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Luca wrote:Olá

moacirjava wrote:Em resumo, é mais viável o cara se tornar político do que ficar na frente de uma telinha programando.


Mais ou menos errado.

Somos todos seres políticos. Os mais capazes politicamente se dão melhor em QUALQUER profissão que exija interação com outros seres humanos. Se o cara é um bugre, pode se comunicar de forma excelente com alguma máquina que o máximo que ele servirá na vida será somente se comunicar com uma máquina.

[]s
Luca


boa sorte, então chamem um politico da próxima vez que o sistema estiver caindo, ou montando sua equipe.
enquanto eles procuram patrocinio o finep aprova vários financiamentos de projetos sem futuro e caros, triste!
Paulo Silveira wrote:Um simples e novo bug foi recém descoberto em todas as versões do Java. Um double d = Double.parseDouble("2.2250738585072012e-308"); (o menor double possível) entra em loop infinito, assim como no PHP.


impressionante, mas pelo jeito esse bug já tinha sido reportado desde o final de 2009:

https://bugs.openjdk.java.net/show_bug.cgi?id=100119

acho que eles não tinham pensado nessa possibilidade que vc citou de alguém fazer ataque via formularios.
pessoal,

baseado nos problemas que tive e no de outras pessoas que tenho acompanhado, criei um blank project do gae pra funcionar de primeira:

https://github.com/robertondc/Vraptor-Blank-Project-Gae

é pra funcionar de primeira mesmo, sem qualquer dor de cabeça. então por favor, se não conseguirem ou tiverem algum problema, reportem

OBS..: aos autores do projeto, desculpe pelo nome dos pacotes com caelum, não sendo da empresa. é que queria fazer de um jeito pra facilitar o maximo possivel pro usuario. sem complicar com nomes. ja ja mudo isso.
hummmm parace que esse problema é cronico e vou ter que usar o Memcache no lugar de @SessionScoped.
Olá,

estou tentando usar a anotação @SessionScoped num projeto para appengine, mas essa anotação só funciona executando a aplicação localmente (jdk). Quando faço deploy do projeto na nuvem, não retorna erros, e não mantém os dados em sessão. Alguma alternativa?
eduacsp wrote:m desenvolver um sofware para comércio usando o Swing+JWS. Alguém já fez isso? acha inviável? é melhor partir pro VB mesmo?


se escolher o java como plataforma vai ter que usar o swing pra desktop (visto que vc é iniciante e assim vai ter o netbeans pra te ajudar com as telas).
é como se o servlet-api.jar tivesse uma interface diferente da que o tomcat usou na implementação.
podia tentar substituir esse arquivo de interfaces pelo que tomcat usa, pra ver se funciona.
juliocbq wrote:
bobmoe wrote:
juliocbq wrote:
Rafael Nunes wrote:
juliocbq wrote:
Jni tem perda de desempenho justamente por causa desse mapeamento(Que é um método dentro de outro, que faz gerar mais código de máquina, e por sua vez leva mais tempo para ser processado).


A experiência que tenho com JNI neste projeto é o contrário.
Para implementarmos um servidor Comet e manter uma requisição Http persistente, acabamos substituindo alguns conectores do JBoss, principalmente o que trata requisições HTTP por um componente nativo do SO, e tanto a quantidade de usuários simultâneos quando o tempo de resposta, são consideravelmente melhores utilizando bibliotecas nativas + JNI.

E pelo que me lembro tanto driver do MySQL quanto do Postgre que usamos aqui, são do tipo IV(pure-Java)


Se você usar o driver da Oracle está usando jni.

Se a conexão se mantém firme você não vê diferença porque tudo isso foi carregado na memória ram. A partir do momento que o mapeamento é carregado, é onde acontece o overhead(onde se tem a perda de desempenho). Se já foi carregado ae não é nem mais java, é assembly.


o thin driver da oracle é java puro.


Melhor ainda;

Mas quando eu disse "da Oracle" estava me referindo ao "MySql". Mas não sei também se ele possui um driver java, o que eu conheço é nativo.

O hotspot já otimiza o bytecode e o compila para código de máquina, então na maioria dos casos jni é insignificante para ganhos de desempenho. É mais útil para a integração com bibliotecas nativas já existentes. O Artigo no post anterior explica isso.


acho difícil drivers jdbc atuais terem código nativo, já que os deste tipo não são thread safe (tipo II).
juliocbq wrote:
Rafael Nunes wrote:
juliocbq wrote:
Jni tem perda de desempenho justamente por causa desse mapeamento(Que é um método dentro de outro, que faz gerar mais código de máquina, e por sua vez leva mais tempo para ser processado).


A experiência que tenho com JNI neste projeto é o contrário.
Para implementarmos um servidor Comet e manter uma requisição Http persistente, acabamos substituindo alguns conectores do JBoss, principalmente o que trata requisições HTTP por um componente nativo do SO, e tanto a quantidade de usuários simultâneos quando o tempo de resposta, são consideravelmente melhores utilizando bibliotecas nativas + JNI.

E pelo que me lembro tanto driver do MySQL quanto do Postgre que usamos aqui, são do tipo IV(pure-Java)


Se você usar o driver da Oracle está usando jni.

Se a conexão se mantém firme você não vê diferença porque tudo isso foi carregado na memória ram. A partir do momento que o mapeamento é carregado, é onde acontece o overhead(onde se tem a perda de desempenho). Se já foi carregado ae não é nem mais java, é assembly.


o thin driver da oracle é java puro.
juliocbq wrote:
Rafael Nunes wrote:
juliocbq wrote:
É porque normalmente o io usa jni em bibliotecas nativas. Nesse ponto você perde desempenho por causa dele. O chamado Overhead(O tempo que leva um método para executar um outro, e assim por diante).


Me referia a I/O de forma geral. Conexões com banco, serialização/deserialização de objetos, rede, chamadas ao MongoDB, requisições HTTP, etc.


Me referi de forma geral também. A maioria delas ae são mapeamentos.

Exemplo: Driver de algum Banco(Mysql ) // A sua conexão com o banco de dados usa uma biblioteca que é um mapeamento de uma nativa.


Jni tem perda de desempenho justamente por causa desse mapeamento(Que é um método dentro de outro, que faz gerar mais código de máquina, e por sua vez leva mais tempo para ser processado).




Você ainda está preso a manipulação, io está mais relacionado ao trabalho do recurso. O Rafael está falando de IO Bloqueante. Da forma convencional não se pode fazer muita coisa além de diminuir o tempo de espera pelo recurso. E a alternativa seria trocar para uma abordagem como node.js, que usa callbacks.
Guerr@ wrote:Minha visão como editor da MundoJ é a seguinte:

Assunto básico != Artigo acessível a iniciantes

Artigos sobre assuntos básicos como coleções e como trabalhar com Strings, além de terem sido abordados nas primeiras edições da revista, podem ser facilmente encontrados em livros e artigos pela internet.

Procuro colocar nos artigos da revista, assuntos mais novos ou abordagens mais recentes. Isso não significa que os artigos são somente para desenvolvedores experientes. Existem diversos artigos que tem como pré-requisito apenas o conhecimento da linguagem Java e que aborda desde o início, os conceitos importantes. Sendo assim, mesmo o assunto sendo avançado, os desenvolvedores mais iniciantes também tem condições de compreender!

Aos iniciantes: não tenham medo de aprender! Tentem que irão se surpreender com sua própria capacidade!



Conheço palestrantes de Scrum que estão repetindo a mesma coisa a 4 ou 5 anos... da mesma forma conheço professores de Java que repetem até a mais tempo. E vocês da revista tem a opção de mesclar outros níveis na mesma edição e ainda reclamam de se tornar repetitivos.
É uma postura arrogante frente ao conhecimento dizer que um inciante pode aprender coisas complicadas se explicadas de forma simples. O fato de abordar problemas complexos usando hello world foi que fez algo tão específico como ejb2 ser colocado em todo lugar.
o top-down da jcp não está acabando, mas sendo substituido... o problema é quem vai fazer o top-down daqui pra frente... se com pessoas competentes já é perigoso, imagine na base da politicagem corporativa....
ViniGodoy wrote:Poder ela tem. O java é dela, ela faz o que quiser.
Agora, se abusar, também temos o poder de mudar de linguagem.


tomara que as empresas também façam o mesmo. assim vai ter mais gente migrando e criando mercado pra ex-programdores java. Ou seja, enquanto entramos em outra linguagem ou plataforma temos ainda como faturar com o conhecimento ultrapassado
quem desenvolve com linguagens interpretadas já está acostumado e preparado pra este cenário. no windows é bem pior.... pelo menos o macos ainda traz python e ruby.
 
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