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Opa,
Você tinha razão, funciona sim, eu tinha feito uma besteira lá.
vlw
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Opa pessoal,
Gostaria de saber se é possível restringir o acesso a JSPs da minha aplicação, fazendo com que o struts 2 apenas responda a solicitações de actions mapeadas.
Já tentei pôr as JSPs numa pasta dentro de WEB-INF, porém o struts passa a não mais enxerga-las.
Desde ja agradeço.
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thingol wrote:Quando se pergunta esse tipo de coisa estratosférica a gente faz outra pergunta: por quê?
Por que oq eu preciso fazer precisa de algo assim. Mas ok... acabo de descobrir que o Antcontrib fornece uma task chamada Propertycopy que faz exatamente isso.
http://ant-contrib.sourceforge.net/tasks/tasks/propertycopy.html
Parece que no final das contas a pergunta não foi tão estratosférica... afinal uma biblioteca ja previu algo assim.
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Gostaria de obter o valor de um variável cujo nome é o valor de outra variável =P Pra simplificar as coisas seria algo como ${${variable}}.
Alguém sabe como fazr isso com ANT?
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Putz kra... foi um detalhe q deixei passar mesmo. n espeficiquei no relacionamente de pedidos q a coluna deveria se chamar codigo_cliente, dai o hibernate deduziu q ela era cliente e n codigo_cliente. Vlw kra
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Estou com probelmas ao utilizar a abordagem de tabela por classe do Hibernate. Tenho uma tabela para cada classe da hierarquia, sejam elas abstratas ou não. Na documentação do Hibernate oq encontrei eh que essa abordagem é mapeada usando-se <joined-subclass>, porem um erro está acontecendo quando tento recuperar um objeto do tipo da super classe. Segue o mapeamento do Hibernate e o erro que está aparendo:
Pelo que entendi do erro ele está reclamando pq a tablea de vendas não tem uma coluna cliente, mas o objeto venda n tem, quem tem eh o objeto pedido. O estranho é que com esse mapeamente consigo inserir objetos do tipo venda normalmente no banco, o problema reside somente na hora de obter. Alguém tem ideia do q pode ser?
Desde já agradeço.
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Kra... se entendi oq vc peguntou, essa definição q vc está falando cham-se Generics, é uma facilidade q o Java 5 trouxe. Se vc quiser deixar esse código compatível com uma versão abaixo da 5, bas retirar as definições de generics. basicamente vc teria um tipo Map
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Kra vc provavelmente deve estar querendo testar essa sua classe GradeBook. Se for assim vc poderia fazer assim:
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Estou iniciando um projeto web e gostaria de utilziar aspectos. Estou utilizando o Eclipse Europa com o WTP e o AJDT. POrém notei q quando crio um projeto web do WTP o eclipse n me permite criar aspectos, mesmo q eu adicione a bibltoeca do aspectj. Alguém ja trabalhou com aspectj para sistemas web com eclipse?? Se sim, como fez a integração entre esses mundos?
flw
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Vlw kra... ajudou sim, qt a questão das chaves compostas, porém ainda resta a dúvida da relação ternária =P
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Sim... seria uma chave composta (id_projeto, id_usuario).
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Tem-um?? Acho q não. Se não fossem entidades persistentes e ficassem somente no nível da aplicação eu modelaria usando o seguinte atributo na classe usuário: Map<Projeto, NivelAcesso>. Isso seria um tem-um??? Afinal para cada projeto um usuário tem um e somente um niível de acesso. Em termos de BD eu crio uma tabela em separado assim:
usuario(FK)(PK)
projeto(FK)(PK)
nivelAcesso(FK)
Como faria isso com JPA? O provider é o Hibernate.
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Ola pessoal,
Alguém sabe como o Hibernate trata relações ternárias? Teriam exemplos?
No meu caso tenho um relação ternária da seguinte forma: Usuário tem um nível de acesso em um projeto. Usuário, nível de acesso e projeto são entidades persistentes da aplicação.
Flw pessoal.
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Conceitos e definições:
http://www.javafree.org/content/view.jf?idContent=183
Exemplos de código procura por DAO no site:
http://www.java2s.com
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daniel se eu achasse q encapsulamento tinha somente a ver com modificadores de acesso eu não teria criticado o hábito de todos acharem q botando atributos private estariam encapsulando. Encapsulamento eh algo bem maior que isso. Porém gostaria de frisar q sim... encapsulamente tem sim a ver com modificadores de acesso e q sim modificadores de acesso é a ferramenta mais importante para se iniciar um sistema q pode-se chamar de "encapsulado".. ou vc acha q poderia encpasular seus objetos e subssistemas se todos os seus membros forem visiveis a todos??
Quanto ao fato de vc dizer q meu exemplo pessoa cliente "não tem nd a ver", gostaria q explicasse oq eh esse "nd a ver", afinal dizer q uma coisa n tem nd a ver com a outra ainda n virou argumento. Ao contrario do q fiz,qd expus pq acredito q seria uma boa prática usar esses atributos como protected, expliquei pq tenho esse ponto de vista. Se vc n concorda ao menos poste uma justificativa plausivel, ao inves de dizer somente "nd a ver".
Se vc nunca viu necessidade de usar protected ai são outros quinhetos. Mas gostaria de lhe dizer um exemplo bem interessante de uso de protected q a menos q vc me mostre uma solução melhor, e não simplesmente faça afirmações sem fundamento, eu aceitarei.
Vc define metodos de validação comuns a todos os controladores e define um controlador base, esses metodos só devem ser enxergados pelos controladores do seu sistema. Oq vc faz? bota private e n adianta de nd seus metodos, ja q seu controlador base n tem regra de negocio alguma??? Ou sai replicando codigo de validção em todos os controladores? uma palavrinha magica chamada protected ajudaria nesse ponto. Caso tenhas uma solução melhor... exponha e diga pq seu ponto de vista eh mais adequado, caso argumente com fundamento e de forma respeitosa, um discussão saudável se daria nesse forum.
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