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windsofhell wrote:
Apesar no mono eu nao sei ate onde o projeto continuaria se o .NET desaparecer do mercado.
O foco inicial do mono era prover uma plataforma moderna para desenvolver aplicações desktop para linux. Nesse ponto
o projeto é um sucesso.
Assumir que o .NET irá desaparecer é uma conjectura no mínimo tão esdrúxula quando dizer que o Java vai morrer.
Oque serão da bilhões de linhas de código escritas em C#? Do nada vão ser jogadas fora?
Esse tipo de movimento demora décadas para acontecer, de uma plataforma mainstream se tornar de nicho. Basta ver
que ainda existem shops de Delphi e VB6, linguagens mortas no século passado.
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O mercado está tão bom quanto a pessoa é qualificada.
Por algum estranho motivo, profissionais bons também sabem negociar e, apenas para estes, as condições de emprego continuam boas.
Se a pessoa tem pouca instrução, formal ou informal, ela vai ser sempre explorada. Em qualquer pais capitalista é assim.
Será que fritador de hambúrguer na Dinamarca tem o mesmo tratamento que um pesquisador da universidade de Aarhus?
Gado é tudo igual em qualquer lugar do mundo. Seja de corte, leiteiro ou de exposição.
A pergunta é, como você muge?
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Se não consegue aprender sozinho, não encha nosso saco.
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De onde você tirou isso? Vá ler o balancete da empresa e ver se tua afirmação tem qq relação com a realidade.
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Marcio_Nogueira wrote:Continuo achando necessário uma reformulacao das políticas internas da Sun, esta reformulacao pode estar ligada a um processo de reestruturacao da empresa.
O problema da Sun é que ela nunca cresceu. Ainda acha que é a a startup do começo dos anos 90. É uma empresa com faturamento na ordem de uma dezena de bilhões de dolares ao ano que age como se estivesse em fazer de investimento e expansão.
A Sun é um tiozão de 45 anos, careca e com uma enorme pança de chopp tentando participar do trote na faculdade de psicologia que a filha acabou de entrar.
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A Sun é cachorro morto, mercadoria defeituosa.
Nada vai mudar independente de quem comprar.
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Leonardo3001 wrote:P.S.: Ah sim, eu acredito que o mundo open source poderia cuidar do .Net ou do Java, se as licenças fossem bem generosas. Esse negócio de dizer que só há inovação "quando há uma empresa grande por trás" é fruto da alienação provocada pelo sistema taylorista-fordista de produção. É como se as pessoas pensassem: "Puxa, mas o open source só tem funcionários de linha de produção! Sem um supervisor que controle a esteira, isso nunca vai funcionar!"
A quantidade de inovações em produtos FOSS que acontecem sem nenhuma empresa bancando é muito, muito, muito pequena.
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m0ska wrote:O futuro é incerto. Eu particularmente gostaria que a sun continuasse, mas ... estando em crise, as coisas só tendem a piorar, se a aquisiçao pela IBM ou qualquer outra empresa dê continuidade aos projetos vigentes pela sun e que os produtos oferecido por ela hoje possam melhorar. Maravilha. Se não...
Temos Open JDK....
A minha maior preocupação é a JVM o resto... bem, para o resto eu tenho boas alternativas, como Linux x OpenSolaris, PostgreSql x MySql, Eclipse x NetBeans, Jboss x GlassFish, KOffice x OpenOffice. Como existe máquinas virtuais Java Open. Acredito na continuidade da tecnologia.
Sua analise tem alguns pequenos problemas. Você ignora o custo para começar a contribuir para um projeto. Se os próprios engenheiros da Sun dizem que leva 1-2 anos para quem começa a trabalhar com o HotSpot para ser produtivo, imagine se a Sun não estiver mais lá.
Além disso, comparar o KOffice com o OOO é sacagem, um é muito mais avançado que o outro.
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marcosalex wrote:
Bruno Laturner wrote:Se a compra pela IBM fizer a Sun tirar a coleira que ela coloca em todos os seus projetos de código aberto, eu aprovo com muito gosto.
Pois é, o Louds tinha comentado isso. Não sei se a IBM seria menos "amarrada". Todos os projetos Opon Source da Sun os desenvolvedores reclamam desse comportamento dela.
A Sun nunca realmente entendeu como trabalhar com projetos open source. É extremamente difícil para colaboradores externos perseguirem sua agenda em um projeto sob o controle da Sun.
Basicamente ou você segue a cartilha deles e seu trabalho fica completamente travado e dependente dos engenheiros dela ou você faz um fork do projeto.
Pode verificar que é exatamente isso que acontece. O OOO é um exemplo disso. Outros projetos mesma coisa.
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chun wrote:A grande piada do momento é a possibilidade do Silverlight rodar fora do browser...
Hummm... O mundo se curva as applets, depois todo mundo volta pro desktop.... ae a ultima palavra eh AJAX, depois o mais moderno eh flash/silverlight/javafx e agora... o browser sendo descartado denovo...
Movimento pro-desktop denovo ?
Acho que todo mundo se deu conta que colocar 1 aplicação inteira em um browser está longe de oferecer a melhor das experiencias. O offline mode do silverlight não é nenhum novidade porém. É basicamente a mesma coisa que o AIR oferece.
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Com a IBM comprando a Sun quase nada vai mudar. Ser refem da Sun não é muito melhor que ser da IBM.
Talvez, quem saiba, as coisas passem até andar mais rapidamente.
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http://live.visitmix.com/
Já anunciaram o Silverlight 3. Promete.
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Tanto Dennis Ritchie e Edsger Dijkstra se classificavam como programadores.
Dizer que é a profissão ralé ou de pedreiro é muita ignorância ou maledicência.
Por sinal, analista de sistema é uma invenção dos coboleiros por razões meio obvias.
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wagnerfrancisco wrote:
A respeito dessa limitação, leia o link que o pm deixou. Pra suportar + de 4G provavelmente você terá que recompilar o kernel.
Eu não sei se é só comigo, mas eu não gostei do Java rodando em sistema 64 bits. No Ubuntu ele fica pesadíssimo, consome bem mais memória. O Netbeans fica lento quando mexe o cursor rapidamente. Estou usando o Java 6 - já realizei um update pra essa última versão que suporta as applets, mas não está tão bom como era no 32.
Sinceramente eu não vejo muita vantagem. Eu também tenho 4G de RAM e provavelmente quando for reinstalar o sistema vou voltar a usar 32.
Falou.
O OpenSuse vem com um kernel pronto para isso a muito tempo. Desde o 10.2, com toda certeza.
Inclusive, o instalador detecta automaticamente essa situação e seleciona automaticamente o kernel apropriado.
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Bruno_Leonardo wrote:Galera,
Amanhã chega meu tão sonhado notebook da DELL  e tô querendo tacar nele de cara o OpenSuse 11.1 64 bits. Possuo 4 GB de memória e acho será um desperdicio instalar um SO 32 bits que só irá reconhecer (acho) 3.2 GB. Então, gostaria da opinião de quem já usou ou usa esta distro na versão 64 bits. Tiveram problemas com quais softwares?
Valeus
O linux reconhece e aproveita até 32Gb de ram em modo 32bits a quase uma década. Então usar isso como critério de escolha é besteira.
Minha estação tem 4Gb de ram e eu uso o OpenSuse 32bits. Quando preciso de um linux 64bits uso vmware.
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