Mensagens enviadas por: coutinho
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Caro Rodrigo,

Apenas mostrei que tipo de relacionamneto existe entre as duas classes que ele postou, certo??????? Não disse que ele tem que mostrar todos os relacionamentos de todas 999.000.38474.48484 mil classes que ele tem no projeto.

É bem como vc disse:
rodrigoy wrote:Coutinho, se vc for esticar dependência para todas as classes que são utilizadas nos métodos, você não imagina que seriam muitas setas? Vc acha que seria produtivo? Acha que isso agregaria alguma coisa no projeto?


Tentei explicar a UML para o caso dele, e não ficar contando um monte de lorota que só vai confundir as coisas...


Costumo responder aquilo que me perguntam: ex:

Qual é o seu nome?
Rodrigo.

ao contrario de:

Qual o seu nome? (google:define)
Rodrigo (? ? 714) foi o último rei visigodo da Hispânia, eleito depois de destronado Vitiza, provavelmente na Primavera do ano 710. Segundo uma tradição seria filho de Teodofredo e neto de Chindasvindo. ... blah, blah, blah ...


PÔ, É FODA PARTICIPAR DESSA "COMUNIDADE", PARECE QUE O PESSOAL AQUI ADORA COMPETIR OU MEDIR CONHECIMNETO...

AO ADMIN... POR FAVOR, EXCLUA O MEU PERFIL

NÃO VOU MAIS CONTRIBUIR...



ZehOliveira wrote:
coutinho wrote:Ao menos o vigia vai entender o que não se deve fazer, ou melhor, procurar a não ser mais um Zé, criador de pérolas.

Ao menos ele. Hehehe

(profundamente ofendido com o "mais um Zé"...)


Foi mal, ZehOliveira, nem reparei o seu nome ... mas não me referi a você ..

Nada contra aos 'Zés', até porque meu pai se chama José, e como vc mesmo sabe, pessoas usam 'Zé' para se referir a alguém.

quando tiver um tempinho, leia as pérolas, você vai se divertir... juitei isso a algum tempo, estava guardado comigo.. achei que esse era o momento de compartilhar com o pessoal. Foi o maior trabalhão comentar e formatar o Texto, "QUASE UM TUTORIAL humoristico"

Ah, levando em consideração o aprendizado!

Desculpas ...

falows...
ZehOliveira wrote:Pode até ter coisa interessante nesse teu post, coutinho. Mas quem vai ler esse negócio todo aí é o vigia...

Ao menos o vigia vai entender o que não se deve fazer, ou melhor, procurar a não ser mais um Zé, criador de pérolas.
Os nomes de alguns métodos e objetos foram modificados, para preservar o programador e a empresa, senão, fica fácil saber de quem é a káca!

OBS: A lógica dos algoritmos foram preservadas, por questão de lógica! hã .. quanto aos comentários, foram adicionados para sacanear mesmo...

DIVIRTA-SE ...



1)Quanto mais complicado pra esse cara aqui, melhor...




2)Aprendendo expressão condicional ternária




3)Garantindo NullPointerException ...




4)Acho que é o mesmo cara da Condicional Ternária...




5)roolback, pra quê? que se fErre!!!




6)Mais uma de transações com banco de dados




7)Para morrer de rir ... hahahah




Para quê inicializar a variável com -1 ???




9)O que acontece??




10)Derrubando a VM




11)Validando extensão de arquivos?




12)Como você simplificaria o código abaixo?




13)Sem dúvidas, grande campeã!!!

Não acho que seja uma questão de procurar, até porque eu já sei do que se trata e tenho minha opinião muito bem formada.

Bom, não vou questionar mais, senão vamos ficar aqui, paginas e mais paginas, uma dizendo que é e o outro dizendo que não é!

Agora, só acho que deveriamos então, sugerir a IBM Rational alterar o nome do RUP (Rational Unified Process) para RUF (Rational Unified Framework)

Para finalizar, uma coisa é possuir frameworks, ser constituidos por, e outra é ser um framework.

Encerro por aqui meus argumentos. Não quero causar confusão

falows... desculpe qualquer coisa

microfilo wrote:algo contra JDBC?


QUANDO USAR ESTERIOTIPO INCLUDE OU EXTENDS PARA UC?

Temos as funcionalidades (Casos de Uso) A e B, imaginamos que ambos estão relacionados, bom, vamos aos exemplos para cada situação.


A --------<<include>>----------->B
INCLUDE: Uso obrigatório, toda vez que o caso de uso A for executado, obrigatoriamente o B também deverá ser executado. Ex: Cadastro de Pessoa Fisica para financiamento de $$
Durante o cadastramento UC(Cadastrar Pessoa) obrigatoriamente deverá ser consultado o CPF para liberar o crédito, é aonde entra o UC(Consultar Restritivos).

A <--------<<extends>>-----------B
EXTENDS: Facultativo, ao executar o caso de uso A, não se torna obrigatorio a execução do caso de uso B.
Ex: Dar desconto em para uma compra em dinheiro
Na execução do UC(Controlar Venda) posso ou não dar desconto, caso eu queira das desconto executo o UC(Definir Desconto)..


Espero ter ajudado..

falows







amhfilho wrote:
1. Simples (acontece uma única vez, em uma data específica)
2. Fixa (acontece todos os meses, ex. recebimento de salário)
3. Parcelada (acontece n vezes, cujo valor é o valor da parcela)


Olá,

Seguinte, se a operação para as três situações tiverem o mesmo comportamento, não há porque criar três classes .. tendo em vista que a entrada e saida de dados sempre serão as mesmas.. o que vai controlar isso é algum método que valida os periodos.

Agora se o comportamento das operações forem distintas com métodos e atributos especificos, fica show de bola a implementação das três subclasses.

Polimorfismo..é show de bola

falows
rodrigoy wrote:MDA não é framework... que literatura defende isso?

Coutinho, o texto é claro ao dizer que o RUP é um framework de processo...

[]s


Exato! viu só como fica fora de contexto, é bem isso que eu quis mostrar, assim como MDA não é framework o RUP tb não é

Processo != Framework
Independente do que vc vai fazer, modelar ou não, apenas respondedo a sua pergunta de acondo com o codigo que vc postou:

Tem relacionamento sim, fica assim: usando seta tracejada unidirecional onde, a classe MinhaClasseControle aponta para MinhaClasseDao, vou tentar desenhar, blz?


MinhaClasseControle ---------<<use>>--------> MinhaClasseDao


Pode até usar o esteriótipo, ou não..

Neste caso, usa-se seta traceja para mostrar o relacionamento pelo simples fato, a instância da MinhaClasseDao vive enquanto o método MinhaClasseControle.recuperaAlgo() estiver sendo executado, porque vc esta declarando e instanciando o objeto dentro do metodo (relacionamento fraco)

Agora, se vc estivesse programado assim: por ex:



Seria um relacionamento (forte) pois, a declaração do obj DAO fica no escopo de classe da MinhaClasseControle ao contrario da situação anterior, onde a instacia vive no escopo do método.

Neste caso, relacionamento (forte) usa-se uma seta lisa e unidirecional onde a MinhaClasseControle aponta para MinhaClasseDao, vamos desenhar de novo, vai ser dificil mostrar uma seta.. mas vale a intenção...

MinhaClasseControle _____________> MinhaClasseDao

Bom, é isso ..

espero ter esclareciso sua dúvida

falows
pcalcado wrote:
The RUP process framework with IBM Rational Method Composer includes:

http://www-306.ibm.com/software/awdtools/rup/


Desculpe, mas a matéria não esta dizendo que o RUP é um framework, se sim, que o RUP com IBM® Rational® Method Composer (o framework em questão)

Vamos aos fatos, supostamente, simples perguntas e respostas:

1) Qual framework é usado na empresa em que você trabalha?
Possivel Resposta: HIBERNATE, VELOCITY, STRUTS, etc

2) Qual Processo de Desenvolvimento é usado na empresa?
Possivel Resposta: RUP, MDA, etc

Agora vamos responder como se o RUP fosse um framework

1) Qual framework é usado na empresa em que você trabalha?
Possivel Resposta: RUP, MDA, etc

2) Qual Processo de Desenvolvimento é usado na empresa?
Possivel Resposta: Nenhum, só tem framework lá...

pcalcado wrote:
Essa definição não está exata. Desenvolvimento de software é muito mais que codificação e construção de programas e ele faal apenas disso.


O que mais se aplica? se essas palavras não conseguem definir um framework... cite mais definições de framework... tenho curiosidade...

falows..





'
Bom,

O RUP não é um Framework, é um Processo de Engenharia de Software que pode, e deve ser customizado, para atender as necessidades de cada projeto ou de uma empresa, visando justamente agilizar e organizar o ciclo de vida do software garantindo qualidade.

É como a UML: na versão 2.0 temos 8 diagramas, mas quem usa todos em um unico projeto? Você tem um leque de opções baseadas em um segmento, basta escolher o que melhor atende a necessidade. É para isso que existem Engenheiros e Arquitetos de Software, para definirem essas coisas... geralmente são pessoas que possuem N certificações..

Ah, lembrando que, usando o RUP deve-se passar por todas as fases do ciclo (4 fases) e as disciplinas (são 9), só precismos escolher bem quais artefatos usarmos... (só não me lembro quantos mil artefatos possui o RUP)

O RUP, abreviação de Rational Unified Process (ou Processo Unificado da Rational) é um processo de Engenharia de software criado pela Rational Software Corporation. É um método proprietário de desenvolvimento de software, e provê técnicas a serem seguidas pelos membros da equipe de desenvolvimento de software com o objetivo de aumentar a sua produtividade.


No desenvolvimento do software, um Framework é uma estrutura de suporte definida em que um outro projecto do software pode ser organizado e desenvolvido. Tipicamente, um Framework pode incluir programas de apoio, bibliotecas de código, linguagens de script e outros softwares para ajudar a desenvolver e juntar diferentes componentes do seu projecto
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