Mensagens enviadas por: Leandro BSB
Índice dos Fóruns » Perfil de Leandro BSB » Mensagens enviadas por Leandro BSB
Autor Mensagem
Agradeço a todos pelas dicas.

[]s

Leandro
Caríssimos,

Acabei de instalar o Fedora 7, com as funcionalidades de Office and Productivity e Web Server, mas não estou conseguindo configurá-lo com ip fixo na rede de casa.

O modem ADSL Ethernet foi configurado para trabalhar como router e foi desabilitada a função DHCP

A rede é constituída por um computador com Windows XP SP2 e outro com Fedora 7.

A configuração do Windows foi simples e previsível. O ?ip interno? do router ? 192.168.254.254 ?, obtido do próprio router, foi cadastrado nas configurações de rede do windows como DNS preferencial e Gateway padrão, o ip do computador como 10.0.0.3 e a máscara de sub-rede 255.0.0.0

No Fedora, no entanto, esta estratégia não funcionou. Tentei cadastrar o ip 10.0.0.4, máscara de sub-rede 255.0.0.0 e o ip 192.168.254.254 como DNS preferencial e Gateway padrão mas assim o computador não consegue acessar a Internet. Ao tentar pingar o site do GUJ, recebo a seguinte mensagem de erro: ping: unknown host www.guj.com.br


Quando as configurações automáticas de ip são ativadas (Automatically obtain IP address settings with DHCP), o Fedora, por mais incrível que pareça pois o DHCP do router está desabilitado, obtém um ip e configura o DNS, o Gateway e a máscara de rede e se conecta normalmente à Internet. Com as configurações automáticas o ifconfig retornou os seguintes dados:

eth0 Link encap:Ethernet HWaddr xxxxxxx

inet addr:192.168.254.3 Bcast:192.168.254.255 Mask:255.255.255.0

inet6 addr: fe80::211:d8ff:fe9b:5270/64 Scope:Link

UP BROADCAST RUNNING MULTICAST MTU:1500 Metric:1

RX packets:1081 errors:0 dropped:0 overruns:0 frame:0

TX packets:870 errors:0 dropped:0 overruns:0 carrier:0

collisions:0 txqueuelen:1000

RX bytes:1609018 (1.5 MiB) TX bytes:74788 (73.0 KiB)

Interrupt:18 Base address:0x4000



lo Link encap:Local Loopback

inet addr:127.0.0.1 Mask:255.0.0.0

inet6 addr: ::1/128 Scope:Host

UP LOOPBACK RUNNING MTU:16436 Metric:1

RX packets:10893 errors:0 dropped:0 overruns:0 frame:0

TX packets:10893 errors:0 dropped:0 overruns:0 carrier:0

collisions:0 txqueuelen:0

RX bytes:73316208 (69.9 MiB) TX bytes:73316208 (69.9 MiB)


Um nslookup no site do GUJ com as configurações automáticas retorna as seguintes informações:

nslookup www.guj.com.br


Server: 201.10.128.2

Address: 201.10.128.2#53



Non-authoritative answer:

www.guj.com.br canonical name = guj.com.br.

Name: guj.com.br

Address: 208.109.100.149


Todas as atualizações disponíveis foram instaladas.

Algúem poderia me ajudar a configurar o ip 10.0.0.4 neste computador?

Obrigado.

[]s

Leandro
ironpoa wrote:Acho que se fores pra ser Funcional, vale muito a pena. Além de conhecer muito bem o negócio, irá ganhar bem.
Acho que Consultor (que seria o desenvolvedor) não vale a pena. A linguagem é muito palha.


Parece mentira, mas não é:

[url]
http://desciclo.pedia.ws/wiki/Abap
[/url]


ABAPABAP (Advanced Bubble Acrean Programming) é uma linguagem de programação desenvolvida por programadores seringueiros do Acre escravizados por alemães na guerra do Paraguai.

O conceito de Bubble Programming vem de programar em seu mundinho ignorando qualquer conceito mundialmente padronizado, ultilizando-se das tecnicas milenares de POMM (Programação Orientada a Mim Mesmo).

Acesso aos Editores
O acesso aos editores Abap é feito através das denominadas transações, que fáceis de decorar com QUAISQUER 2 letras e 2 números sem nenhum tipo de relação com sua função. As transações mais usadas usam "SE" + um dezena. O conjunto "SE" de transações obedece ao critério dos cartuchos de mil jogos do atari, onde, temos 20 transações diferentes e o resto é tudo repitido com nomes diferentes.

Padrões
Nomear Programas:

Por padrão os programas SAP customizados devem seguir os seguintes passos de nomeação:

1. Digite a Letra Z

2. Dois tapas com a mão no teclado

3. Uma testada no centro do teclado

O que resulta em algo semelhante a "ZBC402_24_CONN". Sendo assim, muito cuidado com os erros de digitação, qualquer erro de digitação o interpretador ABAP pode chamar uma transação não prevista em seu programa.

O Abap possui diversas funções-padrão para os mais variados tipos de necessidade com nomes irreconheciveis que com certeza você vai levar mais tempo pra descobrir pra que serve do que programando sua propria função.


Exemplos:

Com um típico comentário de abapeiro que ignora que o resto do mundo fala ingles:

*"-----------------------------------------------------
*"
*" Anweisung flache Struktur entsteht chucrutis
*" trotzdem eindeutige Feldnamen entstehen
*" deren flacher Darstellung die Namen der Hail Hitler
*"
*"-----------------------------------------------------

REPORT Z_YIG_34_1945

DATA wa_carrier LIKE LINE OF italy_conn_dead_list.

TRY
CALL FUNCTION 'EBTE_3478_ATTACK_NORMANDIA_D_DAY90843'
EXPORTING
bullet_star = bullet_star
IMPORTING
CONNECTION_SEBRAE = connection_sebrae
CATCH abort_mission
MESSAGE e345(it24) RAISING no_bullet
ENDTRY

Acessando o Banco de Dados
Quem já tem uma simples noção de programação, não terá problemas com banco de dados. Levando em consideração que cada formulário é uma tabela, o acesso do banco de dados é direto, ou seja, escreva no meio do código mesmo qualquer coisa que lembre vagamente uma intrução SQL, sempre lembrando que o Abap tem o grande diferencial do comando SELECT ser um LOOP.

Debugando
Pra quem sempre quis saber o que róla nos bastidores da programação, o Debugger do Abap é o Nelson Rubens das linguagens.

Quando se manda debugar um programa, o Pointer mostra o que você pediu e principalmente o que vc não pediu. Ao inserir um breakpoint], esteja pronto para viajar nas entranhas dos programas em que as principais informações são antigos bugs comentados e didáticos comentários em alemão.

Sybase Power Designer

[]s

Leandro
pdf 995
http://site4.pdf995.com/download.html

[]s

Leandro

Eu procurei muito no google e até em outros locais por alguma informação para clarear um pouco sobre esse IBM Rational, mas não me apareceu nada, se alguém já trabalhou ou estudou esse modelo ou não sei, enfim... poderia comentar algo sobre?


O RUP é um processo de engenharia de software para projetos de grande porte que contém a definição de papéis, artefatos e atividades necessários para o desenvolvimento de tais projetos. No entanto, você pode customizá-lo, selecionando os elementos que lhe interessam, a fim de elaborar um processo de desenvolvimento que se adeque às suas necessidades.

[]s

Leandro
luidhi wrote:Uma coisa muito burocrática....

Meu deus, Não aguento mais fazer papel...


Cargo: Analista Preenchedor de Papeis Sr....

haja viu...

Mas gosto não se discute...

http://www.wthreex.com/rup/tour/tour.htm


Note que RUP e preenchimento de papéis não têm a relação que algumas implementações (erroneamente) impõem. Segundo o próprio RUP:


Artifacts are generally not documents. Many methods have an excessive focus on documents, and in particular on paper documentation. The most efficient and pragmatic approach to managing project Artifacts is to maintain them within the appropriate tool used to create and manage them. When necessary, one may generate documents (snapshots) from these tools, on a just-in-time basis.


[]s

Leandro
O CMMI é algo que pode tirar as empresas do caos porque as pessoas passam, mas a empresa fica.

Faça o seguinte exercício: Pare, por um momento, de pensar como programador e pense como o gerente da área de informática de uma empresa, ou seja, pare de pensar como empregado e pense como patrão.

Agora, pense em um sistema muito importante para a sua empresa, como um sistema de ponto ou um sistema de gestão financeira, por exemplo.

Neste cenário, você gostaria que todas as regras do negócio estivessem exclusivamente na cabeça de um programador, e que nada estivesse documentado, isso em função da inexistência de um processo de desenvolvimento bem definido?

É claro que não gostaria, pois assim você, e toda a sua empresa, ficaria refém do "Salvador da Pátria". O que você, gerente da área de informática, faria se este funcionário resolvesse, de uma hora para outra, que merece trabalhar apenas duas horas por dia?

Agora, volte a pensar como programador, e suponha que você tenha sido contratado para a vaga deste outro programador que fora demitido por motivos óbvios. Como você se sentiria chegando para trabalhar e descobrindo que, além de todas as variáveis do sistema serem nomeadas com o nome das ex-namoradas do antigo programador e o código não estar endentado, não existe documentação, processo de desenvolvimento bem definido, padrões nem nada que possa te ajudar a fazer o seu trabalho, que tem que ser bem feito porque você largou o seu emprego anterior para se dedicar a este?

Por já ter visto esta situação acontecer várias vezes, e já ter passado por isso, sou defensor do CMMI, RUP, padrões de programação e tudo mais que costumam chamar de burocracia (eu chamo de formalidade)

O CMMI e o RUP podem até ter os seu problemas, mas são uma luz no fim do túnel para quem tem que se preocupar com a sustentabilidade da área de informática de uma empresa a médio e longo prazo.

Além disso, o que várias pessoas não entendem, é que não se pode tentar implementar, de uma só vez, um padrão de desenvolvimento do nível da fábrica de software da IBM em uma software-house de 4 pessoas que não tem a cultura da padronização.

Achei o texto falacioso, pois o autor tenta direcionar o entendimento das pessoas para conclusões equivocadas, como as seguintes:

"Quanto mais eficiente a empresa for em apropriar os meios de produção menos importante o empregado vai ser. Por que valorizar um tipo de trabalho que pode ser executado por qualquer pessoa"

A importância do empregado independe da eficiência da empresa em se aprorpiar dos meios de produção. Poderia dar vários exemplos, mas vou citar apenas 2. Na fábrica da Wolks em São Paulo, algum de vocês, trabalhadores da área de informática que estão lendo este texto, se habilitaria a assumir a posição do engenheiro de segurança do trabalho? Notem que estamos falando de uma fábrica de carros, o exemplo mais comum quando se fala de alienação. E no caso de um centro cirúrgico de alta complexidade, algum de vocês se habilitaria a tomar o lugar do médico que, do Brasil, faz cirurgias na Alemanha? O médico não é o dono dos meios de produção - câmeras, mesa de cirurgia e demais equipamentos - mas não pode ser substituído por nenhum de nós e dificilmente o será por outro médico. No caso do desenvolvimento de software acontece a mesma coisa, nenhum profissional DE QUALIDADE pode ser substituído como se substitui um parafuso.

"Aí entra o CMMI, ele é a grande justificativa destas fábricas de software. O que ele vende é que com a definição de um modelo de maturidade de processos a qualidade vai passar a ser propriedade das empresas e não dos seus funcionários"

O CMMI não vende que a qualidade vai ser propriedade das empresas, mas que os processos bem definidos contribuirão, caso seja necessário, para que a substituição de uma pessoa por outra seja feita com o mínimo de prejuízo para a empresa, que não deve ficar refém de "estrelas". Além disso, todos sabemos que esta substituição, apesar dos processos maduros e bem definidos, não é feita com base no "se vira nos trinta" nem entre pessoas com QUALIFICAÇÕES diferentes, pois pode-se substituir um arquiteto de software por outro, mas não por um programador estagiário.

"O que não está sendo levado em conta na adoção deste modelo são os problemas que a sua implantação gera. Alguns já são problemas clássicos da produção industrial tradicional e outros são decorrentes da sua aplicação na produção de software. Dentre os problemas clássicos podemos destacar a alienação do trabalho e dentre os específicos da informática a perda de qualidade."

A adoção do modelo em nada se relaciona com a perda de qualidade, pois conhecemos ambientes que não adotaram este modelo no qual também há falta de qualidade. Além disso, o CMMI não se presta a ser uma garantia de qualidade, mas de processos bem definidos, o que pode (em alguns cenários) ser considerado como um componente da qualidade. De nada adianta um processo bem definido se o sistema entregue não atende os requisitos do usuário. O processo não garante a qualidade, mas, em projetos de médio e grande porte, é um de seus componentes.

"Por isto quando trabalhamos no modelo industrial no qual o nosso trabalho é dividido, nós perdemos a visão do todo e passamos a ter a impressão de que o nosso trabalho não transforma nada, não serve para nada! O reflexo disto é um altíssimo nível de insatisfação e consequentemente alta rotatividade."

Se o autor está achando ruim a divisão do trabalho, sugiro que se dedique a fazer sandálias de couro e ir vender nas feiras de artesanato de sua cidade, ou então, caso queira continuar na área de informática, que dedique-se a sistemas mono-usuário para bancas de revista ou locadoras.

"Apesar da alienação no trabalho a produção industrial é muito eficaz porque, mesmo com a insatisfação dos trabalhadores, a apropriação dos meios de produção garante a qualidade."

Já vimos que a apropriação dos meios de produção - a alienação no trabalho - não garante a qualidade. O que garante a qualidade é um conjunto de fatores, que variam de acordo com o objetivo do sistema. Para projetos de médio e grande porte, dois destes fatores são as PESSOAS e o PROCESSO.

Em reumo: O autor mostra ser uma pessoa inexperiente, imediatista e egocêntrica, pois só pensa no seu mundinho de programador de "programinhas"
Obrigado pela dica!

[]s

Leandro
Caríssimos,

Desenvolvi um sistema web (JEE + Tomcat) que, para disponibilizar na internet, contratei o serviço de ADSL Turbo 400 da Brasil Telecom.

Apesar de o acesso local funcionar normalmente, não consigo acessar o sistema de fora de casa (informando o IP da conexão). Quando ?pingo? o IP de fora de casa, todos os pacotes enviados são recebidos com tempo médio de 26 ms.

Alterei a porta padrão do tomcat para a 80, e nem assim funcionou.

Alguém sabe o que pode estar acontecendo e o que eu posso fazer para disponibilizar este sistema pela Internet?

[]s

Leandro
Sugiro o PostgreSQL, pois é robusto e sua linguagem de programação é similar à do Oracle.

[]s

Leandro
Verifique se o encoding do seu banco está setado para Latin 1: ENCODING = 'LATIN1'

[]s

Leandro
Poste o mapeamento dos objetos para que possamos dar uma olhada!

[]s

Leandro
Aparentemente, o código da conta está nulo no momento da exclusão.

[]s

Leandro
Sugiro a leitura do RUP, pois é bem mais completo. Seguindo o material anexo, faltará muita coisa como Documento de Especificação de Requisitos de Software e Documento de Arquitetura.

[]s

Leandro
 
Índice dos Fóruns » Perfil de Leandro BSB » Mensagens enviadas por Leandro BSB
Ir para:   
Powered by JForum 2.1.8 © JForum Team