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O problema do firefox pode ser a versão... acho que o selenium rc funciona só com a versão 2 do firefox.
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Parece que você está com problema pra fazer o selenium conseguir manipular o firefox... Eu já tive esse problema algumas vezes e é difícil identificar a causa...
Tente fazer o teste com o google chrome. Pra isso altere a classe TesteFuncional, modificando o seguinte codigo:
selenium = new DefaultSelenium("localhost", 8888, "*firefox",
"http://localhost:8080/web-1.0-SNAPSHOT/");
Substitua o "*firefox" por "*googlechrome".
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Olá Sandro
Eu acabei de baixar o código do site da mundoJ e executei o target mvn clean install -Dtestes-funcionais e rodou com sucesso...
Você seguiu as instruções do arquivo LEIA-ME.txt?
Para te ajudar preciso de mais detalhes... Manda a stacktrace completa do processo maven e verique também se ocorreu alguma excessão nos logs do jboss que está sendo utilizado pelo cargo.
Abraço
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Olá Mayara,
Na verdade, não é recomendável utilizar threads na mão em um servidor de aplicação. Para utilizar paralelismo em um ambiente ejb3, utilize JMS com Message Driven Beans. JMS serve para processamento assincrono e paralelo, e injeções de dependência funcionam nele normalmente.
Quando você quiser utilizar algum EJB em uma classe em que o container não faz injeção automática, é possível "pegar" uma referência para o EJB manualmente, através da classe InitialContext.
new InitialContext().lookup("[nome do ejb no JNDI]").
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Eu acho que sim... Java é uma linguagem OO usada amplamente de forma procedural... Grande parte dos projetos que vi por aí tem uma camada de entidades burras e uma camada de EJB's com a lógica do negócio...
Os fatores que contribuíram pra isso são diversos, tais como as specs de ejb anterior a 3.0, os Blueprints da sun, o padrão java beans e até mesmo alguns livros que pregam esse design.
O que eu acho curioso é que em grande parte dos projetos que ví assim, a equipe realmente acreditava que estava utilizando OO. Orientação à objetos é muito mais amplo que utilizar herança para evitar a duplicação de atributos, porém parece que grande parte dos desenvolvedores não tem essa noção.
Eu tento evitar ao máximo gets e sets nos meus projetos, mas há situações que não tem como. O Hibernate/JPA não depende do padrão javabeans, se você anotar o atributo ID ao invés do getter. Agora se você utiliza JSF pra preencher seus objetos de domínio nos formulários, será obrigado a criar os gets e sets. É uma pena ele não utilizar reflection pra isso.
O que costumo fazer é criar os gets e sets nestes casos, porém eu não os utilizo para operações de negócio... prefiro criar métodos que tenham sentido pro negócio para mudar os estados de meu objeto.
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Olá Leonardo, que bom que você gostou.
Acabei de baixar o código fonte do site para ver se tinha algo errado. A classe teste funcional está lá, dentro da pasta
[raiz do zip]/testes-funcionais/src/test/java/br/com/mundoj/exemplo/teste/
Para facilitar, faça o unzip em um diretório do seu pc, e nessa pasta execute o comando "mvn eclipse:clean eclipse:eclipse". Este comando irá gerar o projeto do eclipse (é necessário ter o maven instalado). Depois disso é só importar o projeto no eclipse.
Abraços
Rafael
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Olá Eu tirei a certificação SCEA 5 a 2 anos, mas posso ajudar... Na verdade Design patterns é só a ponta do iceberg... o processo de certificação exige conhecimento em toda stack java EE. A primeira etapa é múltipla escolha, e pelo que lembro tem 64 questões... na época era necessário acertar mais de 57% pra ser aprovado nessa etapa. As questões eram divididos em temas (não vou lembrar todos eles) e era mais ou menos 8 questões por tema, mas tudo espalhado pela prova... É exigido conhecimento em: EJB3 - (SessionBeans, JMS, JCA etc) Desenvolvimento Web (Servlet, JSP, JSF e afins) Segurança (JAAS, Criptografia, https, certificados etc) Design - Técnicas de design, e os patterns (GoF e os toscos Core J2EE patterns) Integração de sistemas Deployment Acho que esses são os principais temas, deve ter algum que eu esqueci... Essa fase é complicada pois existem perguntas onde há mais de uma resposta correta... e eles perguntam qual é A MAIS correta. A segunda fase é mais trabalhosa, porém eu não achei mais difícil... Você recebe uma especificação de um sistema, com aproximadamente 6 casos de uso e precisa fazer a modelagem desse sistema em UML... A questão aqui são os requisitos... vários pontos são mal formulados (propositalmente) e você precisa assumir algumas coisas... O projeto possui requisitos de integração, performance, disponibilidade, segurança e requisitos funcionais... É necessário entregar diagramas de sequência de cada caso de uso, um diagrama de domínio geral, diagrama de componentes e de deployment. A terceira etapa é a mais fácil... É uma prova dissertativa com 8 questões sobre o seu projeto... É bem básico e serve mais pra comprovar que foi você mesmo que fez o projeto... Eu não segui nenhum guia de estudo... Sempre gostei de design e lí vários livros com essa temática... GoF, DDD, patterns of enterprise application architecture, Enterprise integration Patterns, Agile Software Development... Trabalhei um tempo com Web e EJB e acabei conhecendo essas plataformas a fundo... Depois de um tempo pensei em tirar certificação, ví os requisitos da certificação de arquiteto e resolvi arriscar... Espero ter ajudado! []s
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Desculpe pela demora para responder...
Não colocamos no artigo o código da configuração do cargo para não poluir o artigo com muita configuração, apenas explicamos o que ele é capaz de fazer...
De qualquer forma, é possível verificar a configuração completa fazendo o download do código fonte do projeto de exemplo no site da mundoJ
http://www.mundoj.com.br/codigos.shtml
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Olá,
Sim o Selenium é exclusivamente para teste de aplicações web...
Atualmente estou trabalhando em um projeto swing e estou utilizando o FEST para testes funcionais... se interessar segue a URL: http://docs.codehaus.org/display/FEST/Getting+Started
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Bom dia pessoal
Estou abrindo este tópico para discussão do artigo Qualidade Através de Testes Funcionais com Selenium, JBehave, Maven e Integração contínua.
Qualquer dúvida, comentário ou feedback é bem vindo.
abraços
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Opa,
Eu ainda não lí o artigo, quando ler darei um feedback mais preciso.
Atualmente eu utilizo Spring com aspectJ com compile time weaving. É uma mão na roda! Você ganha muito mais controle do que utilizando EJB3, podendo fazer injeção de dependências em qualquer lugar, controle de transação em qualquer lugar etc
Decidi por essa abordagem pois "herdei" um sistema que fazia tudo na mão... controle de transações, segurança etc. Havia muito código duplicado e ocorriam alguns bugs devido a esquecimento de fechar transação, fechar conexão, executar um rollback em caso de exception etc.
Como não haviam testes e o sistema não era bem projetado, optei por utilizar Spring com aspecto para poder interceptar qualquer ponto do código para demarcação de transações. Foi bem simples, em cerca de 2 dias consegui migrar o sistema de 70k linhas de código para o controle do Spring.
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Já pensou em webstart?
Com ele vc tem uma aplicação swing, mas que é distribuida e atualizada automaticamente. O usuário final acessa uma url, e caso ele não tenha a aplicação ela é baixada e executada no pc dele.
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rafaelmeireles wrote:pq estou usando DAO, e a menos que meu DAO seja um EJB naum da pra injetar
Qual seria o problema fazer o Dao ser um Stateless?
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Eu tirei SCEA recentemente e pelo processo posso dizer o seguinte:
Não é estudar e passar... grande parte das questões é sobre conhecimentos de Java EE, porém uma boa parte exige conhecimento prático, onde há mais de uma alternativa correta, e você tem que selecionar a melhor alternativa para o cenário proposto. Essas perguntas onde é proposto um cenário, são cerca de 15% da prova, então se você errar todas essas e acertar as decorebas ainda passa na fase 1.
Pelo que senti, a fase 1 é a mais fácil, saber de JavaEE e conceitos de arquitetura.
Quando se passa pra fase 2 aí é que os problemas começam. A especificação do projeto é bem incompleta e ambígua, e é necessário muita reflexão antes de se tomar decisões. Nesta fase é preciso um bom conhecimento de arquitetura e visão de negócio/requisitos, pois várias coisas precisam ser assumidas, e deve-se fazer isso considerando todo o contexto onde a aplicação que você está projetando estará inserida.
A fase 3 é mais para validar que foi você que fez o projeto, mas ainda assim há algumas pegadinhas como perguntas do tipo:
"O que vc faria para melhorar a performance da aplicação?"
Então, acredito que, pelo menos para a SCEA, a parte 1 da pra passar na decoreba (mas ainda assim é dificil pq tem que decorar muita coisa), mas depois já fica mais difícil pela necessidade de uma certa experiência prática.
Com relação ao valor da certificação, como pouca gente possue SCEA, certamente ela ajuda na hora de ser chamado para uma entrevista ou para ser usada como um critério de desempate.
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Ferry
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Camadas é um termo fraco e depende bastante de contexto.
Quando ouço 3 camadas, posso tanto pensar na separação proposta pelo erickfm8, como tambem pensar em camadas físicas como por exemplo Browser, Servidor de aplicação e BD.
O velho problema da difenrença entre Tier e Layer, em que grande parte dos livros foi traduzido apenas como "Camada", ignorando a possibilidade de ser camada física ou lógica.
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