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Sim, o git é mais rápido. Mesmo usando o github.
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Eu já programei pra JME e já programei Android, e discordo do Adriano.
Se o cara quer programar JME, e for um tipo de aplicação que não demanda muito recurso do celular, ele vai ter mais público com JME. Existe até aplicativo Android que possibilida rodar aplicações JME dentro dele.
Havendo opção o ideal é ter seu programa rodando em todas as plataformas, disponível em todos os Markets, etc. Mas se é pra escolher um, a escolha não pode ser feita simplesmente na base de "ah, o crescimento do Android é maior do que o do JME". Tem que ver outros aspectos também do público alvo.
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pedro.parreira wrote:NOSSA... passar com o Humes é mto foda, vc chegou a ir para a rec?
Nem, o Humes deu tipo meio ponto a mais ou algo assim pra quem tinha feito as listas e aí com isso minha média ficou uns 5.3 e passei direto - com a segunda maior nota da sala... hahaha
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pedro.parreira wrote:Nossa, não sei como você passou em Prog. Lin. de primeira. 
Eu fiz melhor do que passar de primeira, passei na vez "-1"
Como eu sabia das chances de não passar na matéria, eu fiz com a turma da computação, em semestre ímpar, já pensando na possibilidade de ter que refazer com a minha turma, mas no fim fui uma das cinco pessoas que passou com o Humes naquele semestre... hehe
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Eu fiz o BMAC em 3 anos (peguei a habilitação da ECA, que tinha mais flexibilidade de horário). Mas realmente tentar fazer o BMAC enquanto trabalha provavelmente vai aumentar seu tempo de formatura.
E se você está pensando em largar uma faculdade de bacharelado em matemática pra ir pra uma de tecnólogo de processamento de dados, deve ser porque você não curte muito matemática mesmo, então não adianta ficar lá sofrendo com as matérias difíceis. Você já tem seu primeiro emprego, e ao que me parece no mercado atual experiência é mais importante do que diploma. Aliás, digo mais, se sair a tal lei do Analista de Sistemas, o BMAC não vai te ajudar em nada a exercer a profissão.
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Você trabalhava na empresa diretamente ou numa empresa de consultoria que prestava serviço para ela?
Acho que se você trabalha na empresa e não coloca nenhum detalhe confidencial não tem problema colocar o nome dela, faz parte do currículo mesmo, é normal as pessoas saberem quem é seu empregador. Mas se você trabalha em consultoria, aí nunca deve colocar o nome do cliente. No meu eu colocava tipo "em empresa de varejo", "em empresa de telecomunicações", etc.
Mas também vai depender de quanto detalhe você está fornecendo sbre o que você fez. Por exemplo, se você ver meu currículo, lá vai estar escrito que trabalhei nos sistemas da plataforma de cobrança do UOL. Mas não está escrito que application server eles usam nem nada do tipo, então qual seria o problema?
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Perfeitas as dicas acima, é isso mesmo!
Há várias empresas que contratam gente sem experiência alguma e estão dispostas a treinar, como por exemplo algumas consultorias, mas se você puder apresentar algo que você tenha feito, mesmo que fora de um contrato de trabalho, para muita gente isso será suficiente.
Eu, por exemplo, vou precisar contratar alguém pra trabalhar com Web Analytics em breve, e vou colocar como requisito que a pessoa já tenha desenvolvido algum projeto com uma API aberta. É bastante raro hoje em dia encontrar alguém que trabalhe com essas APIs, mas não custa nada sentar na frente do computador um fim de semana e tentar bolar algo (vide eventos como o Yahoo Hack Day), então é esse tipo de perfil que vou procurar.
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Não vejo problema algum em deixar tudo em um HD externo.
Eu não faço isso, mas no mac e no linux eu coloco todas as coisas que uso para programar num diretório /opt/dev. Principalmente no caso do Linux, em que deixo o /opt numa partição separada, é bem útil pra ter certeza de que, após uma atualização manual, minhas coisas vão estar intactas e prontas pra usar. Também acho melhor ter controle e saber onde estão minhas ferramentas de trabalho do que delegar isso para um gerenciador de pacotes qualquer.
No seu caso, a única coisa que você vai precisar lembrar é de configurar variáveis de ambiente que possam vir a ser necessárias em uma máquina nova que você for usar.
Ah, e não se esqueça de ter um backup, sair andando por aí com a única cópia dos seus arquivos pode não ser a melhor das idéias
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Vou dar uma ressucitada no tópico...
Que raiva desse Python jurássico que roda no AppEngine que torna um inferno trabalhar com acentuação ou com qualquer coisa Unicode!!!
pronto
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O blueprint do Java EE não era aquela Pet Store?
Brincadeira, mas a Apache tem um projeto com trocentas coisas, incluindo a parte de e-commerce: http://ofbiz.apache.org/
Outro open source famosinho é o http://www.jadasite.com/
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Vocês estão bem tradicionais! hehe
Eu diria: atualize seu LinkedIn, faça contatos, participe de fóruns/listas de e-mail, escreva um blog, tenha um twitter com assuntos relacionados à sua área de interesse, e por aí vai...
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lainetti wrote:minhas duvidas existenciais consistem em:
insisto em SOA/BPM procurando outra empresa?
mudo para web para ter maior poder de escolha de ambiente?
monto um pet shop ou vou criar galinha no interior? rs
Eu já trabalhei um tanto em empresa de consultoria, aí cansei dessa coisa de "trabalhar" e fui pra um esquema de vida mais alternativo (meio acadêmico) e aí cansei da vida de pobre e fui pra empresa de internet. Após passar por duas delas, que sem dúvida foram experiências muito mais agradáveis e gratificantes do que a que tive em consultoria, me afastei da área de TI para trabalhar em web analytics em uma empresa de e-commerce, que é uma área que sempre me interessou mas até então não havia tido boas oportunidades para entrar nela.
Então o que eu tenho a dizer, em primeiro lugar, é que mudança é bom e não precisa ter medo na situação atual do mercado. E se você trabalha em alguma coisa que é mais próxima ao core business da empresa sua vida tende a ser melhor. Então para trabalhar em TI eu gosto da idéia de trabalhar em empresa de internet, e para isso talvez web seja melhor do que SOA/BPM.
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Talvez seja porque programador optante pelo Simples já está fazendo gambi desde o início
Não poderá optar pelo Simples, pessoa jurídica:
(...)
k) que preste serviços profissionais de corretor, representante comercial, despachante, ator,empresário, diretor ou produtor de espetáculos, cantor, músico, dançarino, médico, dentista, enfermeiro, veterinário, engenheiro, arquiteto, físico, químico, economista, contador, auditor, consultor, estatístico, administrador, programador, analista de sistema, advogado, psicólogo, professor, jornalista, publicitário, fisicultor, ou assemelhados, e de qualquer outra profissão cujo exercício dependa de habilitação profissional legalmente exigida;
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Effective Java - Cap. 3 - itens 8 e 9!
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RafaelViana wrote:Por que converter para Java? Tem alguma situação específica que o Python não é tão adequado quanto o Java?
P.S: Pergunto isso, pois sempre é bom saber o que cada linguagem pode ou não pode.
Sim, o projeto que eu estou convertendo é o http://www.horaagora.com
Uma parte que ficou bem meia boca é o mapa com conversão de timezones, e a conversão de horário de verão já deu pau mais de uma vez (por burrice minha, mas se eu não tivesse que ter escrito meu próprio código provavelmente funcionaria). No Python, ao contrário do Java, essa parte de timezones é uma biblioteca à parte, e é uma biblioteca com trocentos arquivos com classes com inicialização "estática" quando carrega o programa o que, no GAE, basicamente acontece a cada acesso a app. Eu expliquei um pouco melhor o lance no blog do projeto. Então para fazer um lance sério de conversão de horários eu teria que ou adaptar muito a biblioteca do Python pra colocar dentro do meu projeto ou fazer em Java, e refazer em Java está me parecendo bem mais simples. Mesmo porque, na real, não tem quase nada de código server side nesse projeto, é quase tudo JavaScript mesmo. Eu já cheguei a fazer um webservice de conversão de timezone que eu poderia chamar a partir do Python, mas ia ficar tosco e lento demais, então melhor terminar de passar o pouquinho de código que tem pra dentro do Java e usar tudo de lá.
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