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Minha mãe tinha uma lojinha e eu trabalhei com ela por alguns anos. Depois, tentei ser jogador de futebol, mas já com 17 anos, com a cara e a coragem mas sem muita orientação. Cheguei a jogar em um núcleo do Vasco e depois joguei nos juniores do Bonsucesso (um clube pequeno aqui do RJ) por uns 6 meses, mas, como tinha que concorrer com a galera que tinha QI (e quando eu digo galera, era galera mesmo... coisa de 50 cabeças por leva), não consegui muita coisa. A habilidade também não ajudava muito... rsrsrsrsrs...
Tive meu primeiro contato com computadores e programação com 17~18 anos, com um XT velho que apareceu lá em casa, não lembro como. Com 18 anos comprei meu primeiro PC e comecei a estudar Visual Basic, com 20 entrei na faculdade, com 26 comecei com Java e estou aí até hoje.
maior_abandonado wrote:eu era eletricista... ja que tinha feito o curso durante a adolecencia por livre e espontanea pressão...
até que levava por gostar de lógica e tinha alguma relação mais eu quando comecei a facudade escolhi mudar de area...
Legal, eu fiz eletricidade também, com 14~15 anos, no Senai. Na verdade queria fazer eletrônica, mas quando meu pai foi ver não tinha mais vaga. Aí então me perguntou se eu queria tentar eletricidade, afinal a base é a mesma. Eu aceitei, fiz o curso todo, mas não quis seguir a "carreira".
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Thiagosc wrote:Acho que isso é coisa do lugar onde você nasceu. Nasci questionando tudo, até porque determinadas coisas são obviamente estúpidas.
Pode ser. Mas onde vc nasceu, todo mundo questiona tudo?
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Quando você marca um arquivo, sob controle do CVS, para ignorá-lo, o cliente CVS cria um arquivo chamado ".cvsignore", na mesma pasta onde o arquivo ignorado está, com as informações sobre esse arquivo ignorado, e então pede para esse arquivo (o .cvsignore) ser "commitado" para o repositório. A partir daí, todas as outras máquinas terão a informação do ignore a partir do momento que fizerem update em suas pastas de trabalho.
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matarra1000 wrote:Acontece q não é tão fácil, a vida é cheia de puxa sacos e hipocrisia, o chefe pode ser um fdp mas quando aparece todos ficam cheios de sorrisos e trovas...
Not me...
Mas com certeza, não é fácil. Ninguém disse que seria fácil, até porque, como mencionei antes, nós temos uma questão histórica e cultural muito forte impregnada no nosso sangue. Desde pequenos somos acostumados a não questionar os superiores, a respeitar religiosamente quem está em cima, e vencer essa barreira é algo muito complicado. Temos que lutar desde sempre contra isso, sendo que algumas pessoas (a maioria, infelizmente) nem chegam a lutar, simplesmente aceitam.
É claro que eu já me vi em situações de submissão. Principalmente quando era mais novo. Na maioria das vezes, não sabia nem o que estava acontecendo. Mas aos poucos, com a ajuda de outras pessoas, fui percebendo, fui entendendo o que estava se passando e aprendi a me defender e a me impor. Consegui enxergar de forma mais clara o limite que mencionei no post anterior.
Eu já vivi inúmeras situações pavorosas, já contei algumas aqui, e acabei tendo "algumas" gotas d'água que me fizeram pisar no freio com toda a força. As duas principais foram quando eu estava começando a desenvolver um problema de saúde e, anos depois, quando me dei conta de que estava arruinando meu casamento. É muito sério isso, muito complicado.
Alex Basto wrote:Se Scrum for introduzido com seriedade e todos participassem de forma à colaborarem isso poderia mudar as questões de projetos e cultura , caso o contrário vai ser essa merda que ai esta.
O que eu sempre vi como problema para a adoção do Scrum nas empresas brasileiras é o fator cultural. Muita gente lucra com o caos, muita gente está acomodada e satisfeita com situações de bagunça total e nem pensam em mudar, e obviamente colocar em prática uma dessas metodologias vai jogar muita merda no ventilador. Talvez por isso é que existam tantos clones mal feitos de metodologias ágeis por aí, porque apesar da modinha, que os gestores adoram, ninguém dessa galera quer expor seus defeitos por aí e ter seu cargo ameaçado.
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Então coloque uma classe filha de ActionForm no <form-bean /> do struts-config, ora pois pois!
Tanto faz ser uma classe com os parâmetros descritos ou um dynaform... que seja, mas tem que ser alguém filho de ActionForm.
Se funcionar você estará me devendo um milhão de dólares!
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Thiagosc wrote:Em uma licitação fazem-se inúmeras exigências das empresas que se candidatam excluindo assim aquelas fundo de quintal. Exigem coisas como um número mínimo de profissionais com mestrado, todos os profissionais precisam ter no mínimo universidade, a empresa precisa ter no mínimo certificações ISO tal tal tal e CMM nível tal. E também pedem certificações para os profissionais também, tipo certificação dessa tecnologia tal e tal.
Faltou a parte do quem dá o melhor faz-me-rir...
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Não sei até quando as pessoas vão continuar acreditando em histórias bonitas contadas por RHs, no momento de uma contratação. Todo mundo aqui já viveu milhões de histórias absurdas no trabalho, eu vivi um monte e já contei várias aqui.
Não li todas as mensagens até aqui, mas concordo com os que falaram para você sair desse lugar. Obviamente, quem deve decidir isso é você. Como você mesmo falou, existem pontos positivos em estar nesse lugar, então, enquanto isso for vantajoso para você, segure a onda e vá em frente. Na hora que não for mais vantajoso, saia do lugar. Coloque tudo numa balança e decida.
A pior coisa que existe é ver alguém aceitando se submeter a uma situação incômoda, seja ela causada por repressão/intimidação, por atraso tecnológico, por forma de pensar da empresa etc, chorar rios por causa disso, mas não tomar uma atitude para mudar. Se aceitar, não chore. Se não aceitar, mude.
Entendo que esse assunto leva a temas muito profundos e está enraizado na nossa cultura. Somos submissos por padrão. Esse nosso péssimo costume tem origem na nossa história, por isso talvez é que se veja tantos casos desse tipo por aí, tantas histórias tristes relacionadas a trabalho.
Nesse ponto, eu tendo a ter a mesma opinião do Sérgio Taborda, mesmo que em alguns momentos pareça ser bem radical. Não acho que isso seja errado. Na verdade, eu costumo dizer que problemas absurdos se resolvem com soluções absurdas.
Não vou me estender muito, mas, acho que o que eu posso dizer para ajudar é:
- Não aceitem situações de submissão, em hipótese alguma, em contexto nenhum. O único que sai perdendo com isso é quem aceita.
- Tentem entender o limite da responsabilidade do(s) chefe(s) e a partir de onde começa a sua. Isso é realmente muito sutil e muito difícil de perceber, mas é um prato cheio para gestores mau intencionados (ou muitas vezes sem noção) repassarem suas responsabilidades para as camadas de baixo, afinal, é mais fácil culpar quem está embaixo na hierarquia.
- Tomem suas precauções para poderem ditar o ritmo e os rumos das suas próprias vidas, para não precisarem correr risco de se verem obrigados a aceitar situações de submissão. Isso inclui, por exemplo, reserva financeira. Façam reserva financeira, imediatamente!
E não se esqueçam: um dia nós seremos os dinossauros. Um dia vamos estar com 20, 30 anos de TI nas costas e um bando de moleques cheios de idéias revolucionárias vai aparecer para mudar a forma como fazemos as coisas. Coloquem-se no lugar dos dinossauros de hoje, somente por um momento.
Não, não estou querendo defender esses dinossauros. Realmente existem muitas pessoas que ficaram presas à práticas ruins do passado, mas isso tudo é inevitável. Isso faz parte da evolução da área e tinha que acontecer assim. Talvez nós mesmos não iremos passar por isso, por já estarmos numa fase da evolução da computação que favorece a busca por boas práticas, mas nem todo mundo é assim. Não sabemos o que vai acontecer no futuro. Então, não acho legal criticarmos o que não conhecemos. Como o Kenobi falou, saia do jogo ou parta para a briga, mas tentando evangelizar ao invés de tentar empurrar goela abaixo.
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ambrozio wrote:Tenho 4.9 um "menino" comecei em 78.
Papai!!!!!!
Tenho 31 e comecei com 18. Java, só comecei com 26, infelizmente.
Comecei com Visual Basic (pausa pra dar uma coçada no corpo... alergia, sabe como é né...), fiquei muito tempo trabalhando com Microsoft (mais uma pausa), e agora estou com Java há 5 anos. Pretendo abraçar outras tecnologias também, mas até então esse movimento ainda está muito incipiente.
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DbVisualizer também faz um format legal de SQL:
http://www.dbvis.com
É uma ferramenta similar ao SquirrelSQL.
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Deixa eu perguntar uma coisa que pode ser estúpida, mas no momento não estou conseguindo me lembrar se tinha alguma variação de como fazer isso, mas... porque exatamente você está apontando seu form-bean novidadeForm para a action NovidadeAction?
Já matei muitos bebês foca por aí (rsrsrs), mas não me lembro de form-bean ser usado dessa forma. Sei lá, Struts tinha tantas formas de se fazer a mesma coisa... não tô me lembrando de uma resposta clara pra isso, mas, vamos investigar!
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Vc disse que tá usando o Eclipse do Synaptics né? Tenta baixar o Eclipse manualmente, pra ver se tá funcionando.
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dondiego, dá uma olhada nesse link aqui e tenta utilizar a solução que deram:
https://bugs.eclipse.org/bugs/show_bug.cgi?id=291257
Lembrei-me de um problema na utilização do Eclipse, depois do upgrade pro 9.10, mas não sei se é o mesmo problema que você está tendo.
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Estranho... eu testei suas entities aqui e tudo foi incluído no banco normalmente, inclusive os dados na tabela Pergunta_Resposta. A única diferença é que eu abri uma transação antes do save e dei commit depois.
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Tem alguma coisa estranha aí. Se o Ubuntu é de 32bit, ele deveria baixar programas somente de 32bit. Se o Ubuntu for de 64bit, ele só deve baixar programas de 64bit. O Ubuntu consegue resolver isso automaticamente, normalmente.
Aqui em casa eu tenho um desktop com Ubuntu 32bit e o meu notebook está com Ubuntu 64bit. Consigo utilizar o Eclipse normalmente em ambos sistemas.
Você mencionou que seu Ubuntu é de 32bit. No entanto, os parâmetros escritos no log do Eclipse dizem que é de 64bit. É isso mesmo?
...
BootLoader constants: OS=linux, ARCH=x86_64, WS=gtk, NL=pt_BR
...
Bom, o que estou querendo dizer é que esse tipo de erro não é comum. Somente quando se tenta instalar programas manualmente, mesclando programas de uma arquitetura em sistema com outra.
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Você está usando tabelas transacionais? Se estiver, você precisa abrir uma transação antes de usar o DAO e, após usá-lo, dar o commit.
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