Mensagens enviadas por: Bani
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Eu acho que o que está faltando é você colocar o JAR do J2EE no classpath.
Olhando as especificações do Nokia é até fácil entender porque roda o J2SE... A capacidade (processador e memória) dele é bem considerável!
Mas realmente os preços não ajudam.
Rodo WebSphere em produção sim, para a intranet e extranet mundial de uma empresa.
Mas não é nada de EJB, etc. Apenas Portal Server.
O preço varia também de acordo com a operadora em que você compra. A Oi, por exemplo, subsidia os celulares no caso de planos pós-pago, e aí sai consideravemente mais barato (não sei informar o preço exato porque já saí de lá há algum tempo). A TIM já não tem esse plano de subsidio, então o preço é integral.
No caso do Nokia, concordo que ele seja caro, mas é necessário considerar que ele é também um PDA (e já que estamos falando de PDAs, Clié rulez!).
Eu uso o WebSphere, mais especificamente com o WebSphere Portal Server.
Realmente não é algo que eu diga "nossa, que leve e estável!", mas parece não apresentar muitos problemas em produção.
Eu conheço 2: O Siemens SL45i (J2ME) e o Nokia 9210 (J2SE mesmo), ambos GSM.
Além disso, tem vários Nextel que também suportam Java.
Não posso afirmar isso com certeza, mas o que eu acho é que muitos programadores brasileiros até preferem ler textos mais técnicos em português por não entenderem inglês tão bem ou demorarem mais para ler um texto quando está em outra língua. Mas uma frase mais simples, acredito que poucos tenham dificuldade de entender, afinal, inglês se aprende na escola.

Mesmo assim acho que vale a pena fazer uma pesquisa para ver o que a maioria prefere, já que também tem a questão da pessoa se identificar com a camiseta, e por esse motivo talvez muitos prefiram em português.

Não entendi essa de "me intimar" a dar opinião (já não estava dando?), mas se quer uma opinião feminina, acho que devia ter uma versão feminina da camiseta, tipo aquela do Linux que tinha no LinuxMall que esgotou os estoques rapidinho!

Acho super válida a idéia de ser uma camiseta da comunidade Java ao invés de especificamente do GUJ.

E obrigada pelo link!
Eu concordo com o Rafael...
Estamos tão desacostumados a ler coisas em português relacionadas a Java, que fica estranho quando vemos uma. E no caso da tradução, acabamos traduzindo "palavra a palavra" ao invés de tentar encontrar as palavras que melhor se adaptam a linguagem. Por exemplo, nesse caso que você citou, não acho que "coisas boas" ficou bom.
E aproveito também para fazer um protesto contra as traduções dos livros técnicos. Resolvi comprar o Tutorial do J2EE em português devido a enorme diferença de preço, e com certeza é o livro mais mal escrito que eu já li (não tecnicamente, mas várias frases simplesmente não fazem sentido gramaticalmente).
Paulo,

Sou eu mesma. A borboletinha aí do lado dá a dica (Vanessa = Borboleta, mas normalmente só as Vanessas sabem disso)!

Quanto ao texto que você colocou na página do GUJ, o link ficou errado... Quer dizer, o link está certo, mas no "texto" do link do Duke você colocou o endereço do artigo da JavaWorld.
Para quem quiser saber mais sobre a história do Duke é interessante esta página: http://java.sun.com/features/1999/05/duke.html

Uma discussão sobre a origem do nome "Java", com a participação de várias pessoas que participaram do projeto, pode ser lida em um artigo da JavaWorld, neste endereço: http://www.javaworld.com/javaworld/jw-10-1996/jw-10-javaname.html
Mas uma explicação mais específica sua relação com café é bem obscura e controversa, há lendas de todos os tipos.

E uma breve história do Green Team é encontrada na página do James Gosling: http://java.sun.com/people/jag/green/index.html
E um pedacinho de código Java, será que não ficaria legal colocar também?
Algo fraquinho, como um "background" para alguma outra coisa...
Paulo,

Quanto aos logotipos da Sun, é proibido utilizar a xícara oficial, porém para usar o Duke basta preencher um formulário, concordar com os termos do compromisso e tentar conseguir a aprovação.
(Fácil, né? hehehe)
Será que o Duke não merece também um espacinho na camiseta? A xícara é um símbolo legal e até chique, podendo ocupar a maior parte, mas um Duke, mesmo pequenininho, é capaz de dar mais charme e personalidade.
Não tenho nenhuma idéia relativa a frase, mas acho a idéia do "Compile Once Run Anywhere" importante caso alguém consiga inserir o conceito em uma frase verdadeiramente geek.
Eu acho essa história de programar no notepad/vi muito linda e politicamente correta para geeks, mas o fato é que IDEs são ferramentas para produtividade, e se Java é seu trabalho e não apenas seu lazer, quanto mais funcionalidades melhor, caso esteja usando um computador bom e a ferramenta seja suficientemente customizável para adaptar-se as suas necessidades sem atrapalhar o que você está fazendo.
Eu uso JBuilder no trabalho e gosto dele. Demora um pouquinho para abrir sim, mas não sinto que ele seja pesado no geral. Desabilitei apenas algumas opções como ficar sublinhando de vermelho trechos em que havia problemas de sintaxe, pois isso eu achava meio intrusivo e atrapalhava a fluência na codificação. Acho ele bem mais organizadinho do que, por exemplo, o WAS da IBM e bem mais leve que o Forte. Quanto aos wizards, você usa apenas se você quiser. No caso de criar beans, por exemplo, acho muitíssimo mais prático simplesmente digitar o nome e tipo dos atributos e deixar ele criar os getters e setters do que ficar perdendo tempo fazendo isso na mão. Para iniciantes em EJB ele também ajuda bastante, até para entender melhor como são estruturados.
Não vou ficar entrando em mais detalhes, basicamente sou a favor dele! A única crítica que tenho é sua integração com sistemas de controle de versão, que deixa a desejar em termos de performance.
E veja se você consegue a versão 8 do JBuilder ao invés da 7, pois nela a rodinha do mouse funciona!
Não é uma "regra geral", mas normalmente você vai querer utilizar J2EE para aplicações distribuídas, ou multi-camadas, como por exemplo aplicações web, que tem uma característica cliente-servidor.
Mas acho que o caminho certo não é perguntar quando usar J2EE, e sim partir da necessidade e aí ver se existe alguma API do Java que já está pronta para facilitar o desenvolvimento de algo que vai suprir essa necessidade. Se esta API estiver dentro do J2EE, você utiliza-o, se estiver no J2SE mesmo, não vai precisar.
 
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