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ViniGodoy wrote:Na época que começamos o sistema, o Hibernate tinha sérios problemas com o Swing
Desculpe minha ignorância, mas poderia me dizer quais os problemas que o Hibernate apresenta, quando usado com Swing?
É que estou trabalhando em um projeto, Java desktop com Swing, que está usando o Hibernate e queria saber o que pode acontecer mais pra frente.
Obrigado pela ajuda...
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mzugaib wrote:Mas fiquei curioso em saber sobre o que o Vini escreveu: Num sistema ideal, o ID de um banco de dados não seria nem sequer visível para o usuário das classes de negócio. Ele ficaria encapsulado no seu framework de persistência.
Alguma idéia?! Exemplo? Ou isso é teoria?!
1. Usa hibernate, ou JPA com Hibernate;
2. Declara o seu atributo id como private e anota ele com o @Id, ou se não estiver usando JPA/Hibrenate-Annotations, no mapeamento, adiciona o atributo access="field", como explicado no hibernate reference, no capítulo Basic O/R mapping;
3. Não crie os métodos get/set
4. Crie um construtor no qual vc passa o Id.
5. Não esquece de criar um construtor vazio para o hibernate.
Assim vc permitirá usar o Id no único momento onde ele faz sentido: na construção do objeto.
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Imaginando que sua resposta envolvesse instalação em mais de um ambiente eu citei o context.xml.
Ele é parte de configuração da aplicação. E ele mesmo que deve conter as informações do Realm. E não um arquivo de propriedades, dentro do WAR, que precisa ser modificado.
Quando vc instala uma aplicação no Tomcat, ele copia; modificando o nome; o context.xml para a pasta $CATALINA_HOME/conf/Catalina/localhost/nome_do_war.xml
Daí não é necessário descompactar o WAR para mudar uma configuração.
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Por que você quer mudar o IP do ActiveDirectory e a base dele em tempo de execução?
Dá uma explicada melhor no que você quer fazer para eu ver como posso te ajudar.
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Chegou a dar uma olhada no página do Tomcat, sobre configuração de JNDIRealm ?
O que você pode fazer, é criar este Realm na sua aplicação editando o arquivo META-INF/context.xml da sua aplicação, ao invés de colocar a configuração no server.xml.
Era isso que vc queria fazer?
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Aos que questionam quando a JSR vai sair,
Alguém leu a seção 2.13? Digo, a parte que fala: Q4 2008 Final release
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Visual Source Safe não é o pior Software de Controle de Versão porque, em uma conversa séria, ele não pode ser considerado um SCM.
Falando sério, agora. Merge é considerado pela maioria dos SCMs como a solução de compartilhamento.
O problema não é ter que fazer o merge, mas o suporte que a sua ferramenta te dá para realizar esta tarefa.
Sinceramente eu iria aconselhar que você dê uma olhada no Bazaar.
Mas, se você quiser mesmo esse lance do lock, o Subversion(SVN) possui a funcionalidade de lock de recursos no servidor, isto é, ele pode bloquear a atualização de uma url no servidor.
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peczenyj wrote:CVS é interessante se os arquivos não forem movidos de lugar. Se vc move, perdeu o histórico do arquivo.
Nesse ponto o Git e o Mercurial matam a pau.
Esqueceu do Bazaar, usado pelo pessoal da Canonical para manter o Ubuntu. E, que melhorou muito desde a avaliação feita pelo pessoal da Mozilla e do OpenSolaris.
Quanto a mover arquivos o Mercurial tem um comportamento meio estranho. Ele tem o mesmo mau hábito do CVS/SVN que é commitar um delete/add. Inclusive se você criar um outro arquivo com o mesmo nome no diretório original, este arquivo novo herda o histórico do arquivo movido.
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O Linus Torvalds deu uma palestra no Google falando sobre isso: Tech Talk: Linus Torvalds on git.
Aqui ele comenta o porque ele não gosta do CVS e das soluções que precisam de um servidor central.
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Já deu uma olhada no Stripes?
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Faz a seguinte alteração e posta o resultado:
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Você está criando a instancia do seu DAO depois do momento que vc precisa dele:
Fora que a instancia que você está criando, não está sendo usada pela sua classe Funcionario
Faça a seguinte mudança no seu método insereFuncionario:
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Acredito que um bom contrato com seus clientes seja a única forma não "burlável" de garantir que ele não irá mudar seu sistema.
Tem alguns outros tópicos no GUJ perguntando a mesma coisa. Dá uma procurada por ofuscação.
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saoj wrote:Acho que vc não leu um dos meus posts anteriores quando eu falo que o Mentawai é FULL-STACK e abstrai alguns frameworks dentro dele:[...]
Eu entendi isso. O problema não são as que foram usadas. Mas porque não foi usado nas outras também?
saoj wrote:Algumas coisas como IoC e Auto-wiring, o Mentawai implementou a sua própria solução. Tenho certeza que o pessoal do Spring e do Pico não está chorando agora porque a gente não abstraiu eles. Foi apenas uma decisão de design. Não pretendemos lançar nenhum framework de IoC e Auto-wiring para concorrer com esses. Principalmente porque o Google já o fez, e muito bem por sinal!
O que eu acho que não consegui explicar é que o autor questiona o porque de as outras funcionalidades(Font-Controller, DI) não são soluções já existentes, com o Mentawai como facilitador. Como o JCompany e o Rails fazem, por exemplo?
A questão é: porque reescrever isso se já existe alguém que faz isso bem? Não seria mais interessante, do ponto de vista da evolução da tecnologia, os novos usarem os existentes, adicionando facilidades?
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saoj wrote:[...]Já faz alguns anos que temos Convention over Configuration. Sinceramente hoje em dia não há como existir um framework web sem CoC. Seria como existir um framework web usando o FormBean do Struts.
Você não acreditaria se eu te falasse que não é bem assim, acreditaria? Já ouviu falar de Java Server Faces?
saoj wrote:[...]Só que o Mentawai tem uma filosofia mais FULL-STACK e o Stripes já afirmou que quer ser apenas um controlador MVC.
A questão que foi levantada pelo autor do texto que o Guilherme comentou, é que o Mentawai poderia ser um conjunto de facilidades que agrupam vários frameworks, como o JBoss Seam faz com JSF, EJB3 e JPA e o Rails faz com ActiveRecord e os outros, lá.
O Mentawai poderia ser o VRaptor, Nano/PicoContainer e Hibernate. Isso seria uma melhoria no uso dos 3 frameworks, criando uma "arquitetura full-stack" para um tipo de projeto web.
No entanto o que o Mentawai faz é reescrever essas funcionalidades e incluir um facilitar para integrá-las. Esta é a atitude que o autor, do texto que o Guilherme leu, questiona.
É o mesmo que se pergunta qualquer maluco que começa a usar Linux: Por que as pessoas não se juntam e criam uma mega-distro ao invés de dividir o esforço entre um milhão de pequenas distros?
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