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eae, blz?...
Voce está usando algum framework?
Pra quem usa jsf tem uma do tomahawk que faz isso.
Voce procura algo onde voce passe realmente a lista ou voce iria paginar resultados do banco.... trazendo infomacoes a cada "next"?
A maioria das paginacoes que eu vi voce tem q mandar uma lista para ele paginar, e se nao me engano vi uns que voce passa um DataSource, SQL essas coisas....
Se alguem aí saber de um que receba um Criteria e/ou Query do Hibernate seria bem útil. Eu fiz um componente com facelets que faz a paginacao de um dataTable... mas se já tivesse algo "padrao" pronto seria melhor.
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olá...
na minha aplicação eu uso com diversos parametros, mas acho q talvez nao seja isso... mesmo assim, da uma olhada
Mas coloquei mesmo o código mais pra voce ter de onde copiar/colar, porque acho q o problema pode ser em voce estár colocando um atributo do tipo String no value desse componente. Se voce quer que o usuário escolha uma data, é mais lógico voce guardar no seu bean um objeto do tipo java.util.Date, e nao do tipo String.
Da uma tentada desse jeito que eu to te falando e qualquer coisa posta de novo aqui. Espero ter ajudado...
até mais.
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Olha, tem esse framework aqui http://click.sourceforge.net/
eu nunca usei ele, mas sei que voce consegue a partir de um bean, via reflection montar a sua página dinamicamente (video http://sourceforge.net/project/showfiles.php?group_id=98634&package_id=202055&release_id=44383 . Acredito que seja possivel em vez de voce criar um componente de tela baseado num atributo do seu bean, voce criá-lo baseado no resultado de uma pesquisa como voce esta querendo fazer. Mas isso é uma sugestão...
Eu trabalho com JSF e já fiz algumas coisas do tipo pensando em fazer exatamente isso que voce está querendo... deu certo mas nao me aprofundei muito por falta de tempo.
Qualquer coisa posta aí se era ou nao mais ou menos isso que voce procurava.
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sabe o que é Rafael? As vezes os clientes são meio criativos, e eu gostaria de ter algo que nao fosse tão impactado caso um cliente desses resolva usar uma arquitetura distribuída. Pessoalmente nao aconteceu comigo AINDA, mas já acontecer ao meu redor hehehe. Tem muitas aplicações por aí rodando em Servidores J2EE sem a menor necessidade só porque o cliente acha que precisa, sendo que a app usa na verdade spring e hibernate
Eu sei também que a gente nao pode fazer sempre uma aplicacao pensando na possibilidade de que mude tudo de uma hora pra outra e com isso encontrar motivos para deixa tudo mais complexo do que poderia ser. Prefiro seguir mais o estilo do XP de nao ficar querendo prever o futuro. Eu acho também que nao é tao fácil mudar para algo distribuido onde a aplicação já está rodando, mas quando pensamos em vender a aplicação para outros clientes, acho que a possibilidade de acontecer coisas assim é maior, não é?
Minha preocupação (e a do resto do mundo ) é encontrar o equilíbrio... e até por isso fiquei na dúvida quando o shoes disse que esses "beans" que eu to usando nao vao servir como DTOs de verdade. Alguem aí poderia me esclarecer um pouco mais?
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obrigado pela resposta Shoes...
com relacao aos DTOs que eu falei, nem era pra aliviar a consciencia nao... na verdade nunca me senti totalmente a vontade com eles... mas com o "desenvolver" da arquitetura, pareceu que assim as coisas ficariam mais separadinhas e tal. Mas eu nunca gostei da idéia de usar struct no Java. Eu usei o nome DTO porque nos demais topicos que li aqui, era o nome mais usado, mas na verdade no dia-a-dia eu chamo mesmo de bean (mas só no sentido de ser uma classe com get/set e construtor default, sem levar em conta o componente da sun etc....).
Mas já que voce falou com que isso nao me daria os benefícios de um DTO de verdade, será que teria como voce me esplicar como eu teria esse DTO? Como falei, nunca trabalhei na pratica com aplicações distribuídas, entao pode parecer uma pergunta meio boba, mas fiquei curioso pelo que voce disse. Pelo que o cv falou em outro tópico, o falo de usar um objeto com métodos nao o torna mais difícil de trafegar pela rede porque na verdade só os dados sao enviados, mas aí eu fiquei na dúvida do porque dos DTOs (ou VOs). Nao sei se entendi mal, mas de qualquer jeito, se poder dar mais uma esplicada...
E pra finalizar (neste post), num exemplo bem simples, caso voce use o hibernate (ou JDO etc), no seu método "findAll" voce retorna todos objetos do modelo da aplicação mesmo né. Com todos os métodos necessários para a lógica ligada a esses objetos. E isso mesmo ou tem mais coisas? valeu.
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olá pessoal, eu estava relendo as edicoes da MundoJava numeros 15 e 17 onde o Shoes fala de arquitetura de aplicações JavaEE e em seguida li vários tópicos aqui no forum sobre o assunto, e isso me fez pensar um pouco, e gostaria da opinião de voces.
No princípio, em sempre pensava em tudo OO, como "tem que ser"... mas as "boas práticas" que eram sopradas daqui e dali de outras pessoas acabaram me levando a criar arquiteturas totalmente procedurais, no estilo AnemicDomainModel, onde eu tenho os tao "adorados" DTOs e as classes BO que fazem as operações em cima do DTO. Todas as minhas classes de negócio recebem como argumento um DTO e aí é só trabalhar com o objeto como se fosse um objeto normal, com dados e operações.
Conforme eu fui usando assim, me acostumei de um tanto, que agora to precisando da ajuda de voces pra descauterizar minha mente.
Usando esse modelo com o objeto quebrado em dois, eu "ganho" em manter meus objetos "imutáveis" nas camadas da minha app onde nao deveriam ter operações de negócio, como na minha view. Dessa forma, na view/controler eu crio meus DTOs e passo eles como parametros para os Facades e na implementacao do meu "subsistema" eu instancio as classes de negócio passando os DTOs como parametro e faço tudo lá dentro. Inclusive posso colocar os contrutores dessas classes como protected para evitar que fiquem sendo instanciadas em qualquer lugar da minha aplicação.
Estando acostumado a fazer desse jeito, eu acho estranho buscar do banco (com as minhas DAOs) e retornar objetos inteligentes que podem ter seus métodos de negócio invocados em qualquer parte da app. O mais engraçado é eu achar estranho usar objetos com dados e operaçoes sendo que é pra isso que um objeto serve hehehe.
Aliado a isso, tem os casos onde os clientes podem de uma hora pra outra optarem por uma arquitetura distribuída, onde aí sim os DTOs poderiam fazer sentido. Ou ainda o mesmo sistema ser vendido para diversos clientes, onde cada um pode ter uma demanda diferente e consequentemente cada uns podem adotar uma arquitetura distribuída.
Concordo plenamente com a observaçao que quase todas applicacoes JavaEE que eu vejo nao sao distribuídas (eu particularmente nao participei do desenvolvimento de nenhum), mas como fica nesse caso onde a aplicação vira um software de prateleira? E a questao de poder invocar lógica em qualquer lugar da aplicação, já que os objetos que antes eram "burros" agora ficaram "inteligentes"?
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consegui sim... facelets e jsf 1.2. mto bom!
procura na web o war de exemplo do javaOne sobre jsf 1.2. Acho que lá voce consegue ter um bom ponto de partida
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Olá pessoal, nao sei o que está acontecendo, mas eu baixei tanto o jetspeed2 quanto o pluto (1.0.1 e 1.1.0-beta1) do site da apache, descompactei e na hora de rodar ele só roda o localhost:8080 como se fosse só o tomcat. Nas instruçoes de instalcao no site da apache eles dizem pra executar, no caso do pluto, http://localhost:8080/pluto/portal, e no jetspeed2 pra ir no endereço http://localhost:8080/jetspeed/portal mas em ambos os casos ele nao encontra esse contexto. se eu tento abrir o manager do tomcat também nao vai, mesmo adicionando todos os roles pra um usuário ele nao tem acesso.
Alguem aí está mexendo com portlets e ja passou por isso? Eu estou começando a estudar essa tecnologia mas sem rodar os servidores nao consigo nem um hello-world hehehhee.
Espero que alguem possa me ajudar.... valeu!
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eae pessoal, ninguem tem idéia de como fazer pra melhorar isso? talvez mudar esse mapeamento de joine-subclass pra algum outro....
eu sei que tem bastante gente aqui no guj com bastante esperiencia em hibernate, será q ninguem passou por isso?
aguardo a ajude de vcs, obrigado.
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Olá pessoal, minha duvida é com relacao ao uso correto de joined-subclass no hibernate. Eu tenho uma classe base e outras especialistas, mas aí quando eu tento fazer uma busca, em uma classe específica, verificando um determinado atributo da classe base, o hibernate está fazendo join entre todas as tabelas especialistas da tabela base. Como eu faço para gerar só um join, entre a tabela base e a tabela específica que eu quero buscar?
Aguardo a ajuda de voces... valeu!
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valeu aí hein.... agora acho que nao tem mais desculpa pra nao usar as annotations.
se eu tiver algum problema eu posto de novo aqui.
obrigado.
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olá pessoal, estou dando uma olhada no hibernate annotation e gostaria de saber se tem como gerar o banco de dados atraves das anotações. Atualmente eu uso Hibernate + Xdoclet e faz um bom tempo que nao escrevo uma linha de hbm e nem me preoculpo com a construção do banco, faço tudo via ant.
Usando Hibernate Annotation eu teria que criar o banco na mão?
abrigado.
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Olá, boa tarde.
algué aí já usou o Graphical Modeling Framework (GMF, que vem no callisto) ?
Eu estou procurando uma ferramenta de modelagem UML2 para o eclipse e pretendia usao o omondo, mas pelo que vi ele ainda nao funciona no eclipse 3.2. Então vi o GMF, mas pelos tutoriais que vi na wiki e outras páginas do eclipse achei meio complicadinho usar ele (se é que é pra esse fim mesmo).
No artigo que vi (http://www.eclipse.org/articles/Article-Introducing-GMF/article.html), em algumas telas eram apresentados diagramas de classe com a cara dos gerados por uma ferramenta proprietária da IBM Rational... alguém sabe se com o GMF da pra produzir os mesmos diagramas, ou se tem uma versao free da parte de modelagem dessa ferramenta da IBM?
Obrigado.
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Boa tarde...
cara, eu uso o JaWE sem problemas. ele é uma ferramenta grafica para criação de documentos XPDL, que é a definicao de um workflow.
No proprio sitehttp://www.enhydra.org/workflow/jawe/index.html vc consegue executar ele via web start http://jawe.objectweb.org/jawe.jnlp, ou entao é só baixar, descompactar e usar. Nao tem mistério.
Qualquer dúvida ou dificuldade posta aí.
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Cara, tem um negocio que faz exatamente oq vc quer...
na verdade tem algumas solucoes pra isso. vc pode usar um PhaseListener pra ver as fases do ciclo de vida e entao fazer a acao que vc quer na fase apropriada...
se vc tiver usando ferramenta de desenvolvimento da IBM Rational Application Developer (ou outra versao), em cada pagina jé é colocada uma tag chamada scriptCollector onde tem um atributo chamado preRender, onde vc poe o binding com seu método.
Mas talvez a solucao mais apropriada seria vc ver o Struts Shale.
Nele além de vc poder acompanhar as fases no proprio managed bean, vc tem acesso a uma variavel boolean que diz se é postbak ou nao.
Espero que tenha ajudado.
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