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Alguns comentários:
Se você optar por uma arquitetura em 3 camadas (cliente swing, app server e DB) dificilmente conseguirá implementar um MVC que ligue a View (swing) ao Model (domínio de objetos no app server). Pelo menos não de uma forma muito produtiva.
Há cerca de um ano estou trabalhando em um sistema de grande porte que utiliza uma arquitetura assim. Levamos cerca de 6 meses só para defini-la: quais frameworks seriam usados, que EJB faria o que, como resolveriamos a persistência, etc.
O mais provável é que você implemente MVC na interface para apresentar dados dos seus objetos de domínio em formulários Swing.
Me parece também que existe uma série de questões complicadas que ainda não foram ponderadas para este caso:
* A serialização e transporte de objetos do app server para o cliente e vice versa pode se tornar um grande problema. Quanto maior o número de relações entre os objetos pior será. Para resolver isso, terá que implementar proxies e possivelmente trabalhar com uma estrutura paralela de DTOs (Data Transport Objects). Escrevendo cada vez mais e mais código.
* Certamente serão necessárias validações da entrada de dados no lado cliente. Os controles do swing (JTextFields, etc) provavelmente terão que ser estendidos para isso, ou você terá que criar Documents e outros modelos para eles.
* Frameworks para desenvolver UI Swing são escassos e menos populares do que os que você encontra para Web. Prepare-se para escrever muito código!
Desenvolver interface em Swing é geralmente muito menos produtivo do que desenvolver interface Web. Você morre nos detalhes!
Ao apresentar a aplicação para o cliente ele esperará encontrar na interface uma riqueza de detalhes e facilidades de uso e interação que qualquer programador Delphi ou VB consegue fazer com meia dúzia de clicks, mas que vão te custar a alma para desenvolver em Swing.
Dependendo dos requisitos pode ser muito mais fácil usar XUL, com Thinlet ou outro qualquer.
Gabriel.
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Eu também gostaria de participar. Vou me cadastrar no site.
Saudações, Gabriel.
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Prezados Amigos
Em reposta as inúmeras críticas recebidas sobre a lista negra de empresas publicada em meu post inicial, decidí removê-la. Mantenho apenas o link: http://www.geocities.com/picaretasdoemprego/listanegra
A quem possam interessar maiores detalhes, favor entrar em contato por e-mail (já divulgado no post original).
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Prezados Smota e Luca:
As empresas:
- Grupo Monteiro
- Worl Life
Tentaram aplicar o golpe em uma pessoa que conheço pessoalmente. Inclusive essa pessoa pode relatar pessoalmente o acontecido para quem possa interessar. Se for o caso, entre em contato comigo por e-mail e lhe passo o contato.
As demais empresas estão todas listadas no site:
http://www.geocities.com/picaretasdoemprego/listanegra
Lá constam depoimentos de pessoas (vítimas) de algumas delas.
Não tenho nenhuma intenção de prejudicar o fórum ou qualquer pessoa com meu post. A lista pode ser removida, mantendo-se somente o link acima caso os administradores ou moderadores do fórum achem conveniente. Minha intenção é de somente alertar a comunidade e de obter contatos com pessoas que tenham passado por isso a fim de encaminhá-los para um redator de jornalismo que está interessado em fazer uma reportagem a respeito.
Obrigado, Gabriel.
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Prezados amigos
Alguns de vocês já devem ter passado por alguma experiência similar ou conhecer alguém que já tenha sido vítima desse tipo de golpe.
Trata-se de uma orda de empresas de SP e de outras grandes cidades que garimpam currículos em sites como Catho, Manager, etc., e ligam para candidatos oferecendo vagas com ótimos salários. Aí eles chamam o candidato para uma entrevista e depois de muita conversa fiada e apresentações de alto impacto (algumas até com vídeos institucionais) tentam extorquir do candidato 2 ou 3 mil reais para encaminhá-lo a suposta vaga e prestar-lhe todo tipo de assistência para sua rápida recolocação no mercado de trabalho.
Existem até algumas listas negras dessas empresas na Internet para alertar os desavisados.
Então, caso alguém esteja disposto a contribuir na luta conta essas empresas, peço que entre em contato comigo pelo e-mail gab.co@ibest.com.br para possivelmente serem entrevistados por uma equipe de jornalismo da Rede Globo de Televisão que provavelmente vai denunciar isso na TV.
Obrigado, Gabriel.
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Comecei ontem meus estudos sobre o framework Spring e já estou enfrentando um problema nos primeiros testes.
Quero construir XmlBeanFactory e para isso uso:
O arquivo beans.xml contém todos os tags necessários:
Mas surge a seguinte excessão:
O que poderia estar errado?
O elemento "bean" está definido corretamente, não está?
Alguém tem alguma idéia?
Gabriel.
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Apenas quero comentar que:
Na minha opinião, todas as pessoas que precisam de uma interface gráfica desktop deveriam considerar frameworks XUL como o Thinlet antes de tomar uma decisão final.
Dependendo da aplicação, pode-se obter uma diferença de produtividade brutal (em comparação com o Swing) usando um framework como esse.
Houve uma apresentação ótima sobre o assunto no JustJava, feita pelo Michael Santos: Simplicidade, Escalabilidade,Produtividade e Testabilidade com J2EE, AOP e Rich Clients.
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Bem ... se mais alguma opinião ainda interessa, aqui vai a minha:
* A apresentação de Michael Nascimento Santos sobre "Simplicidade, Escalabilidade, Produtividade e Testabilidade com J2EE, AOP e Rich Clients" foi o ponto mais alto do evento para mim, porque já faz algum tempo que eu ando as voltas com um projeto que tem exatamente os mesmos requisitos da solução que ele apresentou. Provavelmente vou adotar a arquitetura proposta (pelo menos parcialmente).
Eu já estava quase perdendo a esperança de encontrar uma maneira de aumentar a produtividade do meu projeto e essa apresentação foi uma luz no fim do tunel.
* Seguida dessa, houve então a de AOP com o mesmo palestrante e que foi igualmente renovadora.
Sem contar alguns proveitosos diálogos ...
Como pontos negativos, ressalto sem dúvida o tal "brunch". Além de aparentemente insuficiente, poderia ter sido servido em mais mesas, evitando o tumulto e a disputa de sanduiches que todos nós presenciamos.
Achei também muito desconfortáveis as cadeiras "de balanço" da sala 2 e imagino se mais alguém compartilha da mesma opinião.
E como último detalhe ... acho que seria interessante se houvesse acesso público a internet por perto para os que não dispõem de dispositivos wireless. Eu pessoalmente precisei na sexta-feira para coisas do meu trabalho e fiquei frustrado ao descobrir que não havia nada por perto.
Resumindo, valeu muito a pena! Apesar da distância geográfica (relevante no meu caso)...
E olha que escrevo isso poucas horas depois de desembarcar de um péssimo vôo da Gol de GRU p/ POA e de ter pago R$ 115 p/ um taxi da Av. Paulista até o aeroporto (um roubo!).
Gabriel C. Oliveira
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Estou imaginando se mais alguém do RS vai para o JustJava 2004. Ou se serei o único. Suspeito que alguém do RSJUG vá ...
O colega que ia comigo deu o cano e acabei sozinho. E por falar nisso .. ele também escreve (esporadicamente como eu) nesse fórum sob o pseudônimo de TedLoprao.
Saudações,
Gabriel C. Oliveira
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louds wrote:Use proxies para todos objetos de forma ao transporte inicial deles ser rápido.
Você tem alguma idéia para uma implentação de tais proxies diferente da idéia que eu havia descrito no meu post inicial? Pergunto porque eu acho que seria muito improdutivo ter que escrever uma classe de proxy para cada classe do domínio.
louds wrote:Coloque os clientes funcionando como 1 cache pro servidor, ai é só algum algoritmo para caches distribuidos e pronto.
Puxa, a primeira vista isso parece complexo! Você conhece alguma implementação disso na qual eu possa me basear? Ou talvez alguns artigos que discutam o assunto mais a fundo?
louds wrote:...de forma a enviar apenas um estado parcial na maioria dos casos.
Estou tentando imaginar o que você quis dizer com "estado parcial", mas nada me ocorreu até então...
Muito obrigado pelas contribuições,
Gabriel.
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smota wrote:Talvez esse seja um bom caso para uso de Naked Objects ... deve facilitar a sua vida para escrever seus objetos de negócio completos sem se preocupar com as relações em um primeiro momento.
Realmente, estive lendo a documentação e o ObjectServer do NakedObjects parece resolver os problemas de transporte dos objetos, porém ainda seria necessário avaliar o consumo de banda dessas operações.
Porém, adotar algo assim me parece um pouco "radical demais" para o caso...
Obrigado pela dica.
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Se você estiver interessado em usar Hibernate como framework de persistência ele fará isso por você, gerando chaves sequenciais autoincrementadas para a tabela.
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Deve haver um caracter inválido em algum dos arquivos XML. Procure por caracteres acentuados ou cedilhas em todos eles (ejb-jar.xml, jboss.xml, etc).
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Até onde sei. Se você estiver usando com o MBean do Hibernate o hotdeploy dos arquivos hbm.xml não funciona.
Para conseguir fazer funcionar em um projeto em que trabalho tivemos que empacotar tudo (inclusive do MBean) em um EAR e fazer hotdeploy do EAR inteiro. Aí funcionou ...
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Sim, você tem razão, seu post está fora de lugar. Sugiro postar esse tipo de questão no fórum "Assuntos gerais (Off-topic)".
Quanto ao CVS. Existem várias maneiras de fazer a autenticação dos usuários. Na minha empresa usamos autenticação pserver, que usa os usuários e senhas do sistema operacional da máquina onde o servidor CVS está instalado para autenticação.
Sugiro uma leitura cuidadosa da documentação do CVS ... todos os detalhes sobre essas configurações estão lá.
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