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Boas experiencias ate agora... tem mais info aqui:

http://martinfowler.com/bliki/VersionControlTools.html
Nao pense em testar uma classe: teste uma funcionalidade, quaisquer sejam as classes necessarias para que a funcionalidade exista sem bugs.

Deixa de ser unit testing, mas ajuda *bastante*.
mochuara wrote:Basicamente, ser programador Ruby é estar restrito a desenvolvimento web.


Claro, claro: http://gilesbowkett.blogspot.com/2008/02/archaeopteryx-ruby-midi-generator.html
microchip wrote:ThoughtWorks - Pagam salários abaixos do mercado e tentam compensar com o aprendizado, viagens e com o fator "TW" e Martin Fowler. Vale a pena como aprendizado ou se tu conseguir entrar como sênior, pois dae é outro nível de salário.


Nao sei exatamente quais faixas salariais vc tem pesquisado ou visto por ai, mas ia ser uma boa compartilhar

Eu ajudo a ThoughtWorks aqui em Porto Alegre a manter o pé no chão com relação ao mercado local, e posso ter viajado em algum ponto... mas pra corrigir isso eu preciso de uma fonte boa de faixas de salario no mercado de TI (o que é um INFERNO de se conseguir aqui no Brasil, diga-se de passagem).

Quanto aos demais itens, sim ? pelo que eu vi ate agora, um ano de ThoughtWorks vale uns 3 ou 4 numa empresa mais parada, e o multiculturalismo eh uma das coisas que mais me cativa aqui.
Nos seus testes, o que deu pra concluir ate agora?
Oi Frango!

Rolam vagas pra galera com menos experiencia, sim. 1~2 anos tá no ponto
mario.fts wrote:CV, até quando vai esse processo, vcs tem alguma data limite para as inscrições?


Nao eh um concurso publico

Vamos continuar contratando ate deixar de precsiar de mais gente... que se bobear nao vai acontecer ate meados do ano que vem.
FelipeRs wrote:fiquei sabendo que a ThoughtWorks vai ter um escritório no Tecnopuc também, será que no futuro haverá vagas para estagiários ? ou só para desenvolvedores no nivel jedi?


Tem vagas pra estagio rolando, já. Não sei se estão no site, mas mande o currículo mencionando isso
gcobr wrote:Eu concordo com o que o CV disse. Porém, todos nós sabemos que no Brasil existem tantas contratações PJ porque os impostos trabalhistas da CLT são tão altos que o custo de contratar gente suficientemente qualificada via CLT é tão alto que torna o projeto caro demais para a empresa cliente. E sempre haverá um concorrente que vai ganhar a RFP porque tem um custo menor por contratar desenvolvedores como PJ.


Boa parte dos nossos clientes sabe que a TW nao eh pra body shopping, mas sim pra projetos criticos. Pq a gente cobra caro, e entrega direito. Nesses projetos, cortar custo nao eh lah a coisa mais inteligente a se fazer, e clientes nao sao SEMPRE burros em relacao a isso. A gente espera encontrar alguns assim por aqui tambem

gcobr wrote:A empresa tem intenção de participar de concorrências públicas para fornecer software para grandes compradores como bancos e empresas de telecom? Nesse tipo de concorrência, que é praticada inclusive por muitas empresas privadas, o custo tem um peso bem grande.


Um historico de nao foder projetos e jogar dinheiro pelo ralo tem um peso maior ainda, depois de estabelecido. A gente tem isso em Londres, Chicago e algumas outras cidades, e nao duvido que POA seja assim num futuro proximo. Vamos ver no que da.

gcobr wrote:O que os empresários britânicos da ThoughtWorks acham da carga tributária alucinante que eles vão ter que enfrentar aqui?


A sede da ThoughtWorks eh em Chicago, nao Londres... e eh logico que alguem acostumado com o sistema tributario americano se espanta. Mas a gente tambem tem escritorio na China e na India, entao...

gcobr wrote:A impressão que eu tenho é que esse modelo de negócio só será viável se a ThoughtWorks usar esse escritório para projetos offshore mesmo. Vendendo para clientes da América do Norte ou da Europa e faturando em moedas fortes, de forma que a diferença cambial compense a diferença tributária.


GUJ: O Maior Forum de Analise de Mercado do Brasil!

Mas, falando serio... o modelo de negocios funciona. Nos olhamos pros numeros, falamos com clientes em potencial, passamos meses vendo analises de tudo quanto eh canto. Da pra fazer tanto offshore quanto atender ao mercado local sem passar muito aperto.
gomesrod wrote:Só que o problema é que aqui seu chefe seria o CV
Aí é osso hein HAHAHAHAHA


Droga, vc tinha que lembrar todo mundo disso? :O

Mas, falando serio... eu nao sou chefe de ninguem. Como lider tecnico, o meu papel eh colocar o meu na reta por algumas decisoes tecnicas e arquiteturais dentro de um projeto, mas eu nao sou reponsavel por gerenciar ninguem, quanto mais tomar conta da carreira de alguem. Muitos que ja conviveram comigo aqui no GUJ ja sabem que eu nao tenho o minimo jeito pra coisa, entao eu preferi ficar na minha carreira tecnica, que eu ganho mais e faco menos estrago
gcobr wrote:O que vocês acham que vai acontecer se a TW não conseguir contratar os 22 colaboradores com a qualificação de que precisa?

Digamos que das 22 vagas, só consigam preencher 10.


Vamos contratar gente que julgamos qualificada. O processo seletivo da TW nao esta ai faz 17 anos sem la muitas mudancas a toa. Mas, caso nao seja possivel achar as 22 pessoas, suplementamos o projeto com pessoas de outros escritorios enquanto treinamos um pessoal com talvez menos experiencia do que gostariamos (mas aptidao demonstrada pra aprender e desempenhar rapido).
sergiotaborda wrote:Enfim, CLT não é mais respeito, é mais medo.


Discordo. Empregar todo mundo como CLT eh o minimo que uma empresa brasileira pode fazer pra dizer "olha, nos respeitamos as leis locais, e entendemos que respeitar um contrato de trabalho nao eh algo que deve comecar com mau exemplo por nossa parte". O medo de tomar um processo e ficar com a imagem manchada sempre existe, mas muito antes do litigio a gente pensou no que fazer nao so pra atrair talento bom pra ThoughtWorks, mas tambem mante-lo aqui. Comecar a conversa sobre o vinculo de trabalho com um "mas veja bem, tem uma mutreta aqui que..." nao eh um bom comeco pra esse tipo de conversa.
gcobr wrote:Diga uma coisa. Você realmente acha que há profissionais suficientes no mercado para preencher as 22 vagas da ThoughtWorks com nível de qualificação que está sendo exigido?


Sim ? eles se escondem bem, mas o Brasil nao eh o unico pais onde a gente tem dificuldade de contratar. Pra falar a verdade, tem sido mais facil achar gente competente no Brasil do que em Londres (onde o mercado já está mais desenvolvido e o pessoal com experiência já não quer mais a incerteza de viajar a trabalho que uma consultoria exige).

gcobr wrote:Eu to há tempo no mercado de TI de SP, e a questão do "excelent english spoken", minha percepção, ainda é um obstáculo para a maioria dos profissionais brasileiros. Eu conheço pouquíssimas pessoas que tem condições de participar de uma reunião em inglês sem ficar boiando. E não to falando de estagiários, to falando de gente formada, com + de 5 anos de experiência e salários na faixa dos 5 ~ 6 mil reais.


Se esse for mesmo um impeditivo, a gente poe a galera pra fazer curso de reforço no inglês, oras. O requisito de falar ingles provavelmente nao vai sair da lista da TW, pq toda a infra interna e uma tonelada de coisas nao tem muito como traduzir (quem traduz forum e lista de discussao? )

gcobr wrote:No ano passado eu recebi vários telefonemas de empresas de RH desesperadas que precisavam encontrar alguém com uma experiência razoável em Java/JEE e que fosse bem fluente em inglês. Era para alocar num projeto da IBM. O salário chegava a R$ 9.200 / PJ. E as recrutadoras comentaram comigo que estavam procurando alguém fazia tempo e não conseguiam nenhum candidato. Os pouquíssimos que elas encontravam eram pessoas que já estavam bem colocadas no mercado, ganhando tanto quanto eles estavam oferecendo e não estavam interessadas em entrar num projeto da IBM.


...dessas pessoas muito bem colocadas, quantas estariam dispostas a sair da vida FDP de São Paulo* pra morar numa cidade mais tranquila e trabalhar num emprego mais recompensador e onde se aprende um monte (ou seja, não-IBM)? Esse eh o diferencial que eu e a TWBR estamos apostando. Tem funcionado

* eu sou de São Paulo. Antes que venham me acusar de bairrista, eu sei do que tou falando. Porto Alegre tem uma qualidade de vida radicalmente diferente.

gcobr wrote:Aí eu fico imaginando. Quanto a ThoughtWorks vai ter que oferecer de salário para convencer um profissional suficientemente qualificado a sair do melhor mercado de TI do país (que é São Paulo) e ir para Porto Alegre? E ainda por cima pagando em regime CLT!!


Pra falar a verdade, a gente paga salarios um pouco acima da faixa do mercado. Grana justa por um emprego justo. Nada de Ferraris ou teclados banhados a ouro, nem mesquinharia com tickets, mas tem mais a se olhar num emprego do que salario e beneficios. A galera que so pergunta de salario na hora do "entao, o que vc quer saber sobre a ThoughtWorks?" quando a gente esta fazendo entrevistas automaticamente ganha milhoes de pontos negativos. Quem quer so um emprego pra trabalhar das 9 as 6 nao tende a se dar muito bem por aqui.

gcobr wrote:O sujeito que aceitar a oferta da ThoughtWorks e for para Porto Alegre, vai ficar de certa forma "refém" da empresa, porque se por qualquer motivo quiser sair, não vai conseguir uma oportunidade do mesmo nível no mercado local de Porto Alegre.


Como os outros disseram, a TW nao eh a unica empresa de TI no RS. Tem muitas coisas legais a altura e depois, ninguem ta acorrentando ninguem a Porto Alegre; pelo contrario.
andre_salvati wrote:1 - não são os desenvolvedores que testam?


Desenvolvedores testam também - testes unitarios, funcionais e de aceitação são escritos tanto por desenvolvedores quanto por especialistas em testes. A maior diferenca eh que os especialistas em testes fazem outros tipos de testes tambem: testes exploratorios, de carga, performance, soaking etc etc etc.

andre_salvati wrote:2 - como funciona a coisa por aí?


Hmm... acho que a resposta acima explica um pouco, mas se vc tiver alguma pergunta mais especifica, tamos ai tambem

andre_salvati wrote:3 - é padrão em todos os projetos?


Pouca coisa eh "padrao em todos os projetos", mas eh bastante comum ter 1 QA pra cada 2 ou 3 pares de desenvolvedores.
Fabio "Kym" Nascimento wrote:So fiquei meio triste que não tem vaga pra trabalhar com Rails, ainda mais sendo a TW :/


Nao tem vaga em Rails pq a gente nao tem projeto em Rails ainda

Mais pra frente com certeza rola alguma coisa.
 
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