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Para produção não, pois geralmente existe todo um "ritual" mais complexo, como fazer backup do ambiente, atualizar banco, etc..etc..
E sobre os testes, ele tem plugin para JUnit, TestNG e Selenium... mas tem plugin pra NUnit e CPUnit...
Aqui utilizamos os três, JUnit, TestNG para unitários e Selenium para integração...
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@psico.indie
Eu utilizo ele para :
- Rodar as ferramentas de cobertura de testes e mostrar os gráficos
- Roda o findbugs, pmd e checkstyle também gerando gráficos
- "Tagear" meus releases no subversion
- Atualizar tarefas no Jira (Comentando as mesmas que tem referencia no svn, se o build com a correção do Bug xxx passou corretamente no build e testes)
- Deploy automático no servidor de testes de integração
- Pontuar os commits dizendo quem corrigiu warnings, quem colocou warnings ou quebrou builds (isso rende muitas cervas no hanking do fim do mês )
E todos esses recursos eu consigo via plugins, que é MUITO simples de colocar... chega a ser ridículo de tão fácil (é só marcar os checkbox que ele baixa e instala automáticamente)
E claro isso tudo fora as vantagens da integração contínua em si, que as outras ferramentas também proporcionam.
@Felagund
Ele é uma ferramenta de integração contínua, existem várias vantagens em se ter integração contínua, mas claro ela é só uma ferramenta que ajuda a aplicar essa técnica, vc precisa de outras práticas no dia a dia, como commitar código a cada 1 ou 2 horas, ter testes unitarios e de integração, promover refactoring, etc..etc..etc..
Sugiro uma lida aqui : http://martinfowler.com/articles/continuousIntegration.html
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Uso amplamente aqui na empresa onde trabalho...
Cara, simplesmente muito tranquilo de trabalhar, e olha que temos desenvolvimento em .net e C++ além de java que também usam o Hudson.
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Concordando com o Fantomas e com o Rubem, mas citando outro problema que pode surgir usando hibernate...
Como você mesmo disse, existem regras em procedures, se utilizar hibernate você vai "duplicar" essas regras, ou seja, qualquer alteração sempre vai ter dois lugares para alterar ou pior, vai esquecer de um
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Sobre o artigo, sei não hein, a última versão do Jikes saiu em 2004
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Existe o Jira também...
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Olá,
Antes de você iniciar a gravação dos passos que você utiliza no browser, você tem que apertar o botão de "start" do proxy, daí em diante ele começa a capturar as ações... porém ele vai gravar na raiz, aí é só mover para a estrutura que você criou, dentro de thread groups, etc..etc..
Abraço.
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Ok, não respondi completamente a pergunta.
Uma aplicação irá comportar quantos usuários o hardware aguentar, mas o quanto de hardware (memória e processamento) é "gasto" depende da aplicação.
Se vc guarda objetos de 100k na sessão o gasto por usuário é um, caso vc guarde objetos de 2Mb, o gasto é outro.
Portanto acho que ninguem conseguirá responder sua questão sem fazer um teste de carga dessa mesma aplicação com o mesmo hardware, qualquer coisa que vir que não seja feita dessa maneira vai ser um chute.
Sugiro um teste com o JMeter nesse seu hardware com sua aplicação e vá aumentando o número de conexões até cair...
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Na minha opinião prefiro Spring, podeser um pouco mais complexo(vide Spring 2.5) mas eu tenho a facilidade de não precisar de um Ejb Container pra produção e nem para testes !
Subir um Ejb Container pra rodar testes pra mim é muito ruim, mesmo que seja apenas um bem leve...
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Isso depende do hardware e não da API...
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saoj wrote:O objetivo de qualquer empresa normal e não-hipócrita é gerar lucros, de preferencia os maiores lucros possíveis..
Assino embaixo
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Eu vejo da seguinte maneira...
Com CDM ou não, esse modelo geral e único da empresa existe, pois esse é o negócio da empresa, o que muda é que ele geralmente está espalhado em várias aplicações, bancos de dados diferentes, com muita coisa duplicada, mas de um jeito ou de outro esse modelo existe.
E hoje uma preocupação maior com esse "modelo" está surgindo e com a idéia de "aproveitar" o que já está pronto, então essas siglas que vc citou vão crescendo mais e mais.
Mas com a grana que se gasta pra montar toda a "parafernalha" e se utilizar SOA, EAI, ESB, etc..etc..etc.. Na IMHO eu faria um sistema direito, pensando mesmo nos módulos e subsistemas, com integrações descentes, sem essas "tralhas" no meio do software, mas admito que nunca consegui vender essa idéia para os superiores pq a propaganda de SOA é muuuuito forte.
Pq um ponto que vc citou tá certo, mudança nas regras vão ter, sendo o sistema baseado em "Business Services" ou em OO pura e simples, a diferença é como a equipe responde à essas mudanças.
[]´s
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Também acho que o JMS se encaixa melhor no seu caso...
Pelo que eu entendi a replicação pode ser assincrona, se vc for implementar em RMI ou Socket vc terá que fazer o tratamento de entrega/recebimento assincrono vc mesmo, o que não é tão trivial, então por isso o JMS fica mais tranquilo...
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Bruno Laturner wrote:Indo direto ao ponto:
Como começo a fazer testes partindo do ponto zero; e,
Como tornar isso um hábito, um desenvolvimento orientado a testes de fato?
Como vocês começaram com TDD?
Também chegando atrasado, mas acho que vai ajudar... Como vcs viram nos links e explicações anteriores que não é tão fácil, mas eu te digo que com a experiência "mão-na-massa" a coisa melhora, e melhora muito !
Aqui na empresa que trabalho começamos fazendo Coding Dojo(http://www.codingdojo.org/), é um exercício muito bacana para TDD, sem contar os demais atributos de um bom programador que esse tipo de exercício explora.
Existem alguns pontos espalhados pelo Brasil, eu pessoalmente conheço o pessoal do Dojo SP(http://www.dojosp.org/) pessoal muito receptivo e gente boa.
Bom, depois de ler todos os ótimos links postados, sugiro realmente você a participar de exemplos práticos e com outras pessoas que podem servir de "coach" para você.
[]´s
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Você pode procurar pela API Quartz:http://www.opensymphony.com/quartz/ ou dê uma olhada na classe java.util.Timer (só tem a partir do 1.5)
[]´s
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