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Matheus Tardivo wrote:
fabioEM wrote:... pq em java
y=0;
y=y++;
...
As operações de pré e pós incremento funcionam da mesma forma para Java e C (e tantas outras linguagens).
Em java:
Imprime 0.
Em C:
Imprime 0 também.
Isso porque a operação de pós-incremento primeiro avalia o valor da variável e depois faz a atribuição (i = i + 1).
Já com a operação de pré-incremento:
Em java:
Imprime 1.
Em C:
Imprime 1 também.
Porque acontece o processo inverso, atribuição depois avaliação.
Veja a recomendação que coloquei no meu último post.
Isso é verdade, mas acho que o que o colega fabioEM quis dizer é diferente disso, veja bem ele não falou em y++; e sim y = y++;
É diferente, pois também testei no eclipse e realmente permanece zero, não importa quantas vezes você faça a atribuição ele sempre permanece zero, acho que o java atribui o valor de y (que é 0) a y e depois faz o incremento só que este não é atribuído a variável nenhuma. Parece que o incremento se perde!
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fabioEM wrote: Pior que nao andre_a_s!No livro é citado como uma das vária regras para poder subescrever um método correctamente a 5 de cima para baixo na pagina 62!!Pó aqui nao traducao aqui é um erro grosseiro
A quinta regra da página 62 do livro em Português diz assim:
Os métodos de instâncias somente podem ser subscritos se forem herdados pela subclasse. Uma subclasse dentro do mesmo pacote que a superclasse da instância é capaz de subescrever qualquer método de superclasse que não seja marcado private ou final. Uma subclasse de um pacote diferente somente pode subescrever os métodos não-final marcados como public ou protected (uma vez que os métodos protected são herdados pela subclasse).
Qual o erro dela?
O colega nadilsons explicou anteriormente que você apena criou um método que por acaso tem a mesma assinatura to método private da superclasse.
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luistiagos wrote:De onde vcs tem tanto tempo assim para ler livros?
eu bem que gostaria mas nao tenho tempo de ler nenhum...
Olá
Leia nem que seja 30 minutos por dia antes de dormir por exemplo, e lembre-se que o mundo é feito por pessoas que não têm tempo!!
Estou lendo no momento:
Técnico:
- Certificação Sun para Programadores Java 5 - Kathy Sierra
Não Técnico: Leio mais de um ao mesmo tempo
- O Conde de Monte Cristo - Alexandre Dumas
- Atlantis - David Gibbins
- Nada Dura para Sempre - Sidney Sheldon
Na minha Lista:
- O Mapa dos Ossos - James Rollins
- O Diário de Anne Frank - Anne Frank
- Os Três Mosqueteiros - Alexandre Dumas
- Scaramouche - Rafael Sabatini( Se eu conseguir encontrar a venda!)
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Nossa, quanto ódio nesse coraçãozinho!!
Eu ainda não entendi qual é a moral desse seu tópico, se você realmente sente tudo isso sobre JSF ignore-o, você não é obrigado a usa-lo ou gostar dele ou mesmo ter algum contato com ele, então porque está se dando a todo esse trabalho de difamar o pobre do framework! Que mal ele te fez? Por acaso você está sendo obrigado a usar ele no trabalho? Troque de emprego e faça algo que você goste! Gosto não se discute, tem gente que gosta de JSF, outros de Struts, outros não gostam de nada, outros gostam de pastel de feijão, tem até gente que gosta do Grêmio(brincadeira pessoal)!!!
Esqueça esse rancor e seja feliz com o que você gosta de trabalhar!!
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Oi Tudo bem?
Seguinte, nos seus relacionamentos 1:1 para que os dados não se repitam a sua chave primária nas tabelas do salario base, comissão etc, deve ser a própria chave estrangeira, essas tabelas são conhecidas como entidades fracas pois elas dependem 100% de uma outra tabela.
Só uma dica que pode ajudar você na questão de performance no banco e que pode te aliviar algumas dores de cabeça no futuro, não use Varchar como chave primária, em uma consulta com muitos registros demora bastante.
Outra coisinha que gosto de fazer é criar todas as minhas chaves primárias das tabelas com um ID com auto numeração ou sequence se for Oracle, nunca criando chaves primárias compostas, aí em vez de você criar a chave primárias composta, crie uma chave única composta, até mesmo nas tabelas intermediarias que surgem de relacionamentos N:N, desse jeito fica bem mais fácil para você manipular os dados depois, Por exemplo imagina que você tenha que alterar um registro de uma tabela que tenha uma chave primária composta de 6 campos, você vai ter que se certificar de que todos os 6 campos estão corretos, com o ID você só verifica um campo a a chave única cuida do resto para que não se repita! Eu acho bem mais fácil!
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Olá
Só mais umas dicas:
- Se você incluir uma função de grupo em uma cláusula Select, você não pode selecionar resultados individuais a menos que a coluna individual apareça também na cláusula Group By. Todas as colunas que você selecionou pelo Select devem aparecer no Group By.
- Você pode utilizar a cláusula Where para excluir linhas antes de fazer a divisão dos grupos.
- Você não pode utilizar o alias de uma coluna na cláusula Group By.
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Puppets wrote:Estou tentando dar um insert into na tabela Editor
mas não estou onseguindo o erro que me gera e esse:
Cannot add or update a child row: a foreign key constraint fails (`books/titles`, CONSTRAINT `titles_ibfk_1` FOREIGN KEY (`publisherID`) REFERENCES `publishers` (`publisherID`))
Olá
Tem certeza que este erro está acontecendo quando você tenta inserir algo na tabela Editor? Esse problema geralmente acontece quando você tenta alterar ou excluir uma linha da tabela mãe que esta sendo referenciada em algum registro da tabela filha. Se não me engano é o erro 1216 do mysql.
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Olá
O da Caelum também é bem legal, http://www.caelum.com.br/caelum/curso-11.jsp.
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anderson.bonavides wrote:Eu tenho esse livro mas ainda não comecei a ler, ainda estou terminando o livro da Kathy.
=]
Queria algum simulado semelhante ao da prova como por exemplo o wizlabs.
Ahh outra coisa, amigos que fizeram e passaram me falaram que o wizlabs é bem mais dificil que a prova mesmo.
'
Bom, eu fiz e não passei , mas o Whizlabs realmente é mais dificil que a prova!
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LastClick wrote:Nos Forums por aí essa contagem de posts também é conhecida como e-penis.
Puxa, e se for uma usuária, aí complica né??? Vão chamar de que?
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Olá
Bom, Ciências da Computação tem bastante matemática, se você não tem problema com isso... A maioria dos cursos de Desenvolvimento de Software você se forma com grau de tecnólogo, Ciências da Computação e Sistemas de Informação te dão o grau de Bacharel, as vezes isso pode fazer diferença no futuro se você pretende prestar concurso público ou fazer um mestrado ou doutorado.
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Olá, quando fiz a prova pela primeira vez(que infelizmente não passei) eu estudei por esse livro e estou estudando por ele novamente, ele é muito bom e cobre todos os objetivos do exame, mas só ler não basta, tem que praticar bastante também e fazer os simulados.
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windsofhell wrote:
A pergunta que nao quer ser calar na minha mente.
Faz diferenca ter ou nao certificacao? Digo, de java. Pra mim sounds tao inutil como Linux certification and etc etc.
Acho que experiência conta mais sim, mas se uma certificação não fizesse diferença não teria tanta gente estudando para ela.
Se você acha que não faz diferença, acho que mal também não faz, talvez seja uma questão pessoal, eu estou estudando para a certificação mais por uma realização pessoal do que qualquer outra coisa, acredito que talvez ela sirva mais como um critério de desempate em uma oportunidade de emprego e as vezes, nem tanto assim.
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Java não tem o conceito de destrutor pois a coleta de lixo é feita automaticamente, você pode implementar o método finalize() na sua classe mas não é garantido que ele será chamado.
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Jorgev wrote:Então uma classe de uma classe que herda de uma abstract obrigatoriamente tem que implementar todos os métodos abstratos dessa classe. No caso de interface é opcional implementar os metodos. é isso?
Outra coisa eu posso criar uma classe que tenha tanto metodos abstratos como interface?
Obrigado.
Não, você também é obrigado a implementar todos os metodos da interface.
Classes abstratas você pode ter métodos abstratos e não abstratos, nas interfaces todos os métodos são implicitamente abstratos.
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