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Engraçado é que o cara vai, desenvolve algo pra comunidade, disponibiliza os fontes e o pessoal ainda critica de forma pejorativa.
Há formas de críticas, até para o Alexandre conseguir evoluir sua idéia, mas não é atacando pedras e sim de forma consciente, apontando possíveis melhorias.
Vejo que falta muita maturidade ainda por aqui, por isso muitos deixaram o GUJ como Louds, Calçado, Luca e por aí vai....
Tá na hora da mentalidade evoluir, numa boa, estou quase largando também !!
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Não acredito que em pleno 2011, onde todo mundo quer ser "Programador Poliglota", abraçar outras plataformas, culturas e expandir a mente, tem gente retrógada aqui no GUJ que fecha e olha para uma única solução....
Triste do ponto de vista profissional e sinceramente, sinto-me decepcionado.
PS: Sou Gujeiro desde 2003 e tem muita gente aqui da minha época que estaria envergonhado, garanto !!
PS2: Conheço os fundadores do GUJ e tenho certeza que essa não é a mentalidade.
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Bom a Oracle é uma empresa e ela tem o direito de criar a política que quiser. Isso faz até sentido, do ponto de vista de negócios.
Java não tem uma comunidade ? JCP seja o que for ? Pq não se cria uma certificação OpenSource, séria ? Pronto...problema resolvido e seria até melhor, pois não seria vinculado à uma empresa específica
E agora o nego quer o Brand da Oracle, tem que pagar !! #fato
PS: Certificado mesmo que importa é SSL, piadinha velha mas é isso aí. Conheço muitos profissionais que possuem repulsa à profissionais "Certificados" e com o tempo acabei entendendo os motivos. Hoje um amigo de .NET me procurou perguntando sobre cursos de Java. Indiquei Globalcode e Caelum e ele queria a "Oficial", que tivesse o "selinho". Aí você avalia a base de conhecimento dele e percebe que é muito fraca, mesmo sendo um profissional com mais de 10 anos de mercado e com inúmeras certificações Microsoft e o escambal.
Não sei que está dando aula na Oracle, mas a maior parte dos players, coloca professores que possuem 1 décimo de experiência das empresas citadas.
A marca é forte e eles vão usar isso a favor deles, agora, não trocaria ambas empresas respeitadas por qualquer moleque semi-treinado dando cursos na Oracle.
PS2: Tenho sim 5 certificações, inclusive a SCEA tirada em 2004.
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gpecurto wrote:
cs.santos0 wrote:Aqui na empresa, utilizam o Adempiere...agora que esta tudo instalado bunitinhu, num vi ninguem reclamar...
mas fui eu q instalei no server aki e posso dizer q o bixo é chato pra instalar/configurar....da um trampo do cacete e quase num tem resources....
Oi, consegiu instalar com os menus opções e todo o interface em Portugues?
Já instalei, apliquei o Language pack e não muda o UI para Portugues....
Não testei ainda, mas se seu Browser tiver em inglês, possivelmente não vai adiantar nada Coloque nas preferências dele - PT.
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Olá Pozzo, você pode definir os Types diramente dentro do contrato nessa respecitva área, porém não é recomendado. Sim, terá que repetir exatamente todos os ComplexTypes que estão no contrato, por tal motivo, isso não é uma boa prática, pois se mudar algo em qualquer um dos Schemas, terá que mudar em todos WSDL´s.
Quanto o seu problema com o ESB, leve todos os XSDs primeiramente para o ALSB, veja se há referências cíclicas, isso é um impeditivo forte. Depois suba os contratos. Caso o mesmo ainda se perca, edite o contrato e vá na aba de referências e localize o XSD.
PS: Não tem desculpa pra não fazer coisa certa
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Bom vou falar uma coisa agora que vai doer muito, inclusive em mim:
O que fazemos de tão especial nas empresas como desenvolvedores de software ? Um ou outro, está num projeto realmente especial de missão crítica, no mais, a maior parte são softwares de negócio-cruds. Mesmo usando Restful, BPM, BPEL, ESB e o escambal, no fim você está fazendo CRUD e esse profissional é achado no mercado.
Então, se você tem um perfil caladão, que senta e condifica e não interage, é mais um somente. O problema aumenta muito, quando trabalha em empresas como: IBM, Oracle, que tem toneladas de funcionários.
O profissional precisa empreender a carreira, escrever blog, palestrar, artigos, light talks e se relacionar bem com todos, ser comercial.
Só tem uma chance de você não ser político e ganhar muito bem -
Virar um cara como Chefe de Arquitetura da Adobe e projetar um Photoshop, um David Chappell (pai do ESB) , Gavin King (Hibernate-SEAM), Jonas Bonér (AKKA) aí você vai ficar tranquilo.
Entenderam o espírito né ? Nós somos usuários, triste falar assim mas é a verdade. Somos operadores de software e o único cara que conheço que está desenvolvendo produto de baixo nível é o Louds - Rodrigo Kumpera.
Só pra ficar claro mesmo: O cara extremamente técnico e bom, não é tão melhor que o político apenas, pois ambos fazem um trabalho relativamente simples, ou seja, estamos disperdiçando talentos...
º´s
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Sim amigos, teremos e estou confeccionando o site
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Pessoal, estou divulgando a abertura oficial do grupo de discussão sobre o Akka Framework no Google. Estou trabalhando no Wiki e página e temos o apoio direto do jboner (Jonas Bonér), criador do mesmo.
Quem nunca ouviu falar, acredito que será o novo entendimento de Middleware daqui pra frente: http://www.akka.io/
Farei uma noite de light talks sobre o mesmo na SOA|EXPERT, claro que não dará pra todos participarem, então quem entrar primeiro no grupo, tem prioridade na chamada.
Um abraço,
Kenobi.
http://groups.google.com/group/akkabr
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Só uma nota em termos de design:
Esse seu serviço obrigatoriamente teria que ser Assíncrono com Callback. Não dá pra esperar uma consulta de sei lá quantos mil registros e expor isso pra empresa consumir. Hoje pode levar 30 segundos, amanhã 2 minutos e seu SLA pode explodir.
Imagine a cereja do bolo, o Portal do Callcenter consumindo um serviço síncrono que leva 10 minutos ? Só mais um minuto senhor....mais um minuto, mais um minuto, mais um minuto ....rss
Do ponto de vista técnico, você vai utilize o JAX-WS que é muito melhor que o Axis2. Ele vai cobrir tudo que você necessita, de uma maneira muito mais simples e faz parte da especificação. Se quiser realmente utilizar filtros, entre outras coisas, use o Apache CXF.
Seria interessante também você conhecer um pouco de JMS pra montar um sistema de Queue bacana, fazendo o que chamamos de Correlation ID.
Essa é a maneira correta de se projetar um serviço desse tipo , performático e sem lock no seu processo.
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Alessandro Lazarotti wrote:Curioso ver ESB como "Hold" e Apache Camel como "Trial", uma vez que o Camel pode ser considerado um lightweight ESB
Eu já tinha citado antes o quão paradoxal é esse relatório, desde o tempo que o Jim Webber assinava, e o mesmo possui profundo "trauma" de ESBs.
O produto, nada mais é, que a implementação de patterns de integração.
Se você usa um design Restful, como ambiente Web que é homogêneo (protocolo) , claro que a utilização do mesmo pode ser dispensada. Mas qualquer empresa que necessite trabalhar com múltiplos protocolos, incorre num possível utilizador de algum pattern de integração.
Na minha opinião, eles estão bastante equivocados.
Pegue o Apache Camel, coloque alguns monitores e facilidades de configuração, o q vc tem ? rss. Povo doido...hehe
IMHO: Isso é culpa dos grandes players, que forçam a barra pra qualquer projetinho de SOA utilizar ESB, mesmo que sem motivação, logo, o mesmo se torna um fardo desnecessário e, em muitos casos, caríssimo.
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Bom, trabalhamos em muitos projetos de SOA, com suítes pesadas da Oracle (SOA Suíte), entre outras opensource e em ambos os casos, temos desenvolvedores em cima de Mac (eu inclusive), Ubuntu e Windows e todos fazendo deployment no mesmo ambiente - Unix.
Cada developer tem uma instância própria de testes na sua máquina, logo o Slogam (Wore) criado pela Sun em 96, de fato funciona pra nós e já vi esse cenário em muitos outros clientes.
No mundo SOA é comum ter empresas que optam pela plataforma Microsoft Windows para os desenvolvedores, mas rodam em cima de algum Unix like da vida.
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Vc precisaria sim do driver e configurará-lo junto ao Application Server. Cada produto tem sua particularidade, alguns como GlassFish e Weblogic, possuem um manager com opções bastante ricas.
Quanto ao Spring, deverá também fazer configuração e definir tipo de isolamento da transação e tudo mais .
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O JTA propaga o contexo transacional através do seu driver JDBC XA, por tanto, se você acessa as Procs com um driver que não o suporta, vamos encarar dessa maneira, não conseguirá criar o "rollback".
Nestes casos, utilizamos uma "compensação", seria um fluxo alternativo de implementação caso aconteça um erro, literalmente desfazendo as operações anteriores chamando os métodos antônimos - delete no caso.
Sugiro controlar o estado desses dois ambientes distintos através de uma classe separada (máquina de estados) e ao final do fluxo, com tudo certo, disparar o e-mail de sucesso.
Isso poderia ser craido ainda através de um Proxy AOP com Spring, mas acho melhor fazer da maneira mais simples
Um abraço,
Kenobi
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felipeguerra wrote:
Sem querer ser chato, mas...tem que fazer um cadastro no site da Globalcode?
Normalment sim, pois eles cedem o espaço. Entretanto, presencial dá pra colocar na lista da soaexpert, se preferir: felipe.oliveira@soaexpert.com.br
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