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E porque esta herança não está demarcada no aluno?
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Posta a mensagem de erro.
Aproveitando... como a pessoa fisica está mapeada?
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clarinetabest wrote:asaudate, me desculpe a minha falta de conhecimento, seria demais pedir para vc colocar um pequeno exemplo para mim, pois eu não entendi direito,. Sempre que eu persistir um aluno, preciso que sejam persistido um List<aluno_grau> com vários aluno_grau, e cada objeto deste, por sua vez, tem uma data. a data é do aluno_grau e não do grau em si, que não possui data alguma. vc pode me ajudar?
Bom, pelo q entendí , ficaria assim:
Aluno:
AlunoGrau:
Grau:
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clarinetabest wrote:Olá pessoal tenho o seguinte cenário ( academia de lutas ): Tenho três tabelas ALUNO, GRAU ( que seria a faixa ), E ALUNO_GRAUS. Pelo que entendi a tebela ALUNO_GRAUS seria do tipo associativa se ela não tivesse um campo DATA. Até consigo efetuar todas as operações usando ManyToMany, porém não da para usar o campo a mais. Estou há uma semana procurando na internet, e nenhum código funcionou. Alguém poderi postar um que realmente funcione, iria quebrar um galhão obrigado!!!!!
Associações muitos-para-muitos são representadas, em modelos de dados, como tabela1 * ---- 1 tabela_associativa 1 ----- * tabela2.
Assim, você precisa mapear as três tabelas na JPA e representar os dados assim. Se a "tabela associativa" fossse PURAMENTE associativa, você poderia usar ManyToMany. No seu caso, você precisa mapear como mencionei.
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Ah, esta, sem dúvida, é a grande questão do desenvolvimento JEE !! ^^
Bom, brincadeiras à parte... acho que o mais completo é o Spring, que já abrange módulo MVC, AOP, transações, persistência e outras coisinhas a mais... Mas, lógico que tudo depende da necessidade. Qual é a sua?
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fabiozoroastro wrote:Olá extreme, se for um sistema simples e pequeno, eu sugiro que você faça em php mesmo. Eu indico o cakePHP. É um framework mvc para se trabalhar com aplicações web em php. =)
Java para web somente com JSP's é totalmente inviável. Até mais.
Não considero totalmente inviável, já que ele já tem algumas regras de negócio desenvolvidas em Java mesmo. Seria uma boa reaproveitar algumas partes do sistema.
[]´s
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Bom... vamos por partes.
Quanto às regras de negócio na JSP, a informação procede: é PÉSSIMA prática. (dê uma olhadinha nos conceitos de MVC para entender o porquê).
Quanto à eficiência.. tudo depende. Qual a necessidade de aparência? Reusabilidade? Número de acessos? Todas as variáveis do sistema devem ser levadas em consideração para que se possa tomar uma decisão (aliás, isso vale para qualquer linguagem, não só Java).
[]´s
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1) Terminar a SCJD
2) Tirar SCBCD
3) Estudar Flex
4) Estudar Oracle Service Bus
5) Me aprofundar em BPEL
6) Estudar mais Enterprise Patterns
7) Me aprofundar em Hibernate
Me aprofundar em Spring
9) Terminar a pós
Ufa! Acho q tah bom pra um único ano!
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Não sei, acho q o melhor que você poderia fazer seria entrar em contato com o autor...
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Jackson William wrote:Boa tarde SergioJunior,
Tente ao declarar a dll, utilizar o path completo dela
exemplo: System.load("C://dll//EscritorRegistro.dll");
Uma dica...
se a dll já está no seu path, use System.loadLibrary só com o nome dela (no caso, EscritorRegistro).
Abraços
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Rubem Azenha wrote:Segundo PoEAA:
http://martinfowler.com/eaaCatalog/dataTransferObject.html wrote:
When you're working with a remote interface, such as Remote Facade (38  , each call to it is expensive. As a result you need to reduce the number of calls, and that means that you need to transfer more data with each call. One way to do this is to use lots of parameters. However, this is often awkward to program - indeed, it's often impossible with languages such as Java that return only a single value.
The solution is to create a Data Transfer Object that can hold all the data for the call. It needs to be serializable to go across the connection. Usually an assembler is used on the server side to transfer data between the DTO and any domain objects.
Many people in the Sun community use the term "Value Object" for this pat-tern.
DTO tem seu uso em qualquer tecnologia com invocação remota, não importa se é EJB 2, EJB 3, SOAP/WS-*, REST ou raw sockets.
O que o Fowler está citando é o caso de múltiplas chamadas. Quanto a isso, é válido, vc encapsula parâmetros em um objeto pra fazer a invocação, mas no EJB 3 vc não realiza uma invocação de rede quando está usando os POJOS que voltaram de uma chamada remota. Foi isso q eu quis dizer com o caso do EJB 3 - em comparação com EJB 2, vc SEMPRE precisa fazer DTOs . Em EJB 3, nem sempre. Quanto ao caso de retorno de listas... bem, interfaces e classes abstratas e façades existem pra isso ^^
[]´s
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garcia-jj wrote:
asaudate wrote:No caso do EJB3, não precisa não : a própria entidade pode ser trafegada, sem crise. Quando você precisa de transformações nos objetos? Humn... boa pergunta, não consigo imaginar um caso real, mas acredito que um façade deveria resolver.
O lance do EJB3 dá pra conferir no http://www.guj.com.br/posts/list/97993.java
asaudate, negativo. Até porque essa coisa de trafegar entidade persistente entre camadas funciona para aplicações simples e quando o módulo WEB está conectado direto no módulo EJB. Quando você tem, no caso do meu atual projeto, um módulo EJB e uma série de projetos clientes que acessam esse módulo EJB remoto você não pode ser dar ao luxo de mandar a entidade persiste. Até porque assim você expõe toda sua persistência.
E como você resolve os casos de lazy-load? Não existe lazy-load após sair da camada EJB. O que existe é umas gambiarras com o open-session-in-view que não existe como fazer em módulo EJB stand-alone.
Além disso, um exemplo de um projeto escolar, se eu tenho uma tela que preciso das informações do boletim do aluno, do proprio aluno e da escola. Como faço? Fico chamando um a um causando um overhead de trafego? Não, aí eu uso DTO carregando os dados que eu preciso, transformando, e devolvendo isso no método.
Usar DTO naqueles caso que você tem um site e afins não faz sentido, até porque tudo que você retorna basicamente estão nas entidades. Porém em projetos maiores e mais complexos normalmente você precisa de dados de forma diferente, precisa muitas vezes transformar e inclusive trazer dados de mais de uma entidade.
Um outro exemplo é quando você precisa expor seus dados em um webservice. Você vai serializar seu projo de usuário com senha e tudo? Mesmo que criptografada a senha não é legal isso. Então você cria um DTO com os dados e envia ao webservice.
No tópico que você mando diz exatamente isso.
Abraços
Tem razão, não tinha pensado no caso de vários tipos de clientes remotos. Aí, até vale a pena você esconder algumas coisas e expôr outras de um jeito diferente. No lance do lazy-loading, penso eu que (pra sistemas simples), é melhor forçar a carga no façade... pra sistemas complexos, não tem jeito, é DTO mesmo.
Abraços
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Não, Este aqui
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Aqui no GUJ mesmo teve alguém que postou um pronto, já... acho q chamava jChat, ou algo assim.
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As exceptions da JDK têm essa capacidade, vc pode encapsular umas em outras. só fazer
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