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Que triste...
É natural que o PFL mova uma ação dessas, o que não é muito natural é a coisa passar com essas desculpas:
1) Invasão da área de competência da União: que bela federação, essa. Por que só a União pode ditar normas de licitação, mesmo quando essa é feita pelo estado e não atinge outros estados (diretamente)?
2) legislativo não pode ditar as regras com que o executivo joga. Ué, não é esse exatamente o objetivo do legislativo? Acho que esse pessoal se acostumou muito com MPs...
3) a lei diminui a competitividade de softwares não-livres. Aqui seria um motivo justo. Também não consigo justificar a priorização de um software livre apenas por ser livre.
Agora, olha quem tava lá...
- Presidente: Maurício Corrêa. Esse cara ainda existe?? Que absurdo... Pra vcs terem uma idéia, ele participou das investigações sobre o envolvimento do PC Farias com os esquemas do Collor.
- Ausentes, justificadamente:
1. Ministro Celso de Mello, que apesar do sobrenome, não acho ruim não. Podia ser melhor. Mas não tava lá, pra não ter nem que votar contra nem a favor.
2. Nelson Jobim é um bundão, e tb não apareceu, pra não ter que explicar nada pra imprensa.
Eu ainda não entendi direito, mas creio que só o presidente votou. E o pessoal ainda bota "por unanimidade", desde quando unanimidade de 1 faz diferença?? tsk, tsk...
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Hmmm... acho que vc tá na Thread errada.
C tem certeza de que seu método tá sendo executado da AWT-Dispatcher??
Muito mais importante que o código é vc dar a exception...
Olhei o demo que vem com o JDK, SwingSet2, e ele faz exatamente isso que vc fez...
[]s!
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escordeiro wrote:Essa solução pode causar inconsistência nos dados, não? Se os pontos A e B alteram um mesmo registro, quando for ocorrer a atualização haverá duas modificações em um mesmo registro...certo?
Pois eh... é meio que nem CVS: o cara ajuda, mas não resolve.
cbras, se sua aplicação roda offline, ela não tem como saber o que os outros pontos (Ponto já virou termo técnico na discussão) estão fazendo. Por isso, quando vc for sincronizar os dados, podem aparecer conflitos.
Antes de tudo, é bom ver que tipo de conflitos podem aparecer, e como dá pra resolvê-los. A metáfora do CVS é boa. Vc tb pode ter um tipo de token, sem o qual um ponto não pode comitar as alterações, assim vc tem apenas um commit de cada vez, e pode obrigar os outros pontos a baixarem as novidades antes de enviarem suas alterações.
Isso só se sua aplicação tem cada ponto rodando desconectado, senão as melhores idéias caminham na direção oposta...
[]s!
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Verdade... eu tinha entendido completamente errado...
eu achava que o encoding de uma string já vinha embutido nela...
E eu tb achava que UTF era um só, e que a coisa funcionava meio Huffmann, com a árvore expandindo conforme necessário usando os bits de cima...
Aliás, meio burro mesmo mexer com UFT-32 pra escrever em inglês, um baita desperdício... acho que o futuro é aprender direito mesmo a usar encodings e fazer a aplicação independente deles (independente no sentido de que ela usa encodings o tempo todo, então pra ela qq um serve).
Esse artigo me deixou bravo com UTF-8, eu achando que tava usando algo moderno, e é um encoding tão (in)útil quando iso-8859-1...
A melhor frase é "não existe plain text"... : ))
[]s!
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Que tristeza, viver num mundo onde as pessoas usam HTML...
[]s!
Duke "só converso de XUL pra cima" Jeffrie...
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:shocked!: Pára, cara!!
c quer efeito coleteral num método isXXX?? Deu arrepios...
Pra quem tá com prazo na orelha, pode servir... mas pra quem um dia vai ter que dar manutenção naquilo, é a morte!!
C tb pode considerar que o que vale é a seleção atual, e pegar o que estiver selecionado... mas aparece o problema de saber quantas células o cara pode selecionar de cada vez, etc...
[]s
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Pep wrote:A lidéia de GPL dele vai por água abaixo quando softwares produzidos como GPL dependem de SWs não são.
Po, foi isso mesmo que ele disse no artigo!! E a idéia nem é 100% dele, ele é só mais um no meio.
Eu acho muito importante que o mundo tenha radicais. Eles dizem coisas assustadoras com muita confiança, coisa que pessoas "normais" não fazem. Eles puxam a evolução. Tenta convencer um Stallmann que ainda não dá pra ter tudo livre, mas tenta convencer com argumentos...
c vai ver que dá o maior trabalho! E todo esse trabalho ajuda a não se deixar levar, nem por ele, nem pelo outro lado (será que o outro lado é a Microsoft? Ou a SCO?). Por isso, recomendo que leiam Stallmann. E leiam outros também.
[]s!
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Putz, o que vc falou faz total sentido!!
O sentimento que eu mais percebo quando se fala em CMS é a frustração...
a gente tem o nosso CMS de fundo de quintal aqui tb. Tudo com hibernate/webwork e tal... me diz se é fácil de desenvolver, aprimorar, testar, botar pra funcionar? Tsk, tsk, tsk...
Enquanto o CV não escreve o novo CV's 3000, a gente vai se virando...
[]s!
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Cara, faz uma busca aqui no GUJ por FixedLengthDocument (ou variações) e PlainDocument.
Vc pode colocar uma máscara no seu JFormattedTextField e associar a ele um Document que só aceita números e que automaticamente tem nas posições 3 e 6 as barrinhas...
eu não disse que seria divertido... : ))))
[]s!
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Pois eh, o chato é ter que pegar o clique na tabela e ter que encontrar a célula vc mesmo...
mas eu só conheço esse caminho também...
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Pô, tem uns renderers no tutorial do GUJ!! : )
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Só um comentário de última hora: Se vc quer colocar componentes dentro do seu IPanel, melhor vc sobrescrever paintComponent(). O paint(g) é um método da AWT, e os JComponents fazem umas magicas pode baixo do pano pra vc ter double buffering entre outros...
Fora que o código abaixo vai pintar a imagem em cima do resto...
E se vc sobrescrever o paintComponent(), não precisa chamar super.paintComponent(g).
[]s!
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Cara, não faça isso...
deixe o jar do velocity fora. Se vc quer mesmo ter o velocity facinho no classpath da aplicação, bote uma entrada assim no seu MANIFEST:
E crie um pacote onde o velocity.jar esteja no subdiretório lib. Vc pode colocar outros JARs lá também. Esse pacote pode ser um ZIP normal, que vc descompacta onde vc quer que sua aplicação rode. Vc tb pode colocar a classe principal no manifest, assim um clique duplo (no windows) ou um comando "java -jar" são suficientes pra iniciar a app. Muita gente distribui a app com scripts (batch e shell) pra facilitar a execução...
mais detalhes no manual do ant (google key: "ant manual").
[]s
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saoj wrote:
Nunca mexi com AOP !!!
Hehehe, não precisa usar AspectJ pra mexer com AOP. Toda vez que vc pensa que, não importa que setter foi chamado, vc tem que fazer alguma coisa a mais, vc tá pensando em aspecto...
saoj wrote:Cada indexação gera um KEY para o objeto. Então se eu estou indexando por idade e sexo, eu faço:
Key key = index.getKey(obj);
Legal. E onde se configura que atributos entram no índice??
[]s
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louds wrote:Nesse caso sou muito mais o livro do Cormen, Leisenson e Rivest. COW é Copy-On-Write.
Legal, vou meter os 3 nominhos no Google e ver o que sai...
louds wrote:Isso junto com RCU (Read-Copy-Update) são técnicas para aumentar o throughtput de um sistema diminuindo a contenção. A ideia de usar COW seria isolar a copia de trabalho de uma transação do sistema inteiro, ou seja, toda modificação é feita em objetos locais a ela e depois, durante o commit, elas são colocadas novamente no sistema.
Eba, nada do que eu escrevi lá em cima é novidade!! : )
louds wrote:RCU é um método para voce modificar valores de forma lock-free, criando uma copia, atualizando ela e depois atribuindo para a referencia à original. Esse mecanismo funciona muito bem em java devido ao GC, ai bastaria que nenhum objeto mantivesse uma copia local do valor para funcionar.
Aí, Sergio, onde eu disse "tem manhas", leia RCU...
[]s!
p.s.: mas o nível extra de indireção não dá pau? Ah, ler valor velho tá beleza... hmmm... (tiago pensando)...
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