Mensagens enviadas por: neófito
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jakefrog wrote:
blackforce wrote:Não. Até onde eu li, as novas SCEA e SCJD precisam.

Sobre a SCJP, você poderá fazer uma prova de atualização. Nunca fiz, mas até onde já li, é mais simples e tem poucas questões.


É menor sim, mas me falaram que é melhor fazer a prova por completo pois a margem de erro é maior. [=


Sim, também já ouvi falar que a prova de atualização é furada.

Isso aí, obrigado pessoal.
SCWCD e SCBCD não precisam de curso? E se eu quiser tirar uma nova SCJP, já que a minha é um pouco antiga?
wagnerfrancisco wrote:
Renatosantos wrote:Certo muito obrigado a todos.
Agora alguém me da dicas de Livros , apostilas e site para aprender C++. Plis


Não manjo nada de C++, mas há alguns anos atrás quando estudei um pouco, comecei a ler: "The C++ Programming Language", do Bjarne Stroustrup, que é o criador da linguagem. Lembro que era bem completo e um bom começo pra entender a linguagem a fundo.


Abraço.


Um dos caras que mais parece conhecer C++ daqui do Guj, o Vini, recomendou o livro Principles and Practice Using C++ do Stroustrup uma vez. Parece que o "The C++ Programming Language" é bem complexo.

Quanto ao C, o único livro que conseguiu me ensinar C de verdade foi o The C Programming Language. Mas não sei se é necessário aprender C antes de C++.
Oi pessoal,

Sei que esse assunto já deve ter sido abordado aqui dezenas de vezes, mas pesquisei e não encontrei nada. Mudou alguma coisa no processo de tirar certificações java com a compra da Sun pela Oracle? Há um tempo atrás eu ouvi falar que era obrigatório fazer curso para fazer as provas, ou seja, não é mais como antigamente que era só comprar o voucher e fazer a prova.

Tenho a SCJP do Java 1.4, que tirei em 2006. Queria tirar algumas outras.
bestlinux wrote:
neófito wrote:
bestlinux wrote:O problema é: Ate quando você vai fazer isso ? Pular de "galho em ganho" ? Sera que isso é bem visto no mercado ?


E quem disse que eu pulo de galho em galho? E quem disse que não tenho família? Bom profissional, profissional com técnica, é valorizado. Veja bem, o tipo de empresa que faz o que está descrito neste tópico são consultorias, agências de publicidade, etc. Geralmente as empresas que desenvolvem para seu uso estão interessadas em qualidade, porque o sistema delas faz parte do próprio negócio. Se o sistema falha, há prejuízo. É tudo uma questão de decidir em qual lado você vai ficar.


Desculpe....já trabalhei como CLT em um setor de desenvolvimento de uma grande empresa no qual utilizava o "proprio" software 24x7. Não era assim, infelizmente, bem que eu gostaria que fosse. Creio que não podemos "generalizar".

Realmente, não podemos generalizar. Há casos e casos. Mas continuo com minha opinião, se você procurar, acaba encontrando um lugar melhor.
bestlinux wrote:O problema é: Ate quando você vai fazer isso ? Pular de "galho em ganho" ? Sera que isso é bem visto no mercado ?


E quem disse que eu pulo de galho em galho? E quem disse que não tenho família? Bom profissional, profissional com técnica, é valorizado. Veja bem, o tipo de empresa que faz o que está descrito neste tópico são consultorias, agências de publicidade, etc. Geralmente as empresas que desenvolvem para seu uso estão interessadas em qualidade, porque o sistema delas faz parte do próprio negócio. Se o sistema falha, há prejuízo. É tudo uma questão de decidir em qual lado você vai ficar.
htraos wrote:Boa noite.

Há um mês troquei de empresa. Saí de uma empresa pequena que tem uma preocupação grande com a qualidade (tanto de codificação quanto de "produto final" -- o que o cliente vê) e fui para uma empresa maior, mas menos preocupada com a qualidade do código.


Quanto as respostas anteriores, nunca ouvi tanta besteira assim na minha vida toda. É por isso que vejo tanto código maluco, projetos de R$800 mil afundando e toda sorte de maluquices nas empresas onde trabalho.

Você deve tentar convencer os gerentes que um código melhor resulta em manutenções mais rápidas, e que você vai embutir um tempo para refatoração em todas manutenções que você vai fazer. Se o gerente aceitar, ótimo. Caso contrário, encontre um outro emprego primeiro, depois pule fora. Dê preferencia a projetos onde você terá que desenvolver coisas novas, e não onde há apenas manutenção. Veja bem, eu disse preferência, sempre haverá manutenção. Normalmente as más empresas, geralmente consultorias e agências de publicidade, vendem o sistema com um prazo absurdo, entregam e depois contratam programadores para consertarem a cagada que fizeram.

Caso você consiga convencer seus superiores de que há necessidade de refatorar, vou dar algumas dicas. A primeira, e a mais importante: refatorar um sistema não é fácil. Pelo contrário, é bem difícil. Não é qualquer zé mané que conserta um sistema médio. É preciso técnica especializada e unidade da equipe em atingir esse objetivo.

Se o sistema for pequeno, a refatoração será mais fácil. No caso de um sistema médio, a mesma pode se tornar um pesadelo se as técnicas corretas não forem usadas. Primeiramente, você vai precisar do básico: sistema de controle de versão, um ambiente de homologação, etc. Depois, você vai precisar de técnica. Você vai precisar fazer testes unitários e de aceitação automatizados para garantir que você não quebre nada no sistema. Aconselho os livros abaixo:
Test Driven Development: By Example
The Art of Unit Testing: With Examples in .Net
Working Effectively with Legacy Code
Há outros, mas esses são fundamentais.

Os testes unitários servem para você fazer o sistema crescer saudavelmente, permitem que você refatore e tenha uma resposta rápida, mas não 100% precisa, da alteração que você realizou. Os testes de aceitação servem para você testar o sistema como um todo, uma funcionalidade do início ao fim. Geralmente eu escrevo testes de aceitação e depois testes unitários.

boone wrote:Temos programadores pra que ? Se eles já não implementam direito, a culpa não é da empresa...
Quem tá com a mão na massa é o pedreiro (programador). Se ele vê que determinado bloco está ruim, que coloque outro e continue a levantar o muro (projeto).
Agora esperar que o engenheiro fique monitorando isto e tenha esta obrigação é demais.
Da mesma forma o CSS ou outra peça de software. Todo o código é de responsabilidade do programador. Se está uma merda, a culpa é dele.


Eu ia escrever um monte de coisas explicando o porquê de chamar o gerente de projeto de "engenheiro" e o programador de "pedreiro" é a coisa mais absurda q eu já vi, mas só vou escrever isto: é muito triste ouvir isso de um programador.
Adelar wrote:Vemos como a não obrigatoriedade do diploma de jornalismo interfere na qualidade da informação... não sei se este é o caso, mas que parece parece

[]'s

E por qual raio de motivo o diploma de jornalismo interfere em uma matéria como essa?
Der Meister wrote:o java é livre e ponto final, todo mundo produz o produto que quiser com ele.
eu ainda nao entendi o por que a Oracle quer processar a Google.

enquanto isso, a Microsoft admite usar código linux na inicialização do Win7 e não está tendo problemas com "propriedade intelectual", por que? por que o código do linux é livre ué! da mesma forma que o java!...

bando de mauricinho esse pessoal da Oracle enh!! mande eles irem chorar no colinho da mamãe deles....


E quem disse que o java é livre?
Renato Machado wrote:Mas SSH não tem nada a ver com desenvolvimento web, ninguém tem que usar struts por causa de SSH. Você não pode usar Grails e acessar a biblioteca de SSH? Bem provável, quem usa linguagens dinâmicas não volta usar estatica, só com um cheque bem gordo, é tão natural linguagens dinâmicas e web.


O que eu quis dizer é que há casos e casos, não podemos generalizar. Além disso, não é apenas o fato da linguagem ser tipada dinâmicamente que traz aquela sensação de flexibilidade a que você se refere. Linguagens estaticamente tipadas com características funcionais e com boas implementações de type inference no compilador também se demonstram bem práticas, como é o exemplo do scala. E isso com todos os benefícios da tipagem estática: performance, erros em compile time, etc.

Em tecnologia, a diversidade é uma coisa boa. There is no silver bullet.
Renato Machado wrote:
Sinceramente nunca precisei gerar HTML 0.5 segundo mais rápido pra resolver problema de performance, geralmente o gargalo em aplicações web está na rede e/ou banco de dados. Neste caso adoto uma estratégia de cache adequado para a situação.


Sim, concordo, geralmente o gargalo é I/O. E também concordo que o java está ficando para trás para desenvolvimento web. Mas isso não se aplica a todos os casos e há momentos que um pouco mais de performance é realmente necessário. Há um bom tempo atrás eu estava argumentando com alguém que o java permite implementar bibliotecas como a JavaSSH, que é uma implementação de ssh em java puro, o que linguagens como o ruby não permitem, pelo menos não com uma performance aceitável. Há também o caso do twitter que teve que mudar partes de seu sistema de ruby para java, justamente para ganhar performance.

Além disso há outros fatores, como maturidade da plataforma, bibliotecas, etc. Uma coisa que me agrada no java é a plataforma como um todo. A jvm é confiável e rápida, há muitas bibliotecas disponíveis, há várias linguagens e tecnologias e há profissionais no mercado. Não vejo isso em outra plataforma.
Renato Machado wrote:
AUser wrote:
Meu caro, eu trabalho com outras coisas além de Java. Não é questão de argumentação, é pq em todo tópico você fala a mesma coisa... Cria um tópico só pra isso e deixa de ser troll. Eu não sou apaixonado por Java e discordo de muita coisa, mas não fico falando isso em todo tópico só pra ver se arranjo briguinha... Que coisa, tem mais o que fazer não? Ah cara, esquece. gastar vela com defunto morto não rola. A moderação que faça alguma coisa (que pelo visto, tem pouco feito...) Até!


Se você usa Java para gerar HTML+JavaScript está fazendo errado, senão me diz o que você usa porque até agora eu ri das soluções existentes, assim como ri da sua colocação que a moderação devia intervir.


Performance pra você não significa nada? Pelo que sei, excluindo C/C++, não há nada mais performático que java. Além disso o java se sei bem em portabilidade, segurança e outros.

Hoje se eu for desenvolver um sistema web novo eu muito provavelmente não escolheria o conjunto java padrão (java + framework web), mas sim algo mais dinâmico como o Grails. Mas há momentos em que a plataforma java é bem interessante, principalmente pelo conjunto de bibliotecas existentes. E como já disse, dentro da plataforma posso usar Java, Groovy, Ruby, Python, Scala...

Um exemplo interessante é otimizar um trecho lento em uma aplicação Rails. Não estou criticando o Ruby/Rails, mas no caso deles a otimização teria que ser feita em C/C++, e se a tecnologia utilizada fosse o Grails, a otimização seria implementada em java. Vê a diferença?

Existem muitas tecnologias por aí, é só escolher qual resolve melhor seu problema e qual sua equipe atual teria menos dificuldade de aprender.
Eu não sou usuário do Netbeans, mas da vezes que usei ele pareceu rápido e responsivo. O Eclipse nem isso, não dá pra usar, eu altero uma linha em um jsp e ele já trava.
Eu uso o Eclipse 3.4 (SR1), Ubuntu 11.04, e hardware é bom, tem memória e processador suficiente pra ele.
Executei com a opção clean mas não adiantou nada. O que me dá mais raiva é que estou abrindo os JSP's com o editor de texto do eclipse, mas mesmo assim o viado tenta validar os jps's e trava. Eu tentei desabilitar a validação mas o eclipse (FDP! ) diz que precisa fazer uma validação completa primeiro, mas fica fazendo essa validação eternamente, não acaba nunca.

Eclipse e WTP -> deprecated.
Oi pessoal,

Alguém sabe o que anda acontecendo com o Eclipse? Aquilo é uma carroça! Eu estou realmente insatisfeito com ele!
Quando tento abrir uma JSP o Eclipse trava, fica de 1 a 2 minutos para voltar, usando 100% da cpu. Eu acho que o problema é na validação de JSP's. Instalei o Amateras mas o problema persiste.

Alguém sabe como resolver?
 
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