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ViniGodoy wrote:Isso aí não é uma proposta de regulamentação, e sim uma convenção coletiva de trabalho. O sindicato tentará assinar com empresas
Mas isso teria algum valor jurídico no final das contas? Pq o que eu entendo como somente "assinar" com empresas, na prática deve significar a mesma coisa que uma regulamentação. Não seria isso? Essas "sutilezas" da lei é que são bastante confusas...
Também concordo que uma regulamentação traria mais problemas do que benefícios. E o pior são aqueles problemas que ninguém consegue prever, mas quando vai ver a coisa já tá valendo e a M já está feita. Pra voltar atrás fica inviável.
Ainda mais sendo em uma situação onde quem está propondo isso dificilmente o está fazendo para melhorar a vida da classe, duvido muito que haverá algum tipo de fiscalização. Seria mudar da água pro vinho. Hoje em dia só se nota a existência desses sindicatos na hora do desconto no contra-cheque, então acho que depois de uma hipotética regulamentação não mudaria muita coisa.
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marcosalex wrote:Teve uma outra vez que quis participar de um torneio de barco e usou um tão moderno que deixou todo mundo pra trás. Quando chegou, foi correndo buscar seu caça e saiu dando rasantes no mar pra 'fazer vento' e ajudar os competidores.
Já li essa história. Acho que esse lance do caça não foi pra fazer vento, mas sim pra tirar onda com a cara dos outros competidores.
Não sei se ser excêntrico é necessariamente uma coisa ruim. Creio que não, mas não tenho certeza.
Nesse caso, não se espera que um cara que é um mega-empresário, dono de uma das maiores companhias do mundo, multi-bilionário, desça do seu "trono" e tenha a decisão individual de comprar um torneio de tênis. Claro que eventos esportivos em geral têm e precisam de patrocínios, ainda mais no tênis onde as quantias sempre são bem altas, mas normalmente esses vínculos são feitos de forma mais formal. Do jeito que ele fez acaba dando mais uma "reforçada" na imagem excêntrica dele.
De qualquer forma, achei uma atitude legal.
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furutani wrote:Eu fiz ciencia da computação e tive a matéria de compiladores. Muito interessante diga-se de passagem.
++
No caso da minha faculdade a matéria não foi muito a fundo, mas mais por falta de interesse da grande maioria dos alunos (e de conhecimento também) do que por outra coisa. Mas é um dos assuntos que eu mais gosto, tanto que acabei comprando dois livros referentes ao assunto depois do término da cadeira.
No mais, concordo com o David Buzatto.
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A maioria dessas coisas do PDF já não são garantidas pela CLT?
Acho engraçado quando tentam classificar os cargos existentes em computação. Eles tentam, mas acabam deixando vários em aberto e outros genéricos demais, abrindo espaço pra interpretações duvidosas.
Espero que essa regulamentação nunca aconteça. Claramente é uma tentativa a mais de controle (no pior sentido da palavra) por parte de alguns órgãos e creio que não vá trazer nada de útil pras nossas vidas, pelo contrário.
Como já dizia o velho sábio: se não tem solução, solucionado está.
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Feliz nova década para todos!
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Bom, sei que não tem nada a ver com Java, mas, tem a ver com a Oracle e com a conhecida extravagância do Ellison. E também porque sou muito fã de tênis.
OBS.: se os moderadores não concordarem com o post, OK em bloquear, apagar etc. No hard feelings.
Bilionário compra e salva o Masters 1000 de Indian Wells
Larry Ellison promete realizar o evento esportivo mais moderno do planeta
A Associação dos Tenistas Profissionais (ATP), informou a venda dos direitos do tradicional Masters 1000 de Indian Wells, realizado deste 1976 nos Estados Unidos, para o empresário norte-americano Larry Ellison, co-fundador e CEO da Oracle Corporation, apontado pela revista Forbes como um dos cinco homens mais ricos do mundo.
O negócio garante a realização da 35ª edição do evento entre os dias 8 e 21 de março de 2010. Sem patrocínio, a competição destinada para os principais jogadores da temporada poderia ser retirada do calendário de torneios do circuito profissional.
Conhecido por sua excentricidade, Ellison prometeu tornar o Masters 1000 de Indian Wells o evento mais moderno do circuito. "Quem me conhece sabe que eu amo tênis e jogo regularmente. Este torneio tem um fundamento extremamente sólido, incluindo um excelente local. Vamos garantir o Masters aqui para receber os melhores jogadores do mundo. Transformaremos Indian Wells no maior evento esportivo do planeta e investiremos o que for preciso para isso", disse Ellison.
"Não temos palavras para agradecer o senhor Elisson, falo apenas que estamos honrados de tê-lo conosco no circuito", disse Adam Helfant, presidente da ATP.
Fonte:
http://tenisshow.clicrbs.com.br/noticias_det.php?noticia=31090
http://www.latimes.com/sports/la-sp-indian-wells-tennis23-2009dec23,0,658969.column
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Sei lá, mas acho que todo o procedimento de criação de um JAR, apenas para realizar um pequeno teste, pra uma pessoa que está começando com Java, creio que acaba tirando um pouco o foco do que essa pessoa realmente quer, que é só ver seu pequeno teste funcionando corretamente.
Claro que é uma opção pra projetos maiores, mas é muita informação ao mesmo tempo e isso com certeza acaba confundindo e no final das contas acaba causando uma certa frustração ao ver que para fazer algo tão simples é preciso tanta configuração, tanto conhecimento secundário/externo etc.
Acho que isso pode ser resolvido de forma bem mais simples e rápida, com o comando no terminal do Linux, apenas acrescentando o parâmetro com o caminho do Jar do driver do banco, que creio que seja sua única dependência externa no momento.
java -classpath .:/usr/share/java/postgresql-jdbc3.jar Teste
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Você instalou o Tomcat que vem no Synaptic ou baixou na mão?
Se instalou o do Synaptic, o serviço do Tomcat é iniciado no boot do Linux. O próprio Synaptic configura isso.
No meu Ubuntu eu tenho as duas situações, mas desabilitei o serviço automático. Quando rodo na mão ele está OK, sem problema nenhum.
No seu caso não sei o que pode ser. Talvez tente o seguinte comando, para apontar qual o JDK padrão do seu Linux:
update-alternatives --config java
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Bom, apesar de eu achar que existem lugares mais apropriados para isso, acho válida a idéia. Várias empresas já estão fazendo isso.
Só não sei pq algumas empresas usam o twitter pra divulgar suas "notícias", geralmente de lucros astronômicos. De coisas ruins de dentro da empresa eles não falam né... 
Deixa pra lá... pensei alto demais... 
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Mostra o comando que você está rodando no Terminal. Você indicou o caminho do driver do banco no comando?
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Quem acha que programador Cobol ganha bem vai tomar um tremendo susto na hora que entrar no mercado. Não acreditem em ilusões. Poucos ganham bem, normalmente os com décadas de experiência nas costas, mas a grande maioria ganha menos que a média dos programadores Java, se quiserem usar alguma comparação.
Os profissionais Cobol estão realmente sumindo do mercado. Alguns estão se aposentando, alguns estão morrendo, outros trocaram de área e uns poucos mudaram de tecnologia, buscando algo mais na carreira.
Várias empresas já estão fazendo há alguns anos esse esquema de parceria com universidades para buscar novos profissionais. Por um lado, elas estão visando preencher as vagas que aos poucos estão aparecendo e por outro estão visando achatar os salários do mercado.
Pra um garoto de 17~20 anos, que mal entrou na faculdade e provavelmente nunca trabalhou na vida, de repente começar a ganhar 1000 reais por mês é algo incrível. Mas digamos que, com 3 anos na área, essa pessoa já se considere pleno, ou até sênior, e estando na mesma empresa, vai estar ganhando quanto? 2, 3 mil reais? Levando-se em consideração que o círculo de empresas que trabalham com Cobol é restrito... quando o cara quiser trocar de empresa, não vai conseguir mais do que isso.
É isso que as empresas estão visando: baixar o teto salarial da galera de Cobol. Não acreditem em ilusões, essas empresas não fazem nada de graça. Ainda mais se tratando de seguradoras, bancos... nossa, esses são os mais gananciosos. Se dependesse deles ainda existiria escravidão. Então não se iludam.
No geral, acho que hoje em dia começar a trabalhar com Cobol é algo extremamente desaconselhável (pra não dizer outra coisa).
O que eu vejo de desvantagem trabalhando com Cobol:
- Pra quem gosta de evoluir na parte técnica da carreira, é péssimo;
- Pra quem não é acomodado, é péssimo;
- Pra quem quer trabalhar em ambientes onde se busquem melhores práticas, formas mais eficientes de desenvolvimento etc, é péssimo;
- Não está pagando tão bem quanto antigamente, pelo contrário;
O que vejo de vantagem trabalhando com Cobol:
- Pra quem tem um perfil mais acomodado, não quer ficar correndo atrás de se atualizar toda hora, é ótimo;
- É um círculo relativamente fechado mesmo. Quem consegue entrar nesse círculo, e gosta desse esquema de panela, consegue sobreviver;
- ??? (não consigo ver outras vantagens)
lavh wrote:Ah, e diz a lenda, que só existe um programa de Cobol que foi criado do 0. Todos os outros foram copiados e adaptados desse...heheheh Pelo pouco que sei, se vc for pra Cobol, essa vai ser uma realidade pra vc, dificilmente vc vai fazer algo novo, na maior do tempo vc vai estar alterando programas já existentes.
bestlinux wrote:Não sei se é coincidencia, mas os programadores Cobol que conheci, sabem Cobol e APENAS Cobol, e com isso, ele querem fica a vida toda.
Infelizmente isso é uma realidade. Claro que existem exceções, mas em geral é assim mesmo.
pinto wrote:Este é um motivo para invejarmos os profissionais do mainframe. Um cara que trabalhou há dez anos com Cobol pode voltar hoje ao mercado de trabalho, ganhando tanto quanto um outro que sabe Java e apenas Java, e que, se ficar seis meses sem se atualizar, tá fora.
Sinceramente não vejo porque isso seja motivo para invejar. Pra quem tem um perfil acomodado, realmente é ótimo. Mas caso contrário, não vejo nada de bom nisso.
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Bom, tentei fazer a instalação no Windows Vista e não consegui. Aparentemente tive o mesmo problema que você teve.
Ainda não sei o que aconteceu. Procurei sobre informações na internet mas, até agora, nada relevante. Nenhuma informação sobre algum tipo de incompatibilidade com o Vista.
O que tentei além disso foi descompactar o executável, e rodar direto o setup.exe que tem dentro dele. O erro gerado foi o do arquivo anexado ao post. Provavelmente o descompactador do setup passa mais alguma informação para esse executável, mas aí fica complicado saber rápido.
Não tenho um Windows XP disponível agora para realizar mais testes.
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Bom, a solução mais rápida é apagar o próprio arquivo .cvsignore, commitar a pasta, e depois adicionar o arquivo ignorado de volta ao repositório.
Agora, se mais de um arquivo for apontado pelo .cvsignore, não me lembro como proceder para "des-ignorar" somente um. Claro que deve haver um jeito mais simples do que editar o .cvsignore na mão, mas agora realmente não me lembro, já que tem um bom tempo que não trabalho com CVS.
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Qual é o seu Windows?
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Tenta rodar essa instalação a partir do console (quer dizer, do prompt de comando do Windows) pra ver se algum erro está sendo reportado lá. Se for o caso, posta o erro aqui.
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