Mensagens enviadas por: Andre Brito
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Cara, ultimamente não tenho estudado nada! Só lido algumas revistas e (raramente) livros, geralmente não relacionados a computação.

Mas uma coisa que eu tenho muita vontade é de voltar a estudar algoritmos. Na época de faculdade eu me trancava no quarto numa tarde de sábado ou domingo, quando caía o céu de chuva, e resolvia vários problemas. Saía do quarto com a cabeça fritando, mas sempre valia a pena. Ainda acho que vale muito a pena, porque é a essência da computação em si. Muitas pessoas dizem que não é usado pra fazer sistemas e bla bla bla, que não vai dar dinheiro no final, mas acho que tudo o que você estuda você usa pra alguma coisa, não somente nessa parte de algoritmos.

Logicamente, não é interessante estudar SOMENTE isso - arquitetura, tecnologias novas, qualidade de código / design são muito importantes também. Acho que vale a pena estudar algoritmos quando se tem prazer em fazer isso - ou quando ter como um hobby resolver problemas no TopCoder, UVa, Spoj, GCJ e afins. Acho que o estudo de algoritmos possivelmente facilita o estudo das outras áreas da computação, como novos paradigmas.
O meu finalmente está indo para a minha casa. Comprei dia 23 de Dezembro e sempre tava em busca.

Nunca vi isso acontecer com um livro. Parabéns à Caelum
Provavelmente quis dizer que é possível 'bindar' os campos de uma entidade na tela. Dessa forma, você não precisa pegar o campo e dar um set, como acontece na forma mais primitiva, nas aplicações Swing. Mas acho que setar os dados direto na entidade é uma má prática. Entidades de banco, na minha opinião, ficam na camada de infra ou coisa do tipo. Você deve ter, no máximo, um model pra bindar (ou, em alguns casos, um DTO) os campos da tela no objeto.
drsmachado wrote:Camaradas, sinceramente.
Um projeto que nasceu de um fora/toco ou do não da mulher que ele queria, já foi desenvolvido, desde o começo, com toda esta estrutura?
Certamente que não.
Começou com PHP, depois foi agregando.
Aliás, só por que o sujeito é daltônico, é que são cores azuis.

Ele se preocupou com a escalabilidade desde o começo.
cafezin wrote:Comprei no dia do lançamento

Produto em Busca - Aguardando Contato

=/

Se for na Saraiva acho que é só dia 22 que eles começam a distribuir. Comprei o meu e recebi um e-mail de que não encontraram o produto. Vou tentar novamente dia 22.
gRoOve wrote:Então o estado é o conjunto dos atributos setados atualmente?

Eu vejo dessa forma.
Essas perguntas de testes geralmente são bem genéricas, mas vou tentar responder.
gRoOve wrote:A) O Model era responsável pelo estado da aplicação
B) O Controller era responsável pelo comportamento

As outras questões não veem ao caso, já sei as repostas. Agora ficaram as dúvidas:

As duas afirmativas estão corretas?

Sim.
gRoOve wrote:O que seria o estado do model?

Esse estado pode ser definido como os valores que o sistema pode assumir (atualmente). Uma venda, por exemplo, deve estar no modelo. Possivelmente com os valores da venda, com os itens, dizendo a situação, com cliente, vendedor e empresa estão fazendo aquela venda, e assim por diante.
gRoOve wrote:O que seria o comportamento do Controller?

O comportamento pode ser definido como as ações da aplicação: validar os dados do modelo, verificar permissões do usuário, responder à view as chamadas e assim por diante.

Mais claro?
vitorh.campos wrote:Bom, fiz meus testes usando EJB3 e descobri algo que me incomodou bastante: para se usar a interface @Local (pelo menos no WebLogic), todas as aplicações deveriam ficar no mesmo EAR, já que a característica do WebLogic é de manter cada aplicação em um classloader separado (pelo menos foi o que eu entendi da documentação dele). O ruim de se fazer isso, pelo menos no meu ponto de vista, é que tudo ficaria em um lugar só, ou seja, daqui a uns 5 anos, por exemplo, a empresa teria um único arquivo EAR gigantesco que, caso desse algum problema no redeploy da aplicação (ou coisa parecida), todas as aplicações parariam de uma vez só.

Também fiz testes usando JARs separados: não sei se eu fiz alguma besteira ou se faltou configurar alguma coisa, mas não consigo acessar um JAR separado no servidor (o WebLogic chama de Shared Library): quando faço referência às classes do JAR, o servidor lança a exceção ClassNotFoundException. Só consegui resolver colocando os JARs dentro do próprio projeto web (ou seja, dentro do WAR). Mesmo assim, tive problemas com o Hibernate: ele não consegue entender que as classes estão dentro do JAR.

Então, fica minha pergunta: existe alguma forma de se resolver esse problema dos JARs ou terei que usar EJBs com @Remote?

Grato.

Esse problema não é tanto dos EJBs, mas sim da configuração do seu servidor. Não sei no servidor que você está usando, mas no JBoss tem uma pasta que vai todos os jars usados na aplicação (/server/default/lib, para a configuração default). No WebLobic deve ter alguma coisa parecida.

Respondendo a sua pergunta inicial, se é projeto web eu não usaria EJBs, mas sim VRaptor, que, além de ser um framework de fácil utilização, já permite o consumo de serviços usando REST (o que tornam as coisas mais simples). Ou Spring.
Nesse caso é um erro semântico. Você deve examinar seu código para verificar o que está acontecendo.
Você pode fazer isso usando um esquema chamado JBoss SAR.
Internal Exception: java.sql.SQLException: 'NaN' is not a valid numeric or approximate numeric value

bind => [NaN, 0, NaN, 1]

Você está tentando fazer um insert com NaN (Not a Number). Antes de inserir, verifique quais valores estão vindos (com o debugger da sua IDE ou usando System.out.println). Não está vindo um número.
rafael_jesus wrote:Pergunta de iniciante:

A arquitetura Java é mais segura quando bem estruturada do que as outras Linguagens? Ou é mito?

Mito.

Qualquer arquitetura, desde que bem definida, usando as ferramentas corretas pra resolver o problema, é 'segura'.
AUser wrote:Opa André,

Bom, eu quis deixar mais ou menos claro o seguinte: o país é um exercito. 90% de toda a tecnologia que desenvolvem, tem algum vínculo militar, ou faz parte de algum projeto do tipo. Se você for pegar esses mesmos links que me mandou, fala muito sobre equipamentos de hardware, e tal. Eu não discordo que ir pra lá seja um bom negócio, mas acho que pra isso, você tem que ser engenheiro, com no mínimo um mestrado, e ir pra algum centro de pesquisa. Não é essa vida de desenvolvimento que estamos acostumados aqui no Brasil, lá se produz inovação.

Fui pra lá em 2010, e perguntei justamente sobre isso pra todo mundo que morava lá, e falaram que pra quem é "programador", não compensa. No entanto, se você for um engenheiro, etc... Aí é outro esquema. Mas em suma, você tem que ir pra lá focado em trabalhar em inovação, e não desenvolvimento.

Outra questão tb, é que você tb tem que passar um tempo no exército. De cara, são seis meses, obrigatoriamente. Pra muita gente esse é um ponto ruim, eu não vejo nada demais não...

[]'s

Tomei a liberdade de 'cortar' um pouco do quote. Espero que não se importe.

Acho que não são seis meses no exército, mas 2 anos. Eu vejo isso como uma vantagem também porque quem chega na faculdade já chega como uma pessoa com ideias formadas e como uma pessoa muito mais madura.

Concordo em todos os seus pontos. Mas ainda acho que Israel é melhor no quesito de startups do que Silicon Valley. Tanto que os caras de SV estão injetando dinheiro em Israel. Se algum dia eu tiver oportunidade e capital, vou investir em peso no Brasil (acho que tem MUITO programador em empresa com muita criatividade mas não consegue usar por falta de espaço e excesso de conforto) e em Israel. Opinião pessoal.

Lembre-se que a DARPA foi uma das agências que originou (ou influenciou) a Internet.

Sempre muito bom trocar ideias com você, AUser, um cara experiente e muito educado.
AUser wrote:
Andre Brito wrote:
AUser wrote:
Andre Brito wrote:Se eu fosse fluente em inglês, correria pra aprender hebraico e árabe.

Qual o motivo pra hebraico? É lingua oficial só do estado de Israel mesmo... Já árabe...

Opa, esqueci de explicar quando coloquei hebraico e árabe. My bad.

Bom, falo por mim. Primeiramente porque sempre tive vontade de aprender essas línguas (principalmente hebraico).

Depois, porque quero continuar um bom tempo no mercado de software (não só com desenvolvimento, mas marketing, gestão, melhorias na comunicação, investimentos, seja lá o que for) e, possivelmente, saber mais sobre investimentos, venture capitals, angels e tudo mais. E hoje só existe um lugar melhor que Silicon Valley para encontrar startups e empresas de software que podem mudar o rumo da Internet (digo isso de forma geral - Brasil, Argentina, Inglaterra, Canadá, Japão e Rússia estão começando a aparecer): Israel.

?I agree with them,? said Mike. ?There are some bad-ass companies coming out of Israel.?


Opa André, beleza?

Cara, não acho que seja bem assim não. Eu já fui pra Israel e posso te dizer que 90% de todas as empresas de tecnologia de lá, lidam com o setor militar. O país é composto em 70% pelo exército. Tecnologia militar (avionics, etc), lida muito com C, C++ / Assembly, e um conhecimento monstro em hardware. Beleza, é tecnologia, mas é um nível bem mais pesado e focado em planejamento de software para hardwares específicos. Não tem tantas outras opções...

Entendo... Mas por que existem tantos links que falam que Israel é a 'nação' das start ups? Vide os seguintes:
http://www.freakonomics.com/2009/12/04/how-did-israel-become-start-up-nation/
http://www.businessinsider.com/15-israeli-startups-that-can-teach-silicon-valley-something-2010-5
http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI198862-16642,00-ISRAEL+O+PAIS+DAS+START+UPS.html

Em 2009, o número total de start ups chegava a 3,8 mil, o que lhes garantia a façanha de ter uma empresa de tecnologia para cada 1,8 mil israelenses. Na bolsa americana Nasdaq, eles são os primeiros depois dos anfitriões, com 63 companhias listadas, deixando para trás Reino Unido, Alemanha, Japão e França. Sua indústria de venture capital, uma das mais dinâmicas do mundo, movimentou US$ 2 bilhões em 2009. Nesta área, seu brilho também tem ofuscado os emergentes: o investimento per capita de VCs que aportaram por lá é 80 vezes maior que o registrado na China e 350 vezes superior ao valor injetado na Índia. De lá saíram, por exemplo, os microprocessadores Centrino e Pentium 4, da Intel, o comunicador instantâneo ICQ, o pen drive e o firewall. Como a Intel, cerca de 200 multinacionais, entre elas Google, General Electric e Cisco, instalaram centros de pesquisa no país.
AUser wrote:
Andre Brito wrote:Se eu fosse fluente em inglês, correria pra aprender hebraico e árabe.

Qual o motivo pra hebraico? É lingua oficial só do estado de Israel mesmo... Já árabe...

Opa, esqueci de explicar quando coloquei hebraico e árabe. My bad.

Bom, falo por mim. Primeiramente porque sempre tive vontade de aprender essas línguas (principalmente hebraico).

Depois, porque quero continuar um bom tempo no mercado de software (não só com desenvolvimento, mas marketing, gestão, melhorias na comunicação, investimentos, seja lá o que for) e, possivelmente, saber mais sobre investimentos, venture capitals, angels e tudo mais. E hoje só existe um lugar melhor que Silicon Valley para encontrar startups e empresas de software que podem mudar o rumo da Internet (digo isso de forma geral - Brasil, Argentina, Inglaterra, Canadá, Japão e Rússia estão começando a aparecer): Israel.

?I agree with them,? said Mike. ?There are some bad-ass companies coming out of Israel.?
 
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