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GridBagLayout?! Eca!
Raul, dia desses se tiver tempo, experimenta isso.
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Bem, eu demorava séculos para fazer qualquer tela de formulário um pouco mais complicada com o Matisse, e um ai! de dor se tivesse que acrescentar mais algum campo no meio da tela. O Matisse zoava tudo.
Além de tudo, falta controles importantes para posicionar os componentes na tela, por exemplo, dizer esse um pega 25% da tela, esse outro pega 75%.
Por isso, agora eu passo longe do Matisse e prefiro programar na unha com o Eclipse e o JGoodies. Outra coisa que me fazia passar mal é quando eu mudo o nome de um componente gráfico que havia adicionado no Matisse ou colocado a classe em outro pacote. Não é verdade que programar para Swing É mais produtivo no NetBeans. Pode ser pra uns, mas não pra outros. O Kirill Grouchnikov, owner do look and feel Substance, usa Eclipse. O Karsten Lentzsch, do JGoodies, também.
E particularmente também não gosto do editor de JSF do NetBeans, por causa do código gerado e porque sinto que perco um pouco do controle do que faço.
O pior no NetBeans é o desempenho. Não adianta ter 7.987.541 funcionalidades se você tem que esperar um minuto só pra aparecer o javadoc de um método. Se melhorarem isso, realmente será um grande avanço. Mas só acredito vendo, porque, como disseram antes, em todo release o NetBeans ganha pelo menos 30% de melhora na performance.
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Valeu pela ajuda!
E não é que eu me esqueci de instalar o JDK na empolgação de configurar tudo aqui?
E lá vamos nós programar com Swing no Eclipse (sic) no Ubuntu!
Aliás, tava com o Vista instalado, executei o Netbeans... Bem, é melhor eu não dizer mais nada. Vai que algum evangelista xingue minha mãe.
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Olá!
Alguém que tenha experiência com BIRT pode comentar sobre essa solução?
Curva de aprendizagem, flexibilidade, aparência, limitações, etc?
A minha equipe tem usado JFreeReport e já passamos do limite da ferramenta para gerar os relatórios gerenciais e de BI impressos que nos são requisitados. Isso equivale a dizer que estamos usando essa ferramenta de maneiras inimagináveis pelo autor, verdadeiras gambiarras, para que fique igualzinho, igualzinho ao modelo desenhado em Excel pelos consultores.
Temos cogitado trocar o JFreeReport, por isso pergunto sobre o BIRT.
Desde já agradeço a colaboração.
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rmarin wrote:Vai dizer que você nunca inventou uma estatística na hora?
O melhor é dizer 'a grande maioria dos casos', mas as vezes a gente usa '90%'.
Quando queremos causar impacto dizemos '99%', e quando estamos obcecados '99,99999...% '.
Querem impacto?
Que tal 100% das aplicações Java EE não tem nada haver com Web, nem são simples? E aí? Está certo isso?
Pois essa é a minha realidade. Mas teve impacto, né?
Quando penso que estou numa discussão séria, procuro embasar informações, porque argumentos e conclusões vão ser feitos em cima disso.
Eu levo a sério as conversas aqui, se alguns não levam...
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pcalcado wrote:Perfeito, mas já que 99% das aplicações são simples sistemas web com backend relacional não seria melhor racionalizar este esquema? É como lidamos com sistemas: primeiro implementamos o que as pessoas usam, depois o resto.
Talvez 99% do que você tenha participado ou ouvido falar. De onde você tira essas estatísticas?
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Esperava que fosse mais simples de usar e de entender, que não precisasse disparar eventos no model, que a definição dos campos de binding não fosse através de String, bla, bla, bla, já que são as críticas comuns. Parte disso é culpa da própria limitação da linguagem Java, parte é da specificação mesmo.
Achei que fica ainda mais difícil separar apresentação do model e também é difícil fazer binding de outros componentes que não Swing, como o SwingX, L2FProd, Flamingo, mais a infinidade que existem por aí. Essa última questão é a mais triste.
Quero ver quando vai sair suporte para binding no JXTree!
Mas também não estou condenando o Beans Binding, é que eu estava esperando muito mais.
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chun wrote:... e o Beans Binding tá ficando realmente muito legal 
Eu estou decepcionado com binding em Swing, mais porque prometeram tanto que acabei esperando demais. Isso inclusive com o suporte do NetBeans.
Mais sincero é o Karsten Lentzsch que já diz na lata que binding com o JGoodies é só para cerca de 30% dos projetos e ainda requer a presença de um especialista.
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Chun, aquele programinha está feio mesmo.
Mas não é um negócio sério, apenas uma amostra dos novos recursos do NetBeans, Swing Application Framework e Beans Binding.
Jogaram tudo numa classe só para ficar mais fácil de entender. Acho que a turma do NetBeans está focando em iniciantes (e a Sun contando que muitos ainda vão aprender Java).
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Kenobi wrote:é meu caro, acabar não acabou, mas que vai reduzir ao máximo vai !!
Não diga!!
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rodrigoy wrote:
lavh wrote:
Concordo com vc. Só não entendi a sua analogia com os engenheiros, a profissão está longe de acabar e engenheiro não ganha 1500 por mês nem aqui nem na China.(Tah bom, na China tvz ganhe...hehehe)
Estou me referindo a engenharia tradicional (civil, mecânica, como exemplo). A uns 15 anos atrás todo mundo queria ser engenheiro civil, eng. mecânico. Entupiram as universidades e hoje estão aí ou desempregados ou prestando concurso público. Eles ganham bem pouco. Com uns 3 anos de experiência é capaz que ganhem R$ 1.500 (conheço alguns). Muitos engenheiros são só projetistas. O advento da tecnologia CAD mudou muito.
Já pensou que além do CAD podem ter n fatores envolvidos numa redução salarial (política, economia)? Tecnologia é só um entre os fatores.
Já disseram também que robôs iriam acabar com operários, que softwares iriam acabar com trabalhadores... Acabou?
Se for continuar com esse raciocínio, as IDEs estão contribuindo para o desemprego.
É esperar para ver.
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Talvez eu esteja viajando, mas na minha opinião, vão precisar cada vez mais de programadores.
E, se essas ferramentas vierema ter sucesso, talvez aí precisem de mais programadores ainda (para arrumar a casa depois de toneladas de código praticamente cuspidos).
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Talvez suas dificuldades sejam motivados pelo fato de que você não precisa de MVC. Já pensou nisso?
Segue um link que pode te ajudar.
http://www.martinfowler.com/eaaDev/PresentationModel.html
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Eu também não gosto desse tipo de ferramenta. Já tentaram me empurrar o Genexus e, quando disse "não obrigado", me olharam com espanto.
Minha faculdade (FATEC) tinha uma espécie de acordo com a empresa que fornece Genexus e tinha alguns cursos e palestras sobre o assunto. Resumindo, dos dois que conheço e fizeram o curso, ambos foram empregados bem rápido, até antes de terminar o curso. Um pela Accenture (se eu não me engano), outro por uma franquia de dentistas.
Não sei quanto eles ganhavam, nem se estão por lá até hoje. Eu acho que essas ferramentas são feitas para atrair gerentes de projetos, e elas fazem bem isso. Principalmente gerente de projetos que praticamente só pensam em custos no curto prazo / tempo de desenvolvimento.
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É, acho que está na hora de colocar minhas mãos no AspectJ... Valeu pelo exemplo.
Você vai utilizar um aplicativo desktop ou web para mostrar o tratamento de exceções com AOP no seu tutorial pro GUJ?
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