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Luca,

Quanto vale uma hora de sua vida?

O Mac é para quem prefere trocar alguns dolares por mais tempo.

Essa listinha aqui é muito mais simples prá quem tem um MAC:
* Instalações
* Backups
* Configurações (wifi, RAID, etc)
* Ferramentas de automação
* Ferramentas de recuperação de dados, particionamento de HD
* Assistente de migração de uma máquina para outra
* Ferramenta de sincronização entre desktop, notebook e iphone
* E muitas outras tarefas chatas

Não gastará mais tempo rodando desfragmentador de disco, antivirus, antispyware, etc...

O MAC OS vem com muito mais aplicativos. Inclusive edição de vídeos!

O mundo Mac tem muitos detalhes que fazem muita diferença no nosso tempo. Alguns exemplos:
* O Itunes permite apagar músicas duplicadas.
* A agenda do Mac permite você agrupar contatos duplicados, realizando merge!
* O Safari é mais rápido do que IE, Firefox, Chrome e Opera.
* Com o Itunes você não precisa nem saber o que é um coded.
* As ferramentas de GTD do MAC são incrivelmente melhores


É tudo no Mac é muito mais simples. Não apenas no sistema operacional. A maioria de aplicativos também herdam essa filosofia. E nada de, recompilar kernel, compatibilidade entre pacotes, distros, etc.

Não, ao contrário do que muitos Apple Xiitas dizem, o MAC não é perfeito. Tem bugs sim. Trava sim.
Mas é muito, muito, MUUUIIIIITOOOO superior ao Ruindows. E muito mais fácil, coerente e conciso que qualquer distribuição Linux.

Nas primeiras semanas, existe sim um esforço para se adaptar. Mas prá quem já tentou sair do Windows para o Linux, se adaptar com o Mac é apenas uma coceirinha.

O principal:
Acredito que todo desenvolvedor deveria conhecer o máximo de sistemas operacionais possíveis. E estar atendo às diferenças.
Ser um desenvolvedor multi-paradigma vai muito além de saber meia dúzias de linguagens e bancos de dados.
Utilizando o auto-atendimento do Itaú, por exemplo, aprendi que não precisa existir botão de OK após digitar a senha. Aprendi muito de interface
utilizando Palm e Linux. Mas com MAC minha noção de usabilidade virou ao avesso.


Outras observações:
* Desenvolver em Mac dá na mesma. Nenhuma grande diferença. A menos que sua linguagem de programação seja BASIC.

* A Suite do Microsoft Office para Mac é muito boa. Só deveriam incluir o Microsoft Project.

* Você vai sentir falta de ter mais uns 2 USB. Mas com um hub dá prá suportar essa má decisão da Apple. Não troco um MAC por 10 portas USBs

* Com BootCamp, sua migração pode ser em etapas. Você pode rodar MAC OS, Windows e Linux, um boot por vez. Ou usar uma máquina virtual como o VMWare para emergências. No início usei ambos. Hoje sou 100% MAC.


Com o hardware é possível fazer certos upgrades. Blu-ray ainda não está na moda. Dá para esperar. Até lá você já vai comprar seu segundo MAC.
Na pior das hipóteses, comprará um driver blu-ray externo USB.

Ter um MAC é uma experiência que não dá prá adiar. Vale qualquer centavo. Conheço raríssimos usuários que se arrependem. A grande absurda maioria os usuários MAC amam a Maçã e tudo o que vem nela.

Quanto comprar seu MAC, nos avise.
Veja aqui: http://www.crionics.com/products/opensource/faq/swing_ex/JSliderExamples1.html
O que você quer: http://timetrackplugin.sourceforge.net
Minha opinião: uiahuiahiuhaiuhaiuhaiuahiuahiauhaui


Estávamos usando Joram mas tivemos sérios problemas para integrá-lo ao JOTAM (implementa JTA) mantendo o tunelamento http.

Agora estamos usando o Weblogic.



Dá uma olhada aqui:

https://betterpetshop.dev.java.net/

e aqui:

https://equinox.dev.java.net/
Tá faltando funcionalidades? Claro!

O Google Calendar é apenas mais uma demonstração da filosofia de desenvolvimento de software do Google. Ao invés de tentar fazer um serviço ultra-mega caro e cheio de features (e que nunca termina), eles sempre tentam dispor ao usuário algo que tenha o mínimo dos mínimos do indispensável para que os próprios usuários digam como o serviço deve evoluir.
Interfaces, Interfaces, Interfaces. Acho que houve uma certa confusão aqui.

Significado 1:
Interface da sintaxe de java, correspontende às classes abstratradas com permissão de herança múltipla.

Exemplo:


Significado 2:
Interface de um componente, correspontende a todas possibilidades de interação.

Exemplo: para o componente "Televisão" tenho uma interface que me possibilita ligá-la, mudar de canal, etc.


Suponha que uma classe C tenha uma dependência D. Dessa forma, Para os containers IoC Spring e Pico:

Esta dependência D pode ser uma classe concreta, uma classe abstrata ou pode ser uma interface (siginificado 1).
C não precisa implementar uma interface Dware (siginificado 1) que exija um setter de um D.
C precisa ter uma interface (siginificado 2) para injeção da dependência D.

Em outras palavras, C não precisa ter implements Dware mas precisa implementar os métodos setters.

Tirar esta última exigência tá parecendo muito estranho. Acho que este é o tipo de situação onde anotação cai bem. Marcar os atributos que podem ser injetáveis.
Não entendi exatamente a sua dúvida mas a resposta é: não faz sentido.

IoC não te obriga a usar interfaces.
danieldestro wrote:
vamorim wrote:


fazer algo assim...



Para mim é a mesma coisa.


Não reparou que o segundo é bem menos verboso?

Contando apenas os caracteres não-brancos temos 25 no primeiro e 13 no segundo. Ou seja uma economia de 50%.

Imagina a diferença em larga escala. Um arquivo XML de 1000 linhas por exemplo... Dá uma baita diferença na legibilidade...


kuchma wrote:Pode nao ter caido minha ficha ainda, mas acho isso um retrocesso. Primeiro faziamos tudo no codigo com numeros magicos. Depois foram movidos pra constantes. Depois extraiu-se as configuracoes relevantes para properties/XML/TXT/[qualquer coisa que nao seja compilado no codigo].

Nessa ultima etapa perdeu-se os recursos de verificacao em tempo de compilacao - mas a flexibilidade de poder alterar as configuracoes sem recompilar o codigo vale a pena na maioria dos casos.

Agora as anotacoes parecem querer trazer as coisas para o codigo, misturando configuracao e codigo e ainda perdendo a capacidade de deteccao de erros em tempo de compilacao (isso talvez seja contornavel).

Oras, o que eh de configuracao "complicada" (isso eh discutivel), como EJBs, Hibernate, etc, vai continuar sendo complicado, exceto se arrumarem um jeito "magico" de fazer a coisa - e esse jeito, IMHO, nao se resume a simplesmente mover as configuracoes de um lugar para outro.

Eh isso ai - desculpem se nao entendi o "espirito" das anotacoes e viajei na maionese.

Marcio Kuchma


A questão é que Anotações são menos verbosas que XML. Mas eu acho que seria muito melhor criar uma linguagem específica para fazer configurações. Groovy talvez seja a solução. Ou pelo menos ao invés de fazer assim:



fazer algo assim...

marcioa1 wrote: Não tenho certeza, mas acho que a Sun quis simplificar, para ficar mais parecido com C#. A M$ sempre diz que faz o mesmo com menos comandos ( linhas ) e talvez isto também tenha inspirado o aparecimento de Generics.

Mas quem não gosta, não precisa usar. Eu uso.

Márcio


Essa história que quem não gosta não precisa usar é meio fraca. Você pode não usar no código que você cria, mas é obrigado a conhecer quando vai fazer manutenção... Ou seja, já que existe não pode-se simplesmente ignorar a sua existência.

O mesmo vale para o do/while e tantas outras redundâncias existentes.

Sempre que se cria mais uma forma mais simples de se fazer alguma coisa, aumentam-se as possibilidades. Logo, o profissional aumenta o volume de coisas a se estudar.

fabgp2001 wrote:
vamorim wrote:A questão é: será que a estratégia de contratação via PJ está ameaçada?


Nao. Sempre tem um jeito de burlar o que os caras pensam.
Tenho um colega que faz pos na FGV e um professor comentou justamente isso.
Uma das coisas que alegam que poderia comprovar caso de CLT seria o local de trabalho nas dependencias da empresa. Ai ja tem empresa cobrando aluguel pelo local. Nao importa se é R$ 0,50, a cobranca ja descaracteriza o ato e ja foi por agua denovo a teoria.

Brasileiro nao adianta, sempre arruma uma solução.

]['s



Pois é. Parece então que a contratação PJ é um ato legal, porém não legítimo. Certo?

Vinci
Tudo bem gente. Não quis criar mais um tópico para debater as vantagens e desvantagens da contratação via CLT e PJ.

A questão é: será que a estratégia de contratação via PJ está ameaçada?
marcelomartins wrote:
vamorim wrote:Pessal, ouvi um boato que o Ministério Público do Trabalho estaria dando um prazo até dezembro para que as empresas de TI passem os empregados de PJ para CLT.

Isso procede? Não achei nada no site.
(http://www.pgt.mpt.gov.br)

Poderia nos contar a procedencia do boato? Eu acho que não tem como eles controlarem isso, mesmo porque muita gente trabalha como PJ que é mesmo PJ


Justamente por se tratar de um boato que resolvi confirmar.
O governo realmente não tem como controlar isso. Da mesma forma que não tem como controlar todas as ilegalidades que ocorrem. Mas no site existe uma área onde pode-se fazer denúncias...
 
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