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10 bi? Como já dizia Larry Ellison, depois do primeiro bi, não tem nada que você não possa comprar (referindo à bens materiais). Eu já teria entregado.
Inté.
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xdraculax wrote:
marciosantri wrote:Imagino exatamente o contrário. Os programadores procuram um nome que soe bem no meio, que dê orgulho, colocam suas iniciais ou as dos filhos, etc. Quantas dicas boas você teve? Empresas de marketing procuram nomes para o mercado que você deseja atuar. Não é garantia de um nome bom, mas é muito mais confiável.
Sem querer ser chato, mas se um cliente seu ver o nome "Soft.Utils" ele vai associar isto a quê? A não ser que sua marca já seja criada forte ou que você tenha dinheiro para a manutenção dela, vai precisar de um nome mais sugestivo.
Sobre a marca, isto é uma coisa muito séria. Logo, uniforme, cartão, cores, fontes, propagandas, público alvo, etc, são informações importantes e devem ser muito bem trabalhadas.
Além disto, se algum programador aqui desse fórum tem um nome bacana que ele imaginou para uma empresa, você realmente acha que ele vai te passar ou vai guardar para um possível dia em que ele abrir sua própria softwarehouse?
Inté.
Cara, sinceramente, não concordo.... o que você me diria a 10 ou 15 anos atrás se eu lhe ofertasse serviços do Google? A que você associaria esse nome?
Um nome é só um nome, a empresa é que faz o nome dela ser conhecido e bom no mercado, não o contrário. Caelum? Eu nem sei o que é isso... mas sei que a empresa é conhecida pela qualidade dos cursos e envolvimento no meio dos desenvolvedores.
Vamos para a área de automoveis. O que é Ford? Ferrari? Fiat? Remetem alguma coisa pra você? Sim, à veículos, mas a princípio não remetiam a nada. Porque não tem absolutamente nada a ver com automóveis; são simplesmente nomes que foram ligados ao conceito de carros com o tempo, pelo marketing. Mas os nomes já existiam, e eram apenas nomes...
Todas estas marcas, inclusive a Caelum, se utilizam/utilizaram de forte marketing direcionado, o que entra no que eu te disse. Em momento algum eu disse que o nome deve remeter a alguma, mas no caso dele ajudaria. Exemplos? Motorola, Hotmail, General Motors, Pizza Hut, entre outros. Até a Toyota entrou no marketing: o sobrenome do fundador é Toyoda, com d mesmo.
A Ford, por sua vez, não é referência como fábrica de carros e sim pela popularização do processo de produção que mudou o capitalismo. Se ele fizer isto também, pode dar o nome que quiser pra empresa dele.
Existem inúmeras marcas novas, tanto para empresas como para produtos, que são criadas utilizando uma boa estratégia de marketing. A Apple é o melhor exemplo disto. Então, o que eu digo é: seja o mais profissional possível. Como não somos especializados no marketing, sugeri procurar alguém que seja. Isto inclui o processo completo, muito além do nome. Pode dar certo se fizer por conta própria? Claro que pode, a história provou isto! Mas em qual método você apostaria suas fichas?
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Imagino exatamente o contrário. Os programadores procuram um nome que soe bem no meio, que dê orgulho, colocam suas iniciais ou as dos filhos, etc. Quantas dicas boas você teve? Empresas de marketing procuram nomes para o mercado que você deseja atuar. Não é garantia de um nome bom, mas é muito mais confiável.
Sem querer ser chato, mas se um cliente seu ver o nome "Soft.Utils" ele vai associar isto a quê? A não ser que sua marca já seja criada forte ou que você tenha dinheiro para a manutenção dela, vai precisar de um nome mais sugestivo.
Sobre a marca, isto é uma coisa muito séria. Logo, uniforme, cartão, cores, fontes, propagandas, público alvo, etc, são informações importantes e devem ser muito bem trabalhadas.
Além disto, se algum programador aqui desse fórum tem um nome bacana que ele imaginou para uma empresa, você realmente acha que ele vai te passar ou vai guardar para um possível dia em que ele abrir sua própria softwarehouse?
Inté.
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Respondendo seriamente, se você não tem um nome em mente, creio que o melhor é procurar uma empresa de marketing e fazer não só o nome, mas todos os detalhes referentes à marca (logo, fontes, etc). É o mais profissional a se fazer.
Inté.
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Faz um tempinho, hein? Nostalgia pura.
Inté.
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Ironlynx wrote:
Depois de ter alguns problemas com a versão universal, eu agora só uso a versão Western European. Já tentou com ela?
Quais tipos de problema vc teve?Eu escolhi a universão pq(em teoria) vc tem todos a disposição(mas não disponíveis, pois a NLS_LANG é dependente de SO).
Marcos, com a Western European vc teve que configurar algo para aceitar o nosso português padrão ou foi automático?Cadê o Boaglio(que é DBA Oracle)?
Justamente este, acentuação.
O problema é ficar corrigindo em todos os clientes em que instalarmos o sistema.
Por isto sugerir que fizesse o teste com outra versão.
Inté.
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Depois de ter alguns problemas com a versão universal, eu agora só uso a versão Western European. Já tentou com ela?
Inté.
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Quando eu era solteiro estudava muito mais. Você acha que seu serviço te toma tempo? Experimenta casar e ter filhos. Pra mim determinação e competência não tem nada a ver com casamento.
Inté.
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Só migraria se os benefícios justificassem os custos. Se a aplicação continuar desktop, para o seu cliente, pouca diferença irá fazer se é em Delphi, Java, VB, C#, etc, desde que funcione bem, rápido e fácil. Passei 1 mês estudando como migrar um de nossos projetos de Delphi para o Java para descobrir que era besteira (no nosso caso). No entanto, novos projetos foram desenvolvidos utilizando Java.
Inté.
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Eu nem penso nisto. Já faz muito tempo que não sou o mais novo em alguma coisa. Eu só percebo que estou quase nos 30 quando vejo as novas modas da garotada de 20. Na área tecnológica, tanto faz. Ela é igual pra todo mundo.
Inté.
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RafaelViana wrote:
marciosantri wrote:
RafaelViana wrote:
marciosantri wrote:
rmendes08 wrote:Cara, em tempos de Cloud Computing, você pensa em gastar dinheiro com servidores ?
Cuidado com modismos mal aplicados, já vi muita gente perder dinheiro e tempo com isso. Não vejo Cloud Computing resolvendo nem de perto a maioria dos problemas que eu passo. A falta de estrutura é enorme no Brasil, principalmente quando se sai dos grandes centros.
Inté.
Poderia citar casos nos quais o Cloud Computing não o ajudou?
Primeiramente, quero deixar claro que sou um grande entusiasta do Cloud Computing. Inclusive, utilizo alguns serviços neste modelo.
No entanto, no caso de ERPs, ainda considero o Cloud inapropriado. Deixar todo o sistema numa nuvem é um pouco complicado por questões de performance, custos e legislação. A aplicação terá que ser toda refeita num modelo que funcione numa nuvem (frontend e banco), sem falar na comunicação, ainda precária em nosso país (mas está melhorando, eu tenho fé). Tem clientes nossos que ficam sem internet por até 2 dias (a cidade inteira depende de uma só empresa). Quando isto acontecer você vai pedir pra ele fechar as portas e esperar a boa vontade das telecoms? A empresa também deverá pagar o custo do ERP e da nuvem, fora o pessoal de TI que deverá ter conhecimento sobre o novo modelo de negócio. Também tem a questão do estado, que perderia o efeito surpresa numa fiscalização. Eles colocam muitas pedras no caminho de quem pretende ter o servidor fora da empresa. São os principais problemas que eu estou lembrando agora.
Quando disse para ter cuidado sobre o modismo foi para que não repetisse o erro de algumas empresas no início deste século, quando ainda era moda colocar aplicação "3 camadas" para todos os negócios. Gastaram muito dinheiro para ter um resultado mais lento e com mais problemas, tudo em nome da tal escabilidade (desnecessária em muitos casos). Neste caso, tecnologia mal aplicada. Quando se trata de uma aplicação bem projetada e com as opções bem estudadas, os meios são justificáveis. Mas fazer apenas porque "é o futuro" e ir para uma estrada sem saber onde ela chega.
Por isto, antes, faça as perguntas: por quê utilizar? quanto custa pra mim? quanto custa para meu cliente? quais benefícios? quais problemas terei? como irei vender?
Inté.
Ótimo ponto de vista e boas colocações.
Algumas perguntas:
1) Não teria como fazer uma sincronização das informações com um servidor online/local. Permitindo que se use o sistema mesmo sem acesso à internet?
2) Na minha opinião, o custo de se MANTER um software nas nuvens é mais barato. Esse custo menor com manutenção(por parte da empresa desenvolvedora) pode ser convertido em menor custo para o cliente (SAAS).
Em relação ao conhecimento que o pessoal de TI deve ter. Qual seria? Uma vez que você pode ficar responsável pelo servidor externo. (SAAS).
3)Com certeza, o ponto que mais preocupa é a fiscalização. Mas, eu não saberia opiniar sobre as questões de fiscalização. Pode me dizer quais implicações podem ocorrer?
Obrigado pela resposta. A discussão está muito boa.
Vamos lá.
1) Sim, claro que teria. Mas se eu tenho servidor local (mesmo replicado), por que teria um nas nuvens? Aí uma VPN ou um acesso por link resolveria meu problema.
2) Depende. Se for para comprar software como serviço, dividindo um servidor com outras empresas, concordo com você. Mas se sua aplicação é parruda e precisa de um banco com enormes espaços em disco e memórias cavalares, duvido que seja mais barato terceirizar isto. Pra compensar para o fornecedor, só cobrando bem mais caro. Sobre o pessoal de TI, eles terão que atualizar o sistema, dar manutenção no banco (tunning) entre outros processos. Fazer isto "nas nuvens" normalmente é processo diferenciado. Outro ponto: lembre-se que se for um servidor não tão parrudo, o preço é relativamente barato. Por R$ 2.000,00 se compra um servidor IBM/Dell/HP que resolve a vida de muita empresa por aí.
3) Normalmente eles torcem o nariz e constatemente encrecam com qualquer possibilidade de servidor fora da empresa. Veja bem, não são todos os casos, mas servidores inacessíveis à eles normalmente são rejeitados quando apresentados no layout. Lembre-se que vivemos num país onde é caro pagar todos os impostos e as empresas constatemente se utilizam de caixa 2. Se eles acharem outro servidor na sua rede mesmo sem estar na aplicação, é multa na certa.
Inté.
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Verifique se a pasta bin do JDK está no path do windows.
Inté.
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Eu utilizo os 2, cada um tem sua aplicação.
Tem casos que a Interface resolve, outros a especialização é mais apropriada.
Inté.
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Luiz Aguiar wrote:
ewt.melo wrote:rmendes08...
rsrsrs
Infelizmente sim, inicialmente prefiro fazer o que sei ao me arriscar com algo que eu vou estudar ainda!!!
Com certeza em um ano de estudo, no mínimo, eu consiga acumular uma bagagem pra aplicar com segurança tais conhecimentos para colocar no meu portfólio técnologias de Cloud Computing, por enquanto ainda sou estudante JAVA SE... Vou começar a partir do próximo mês a estudar Applet, Servlet, Portlet, etc...
Aumentando a bagagem e aplicando tudo, coisa que já faço com JAVA SE diariamente... Apesar de algumas dúvidas!!!
Talvez seja mais barato uma ajuda especializada nisso do que investir num parte de servidores pra depois "jogar fora".
Vai precisar de uma equipe 24/7, quem vai garantir o uptime dos seus servidores? isso tbm tem custo e não pode ser feito de qualquer jeito.
Soluções de PaaS, SaaS estão ai para nos ajudar, principalmente na parte financeira, acredite.
[]s
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