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andre_salvati wrote:Quantas contradições. Afinal apóia ou não a iniciativa???
kicolobo wrote:Nossa, quanto papo furado.
Estamos discutindo soluções.
kicolobo wrote:
Dizer que o GUJ é ruim por causa de uma única seção no fórum que é a off-topic é uma visão bem micro hein?
Tb não tenho nada contra o off-topic. Pra falar a verdade, os trolls tb não me incomodam, mas a arrogância, a censura e a arbitrariedade de alguns moderadores, isso sim, ah como incomodam!!!
kicolobo wrote:
Indo além: comparações entre GUJ e Stackoverflow, faço uma pergunta: qual foi o fórum que mais ajudou a comunidade de desenvolvimento nacional em todos os tempos? Resposta imediata: GUJ.
Com certeza, o GUJ tem uma bela história. Mas será que ele ainda atende às nossas necessidades. Não podemos tentar algo novo e melhor?? Obviamente isto não é questão de "pagar pau para gringos"...
kicolobo wrote:
Então que tal ao invés de ficarmos neste papo de "vou mandar o guj à merda porque agora temos stack overflow em português" não tomarmos uma atitude mais produtiva e inteligente do tipo "oba, mais algo a ser agregado pra nós, desenvolvedores de lingua portuguesa que temos uma indústria carente de publicações na nossa área"?
Não entendi, aqui vc apóia a idéia depois de descer a lenha em todo mundo!?!? Eh isso!?!?
Oi André, não entendi a contradição.
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Nossa, quanto papo furado.
Dizer que o GUJ é ruim por causa de uma única seção no fórum que é a off-topic é uma visão bem micro hein? E sinceramente, dizer que a seção off-topic é o problema do GUJ ou que não valha à pena é igualmente cretino. Só pra lembrar, a vida do desenvolvedor vai além do mero digitar/compilar código. Há discussões envolvendo mercado de trabalho, vida em geral que ajudam pra daná quem está começando. E o melhor local para estas discussões é o off-topic. Aliás, é minha seção favorita do GUJ, aonde as melhores discussões aparecem.
O papo de "tá de saco cheio do GUJ, agora estamos salvos porque temos o StackOverflow em português" também é mais furado que peneira. Não gosta do GUJ ou de outro fórum qualquer? Então porque perder tempo indo a este fórum postar isto? Não é mais conveniente (e inteligente) simplesmente não acessá-lo?
Indo além: comparações entre GUJ e Stackoverflow, faço uma pergunta: qual foi o fórum que mais ajudou a comunidade de desenvolvimento nacional em todos os tempos? Resposta imediata: GUJ.
Reclamações a respeito dos trolls. Aquele velho papo de "não vou ao guj porque tem troll". Sinto muito meu amigo, mas a fase solipsista termina na infância. Chatos há em todos os lugares (inclusive no stack overflow), ou se acostuma a isto ou vai se isolar na montanha. E sinceramente? Nâo acho que estes "trolls" sejam tanto um problema assim, mesmo porquê raríssimas vezes vi uma definição real da coisa, uma definição forte o suficiente que me faça pensar na real existência destes (pra mim realmente não existem).
Sim, existem os adolescentes de espírito que chegam e apenas agridem outros membros. Mas dada a quantidade diária de posts do GUJ, se chegar a 0.1% do total é muito.
Então que tal ao invés de ficarmos neste papo de "vou mandar o guj à merda porque agora temos stack overflow em português" não tomarmos uma atitude mais produtiva e inteligente do tipo "oba, mais algo a ser agregado pra nós, desenvolvedores de lingua portuguesa que temos uma indústria carente de publicações na nossa área"?
(e só pra lembrar: os "trolls" daqui irão migrar pra lá em breve (se já não migraram))
Ou então façam como eu: ao invés de ficar reclamando por ai que não existe algo em português e ficar babando ovo de gringo sem fazer porra nenhuma, simplesmente fiz alguma coisa fomentando as comunidades que são do meu interesse e tirando dinheiro do meu bolso (assim como a Caelum tira do dela) para ajudar e enriquecer quem está no meu país.
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alexafe wrote:Pessoa, andei realizando algumas pesquisas e até que tem mercado para um software de controle de cemitério.
Mas gostaria da opinião de vcs sobre o assunto, ramo, será que vale investir ????
A aplicação seria em Java Server Faces (WEB), etc.
Cara, achei sua idéia excelente. Realmente, é um nicho de mercado que o pessoal simplesmente ignora e, toda vez que precisei lidar com cemitérios, como bom nerd, observei que tudo, absolutamente tudo era feito em Excel/Word ainda.
E há bastante coisa pra gerenciar: pagamento de anuidades, agenda, centro de custos.
O pessoal costuma ignorar o fato de que cemitérios são na realidade uma empresa como qualquer outra.
E: vi uns posts bem idiotas ai no meio, ignore ok? Não representam a maioria.
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Orocildo wrote:Concordo com a ideia geral do tópico. Porém creio que o AUser foi muito feliz no que disse e concordo com ele. Vocês estão citando a Microsoft, mas nem tem como comparar. O perfil profissional de quem usa .NET, dos muitos que conheço, é estilo: "programador mercenário", descomprometidos com tecnologia ou empresa X, grande parte querem mesmo é ganhar dinheiro. Já o pessoal do open source sim, que é ULTRA fanboy. Visitem um evento como FISL em Porto Alegre ou Campus Party em São Paulo e verão a lavagem cerebral das crianças. Muitos palestrantes escancaradamente estabelecem comparativos com as tecnologias da Microsoft, criticando as mesma e fazendo piadas, para alegria da platéia e ao mesmo tempo enaltecendo seu Java, por exemplo.
Mas o resumo da ópera é: É um exagero falar em Microsoft sem olhar para o próprio úmbigo, os "fãnboys xiitas" estão massivamente no mundo "open source".
E eu concordo com você. Aliás, ta ai um fator que ajuda demais a dificultar a adoção de código livre.
Na prática, quando este sujeito vai ser apresentar para um cliente que possua um mínimo de inteligência/experiência acaba queimando o filme de todo o "movimento" (será que a palavra "Movimento" pode ser aplicada a código livre) opensource. Administradores mais sábios pulam fora do barco na hora. E sabe o que é pior? Normalmente criam uma impressão completamente errada do negócio.
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orlandocn wrote:
leoramos wrote:Não, nem umm pouco. Mas qual o motivo pra tu achar isso?
Leia pete mcbrain e vc entenderá
Ah, entrega logo o ouro ai. O que Pete McBrain diz? Não custa nada enriquecer a discussão. Bem melhor do que estas respostas enigmáticas.
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O grande problema com a criação de um conselho é que na prática ele se tornaria apenas mais uma conta pra você pagar que não lhe retornaria nada de realmente valoroso em troca. Eu me pergunto: como seria este conselho de classe? Quais as exigências que precisaríamos cumprir para poder entrar nele? Ser formado (eu por exemplo não poderia entrar, mesmo tendo 15 anos de experiência, pois só formo no final deste ano)?
Por outro lado, um conselho ajudaria a evitar a putaria que fazemos hoje com estagiários, que são tratados como profissionais gabaritados em uma imensa gama de empresas. Também ajudaria a definir um piso mínimo salarial, o que é interessante também.
A raíz do problema na minha opinião é muito simples: TI é uma das áreas mais irresponsáveis que existem hoje no mercado e, se depender dele, vai continuar sendo por muito tempo. Enquanto não houver um padrão bem estabelecido do que vêm a ser qualidade de software para o CONSUMIDOR (não para os técnicos), como um Inmetro ou coisa similar, a coisa não vai andar. Aliás, ta ai: acho muito mais interessante a criação de um padrão de qualidade de software como primeiro passo. Se este fosse bem aceito, de cara a quantidade de profissionais ruins seria excluida do mercado por "darwinismo".
Com a aceitação deste padrão, de cara a visão que as outras áreas tem de TI mudaria e putarias como esta diminuiriam.
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LeSimoes wrote:Infelizmente isso é algo normal e puramente planejado pelas empresas, afinal as empresas criam produtos para serem comercializados, e simplificando o processo, o consumidor tem que escolher um ou outro produto, não dá pra consumir tudo o tempo todo. Por isso as empresas trabalham no marketing do produto, seja ele levando o consumidor a um nível de pleno de status, seja alegando com a sua ferramenta é a melhor e mais amplamente testada, ou alegando que a sua ferramente é grátis e totalmente portavel.
Mas há algo de bom na fidelização do cliente, a Microsoft por exemplo, foi dito em alguns dos posts que ela faz eventos para a criação de fanboys, isso pode até ser verdade, mas também é verdade que aqui no Brasil a Microsoft disponibiliza diversos treinamentos gratuítos, com o S2B, que em algumas cidades é um treinamento presencial e gratuíto, além de outras formas de treinamentos grátis e totalmente em português. Com certeza esses treinamentos são parte de um programa para criar profissionais em ferramentas Microsoft, claro! Mas esses programas possuem um lado muito positivo para quem é treinado.
Mas ai é que tá o ponto: quem trabalha com TI não é um consumidor convencional, visto que normalmente nós "compramos" para outra pessoa, no caso, o cliente. Dado que na essência do nosso trabalho está a racionalidade que deve ser aplicada na escolha das tecnologias que usamos, a partir do momento em que a paixão entra em cena, quem se ferra é o cliente.
No caso, esta "fidelização" nem é tão boa assim pra quem está sendo privilegiado com esta galerinha de fiéis, porque como estes muitas vezes fazem a escolha errada para seus clientes, quem fica com o filme queimado, além do fanboy, é a própria empresa que ele tanto defendia.
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Pois é: a maior dificuldade do Karaf irônicamente é o próprio OSGi.
Você tem duas opções quando trabalha com ele:
* Sua aplicação inicia um container OSGi e o usa como um cliente (excelente pra aplicações desktop ou que possam ser executadas FORA de um servidor de aplicações)
* Sua aplicação está inteirinha executada dentro do container OSGi (bacana quando você quer que seu servidor de aplicações seja O container OSGi)
Com relação à web, já vi duas abordagens:
* Você inclui um container web dentro do container OSGi
* Você embarca o container OSGi dentro da sua aplicação web (ai você vai ter um container OSGi dentro de um war, que por sua vez está dentro de um servidor de aplicações, a pior coisa que você pode fazer na sua vida)
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A palavra "evangelizador" já diz muita coisa.
Você pega as táticas de marketing destes sujeitos, por exemplo, Apple, e algo fica nítido: o produto em si não é tão importante, o mais importante é o estilo de vida que eles dizem ser o "mais bacana". Interessante é que este negócio é muito explícito, e não tem nada de teoria da conspiração.
O John Sculley, que foi o sujeito que chutou a bunda do Steve Jobs (e que foi contratado pelo próprio Jobs que o via como um ídolo) diz isto abertamente: quando era presidente da Pepsi, percebeu que as pessoas quando recebiam visitas em casa e tinham Coca-Cola na geladeira, pegavam a garrafa de Coca e levavam para a sala. Quando tinham Pepsi, levavam só os copos e deixavam a Pepsi na geladeira.
Então ele desenvolveu o conceito da "Pepsi Generation", que basicamente salvou a empresa e foi uma das maiores inovações de marketing da história. O mesmo comportamento nós vemos com a Apple. Programadores quando não tem um Mac, expõem apenas o código fonte, no entanto o fanboy faz questão de mostrar que fez num mac expondo um printscreen (não estou generalizando). Reparem isto.
O que acho mais triste neste tipo de fanboy fantoche é que o tempo que o sujeito gasta com um objeto de consumo, defendendo-o e tal normalmente é tempo jogado fora. Muito mais interessante seria se usasse este tempo na própria formação, não necessariamente acadêmica, mas repensando o próprio modo como vive, saca?
Sei não: cada vez mais eu tenho visto uma geração de idiotas metidos a inteligentes surgindo, e isto me assusta. Um pessoal com olhar arrogante pro resto que se acha superior devido ao seu objeto de adoração mas na prática não passam de um bando de cretinos (cretino é A palavra) incapazes de ver a realidade (se é que há uma) como é de fato.
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A grande vantagem do Karaf é que é muito leve e fácil de instalar. Não tive grandes dificuldades com ele. A única coisa chata é você se adaptar a todos os serviços que ele oferece, que nem sempre são tão bem documentados assim.
E o bicho funciona muito bem em produção: trabalhei em um projeto de telecom que processa milhões de transações por dia sem gritar.
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Uau, quanto feedback positivo! Valeu (confesso que queria algum criticismo, mas este ainda vêm por ai ).
Bom, por acaso topei na Internet com este vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=V2GqU6fdjeQ&feature=related
Trata da descoberta dos quase-cristais. O que achei interessante é que trata-se do mesmo comportamento que descrevi, só que aplicado pela cadeia dominante da comunidade científica.
Eu não conhecia, mas pelo que pude aprender, os quase-cristais são usados hoje na fabricação de metais incrívelmente resistentes e afiados e, quando descobertos pela primeira vez, práticamente destruiram a carreira do seu descobridor, pois iam contra a visão corrente. As pessoas sequer pensavam na hipótese: de cara a descartavam e o ridicularizavam pelo que estava proposto (e muita gente graúda, incluindo ganhadores do Nobel).
Vale muito à pena assistir. Fica a dica!
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Se for Groovy, você faz com uma mão nas costas se estiver trabalhando com Grails.
Se for Java, você faz com uma mão nas costas e algumas anotações se quiser usar JAX-WS (WS*) ou JAX-RS (REST)
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Sinceramente sou contra esta visão que impera no desenvolvimento da linguagem Java do tipo "os outros tem eu tenho de ter também".
A consequencia disto é termos uma linguagem muito mais difícil de manter.
Muito mais interessante pra mim são coisas como melhorias na JVM que permitam a outras linguagens que não sejam Java poderem ser escritas.
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ViniGodoy wrote:Acho o artigo obsoleto pq o Java é o máximow e agora não teim mais pq discutir por tecnologia, pq agora temos uma perfeita ae.
Vlw.
Uah! ha ha ha ha ha ha ha!
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Nos últimos dias estive pensando a respeito do impacto negativo que um fanboy pode trazer para a área de TI.
Então terminou gerando um post no meu blog, que gostaria de saber a opinião de vocês
http://www.itexto.net/devkico/?p=1082
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