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Olá
Kanin Dragon wrote:
Jovem,
Gostaria de saber o motivo pelo qual você publicou está noticia como fosse sua. Sendo que eu enviei a mesma ontem e estava aguardando a aprovação da moderação.
Isso não me afeta mas um tanto inseguro e desonesto, acredito nas regras do foruns e que deve servir para todos.
"Dê credito a quem é de crédito"
ISSO É PIOR DO QUE CENSURA É PLÁGIO.
sem mais
Simples de explicar:
1) O texto da sua notícia estava péssimo, infantil e pouco informativo.
2) Continha um trecho de auto elogio que seria extremamente prejudicial a sua imagem e para preservá-lo, foi retirada qualquer referência a sua pessoa.
[]s
Luca
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Olá
litium wrote:...
Litium.
Eu tenho alguns princípios. E um deles é evitar ao máximo responder a anônimos. Já se o cara assina o nome, diz de qual estado posta, mostra link do seu blog ou github, se tiver tempo, terei a maior boa vontade de ajudar.
Abraços
Luca Bastos
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Olá
Primeira coisa que pensei quando li a notícia: Até que ponto vai a rivalidade entre a RedHat e a Oracle...
Depois pensei: se roda na JVM e é mais poderosa do que o Java, quem sabe um JBoss feito com ela pode ser ainda melhor.
Bem, na minha lista de coisas para estudar nos próximos 10 anos talvez esta nova linguagem entre logo depois que terminar um curso de APL e um dojo de JCL
Abraços
Luca Bastos
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Olá
Realmente, já tive meus tempos de entusiasmo com o SEDA. Principalmente depois que assisti uma palestra sobre seu uso em um projeto de telecom. Mas é tudo muito complicado. A menos que algum especialista crie um framework (como o Netty), é muito difíicil fazer algo com o SEDA.
Sobre o blender tudo que sei é o que está no texto da notícia. E me parece que NÃO se refere a front end como está no título deste tópico e no Infoq. Desconfio que meu entendimento sobre o que é front end não é o mesmo do Eder Magalhães. Mas posso estar errado porque para mim frameworks baseados em componentes como Wicket e JSF pecam justamente por misturar excessivamente front end com back end.
Abraços
Luca Bastos
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Olá
Só para reafirmar alguns conceitos...
IO pode ser bloqueante e não bloqueante. IO bloqueante é sempre síncrono. IO não bloqueante pode ser síncrono (padrão Reactor) ou assíncrono (padrão Proactor).
E o Maurício tem razão. IO Assíncrono não garante operação mais rápida do que IO síncrono (para fazer uma única coisa por vez). Até porque para ser assíncrono precisa usar software muito mais complexo. Mas se a gente trabalha com recursos finitos, IO assíncrono não bloqueante permite usar os mesmos recursos de forma mais efetiva e responder maior número de solicitações. E também facilita o aumento de recursos escalando horizontalmente.
Outra coisa que quero lembrar...
O Netty atual foi feito pelo coreano Trustin Lee que fez o Apache Mina baseado no antigo Netty igualmente feito por ele. Como o próprio manual do Netty chama a atenção, tratar Streams tem lá suas dificuldades. O tem um modelo de threads que atende um modelo de eventos tal como o SEDA.
E atenção que o Netty também tem a fragilidade de ter pouca gente que o entenda e capaz de evoluí-lo. Com a notícia desta semana que o Trustin Lee está procurando emprego, aumentaram minhas preocupações. Mesmo assim pretendo usar em um próximo projeto porque acho melhor do que o Mina e já fracassei tentando usar o Grizzly.
Quanto ao Akka acompanho o projeto com muito interresse, acho que pode ser muito útil para trocar mensagens, mas para construir um servidor ou um gateway, a menos que futuros testes me provem em contrário, o Netty ainda é meu favorito.
Abraços
Luca Bastos
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Olá
Viva a diversidade de opiniões!
Eu por exemplo acho saudável ressuscitar tópicos que discutem temas ainda atuais e que não acabaram em trollagens. O Java 7 ainda não lançado mas que eu já estou usando depois de baixar em http://jdk7.java.net/preview/ (novas features em http://openjdk.java.net/projects/jdk7/features/ ), é um tema mais do que atual. Para mim foi bom trazer de volta todos os links aqui postados.
Quanto a sua pergunta, além da ótima resposta do Vini sobre os ByteBuffers, lembro que este tópico é uma antiga reinvidicação dos desenvolvedores Java como se pode ver pelo tanto de links que a gente encontra em http://www.google.com.br/search?q=java+unsigned
[]s
Luca
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Olá
Agora deu vontade de escrever como alguns com necessidades especiais na lingua portuguesa (ou que só comiam merenda nas aulas de alfabetização):
"Corrão" para as montanhas!!!
Abraços
Luca Bastos
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Olá
Concordo que a notícia deveria ser aprovada e que no GUJ devemos discutir assuntos pertinentes a nossa categoria. Mas tenho uma curiosidade:
Alguém em algum momento da vida já viu algum sindicato fazer alguma outra coisa em prol da categoria além de greve que justifique a contribuição para sua exi$tência e dê palanque e oportunidade de no futuro alguém se eleger para alguma coisa?
Nos meus mais de 40 anos de vida profissional ainda não tive esta oportunidade. Estou realmente curioso para saber se alguém foi mais afortunado do que eu.
Em tempo: também nunca vi nada de bom feito pelo órgão regulador que contribui por mais de 35 anos (CREA)
[]s
Luca
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Olá
Clássico muito antigo. Só vale se você quiser colecionar livro antigo. Eu tenho porque gostava dos livros do Peter Coad, o primeiro (para mim) a preconizar programar orientado a composição ao invés de herança.
[]s
Luca Bastos
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Olá
Fácil usando um trigger. Em Java puro, use o outra thread ou mesmo o akka caso precise que seja um processo separado (ou não possa usar threads) e fique monitorando a tabela.
[]s
Luca
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Olá
Só para exemplificar porque com palavras algumas pessoas mão estão entendendo o que chamo ser um bom político.
Conheço um cara com muita habilidade pessoal. Muito inteligente, sempre foi o primeiro da turma ou quase (no vestibular foi segundo). Sempre se destacou tecnicamente. Mas além do destaque técnico, sua habilidade pessoal permitiu que galgasse com facilidade cargos muito altos em tempo geralmente mais curto do que a maioria dos mortais. Todos que o conheceram admiravam sua capacidade.
Onde quero chegar?
Nunca vi ninguém se referindo a ele como mau profissional.
Entenderam porque insisto em não ver nenhum antagonismo entre ser bom profissional e ser bom político?
[]s
Luca
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Olá
Há muitos anos atrás filósofos concluiram que o ser humano em sua própria natureza seria incapaz de sobreviver isolado dos outros. Ora, em uma empresa ou em profissões que requerem tratos com pessoas é natural que se destaquem os bons políticos. Isto não quer dizer que os demais não sejam bons profissionais. Até um estagiário absolutamente néscio pode ser um bom profissional. Um bom politico será muito valorizado. Já vi casos de pessoas muito boas tecnicamente mas de limitada capacidade politica não subirem na hierarquia de empresas.
Atentem para o meu recado. Não desprezem a possibilidade de exercer suas habilidades políticas. Isto não é crime. Não confundam ser político com ser picareta.
[]s
Luca
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Olá
moacirjava wrote:Em resumo, é mais viável o cara se tornar político do que ficar na frente de uma telinha programando.
Mais ou menos errado.
Somos todos seres políticos. Os mais capazes politicamente se dão melhor em QUALQUER profissão que exija interação com outros seres humanos. Se o cara é um bugre, pode se comunicar de forma excelente com alguma máquina que o máximo que ele servirá na vida será somente se comunicar com uma máquina.
[]s
Luca
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Olá
Não sou muito de encher a bola de anônimos, principalmente de quem se esconde atrás de um nick pretencioso como the best, mas tenho que reconhecer que ele escreveu faz sentido.
Não vejo porque separar um bom político de um bom profissional. Acho até mais difícil ser um bom político. E como disse o "the best" (caramba, nada político este nick), um bom político pode ter habilidade para conseguir mais coisas que um outro que seja apenas um bom técnico.
[]s
Luca
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Olá
Para mim. todo e qualquer projeto, por mais complexo que seja, tem dizer para o que serve em uma só frase e logo de cara.
No seu caso não tenho a menor idéia para que serve.
[]s
Luca
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