Mensagens enviadas por: RafaelRio
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[postagem duplicada]
O pessoal deu algumas ideias interessantes, mas eu deixaria de lado a contribuição open-source enquanto iniciante. Open-source é ótimo para aprender, mas de modo geral, apenas para desenvolvedores mais experientes. Isso porque é comum esperar contribuições da comunidade, e não ensinar a comunidade. Dependendo do projeto open-source, talvez seja possível acessar o código-fonte, contribuir com localização, documentação. Implementar alguma funcionalidade nova vai ser mais difícil.

O ViniGodoy propos a criação de um jogo, o que é uma ótima pedida por n motivos. Note que ele dividiu o tema 1 em quatro partes. Isso é importante, independentemente do que você for construir, não tente entregar tudo de uma vez. Defina objetivos e alcance um por um.

Quando comecei a trabalhar com programação, me envolvi com dois projetos: um de estatística, com análise de regressão linear e não-linear, na FATEC; outro, um programinha pra ajudar o escritório de vendas de um colega meu. De repente, você pode ajudar algum negócio da sua região, identificar problemas que podem ser resolvidos com software, trocar ideias com os usuarios e ir mandando bronca. Foram as melhores experiencias que tive enquanto aprendia.

Algumas armadilhas pra um iniciante: não tente abraçar o mundo, tentando virar um expert no assunto antes dos seus primeiros programas; não tente entregar o software completo numa taca só; deixe os padrões de projeto e a boa O.O. para um segundo momento. Faça o negócio funcionar do jeito que o seu cliente espera, depois vá evoluindo. Não cobre nada num primeiro momento e coloque limites caso te cobrem. Deixe bem claro que você está entregando o software experimentalmente, e que você não deverá ser cobrado no futuro em caso de bugs, a não ser que você cobre pelo serviço. Se bobear, vira até um contrato se precavendo.

Com um jogo ou projeto da faculdade, você não terá que se preocupar com questões legais, a coisa fica mais suave. Com um projeto para um negocio, a coisa fica mais "real" (e bem mais dificil, na minha opinião, pelas questões humanas). Ambos podem ir para o seu currículo.


Boa sorte.
Andre Brito wrote:
Não dá pra colocar toda a culpa nas faculdades. Se o caboclo não se esforça, como vai aprender alguma coisa? A minha ex-turma de facul massacrava os professores e a própria faculdade. Era uma boa desculpa para o fato de que eles não estavam a fim de aprender nada. Fica mais fácil conviver com o fracasso colocando a culpa nos outros.


Acho que dá pra colocar a culpa em faculdades ruinzinhas que passam alunos que não merecem. Aqui onde eu estudo, passam somente alunos que aprendem mesmo os conceitos, não é a toa que só 10 pessoas estão no terceiro ano.

"10 pessoas estão no terceiro ano" ? Podem ter n motivos para isso acontecer e, até onde sei, isso não costuma ser orgulho pra ninguém, muito menos pra faculdade.

Por que diz que aprenderam conceitos? Passaram numa prova? Trabalhos em grupos que um ou dois levam o grupo inteiro? Claro que há "faculdades ruinzinhas", quem discorda disso? Mas quem faz a faculdade são os alunos, que vão puxar o nível pra cima ou pra baixo.

Ainda acho que não dá pra colocar a culpa nas faculdades; tem muita gente que não faz faculdade e detona, não só na área de TI. Não quero começar uma discussão sobre o papel das faculdades e sair do tópico, mas dizer que, se o cara sai do mesmo jeito que entrou na faculdade ou pior, a culpa é dele também, por mais que culpe o governo, a faculdade e o Papi Noel.

O que acontece depois que acabar a sua "excelente" faculdade? Estará qualificado?

E pensando bem, qualificado realmente é uma palavra estranha e que talvez se aplique melhor a técnicos industriais. Os caras aprendem um be-a-ba e aplicam isso no dia-a-dia. Com a gente, (quase) sempre aparece algo novo e desafiador, que não estamos preparados (qualificados?). Daí corremos atrás, pesquisamos, aprendemos e aplicamos para resolver o problema.

Cadê o professor da facul pra ajudar nessas horas? Nós é que temos que lidar com o problema.
erickles wrote:
pyro wrote:Eu creio que é uma conjunção de fatores:
Primeiro: as empresas estão mal acostumadas a contratar gente por mixaria e achar que estão fazendo um favor em contratar vc. O negócio não anda assim, pois na verdade tem que ser um processo ganha-ganha e não empresa ganha e o funcionário se fu....;
Letra B: devido aos maus salários muita gente com potencial não consegue se qualificar como queria (seja fazer curso ou até ter um computador decente + boa conexão na Internet para estudar por conta mesmo);
Três: outra coisa que as empresas precisam aprender é que a plataforma Java é grande, centenas de frameworks, dificilmente irão conseguir um profissional que saiba tudo de tudo, ainda mais pagando pouco.

Recentemente passei por um processo de seleção, foram 20 dias de 5 entrevistas, 3 testes, e dezenas de formulários e cadastros preenchidos para no final (mesmo tendo informado a minha pretensão salarial no primeiro contato) a empresa vira e diz que tem a boa vontade de pagar 1/3 do que pedi, eu tive que responder que por isso a minha boa vontade é só para ficar em casa mesmo, disse muito prazer e boa sorte (para encontrar alguém que aceite a oferta) e fui para casa.

E o pior é que pelo que vejo isso demora a acabar.


Isso eh revoltante msm, isso tbm jah aconteceu comigo...

Havia 2 questoes no formulario da entrevista: salario atual e pretenssao salarial...

O que me ofereceram apos eu ter sido aprovado para a vaga? um salario 7% a mais que meu salario atual..

Deu vontade fala "Pega esse salario ae e enfia no seu c..."...

Aconteceu comigo também!

Eu disse o meu valor/hora pretendido logo de cara por telefone, marcamos entrevista, que foi bem sussa. E o que meus ouvidos pasmos escutaram? R: "Na verdade, nós estamos a procura de profissionais que pretendam receber uma remuneração 1/2 * o (valor que você pediu)".

Interessante saber que as coisas se repetem por aí! Assim fica mais fácil formar uma inteligência coletiva sobre esse assunto.

Na minha opinião, se você é um bom profissional, não faz corpo mole, tem o foco mantido nos objetivos da empresa e tem uma certa bagagem técnica, tem que pedir um valor/hora adequado. As cobranças vão vir no dia-a-dia, então, já que é assim, que pelo menos você receba bem pra encarar as buxas.

s4nchez wrote:"Fato 2: Os melhores programadores são até 28 vezes melhores que os piores programadores"

Interessante! De onde vem essa informação? Isso tem base?

Parece que estão faltando profissionais qualificados em São Paulo e região. Sempre vejo "as meninas do RH" desesperadas para contratar desenvolvedores. Hora de pedir mais $$, pessoal.

Não dá pra colocar toda a culpa nas faculdades. Se o caboclo não se esforça, como vai aprender alguma coisa? A minha ex-turma de facul massacrava os professores e a própria faculdade. Era uma boa desculpa para o fato de que eles não estavam a fim de aprender nada. Fica mais fácil conviver com o fracasso colocando a culpa nos outros.
javaman00 wrote:Dual boot open!

maaaaaaaaaaaiiiiiiiiieeeeeeeee!


Nao tem dó do seu HD não?

RafaelRio wrote:Eu tenho o Ubunto 7.10 e o Vista no notebook.

Eu gosto do Ubuntu porque é mais leve e mais rápido que o Vista, que ainda está muito instável. Quem sabe daqui oito anos dê pra usar o Vista como se usa o XP hoje?

Aliás, eu queria ter o XP ao invés do Vista, não pirata, original, e não consegui comprar.

Quanto ao bla bla bla falando mal do Ubuntu, bem, isso é questão de gosto e não vou retrucar.
Eu adoro o Ubuntu.

Resumindo, o benefício que tenho ao utilizar é a maior produtividade, tudo funciona muito mais rápido e consome menos memória.

Pra ser sincero, não tenho. E por que teria?

Preocupação com HD é coisa dos anos 80, quando tinham pouco espaço e custavam uma fortuna.
leoramos wrote:Ou você tá usando versão beta do XP, ou realmente não conhece e fala pelo que os outros te dizem.

Aqui você forçou um pouco, hein?

Versão beta do XP não existe há quanto tempo? 1999? 2000?

E a Microsoft está empurrando o Vista para o consumidor e o XP pra debaixo do tapete. Por que ninguém cita o Vista?
Eu tenho o Ubunto 7.10 e o Vista no notebook.

Eu gosto do Ubuntu porque é mais leve e mais rápido que o Vista, que ainda está muito instável. Quem sabe daqui oito anos dê pra usar o Vista como se usa o XP hoje?

Aliás, eu queria ter o XP ao invés do Vista, não pirata, original, e não consegui comprar.

Quanto ao bla bla bla falando mal do Ubuntu, bem, isso é questão de gosto e não vou retrucar.
Eu adoro o Ubuntu.

Resumindo, o benefício que tenho ao utilizar é a maior produtividade, tudo funciona muito mais rápido e consome menos memória.
Igor Novaes wrote:Até fujo um pouco da normalidade dos formatos passados nos cursos e apostilas de Java que presenciei.


Se conseguir uma boa arquitetura, vai fugir totalmente do que encontra em apostilas. Só pra acrescentar ao que os camaradas já disseram:

ViniGodoy wrote:Os paradigmas desktop e web são bem diferentes. Por consequencia, a sua arquitetura também vai ser.
Acho que vc vai sobrecarregar sua arquitetura fazendo dessa forma. Sua aplicação não precisa ter as limitações do HTTP (sem conexão ou estado), seu cliente é consideravelmente mais poderoso e pode processar muita coisa para o servidor, etc...

Se mastigar o que o ViniGodoy disse, vai sair algo assim:
Pra que precisa de DTO's?
E parece que você vai delegar toda a lógica pro DAO ou view, Tem certeza que isso é bom?

Cara, DTO é da década de 70! Se você não usa EJB 2.1 pra baixo, é quase certeza que você não vai precisar deles.
E tenta sempre usar três camadas (apresentação, negócio, integração com a base). Cadê a camada de negócio na sua arquitetura?

Bruno Laturner wrote:] Já que a pergunta é sobre arquitetura:

Conexão é uma JFrame?
Objetos que só guardam dados são conexões?
Objetos que só fazem a interface com a persistência são objetos que guardam dados?
Formulários acessam o banco diretamente?
Essas "Start" faz tudo isso que disse acima?


Igor, muito mais que herança, coesão ajuda a ter um bom design OO. Herança tava na moda nas décadas de 80 e 90. Agora é "out", não é fashion!
Há maneiras melhor para conseguir aproveitamento de código.

Pergunta aos seus professores já ouviram falar da GoF. Sem GoF vai ficar difícil conseguir uma boa arquitetura e OO.
Igor Novaes wrote:Caros amigos.

Estou pretendendo fazer uma revisão sobre o pacote Swing para encarar um sistema de pequeno a médio porte com esta aplicabilidade.

Gostaria de abrir uma discussão com este tópico, e é até uma dúvida minha sobre o assunto de qual arquitetura mais utilizada/recomendável para trabalhar com Swing e banco de dados.

Eu até o momento estou arquitetando o desenvolvimento como faço no J2EE com (MVC - JavaBean - JSP) e a segunte hierarquia de classes para trabalhar em DeskTop:

Conexão.java - extendendo da Classe JFrame;
Classes DTO - extendendo de Conexao;
Classes DAO - extendendo das Classes DTO;
Formulários Frame - extendendo de Classes DAO implementando ActionListener;
Classes de Start extendendo dos Formulários.

Existe uma cultura mais padronizada/utilizada pela comunidade java ou realmente eu posso ter um sistema bem arquitetado desta forma?
Gostaria muito que isso fosse comentado por vocês até mesmo pra eu ter a certeza do que posso aplicar pra obter uma performace sadia.
E claro para todos aqueles que tenham esta grande e importante dúvida sobre o assunto.

Muito obrigado.
Abraço a todos.


Não vou conseguir dar nenhuma resposta mais elaborada agora - mesmo porque eu ainda penso bastante em como fazer um design legal com Swing - mas veja o Presentation Model do titio Fowler e os artigos no sítio do JGoodies.

Essa thread e essa também podem te ajudar a pensar em algo, principalmente se seguir os links e testar alguma coisa.

Procure pelo Swing Application Framework (JSR-296) e o Genesis. Eu me dou melhor com o primeiro, mas vi um projeto em que usaram o Genesis e conseguiram uma ótima arquitetura. Esse software tinha testes unitários, domain model, AOP, tudo encaixadinho bonitinho, muito fera.

EDITADO: Com Swing, não tente separar a view do controller.
Sim, isso mesmo, vou repetir pra não acharem que escrevi errado e, pra quem achar que eu pirei, ter certeza de vez: não tente separar a view do controller!

Ficou mais confuso e na sua cabeça predominam ??????????????????????????????????? ? <- (Essa última interrogação só indica que a frase é uma pergunta, não está na sua cabeça.)

Veja o Presentation Model e o artigo A Swing Architecture Overview.


Mão na massa!
luistiagos wrote:... mesmo que so for localmente e não tiver filiais compensa mais um sistema distribuido web pois não precisara instalar o software maquina a maquina...
precisa apenas de uma maquina boa para por como servidor e o resto acessa ela...


Java Web Start não é lenda, eu já vi, juro! E funciona!

Outro software interessante que lembrei é o da Last.fm.
Interessante porque geralmente você utiliza o site da Last.fm e o aplicativo desktop ao mesmo tempo, cada um pra uma tarefa. Só de ouvir falar em algo assim eu ficaria com o pé atrás, mas testei e gostei.

A APInfo é boa mesmo. Conheço muita gente que tem que tirar o currículo da Web para não ser mais "importunado".
titanius wrote:Rafael, temos que pensar que na atual cituação do Brasil, ainda poucas empresas têm internet 24 horas, de boa qualidade, quando tem, é a rádio e é ruim pra caramba. E outra coisa... Que empresa hoje em dia vai querer seus dados na internet? Sei que muitas, mas em cidades pequenas, ainda usam HD de gaveta com medo das informações no computador vazar pro concorrente ou afim.

Então acredito que Web tem futuro, mas Desktop ainda vai resistir muito, muito tempo.

[]s


Também acho que aplicativos desktop ainda tem muito futuro, mas não exatamente por esses motivos.

Desktop não é antônimo de Internet.
Eu acredito na convergência entre desktop e Internet, e o Google Earth é o exemplo disso que eu mais gosto.

victorwss wrote:
RafaelRio wrote:
TeiTei wrote:Tudo isso se resume em uma unica coisa o Mundo da informatica esta indo para a WEB e como vc disse Delphi e desktop....90% das aplicações desenvolvidas hj são voltadas para a web....então ja da para ver como ta ne?


De onde você tirou isso?

Experiência própria, de um mês pra cá tive duas propostas excelentes para trabalhar com Java e desktop (Swing).
Web é mais comum, e eu sempre fico curioso quando eu vejo informações do tipo "90% das aplicações hj são voltadas para WEB". Também percebi que esses dados místicos estão começando a ficar mais modestos, já que antes era 99,9, depois 99 e agora "só" 90%.

E mesmo que fosse assim, isso ainda não diria nada, porque poderíamos ter 10% (de acordo com os seus dados) de aplicativos para desktops, porém mais sofisticados e complexos, que demandariam mais trabalho e mais conhecimento.


Sobre o mercado de trabalho para programadores, na minha opinião, se você entrar no ramo de pequenos software para automação comercial (padocas, locadoras), realmente vai ter problemas.

Há muita procura por programadores, fica frio, pra nós está ótimo. E se você for só um pouco melhor que a média, ainda vão disputar por você.

Se atualiza, estude as plataformas que estão mais na moda (que o mercado pede), saiba inglês, que a coisa toda melhora. Depois, é com você.


Eu trabalho com java desktop. Um sistema grande que está sendo feito todo em swing. Ou seja, eu devo pertencer a estes 10%. E olhando no fórum agora, o fórum de swing, AWT e SWT tem 25385 mensagens, enquanto que o fórum de desenvolvimento web e java EE têm 79942 e 12011, respectivamente.
O fórum de java ME tem 9526 mensagens.
Ou seja, tirando isso como base, daria para dizer 20% é swing, 72% é web e 7% é mobile. Obviamente, esta é uma estimativa grosseira, mas demonstra onde está o interesse do pessoal, e portanto creio que se aproxime da realidade.


Legal, eu gostei da brincadeira , e também vou tentar analisar o mercado!

Se você pensar que:

de um lado, a maioria dos iniciantes em java vão para fábricas de softwares, que contratam estagiários em peso (não é uma crítica, acho bom isso), e imaginar que essas fábricas fazem mais sites, portais, pequenos aplicativos WEB, etc;

do outro lado, imaginar que desktop em Java é utilizado para sistemas e aplicativos mais complexos (analisar grandes massas de dados, mostrar esses dados de várias maneiras, trabalhar offline, etc);

então temos um cenário onde a turma da Web vai usar mais o fórum do que a do desktop, por estarem no início da carreira e por encontrarem respostas às suas dúvidas mais facilmente.

Mas, na boa, podem jogar tudo o que acabei de dizer aí logo acima no lixo. Essa história de Web x desktop já é tão ultrapassada, outros já responderam tanto isso...

Agora, vou tentar dizer alguma coisa útil: seja bom em alguma coisa, em Web, Swing, Java ME, o que você preferir e terá futuro. Clichesasso!!! Mas acredito nisso.


Acho que estou mesmo a andar pela contramão! Porque devo começar a trabalhar com Java ME ainda nesse mês. Só fiz um pequeno sistema para Web até hoje porque o arquiteto decidiu que tinha que ser Web. Todos os demais (analistas, programadores, cliente) pensavam que deveria ter sido feito em desktop.
TeiTei wrote:Tudo isso se resume em uma unica coisa o Mundo da informatica esta indo para a WEB e como vc disse Delphi e desktop....90% das aplicações desenvolvidas hj são voltadas para a web....então ja da para ver como ta ne?


De onde você tirou isso?

Experiência própria, de um mês pra cá tive duas propostas excelentes para trabalhar com Java e desktop (Swing).
Web é mais comum, e eu sempre fico curioso quando eu vejo informações do tipo "90% das aplicações hj são voltadas para WEB". Também percebi que esses dados místicos estão começando a ficar mais modestos, já que antes era 99,9, depois 99 e agora "só" 90%.

E mesmo que fosse assim, isso ainda não diria nada, porque poderíamos ter 10% (de acordo com os seus dados) de aplicativos para desktops, porém mais sofisticados e complexos, que demandariam mais trabalho e mais conhecimento.


Sobre o mercado de trabalho para programadores, na minha opinião, se você entrar no ramo de pequenos software para automação comercial (padocas, locadoras), realmente vai ter problemas.

Há muita procura por programadores, fica frio, pra nós está ótimo. E se você for só um pouco melhor que a média, ainda vão disputar por você.

Se atualiza, estude as plataformas que estão mais na moda (que o mercado pede), saiba inglês, que a coisa toda melhora. Depois, é com você.
Também acho que o tutorial da Sun que o André passou aí em cima deva ser o pontapé inicial pra quem vai começar com Sqing.

Pra aprender, por enquanto faça tudo na mão, sem frameworks. Como gerenciador de layout, sugiro o Forms do JGoodies.


T+!
Você pode usar qualquer IDE (Eclipse ou NetBeans). O NetBeans é interessante pra quem usa o NetBeans (derrrrrr) e pra quem curte o Matisse. O EasyEclipse também deve ter Matisse. Falando por mim, não gosto do Matisse, uso o Eclipse com o JGoodies Forms como gerenciador de layout.

Outros frameworks que você pode achar úteis:
-> todos os free do JGoodies: além do forms, validador e de binding
-> Genesis
-> Swing Application Framework (esse ficou muito bom, sou fã!).

Com isso já dá pra brincar bastante.

T+!

PS: Graças a Deus eu peguei essa thread no começo e não deu tempo de ninguém escrever algo do tipo "usa Delphi!", "Java é ruim pra desktop", "usa delphi", "desktop em Java é feio e lento", nhénhénhé, "uSa DelphI"....
 
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