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Tambem indico: http://www.manning.com/koskela/
Otimo para quem esta comecando.
E para que ja tem alguma experiencia um que vai ajudar bastante:
http://www.amazon.com/xUnit-Test-Patterns-Refactoring-Code/dp/0131495054
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ViniGodoy wrote:YvGa, você está considerando que na empresa existem apenas bons funcionários? Você tem que ver que as estatísticas são comparadas para detectar anomalias. Se você tem um funcionário que passa mais do que o dobro de horas fora do PC por dia, como gestor, você tem que ter algum tipo de alerta.
Eu acho esse tipo de controle meio exagerado, talvez mais propício para cargos operacionais onde ficar na frente do PC seja primordial, como digitadores e atendentes de telemarketing. Frequentemente vejo meus funcionários saírem do PC para ajudarem uns aos outros, e saímos com relativa frequencia para reuniões de definição, sprint, etc. Acho que o que se perde em integração com um controle desses deve ser muito mais prejudicial do que efetivamente ter o cara na frente do micro fingindo que está programando.
Eu concordo sim, que deve haver uma forma de monitorar o rendimento de um funcionario, porque existe sim funcionarios que precisam de um pouco mais de cobranca, eh uma caracteristica natural deles, se forem deixados soltos rendem menos. Muitas vezes sao excelentes, mas diminuem o ritmo se nao tiverem atencao.
Mas controlar as horas em frente ao pc nao eh um bom indicativo. E, principalmente, qualquer tipo de controle via input eu acho pessimo, eh muito sujeito a falhas, alem de atrapalhar quem esta trabalhando. Eh preciso encontrar uma forma de ler o que esta acontecendo.
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romarcio wrote:Vamos dizer que você trabalha 8 horas diarias (8-12hs e 14-18hs)e participa do projeto X. As 8hs você começa e liga o timer. As 8:30 você sai do PC para ir tomar um café e retorna as 8:45. Lá pelas 9:30 sai de novo para ir ao banheiro e retorna as 9:40. Lá pelas 10:40 sai de novo para atender seu telefone e volta lá pelas 10:50. E assim vai o dia até chegar as 18hs. No final do mês você vai enviar o relatório de horas do time tracker para seu gestor e ele vai ver que de 8 horas diarias, você gastou 7 trabalhando no projeto e 1 hora fora do projeto. Outro motivo é caso você tenha mais de um projeto para trabalhar, dai vai marcar separadamente o horário para cada projeto. E no dia da entrega dos projetos, o gestor vai ver que você trabalhou 20hs no projeto X e 18hs no Y. As vezes, manutenção e inclusão de novas funções no sistema são calculadas através de horas gastas no processo. Então essas horas marcadas também podem servir para eles saberem quantas horas devem cobrar do cliente.
Veja que as duas se enquadram nas situacoes que eu citei acima. 1) O que importa para o custo eh quanto eu paguei pelo seu tempo de participacao no projeto, nao quanto tempo de fato voce ficou sentado em frente a maquina. O tempo em que voce estava tomando cafe, estava no banheiro ou estava ao telefone eu tambem estou pagando, portanto isto tambem faz parte do custo do projeto. E existem formas melhores de se medir a produtividade dos desenvolvedores do que contando o tempo em que eles ficam em frente a maquina. Este eh um calculo falho, cujo resultado nao me serve de nada. O que eu quero saber é quanto eu gastei no fim das contas, nao micro-dividir para saber quanto tempo eu estou gastando com funcionarios tomando cafe. Isso é irrelevante a nao ser que eles passem boa parte do dia na sala de cafe. Mas eu vou comecar a perceber isso a partir do momento que o ritmo do trabalho diminuir. Ou seja, quando menos funcionalidades estiverem sendo entregues para o cliente, comparadas ao ano/mes/dia/semana anterior. 2) Essa é a pior situacao, voce nao deve atribuir varias tarefas a mesma pessoa ao mesmo tempo. Entao, se alguem tem que trabalhar em mais de um projeto, voce deve garantir que seja feita uma coisa de cada vez. Depois de terminada a tarefa A (cujo esforco voce vai conseguir descobrir pela data/hora de inicio e fim), comeca-se a tarefa B. No fim somam-se as tarefas dos mesmos projetos e voce tem o custo deles em separado. Mas repare que isto vale para os projetos de manutencao, quando nao faria sentido ter um programador para cada projeto porque nao ha demanda para isso. Em casos de projetos maiores, deve-se manter programadores focados exclusivamente nisto. Isso eh tao certo quanto dois e dois, quatro. Se voce tem tres tarefas de uma semana, fazendo uma de cada vez, apos a primeira semana, voce tem uma pronta, apos a segunda voce tem duas, e finalmente voce tem a terceira apos tres semanas. Se voce tentar fazer as tres ao mesmo tempo, ao fim da primeira semana voce nao tem nada pronto, ao fim da segunda tambem nao e ao fim da terceira muito provavelmente tambem nao vai ter nada ainda. Voce gastou um tempo consideravel tirando o foco de uma e iniciando outra, depois indo para a terceira e voltando e assim por diante. Mas mesmo assim vamos desconsiderar o tempo de mudanca de tarefas, fazendo uma de cada vez voce leva o mesmo tempo do que fazendo aos tres ao mesmo tempo, com a diferenca de que voce tem coisas prontas antes. O grande problema esta na dificuldade de priorizar, normalmente os gerentes fracos so conseguem descobrir a prioridade de algo depois que ele vira urgente, ai larga tudo de lado para apagar o incendio. Depois, aquilo que ficou de lado comeca a se mostrar urgente tambem, e la vai o gerente direcionar os esforcos para o fogo. Eles gostam de ter a sensacao de que "esta andando", como se fosse ficar pronto naturalmente, apos o tempo estimado, mesmo sendo levado com mais tres ou quatro funcionalidades. Mas no fim das contas estao eles mesmos atrasando os trabalhos.
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Eu nao consigo entender este tipo de controle que alguns gerentes/empresarios tentam colocar.
Se voce saiu da maquina, o tempo nao conta para a atividade. Ora, mas se o sujeito foi o banheiro a empresa esta pagando por isso, se esta tomando cafe, a empresa esta pagando por isso. Entao tudo isso faz parte do custo do produto que ele esta desenvolvendo. Ora se isto faz parte do custo do produto, multiplique o tempo que levou para conclui-lo ao numero de pessoas que trabalharam nele e voce chega ao esforco que foi necessario para construi-lo. A partir dai é facil descobrir o custo, aplicando a proporcao dos salarios dos que trabalharam nele, mais as despesas com as instalacoes e etc...
Ah, mas e quando os mesmos trabalham em varios projetos ao mesmo tempo? como eu faco pra saber quanto tempo cada um gastou no que?
Nao deveriam, voce nao deve por as mesmas pessoas em atividades diferentes, elas perdem o foco e demoram mais para fazer as coisas do que se estiverem fazendo uma coisa de cada vez.
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Eu acho que certas coisas nao tem volta. Acho muito pouco provavel que eles consigam vencer essa guerra dessa forma, os usuarios da web sao muitos e estao praticamente todos contra este tipo de controle.
Eles ainda vao tentar muito, espernear bastante, processar muita gente, mas novas formas de compartilhar arquivos vao surgir. O trabalho deles é como o de enxugar gelo, alem de nao conseguirem, nem de longe, apoio popular para isso.
Queiram ou nao a industria fonografica vai ter que ser criativa para sobreviver, vao ter que aprender a lidar com a internet.
Ja quanto ao cinema e aos games, nao sei se a internet eh tao prejudicial assim. Ninguem troca uma sala de cinema por uma tela de televisao, por maior que seja. Os que baixam filmes nao vao ao cinema, se nao pudessem baixar nao assistiriam e pronto.
O video game a mesma coisa, e com a net eles ainda ampliam o mercado, controlam servidores de jogos que so com o original voce entra. Cada vez menos compensa piratear games, os titulos estao cada vez mais lucrativos, num preco aceitavel (pelo menos fora do Brasil - e ate mesmo aqui com o nuuvem e afins) e a industria nao para de crescer.
Agora a industria fonografica ta f... mesmo e eu gosto muito disso.
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drsmachado wrote:Mas em nenhum momento eu disse o contrário. A questão é que, existem certos critérios, à lá teoria evolucionista (nem só os fortes sobrevivem, mas os mais adaptados). Veja o exemplo do orkut e do facebook. Ambos se propõem a mesma coisa, de formas diferentes. Qual obteve maior sucesso? Não é só questão de idéia e dedicação. Veja os japoneses e o futebol, por mais dedicados que eles sejam (sejamos sinceros, não existe povo mais disciplinado que o oriental, em especial, japoneses), sem o talento, só conseguirão ser bons, nunca excepcionais como o Messi.
Cuidado com esse tipo de conceito, ele pode ser muito prejudicial a voce mesmo, alem de ser sucetivel ao preconceito. Observe que nao ha nenhum estudo, nem de longe indicando que japonoeses (como raça) nao sabem jogar futebol, enquanto argentinos e brasileiros sabem. Da mesma forma isso pode te levar a achar que voce nunca vai conseguir fazer algo por nao ser japones/chines/americano, ou que um japones/chines/americano nunca vai conseguir fazer algo que voce possa. Nao ande por esse caminho, ate porque ha poucas informacoes concretas e confiaveis com relacao a aptidoes de determinados povos e raças. Os orientais sao mais disciplinados? Talvez os japoneses, mas isso tem muito mais relacao com a historia do que com a genetica. O talento eh individual e, ate que se prove o contrario, nao esta ligado a raça. Entao, no dia que o futebol for o principal esporte no japao pode surgir algum Messi por la sim. Esta desculpa eh muito comum dar-nos a nos mesmos quando desistimos de alguma coisa: Nao levo jeito pra isso. Nao eh pra mim, ou sei la o que. O fato eh que voce desistiu, o resto sao so desculpas.
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gustavotorquato wrote: - Quais sao os documentos necessários para o inicio da documentação, a questão do caso de uso e diagramas
Papel e caneta, levantando os requisitos do sistema. Caso voce encontre algo complicado, voce pode fazer alguma diagramacao que te auxilie a "enxergar" a melhor solucao. Evite perder tempo tentando aprender ferramentas para este tipo de trabalho, normalmente elas nao te retornam o tempo investido em aprende-las. Entao, nao se preocupe em documentar tudo, documento o que é necessario. Facil dizer, nao eh? Ok, vamos ao que eu ACHO necessario. Documentacao tecnica so em casos em que a complexidade de alguma funcionalidade seja muito alta e voce realmente precise de alguma informacao visual pra te ajudar a entender. Por exemplo quando múltiplas threads tem que passar pelo mesmo ponto de um sistema modificando o estado de N objetos (só um exemplo esdruxulo pra enfatizar) a tal ponto que se torna difícil de voce mapear de cabeca todas as possiblidades. Do contrario, fuja. Imagine voce com um diagrama uml de um processo de producao de algum material, e nessa uml estarao todas as possibilidades, os ifs e elses, for e while e etc... Vai ficar um documento terrivel que nao serve pra nada, o tempo investido nele foi jogado fora e ele vai estar desatualizado a partira da primeira vez que voce precisar alterar e resolver (e vai) mudar direto o codigo. E pior, ainda que alguem leia e entenda o que aquele monte de uml quer dizer, ainda assim a pessoa vai precisar depois ler e entender o que o código faz. Documentacao tecnica é um caso classico da mesma informacao em dois lugares diferentes. Vai chegar um momento no tempo e no espaco em que estarao fora de sincronia. Isso nao quer dizer que voce nao possa desenhar alguma coisa no que se basear enquanto imagina o que faz, so nao gaste muito tempo documentando e nem se prenda ao documento, se ele comecar a te atrapalhar jogue fora. Documentacao tecnica eh a mais pura perda de tempo. Mas... pior ainda que perder tempo escrevendo documentacao tecnica é perder tempo tendo que ler o código para descobrir uma regra de negocio. As regras de negocio de uma aplicacao tem que estar documentadas, de preferencia em bom portugues, para que eu possa olhar o codigo e saber se ele esta fazendo aquilo que deveria, se esta de acordo ou nao, e nunca ter que olhar para descobrir o que ele faz. O que um codigo faz um documento vai me dizer, como ele faz so ele mesmo pode me dizer.
gustavotorquato wrote: - Quais são os documentos que devo passar para o cliente no momento da aquisição do software (lembrando que o cliente vai apenas alugar o sistema)
Os que ele solicitar, se nao solicitar nada, um bom manual de uso do sistema vai ser muito util.
gustavotorquato wrote: - Como devo proceder com o contrato para a aquisição do sistema
Procure um advogado. Serio, nao brinque com esse ponto para evitar dores de cabeca. Lembre que se voce for contratado para desenvolver um software por alguem, e nao houver nada estipulado em contrato quanto aos direitos comerciais sobre o software, ele é automaticamente desse alguem que te contratou. Entao procure um advogado.
gustavotorquato wrote: - Como eu registro o meu sistema, para ter direitos sobre ele
Mesmo caso do anterior.
gustavotorquato wrote: - Outro ponto que vários programadores iniciantes devem ter duvidas é a respeito do quanto cobrar, esta também é uma duvida minha
Isto depende de diversos fatores. Mas lembre-se de que normalmente voce vai trabalhar semanas (ate meses a fio dependendo do projeto), o cliente vai te ligar, se algo der errado voce vai ter que resolver, seja a hora que for do jeito que for e normalmente nao vai ter pra quem chorar. É so voce, aquela mensagem de erro e o google. Entao, tome muito cuidado com os "miliquinhentos real" que se o projeto durar quatro meses voce vai estar ganhando menos de 400/mes. Nesse caso, compre uma maquina de cortar grama e saia pela vizinhanca que voce ganha mais e se incomoda menos.
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Sim, como disse o Diegal, voce elimina as materias que ja cursou (nesse caso, sao varias em comum), cursa as restantes e recebe a graduacao de bacharel.
Nesse caso voce vai ser tecnologo e bacharel, nao vai "se tornar" bacharel.
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kicolobo wrote:Aliás, quer saber de uma coisa? Se a mídia fosse um pouco mais inteligente, já teria percebido que a questão da pirataria tá com os dias contados a partir do momento em que o streaming legalizado se instaura.
Por exemplo: quem é que vai querer piratear, se pagando 15 reais mensais por um serviço como Netflix (que eu nem sei se é bom mesmo porque nunca usei) vai querer piratear? Simplesmente não vai valer mais à pena.
Pois eh.
Desde que descobri http://store.steampowered.com/ nao preciso mais baixar jogos piratas nem pagar quase 300 reais por um jogo.
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po, mas de 3,5 pra 7 eh o dobro.
Mas agora q eu vi tbm q tem mutretagem na forma de contratacao.
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Eu tbm, mais de uma vez, ja achei solucao para um problema sonhando.
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Por uma olhada breve, nao da pra levar esse blog a serio. Mas se o cara se sente tao humilhado por ser tecnologo a solucao eh simples, conclui o bacharelado, nao vai levar mais que um ano e meio ou dois e pronto, ja pode ser feliz de novo.
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ivansalvadori wrote: Mas ainda defendo que são formações diferenciadas. Se o mercado consome como sendo o mesmo profissional, eh outra coisa.
Se eu tenho uma empresa, nao vou contratar ninguem por causa de um pedaco de papel. Eu quero ter certeza de que a pessoa pode contribuir, pode resolver os problemas que vai enfrentar, pode se relacionar bem com as outras pessoas e principalmente que tenha conhecimento tecnico para o cargo. Nao me importa se é mestre, doutor, tecnologo ou oreia-seca, o que importa pra mim é que tenha adquirido o conhecimento tecnico que a minha empresa precisa. Como? Nao me importa. Ou voce acha que eu vou ganhar mais dinheiro so porque eu tenho um doutor na minha equipe, mas que passou a vida dando aula e nao tem vivencia pratica dos problemas de uma empresa? O diploma eh um dos quesitos a serem avaliados numa entrevista, em algumas empresas é essencial, em outras nao, em algumas empresas tem peso maior, em outras nao. Mas o que determina mesmo o quanto voce vai ganhar, ou o quanto sera respeitado é a sua capacidade tecnica, nao o seu titulo. E assim que deve ser, na minha opiniao, nada de reserva de mercado pra quem passa 3 ou 4 ou 5 anos fazendo trabalhinho pela metade, tirando nota 6 e quando se forma mal eh capaz de implementar o TCC. Graduação, pós-graduação, mestrado etc... sao ferramentas de aprendizado, excelentes por sinal. Mas se a pessoa nao usa-las para aprender de fato, nao vai querer depois criar reserva de mercado para sua incompetencia.
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ruivo wrote:
romarcio wrote:
Não é bem assim.
Ele entrando no quadro de sócios, há uma alteração no contrato social da empresa que deve ser registrada na receita federal.
Como sócio, mesmo não sendo administrados, ele tem direito a exigir os relatórios contábeis assinados pelo contator legalmente registrado no órgão de classe.
Nesses relatórios ele saberá o que teve de lucro a empresa até o período.
A vantagem para a empresa é que não paga a alta tributação CLT, que pode custar a 102% o valor de um salário para ela.
Claro que tem direito aos relatórios, balanços e tudo. Mas e se a empresa NUNCA der lucro??? de que vai adiantar ter os balanços?
Veja bem como funciona:
Digamos que a consultoria chama-se ABC. A multinacional contrata ABC para fazer sistema ou prestar "consultoria". Para pagar menos imposto, os administradores de ABC criam uma outra empresa, XYZ, na qual colocam todos os funcionários como cotistas. Detalhe para que os Administradores de ABC e XYZ são os mesmos, e eles tem a maioria das cotas para eles. Logo, qualquer decisão pode ser feita por eles sem precisar consultar mais ninguém.
A multinacional contrata ABC, que quarteriza o serviço para XYZ. Multinacional paga 1 milhão de dinheiros pelo serviço para ABC, que paga o serviço de XYZ, digamos, 20% do total da nota, que, coincidentemente, é exatamente a soma dos valores de pró-labore de todos os cotistas + impostos.
Os cotistas de XYZ ficam felizes achando que são sócios da empresa e terão "lucros", tem acesso aos balanços e vê que está tudo em ordem. Mas passa o tempo e eles continuam ganhando o mesmo, enquanto, estranhamente, os sócios-diretores-administradores de ABC aumentam seu patrimônio absurdamente.
Ora, não há nada errado, mas quem decide o valor do contrato entre ABC e XYZ são os administradores, que, por coincidência, são os mesmos. E você não pode reclamar dos valores que XYZ recebe, pq vc não é sócio de ABC. Logo, não pode ter acesso ao contrato que a Multinacional pagou 1 milhão de dinheiros pra ABC.
Exatamente.
Uma coisa eu nao entendo, eles pensam que estao enganando a quem? Isso nao tem protecao legal, na hora em que um juiz identificar este tipo de contratacao ele vai perceber na hora que uma forma de burlar a CLT e vai reconhecer o vinculo empregaticio com a ABC ou mesmo com a multi-nacional. Talvez eles facam isso contando que a maioria dos contratados nao vai a justica por achar que nao tem direito nenhum, mas tem sim.
As empresas de telefonia praticavam (ou ainda praticam) este tipo de contratacao e via de regra tem que arcar com despesas de processos trabalhistas.
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rodrigogrohl wrote:E esse assunto me caiu como uma luva Sou Arquiteto de Soluções e recebi hoje uma carta proposta (após passar por algumas avaliações) para atuar na planta de SP. Hoje tenho emprego e estabilidade (CLT) E, mesmo ciente de todo o sacrifício que terei que enfrentar, e dos pontos já citados neste tópico (em sua maioria negativos), acredito que amanhã eu confirme e aceite essa proposta, e eu vou explicar o pq: Pode parecer loucura minhas mas verifiquei os seguintes pontos: o valor é bom, o desafio no mínimo interessante, e a posição ofertada é a de Solutions Specific Knowlodge Analyst Nesse caso irei atuar com gestão de configuração de ambientes java. Então provavelmente (se minha empresa atual nao conseguir cobrir a proposta) na primeira semana de 2012 eu estou iniciando em minha nova jornada. E quem sabe não sobre tempo para que eu possa postar um guia de sobrevivência. rs Abraços, Senhoras e Senhores
Opa, voce esta corretissimo, para trabalhar como "Solutions Specific Knowlodge Analyst" eu aceitaria em qualquer lugar.
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