Mensagens enviadas por: Marcio Duran
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JAVA AINDA É MAIS MERCADO, EM FAVOR DE SEU CÓDIGO ABERTO GERAR DEMANDA DE OUTRAS TENDÊNCIAS TECNOLOGICAS ATÉ ENTÃO NÃO EXPLORADA, É CERTO QUE SE HOUVER MUNDANÇAS AINDA ASSIM SERÁ SUTIL

O que a Sun tem feito?
No JavaOne Conference em 2006, a Sun se comprometeu em abrir o código de toda a sua plataforma Java. No dia 13 de novembro, a Sun fez a liberação inicial dos componentes de suas principais implementações:

* Java Standard Edition (tradicionalmente executado em desktops)
* Java Micro Edition (geralmente encontrado em telefones e outros dispositivos embutidos)
* Java Enterprise Edition (tipicamente a base de uma infra-estrutura corporativa)

Cada uma dessas liberações ocorreu sob o GNU General Public License (GPLv2). Especificamente, a Sun abriu o código de importantes aspectos de seu Java SE (incluindo máquina virtual HotSpot, compilador javac e sistema de documentação JavaHelp) e Java ME (incluindo o código CLDC e CDL otimizado da Sun). Além disso, a empresa reiterou sua promessa de liberar todo o Java JDK em licenciamento de código aberto até o primeiro semestre de 2007.

A escolha do modelo de licenciamento para a liberação dessas implementações foi um dos aspectos mais especulados da decisão. O código do Java SE JDK foi aberto usando o GPLv2 com a exceção Classpath, e o Java ME foi liberado sob GPLv2 direto. Ao escolher o esquema de licenciamento no cerne da comunidade GNU/Linux, a Sun está buscando os desenvolvedores que, no passado, talvez não tivessem escolhido imediatamente o Java como solução. A escolha de GPL também deverá maximizar os benefícios para quem já usa código aberto, especialmente os membros da comunidade Linux.

A Sun é atualmente quem mais contribui para as comunidades de software livre e GPL.

Admite-se que a decisão da Sun de abrir o código da tecnologia Java cria potencial para implementações conflitantes da plataforma. Mas a Sun traz um valor único ao cenário do Java de código aberto, e ainda possui as implementações Java SE e Java ME padrão gold. A Sun ? como principal arquiteta da tecnologia Java e do JDK ? oferece muitos recursos para desenvolvedores e anos de experiência no equilíbrio das necessidades de um ecossistema Java complexo. Ambos contribuirão para que a Sun preserve sua função de orientar a compatibilidade da plataforma Java.

Que oportunidades o Java de código aberto cria?
Bem, agora que sabemos o que a Sun fez e por quê, vamos examinar algumas das implicações para clientes, desenvolvedores e para a própria Sun. É desnecessário dizer que as ramificações da tecnologia Java de código aberto estão se espalhando.

Para os clientes, a tecnologia Java de código aberto promete muitas recompensas. Com a abertura do código da principal plataforma para Web, os clientes adotam a tecnologia Java com plena confiança de que não ficarão presos à tecnologia ou a uma implementação. E com a tecnologia Java disponível livremente, ela estará sujeita às forças do mercado que ajudam a promover a concorrência e reduzir os preços. Além disso, com a capacidade da Sun e as comunidades Java Community Process (JCP) e Java Specification Request (JSR) para ajudar a direcionar o desenvolvimento, os custos para mudar de uma implementação Java para outra serão baixos.

A tecnologia Java de código aberto se traduz em inovação mais rápida. No mundo do código aberto, existe mais concorrência de desenvolvedores que buscam criar aplicativos de melhor desempenho e mais recursos. Isso resultará em melhores produtos, preços mais baixos e redução do custo total de propriedade. Além disso, essas mudanças serão mais tangíveis no data center ? onde a prioridade é fornecer os serviços de melhor qualidade pelo custo mais baixo ?, porque ao usar uma implementação de código aberto da tecnologia Java, os desenvolvedores terão condições de criar grandes aplicativos empresariais compostos por um custo muito menor.

Para os desenvolvedores, a tecnologia Java de código aberto oferece maior flexibilidade e a possibilidade de explorar a tecnologia Sun de maneiras novas e inesperadas. Por exemplo, em ambientes da Web 2.0, existem muitas linguagens novas e dinâmicas (vem à mente o Ruby on Rails) que estão sendo desenvolvidas fora da Sun. A maior parte dessas linguagens é executada em seus próprios intérpretes ou máquinas virtuais.

Com uma máquina virtual Java de código aberto, e com a Sun e a comunidade trabalhando para acrescentar suporte a essas linguagens dinâmicas, é possível, se não provável, que a linguagem Java não seja mais a única beneficiária da máquina virtual Java. Em outras palavras, a máquina virtual Java pode se tornar uma tecnologia reutilizável que pode ser explorada em muitas linguagens diferentes. Os desenvolvedores terão a estabilidade e desempenho da máquina virtual Java, bem como a possibilidade de usá-la em seus próprios aplicativos que não são com Java.

Por fim, o código aberto promete trazer mais desenvolvedores à comunidade de tecnologia Java, o que resultará em aumento da concorrência, mais inovação e custos mais baixos para os clientes. Vale repetir ? O volume gera oportunidade e benefícios.

Bob Brewin
Diretor de tecnologia da Sun Software e Engenheiro Emérito Sun
Sun Microsystems, Inc.
danielbussade wrote: dark_creator Lendo as respostas agora fiquei com uma duvida.... um método que tem a mesma assinatura de um método da classe pai, isso não seria sobrescrita ao inves de sobrecarga?


Ocorrem as situações de chamadas a métodos sobrecarregados e subscritos


Você está correto, o pessoal está confundindo sobrecarga com subscrita. Quando não muda a lista de argumentos, acontece uma subscrita.
Só acontece sobrecarga quando muda a lista de argumentos!!




Sempre que você tiver uma classe que herde o método de uma superclasse, poderá subscrever esse método(a menos que,ele tenha sido marcado com final.O beneficio chave subscrição é o recurso de definir um comportamento que seja específico de determinado tipo de subclasse.

public void eat(String food){ --------------> situação já tanto sobreposta como subscrita, as chamadas serão executadas dependendo de como forem chamadas

}

A classe Horse tanto sobrepôs quanto subescreveu o método eat(), o mesmo será executado dependendo de como forem chamadas.

Hermanitto wrote:No cara.. eu precisava era do 1.5 mesmo....
vc acha q tem mta diferença, já que no 1.5 mudou mta coisa na linguagem...

acho que vou ter q melhorar eh o meu ingles mesmo
rsss
obrigado


Eu diria que os recursos agora disponíveis lhe dão um grau de flexibilidade no código absurda, e extremamente sofisticada, muito otimizada em conversão de tipos e passagem de parametros.
Realmente pela a especificação Java 1.5, pode até ficar mais rápido mesmo o projeto mas por outro lado o código esta muito mais complexo de se entender, parece um JAVA C++, você reduz as funcionalidades do código, entretando sua literatura é algo de dar nó no cerebro. É sempre bom ter menos linha de codigo e mais produtividade mas, e o desenvolvimento, é compativel com tamanho recurso e sofisticação ? ; É de fácil projeção e mapeamento desse objetos ?


Veja esse Link http://www.j2eebrasil.com.br/mostrar/84



Zakim wrote:ola colega...

Vai estudando inglês, pq tudo que vc encontrar de Struts 2 vai estar em inglês com exceção das video aulas que a devmedia disponibiliza para assinantes Java Magazine e talls....

eu vi muita coisa bacana nesse site http://roseindia.net/

é bem introdutório, mas ja te da o embasamento necessário para começar novas pesquisas.

Hoje em dia o que da dinheiro é falar sobre o que está sendo lançado e o que está pegando no mercado. O Struts foi um pouco abafado no Brasil por conta da febre do JSF. Todo mundo quer falar um pouquinho ou incluir um capitulo especial e talls. Sem falar que a JSF é da SUN.

valeu...



- UM OTIMO MATÉRIAL !!!
Adolfo Rodrigues wrote:

Marcio Duran wrote:ABAP é uma Linguagem de Programação igualzinha a Java com todas as suas semelhanças OO e etc...


Primeiro você fala que ABAP é uma linguagem de programação igualzinha a Java, com todas as semelhanças OO e etc. Depois justifica isso com um desenho indicando que um Application Server tem um client ABAP e outro Java? O quê estes clientes têm a ver com as linguagens? Prefiro morrer de cirrose a morrer como um Dr. Bacamarte.

"Pode me faltar o amor / disso até acho graça. / Só não quero que me falte / a danada da cachaça"


Verdade se não é semelhante ou igualzinha, posso afirmar que hoje ela não é procedural ao menos na Versão NetWare.

Sim ilustrei que você tem uma arquitetura que envolve um Middalware já com Abap e Java, Application Server Abap/JAVA.
No que você tinha em procedural em Abap hoje você tem algo já baseado em componentes.

Abaixo o link que mudou a cara do Abap http://help.sap.com/javadocs/NW04S/current/jc/index.html
Adolfo Rodrigues wrote:
Marcio Duran wrote:ABAP é uma Linguagem de Programação igualzinha a Java com todas as suas semelhanças OO e etc...


"Eu bebo sim / e vou vivendo..."



NÃO VAI SE ASSUSTAR HEIN !!!!, MAS É A PURA VERDADE MESMO !!!! UMA ESPECIFICAÇÃO BASICA NA FAIXA PARA VOCÊ...
OLHA LÁ HEIN, NÃO VAI MORRER , DE CIRROSE HEPÁTICA!!!

ABRAÇOSSS

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com.sap.mw.jco
Class JCO.BasicRepository

java.lang.Object
extended bycom.sap.mw.jco.JCO.BasicRepository

All Implemented Interfaces:
IRepository

Direct Known Subclasses:
JCO.Repository

Enclosing class:
JCO

public abstract static class JCO.BasicRepository
extends Object
implements IRepository


The meta data repositories are needed to get the technical description of functions and parameters used for fullfiling of RFC calls. This class covers the implementation of basic repository functionality such as caching and persistence of meta datas. The BasicRepository serves as a base class for more elaborate repositories.
To fetch the meta datas at runtime from backend system use the JCO.Repository class. Note: Since a repository caches the meta datas, it is strongly recommended to create the instance of repository at global scope and use it if possible for all calls to the same SAP backend.
Keep in mind, that the functions and paramters definitions are always the same inside of one cluster of SAP application hosts, but can differ from other cluster. Note: Derived classes have to call super(name) in their constructors in order to initialize the superclass properly.

LINKS INTERESSANTES : https://www.sdn.sap.com/irj/sdn/java

VEJA AI AS ESPECIFICAÇÕES DO NOVO SAP VEJA O FUTURO DO ABAP

http://help.sap.com/javadocs/NW04S/current/jc/index.html
Entra ai nesse link !!!
Acho que deve ser isso que você procura !!! , este é um plug in opensource para Eclipse ..... Omondo UML

http://www.seasar.org/en/tutorial/eclipse/uml_omondo/index.html


Não alterou o Codigo !!!
A havia alto consumo da CPU e agora baixo consumo exporadicamente....

O que esta envolvendo é a intensão ao aplicativo ou recursos de aplicações dando start d e outros serviços, em paralelo usados pelo S.O, uma possibilidade.




Kathy Sierra..... é a melhor obra sem duvida.....
Quanto a passar na prova, pratique exercícios no minimo 3 horas por dia.....exercícios , exercícios e +exercícios


cv wrote:

Estamos todos vivendo em sociedades com um nivel razoavel de liberdade de expressao, mas um dos problemas disso eh que todo imbecil eh livre pra falar bosta , e faz absoluta e maldita



Você apela na revolta e violência de suas palavras, como um verdadeiro desequilibrado querendo ser uma pessoa passando por instruída.


VOCÊ É UM FARSANTE !!!
VOCÊ É UMA MENTIRA .....




Carlos Villela é um dos coordenadores do GUJ, trabalha com Java há 6 anos, e atualmente explora a JVM também com Ruby, através do projeto JRuby. Há três anos trabalha na ThoughtWorks de Londres, a conceituada consultoria que tem como seu cientista-chefe ninguém mais que Martin Fowler. Atualmente desepenhando o papel de arquiteto em grandes projetos, Villela vem falar um pouco sobre as velhas e as novas arquiteturas, os grandes mitos e metodologias ágeis.

emerleite wrote:Márcio,

O que as pessoas não entendem é que os Moderadores agem desta forma porque prezam pela qualidade do forum. Parece que estou falando um absurdo ao se observar a quantidade de esculachadas que eles dão, mas se você pararem pra prensar, verá que eles não permitem em hipótese alguma que conceitos distorcidos ou achismos possam imperar aqui neste forum. Caso a atitude deles fosse outra, provavelmente veriamos aqui pelo fórum diversas threads tendo por resultado final teorias e conceitos não verdadeiros sobre diversos assuntos.


Emerlei você quer saber, se eu sou uma pessoa de Opinião !!!! , quer saber se estou fazendo coluio com alguém ou auto promoção, quer saber se não vejo que os moderadores tem uma maneira mais inteligente de responder do que simplesmente entrar em colera.


"Ainda acho que você poderia ter somente sua opinião , dando a sua colocação tecnica e não pessoal"

É Simples, SOU MAIS JAVA DO QUE QUALQUER TECNOLOGIA QUE SE MOSTRE NESSE FORUM É ISSO É PELA MINHA CONCEPÇÃO.

Abraçossss
djemacao wrote:Só pra mim tentar acompanhar o raciocínio, pq me perdi:

1 - O que tem a ver JavaScript com esse tópico?
2 - O que leva alguém a achar que JavaScript NÃO é OO?
3 - Se JavaScript tem características "fracas" em OO, como fizeram as bibliotecas Dojo Toolkit, Ext JS e etc...?


Você tem real observação, mas o que estou discutindo foi o que o Carlos Villela não soube explicar sobre sua argumentação em dizer sobre Java e JavaScript ou melhor foi infeliz em tentar falar algo que tecnicamente deixou a desejar.

Abaixo isso responde as suas colocações sobre a forma como um MODERADOR DO GUJ, se apresenta para explicar ao Forum.



Carlos Villela é um dos coordenadores do GUJ, trabalha com Java há 6 anos, e atualmente explora a JVM também com Ruby, através do projeto JRuby. Há três anos trabalha na ThoughtWorks de Londres, a conceituada consultoria que tem como seu cientista-chefe ninguém mais que Martin Fowler. Atualmente desepenhando o papel de arquiteto em grandes projetos, Villela vem falar um pouco sobre as velhas e as novas arquiteturas, os grandes mitos e metodologias ágeis.


rpffoz wrote:Ou melhor você consegue usar? para mim o O.O do JS é um PHP querendo ser O.O......



Por:Carlos Villela
Voce ja usou a OO do JavaScript pra saber? Me parece que nao, ou vc teria notado que poucos sistemas de objetos em linguagens populares sao tao limpos quanto os prototipos do JavaScript. A OO do JavaScript da um pau na do Java e C#, se vc me perguntar.



rpffoz wrote:js nem empacotamento tem! nem se quer tem package.... js não foi feito para um nível tão abstrato.


Se nao sabe, nao fale merda. http://www.lixo.org/archives/2007/09/14/javascript...put-everything-in-a-namespace/


saoj wrote:
Marcio Duran wrote:
Se você quer fazer um discurso de Paz, fale por ela então, mas se sua sutileza ir no termo ironico a ponto de me chamar de daltônico eu afirmo que você desconhe as cores da Paz.


Não falei que vc era daltônico, apenas que duas pessoas podem descordar sobre um determinado assunto e ambas estarem corretas. De qualquer maneira me desculpe...


Aceito !!!
Concordo que uma resposta inteligente merece meu respeito.


Abraçoss
Daniel Quirino Oliveira wrote:


É desenvolvedor Java há 8 anos, trabalhando atualmente como analista de sistemas para a EDS do Brasil,já tendo participado de diversos projetos Java EE para o setor de transportes, financeiro, e-commerce e telecomunicações. Além disso é coordenador do GUJ ( www.guj.com.br ) e costuma compartilhar seus conhecimentos em seu blog ( http://nullability.org).

Bom, é isso.

[update]:

Duas coisas para se pensar:
- C++ não possui interfaces. Então seria C++ uma linguagem não-OO?
- Java é 100% OO. Seria possível fazer isso então:
??



Bom o Daniel voltou ao assunto, e deu um exemplo de C++ em sua tese de JavaScript, tudo bem....
valeu a tentativa..
..

Ai vai a minha então sobre C++ e Java.

Algumas Linguagem (como C++)permitem que uma classe estenda mais do que uma classe.Essa capacidade é conhecida como "herança múltipla".A razão pela qual os criadores de java decidiram não permitir a herança múltipla é que pode acabar bagunçando o código.

Já ouviu falar no cenário conhecido como o "Diamante da Morte"

Em obserção peço que sinceramente,leia o Capítulo 2:Orientação a objetos.
kATHY SIERRA
BERT BATES


saoj wrote:Tivesse respondido assim logo na primeira vez teria sido muito mais proveitoso. Só estou dizendo que é melhor prezar pela paz. Se o cara está falando algo que vc acha estúpido, responda como nesse seu último post ou simplesmente ignore.

Existem pessoas (eu inclusive) que vão ficar argumentando ad eterno sobre um conceito que eles acreditam. Então se o cara está falando que a folha da árvore é azul e vc acha que é verde, diga isso pra ele educadamente. Se depois disso ele continuar falando que é azul, ignore-o. Talvez ele seja daltônico ou tenha realmente encontrado uma espécie de planta com folha azul no quintal da casa dele...


Se você quer fazer um discurso de Paz, fale por ela então, mas se sua sutileza ir no termo ironico a ponto de me chamar de daltônico eu afirmo que você desconhe as cores da Paz.



Você esta como espectador, concorda ou não mas ao menos não fique encima do muro ou faça mera politicagem sobre o que devemos ou não aceitar sobre as questões ao Forum.
 
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