem sabe de algo que possa me ajudar?
Depois de salvar o objeto, o atributo do objeto mapeado com Id vai estar populado pelo valor gerado.
É so pegar o valor.
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garcia-jj wrote:Há algum tempo acompanhei uma discução aqui no GUJ, porém não a achei mais. Então lanço uma dúvida minha: usar DAO/Repositórios como EJB local ou como uma classe normal?
Há duas abordagem que eu conheço atualmente:
- usar as DAOs/repositórios como EJB local para injetar o data-source ou entity-manager
- usar uma dao-factory/repository-factory como EJB local e a partir dela injetar o datasource ou entity-manager instanciando a classe DAO/repositório na hora.
Particularmente não vejo um problema em usar as DAOs/repositórios como EJBs, já que o controle do container é bem inteligente para gerenciar o ciclo de vida dos mesmos.
Enfim, qual a abordagem que vocês têm usado? O que vocês acham sobre isso?
Se o seu projeto ja esta usando um container, enjoy it!!
Não vejo problema nenhum em usar a injeção de dependecia e o controle de transações do container. O importante para mim é o SoC, e não se o objeto é um EBJ ou não.
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