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sergiotaborda wrote:
Ironlynx wrote:
melhor como:
A forma recursiva é apenas ruim porque polui o stack. Tlv melhor seja assim
Hummm, prefiro a primeira opção, a segunda esta apenas mais difícil de ler.
sergiotaborda wrote:
De 8 linhas de código passamos a 30, e com uma private class.
Oba! A idéia agora passou a ser complicar ao máximo o código.
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boaglio wrote:Esse post é só para ter uma idéia do que se tem hoje em RoR por aqui
Resp: Tem Nada
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plentz wrote:Agora estava pensando...qual é a difrenteça de eu colocar
para
Alguém saberia me dizer se tem alguma?
Tem diferença sim.
No primeiro caso, se o browser tiver javascript desativado ele vai tentar abrir a mesma página atual.
Já no segundo, se tiver desativa o javascrip o browser vai fazer uma lambança e tentar abrir uma página "javascript:minhaFuncao()"
Mais detalhes no link abaixo
http://www.javascripttoolbox.com/bestpractices/#onclick
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Vamos falar a verdade pro rapaz.
Não dá !
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emerleite wrote:
xandroalmeida wrote:Mas eu acho que ajuda bastante você olhar um diagrama de classes do seu dominio, mesmo que você já conheça o projeto. Desde que esteja atualizado, mas se for para fazer um diagrama deste e não manter atualizado é melhor não fazer mesmo.
O que você acha em dar uma olhada na suite de testes para saber as funcionalidades do sitema? Caso não exista nada, é muito simples usar um Jude da vida pra fazer engenharia reversa. Caso já existam os tais diagramas, haverá 99% de chance de estar desatualizado.
Oh povo estressado e que enxerga de um lado só.
Eu disse que ter um diagrama uml atualizado é *mais uma* ferramenta que pode facilitar a vida.
Se você prefere *apenas* olhar a suite de testes, ok.
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cv wrote:
xandroalmeida wrote:Os projetos geralmente não morrem depois de entregues. Tem-se as melhorias, correções e migração, e muitas vezes são outras equipes que fazem isso.
Sim, e alguma vez vc ja pegou um projeto que foi deixado por outra equipe e pensou "puxa, a primeira coisa que eu preciso fazer eh ler o UML!"?
Não disse que o UML é a primeira coisa ou a coisa mais importante para se olhar em um projeto.
Mas eu acho que ajuda bastante você olhar um diagrama de classes do seu dominio, mesmo que você já conheça o projeto. Desde que esteja atualizado, mas se for para fazer um diagrama deste e não manter atualizado é melhor não fazer mesmo.
Se você prefere não ter um diagrama deste e sempre olhar o código, ou conversar com alguém olhando o código, ou só de cabeça, beleza. Tenho certeza que consegue fazer isso muito bem, senão não teria chegado onde chegou.
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StarUML is an open source project to develop fast, flexible, extensible, featureful, and freely-available
http://www.staruml.com
É o que eu uso, tem tudo.
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louds wrote:
Quase todos diagramas da UML não tem muito valor depois do sistema estar pronto, fora que 99% dos clientes pedem documentação porque alguem falou que é importante ter e nunca vão se quer ler.
Os projetos geralmente não morrem depois de entregues. Tem-se as melhorias, correções e migração, e muitas vezes são outras equipes que fazem isso.
louds wrote:
Além disso, qual o problema de entregar fotos digitais dos diagramas? Se precisar editar existe sempre o paintbrush.
Zuera sua né ?!
Use pelo menos um programa de desenho vetorial.
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louds wrote:Todo UML, e modelagem em geral, que eu preciso fazer, uso lapis, borracha e papel. Muito mais produtivo e facil de usar. Se precisar armazenar digitalmente o resultado, tiro foto.
Para um brainstorm perfeito. Mas para fazer parte da documentação do projeto (seja a que for usada apenas pelo desenvolvimento ou entregue ao cliente) acredito que deva ter isso de uma forma digital, até mesmo para ficar facil editar isso depois.
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Pessoal, discute-se bastante sobre testes realizados pelo lado do devenvolvimento.
Gostaria de saber qual a experiencia de você com os testes realizados pelo cliente.
Seus clientes acreditam fielmente em vocês (fornecedores) e colocam o produto entregue direto em produção ou é realizado um teste funcional por eles, e como isso ocorre.
Pergunto isso porque agora estou trabalhando do lado do consumidor de software e estou com uma dificuldade muito grande no processo de homologação das entregas. Não podemos fazer o teste unitário pois não temos este acesso, recebemos o produto "acababado"
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cv wrote:De qualquer forma, vc provavelmente esta bastante acostumado com esse padrao (request.getParameter e request.getAttribute, alguem?)
Golpe baixo.
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saoj wrote:Java tem um suporte maravilhoso para programaçõa concorrente. Não vou entrar no mérito se ERLANG ou XXXX é melhor, mas se vc quer ou tem que usar Java vc estará em boas mãos.
Suporte maravilhoso comparando-a com programação concorrente em baixo nível, diretamente com o SO. Mas ainda esta longe de ser trivial, coisa que acho que vai ser essencial em um futuro não muito distante.
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LuizClaudio wrote:
Eu concordo com vc, mas eu estou pensando no seguinte, em algum tempo teremos máquinas com n núcleos, se vc não fizer seus programas com programação concorrente que vantagem eles vão tirar dessas máquinas, evitemente terei de usar novas tecnologias e novas/velhas linguagens "melhores que java" para esse cenário, mas estou estudando com seria um ambiente de produção com um cenário desse.
Sua preocupação é muito pertinente nos dias de hoje.
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cv wrote:
xandroalmeida wrote:No mais, não concordo com parâmetros em hash e continuo achando que usar isso é gambi. Até entendo a preferencia pela legibilidade exposta pelo cv, mas o código vai ficar cheios de if else
Cheio de if/else ai na sua cabeca.
Bem, vamos lá.
A sobrecarga de forma a ter diferente métodos para diferentes tipos de parâmetros é algo estranho/dificil para uma linguagem dinâmica. Isso eu consegui enxergar durante este tópico. Eu acho que isso é uma vantagem para linguagens com tipagem statica.
Ainda acho uma boa ter diferentes métodos para quantidade de parâmetros diferentes, mas á algo que da para viver bem.
Mas o ponto que eu acho gambi é exatamente o exemplo do cv.
Mata-se a assinatura do método, ok fica legível a chamada do método, mas para quem precisa usar um método deste e olha a sua assinatura, fica totalmente perdido.
E fora que tenho que ficar pegando os parâmetros da chamada na unha como no próprio exemplo dado pelo cv
PS: Isto me lembra quando programava em Assembly e tinha que obter os parâmetros na pilha.
E oque acontece se eu chamar
Se eu quiser ter um tratamento diferente para o caso de quando não é passado o baz eu tenho que ter um if else
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Eu esperava a porrada mais forte do cv
Maurício Linhares wrote:
Bem, então estude Ruby, entenda porque a linguagem não tem overloading de método e explique pra nós porque overloading de método é uma coisa interssante
...
Se não fosse importante não teria que ser "emulado" em Ruby. Então acho que não preciso ficar explicando a importância da coisa. Não seja radical dizendo que algo não é importante apenas porque Ruby não implementa.
No mais, não concordo com parâmetros em hash e continuo achando que usar isso é gambi. Até entendo a preferencia pela legibilidade exposta pelo cv, mas o código vai ficar cheios de if else
Acredito que o uso de parâmetros opcionais seja uma forma um pouco mais limpa de fazer a coisa.
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