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Alias, só pra completar: Sou fã do Semler e o 'Você está louco' é um dos melhores livros que já li até hoje.
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Shoes,
Só pra explicar melhor: Aquilo não é minha postura ou posição referente ao modo de se trabalhar, mas sim a maneira que eu vejo o comportamento das empresas.
Eu imaginei que as pessoas aqui fossem ficar revoltadas com o post, mas é a dura realidade das empresas de 3 letrinhas.
Falando de novo: Não, não concordo com isso. Mas é assim que eles fazem as coisas, é assim que nosso capitalismo furado funciona e, sinto dizer, é assim que será pelos próximos anos. Um dia elas vão quebrar? Dificil, acho que elas vão se adaptar. Elas vão pra onde der mais dinheiro para não falir.
Mudar? Sim, claro! Adoraria! Faço minha parte.
Já trabalhei numa certa empresa de 3 letrinhas e vi cenas que sinceramente prefiro esquecer. Sai desse mundo e fui procurar empresas com mais respeito ao profissional e um modo de trabalhar mais humano.
Mas que essas empresas mercenárias ganham dinheiro... sim, elas ganham. Não todas, mas ganham. Life sux.
Cada um faz o que acha certo para mudar essa situação.
Há os que decidem montar um movimento revolucionário, há os que decidem mudar pouco a pouco o seu dia a dia fazendo sua parte e esperando o resto contribuir, há quem se revolte e vá embora para um outro pais e empresa com melhores condições de trabalho.
Eu costumava ter grandes bate papos com um certo coala (que hoje trabalha ai com você ) sobre esses assuntos metodológicos, ele sempre teve uma visão mais humana e eu vim calejado desse mundo de consultorias cretinas. Nunca concordei com as consultorias, mas sinceramente até então não via uma boa alternativa palpável, apenas promessas. Eu já pensei em sair do Brasil, mas acabei desistindo, minha vida no geral está muito bem estabelecida aqui.
Ele, felizmente, conseguiu me provar que sim, é possível mudar um ambiente de trabalho de uma consultoria e deixá-lo mais humano. (O problema foi que o diretor da empresa foi lá e destruiu tudo depois, mas isso é outra história hehehe).
Hoje estou aqui no meu emprego fazendo a minha parte e tendo um trabalho em paz e feliz
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As consultorias de 3 letrinhas não estão nem ai se é rup ou scrum, dando lucro eles fazem qualquer merda.
Se rup vai desaparecer? Nem tão cedo, ainda da lucro.
Agil da mais lucro? Depende, tive uma experiência com metologia ágil no modelo cliente-fornecedor que não foi vantajoso pra consultoria. Ok, o cliente não foi lá dos mais amigáveis no final das contas (como parecia no começo).
Mas o ponto é: (Hora do advogado do diabo)
Independente da metodologia se a empresa consegue ter lucro, ta valendo. A grande mairoria não ta nem ai para o que os desenvolvedores pensam. A empresa existe pra dar lucro e não pra fazer funcionário feliz.
Um exemplo de ação MUITO cretina que vi uma consultoria fazer (e eu trabalhava nela) foi a de contratar um rabo. Sim, um rabo, mas não to falando de uma mulher gostosa e sim de um rabo pra por a culpa do projeto que não tava indo bem. Contrataram um gerente qualquer no mercado, colocaram o cara la pra gerenciar com 'poderes totais'. Boicotaram o cara e em 3 semanas todos os outros gerentes, do cliente e da propria consultoria alinharam o discurso que só 'começou' a desandar o proejto agora porque o gerente novo era ruim demais e ferrou tudo. Dai antes do cara poder se explicar e falar as coisas mandaram ele embora e pronto. Todos os gerentes do cliente ficaram isento de culpa. O gestor do projeto pagou bem caro por esse rabo, mas nenhum dos gerentes dele teve a imagem arranhhada e a consultoria ficou feliz da vida porque lucrou um monte com isso.
Concordo que se der pra ter as 2 coisas é melhor, mas pra que arriscar?
Se ponham no lugar de um administrador formado em <qualquer-coisa-não-relacionada-a-TI> que não faz idéia do que é RUP ou Scrum. Mas ele tem um suporte e bons cases de RUP por ai e ágil é algo ele ve um monte de 'moleques' dizendo que é foda e que RUP é uma bosta (bem com esse discurso).
A visão que ele tem é 'tenho cases e amigos me dizendo que esse trem de RUP até funciona e tem um monte de muleques fanáticos nesse tal de Scrum, querendo usar porque é mais legal...'.
O discurso fanático ágil atrapalha muito o convencimento das pessoas que é um modelo melhor de se trabalhar, pois a partir do momento que teu discurso parece fanático as pessoas já levam pro lado de que ele não em base lógica.
Sair dizendo que rup não funciona e ponto, não é verdade. O que as pessoas que querem convencer um gerente a adotar ágil tem que aprender é embasar com numeros e fatos reais reconhecidos no mercado com uma linguagem de adminsitrador e não apenas uma promessa de que é melhor e 'meu amigo usou numa empresa ai que é bem diferente da nossa e deu certo'.
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As últimas empresas que trabalhei usam JSF.
Sinceramente eu vejo mais JSF em vagas de emprego do que Struts2.
Na verdade eu vajo mais Struts1 do que Struts2 ainda.
O Struts2 pode ser a preferência de muita gente aqui, mas eu não conheço muitas empresas utilizando, é uma aqui e outra ali...
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Pessoalmente eu nunca fiz um converter pra String pra ver se da alguma merda , mas vale a pena tentar hehehe
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O Acegi faz coisa pacas.
Usar um ServletFilter na maioria das ocasiões funciona bem e é super simples e painless de implementar.
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O FacesContext exite para uma requisição web.
Se teu job dispara a cada 3 minutos sem requisição, o FacesContext qe ele terá será inválido e sua mensagem não vai aparecer na tela do usuário.
O que você pode fazer é usar um ajax pull da vida e ficar checando no servidor se tem alguma mensagem a ser exibida na tela. Dai o job adicionaria a mensagem em algum lugar fora do faces que você pudesse ler.
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Ou teu código mesmo checa se a string ta vazia, ou você pode fazer um converter (ou converter-for-class) que já trata isso.
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Estuda o richfaces / a4j. Vai servir perfeitamente pro teu caso e vai ser rediculamente simples de fazer.
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Para aceitar acentos tipo é ã é só por o <?xml version="1.0" encoding="ISO-8859-1"?> no inicio da página.
O & comercial não vai rolar mesmo, o sax parser vai chiar. Dai tem que jogar pra bundle.
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Hmm pelo que entendi você quer o id de um inputText tipo
<h:inputText id="meuText" value="..."/>
certo?
Se for isso lembre-se que o JSF põe o id do form antes do id que você atribuiu pro componente no html.
Exemplo:
<h:form id="formId">
<h:inputText id="meuText" value=""/>
</h:form>
Vai renderizar
<form...>
<input type="text" id="formId:meuText" value="" name="formId:meuText"/>
</form>
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Ele serve pra por vários componentes dentro de um único nó.
Exemplo: O f:facet só aceita 1 filho, então você pode por um panelGroup e colocar um graphicImage + um outputText dentro dele.
Outro uso do panelGroup é para se renderizar uma div utiliznado o atributo layout="block".
edit: erro de digitação
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Uma resposta rápida (to sem tempo agora), fiz uma aplicaçãozinha de teste no facebook semana passada, simples rápido e fácil. É show de bola
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Estranho ter dado o pau por não ter o cast/valueof de String.
Que eu me lembre eu sempre vi ele chamar o toString dos objetos (claro que se o teu getId ali retornar nulo, um erro vai subir), mas talvez seja o fato de que eu uso o Facelets e o view handler dele é mais ninja
Mas entendi o ponto de vocês, passar um Objeto e ele mesmo não por como String é bizarro.
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sergiousp wrote:é verdade... esse negocio de passar String sendo q o
metodo recebe Object é terrivel
É que você pode por um converter no selectOneMenu ou ter um converter-for-class registrado.
Assim você pode ter um objeto proprietário como value do combobox sem problemas.
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