Mensagens enviadas por: ciczan
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Eu sepre gosto de ler os artigos do Osvaldo Pinali na Java Magazine. Quanto a livros, náo me vem nenhum na mente agora.
Olá Senhores(as),

estou trabalhando em um projeto com portlets usando Websphere Portal 5.1.

Gostaria de saber se existe algum jeito de configurar o WS para salvar os arquivos .java que são gerados a partir dos JSP, como tem no Tomcat. E assim saber em que linha o erro está acontecendo. Vi que tem como fazer isso usando as tags do Ant para o Jasper, mas achei muito trabalhoso, configurar todo classpath e etc...

Inicialmente estava utilizando o RAD 7.0, mas agora to só no Maven e fazendo o deploy na mão.

marciosantri wrote:- Em que local do disco ele guarda os jars baixados?

Não lembro o local exato, mas é na pasta do seu usuário. Acho que sob .java.

marciosantri wrote:- Eu consigo enviar além dos jars algum outro arquivo junto com a aplicação? (um txt por exemplo, só que fora do .jar)?

Não, tem que ser tudo dentro de jars. E se quiser que a tua aplicação tenha acesso ao disco e etc tem que assinar todos os jars, independente do que tem neles.

Na minha opinião acho as limitações do JWS meio chatas no começo, mas compensa pela praticidade.
DaviPiala wrote:Tem muitos projetos frustrantes e é uma empresa valoriza poucos os profissionais pelo menos no caso do Banco.


E importante lembrar que o HSBC GLT e a TI do HSBC Brasil possuem ambientes e cultura organizacionais bem diferentes.


O que escuto dizerem de lá é mais ou menos nas linhas que você falou, mas como não trabalhei lá não posso enumerar prós e contras.

- JSP, EJB, JPA, JAX-WS, AJAX, JSF, Todas outras Letrinhas Conhecidas pelo Mercado... vc nunca saberá o que é isso (raras exceções).


Acho que esse é um problema mais referente ao que motiva o profissional do que de mercado. É legal trabalhar com o que tem de mais novo, por isso aliás que participei do Android Challenge. Mas a idade de uma tecnologia tem pouca relação com o valor delas para o mercado. Whebsphere é um exemplo.

Veja o caso do Cobol, é de 1959 mas tem vaga e pagam bem.

O primeiro projeto que peguei era de Calypso, aqui é um dos únicos lugares do Brasil que usa esse framework. Mas em alguns países tem bastante procura e pagam muito bem: http://www.cwjobs.co.uk/JobSearch/Results.aspx?Keywords=calypso

E veja que o profissional não é apenas os framworks que ele sabe. Existem outros skills que vc deve buscar aprimorar. Inglês, comunicação escrita, experiência internacional...

Por isso que resolvi iniciar este tópico, assim o cara pode tomar a decisão certa. Seria legal se outros colaboradores de empresas médias e grandes fizessem também uma exposição honesta dos prós e contras seu ambiente.
Olá pessoal,

Ano passado comecei este tópico: http://www.guj.com.br/posts/list/63321.java#332365, onde procurava informações sobre a empresa HSBC GLT (Global Tecnology), de Curitiba. Eu havia recebido uma proposta deles e estava procurando informações. O tópico recebeu algumas respostas e fiquei de retornar ao fórum para contar como foi.

Pois bem, eu aceitei a proposta e estou trabalhando aqui fazem nove meses. Acho que relatar a minha experiência vai ajudar os que futuramente estiverem na mesma situação que eu, ou mesmo que tenha interesse em se candidatar a uma vaga. Os planos de expansão da GLT são ambiciosos, sempre tem vaga, não só para Analistas/Desenvolvedores Java, mas para Coboleiros, DBAs, BI, Suporte Unix e outros.

Informações institucionais sobre a empresa podem ser encontradas no site oficial (http://www.hsbcglt.com.br), para quem não conhece vale a pena dar uma olhada antes. Neste artigo vou falar apenas das minhas impressões nestes últimos meses e alguns detalhes sobre seleção e contratação, começando com os prós e contras.

Prós

  • O ambiente é muito agradável. O clima é leve e não existe a cultura de caça aos culpados.

  • As máquinas e a infra-estrutura em geral é muito boa, os móveis são novos e tem uma sala especial para descansar.

  • Existem projetos nacionais, mas a maioria é internacional. Por isso as chances de viajar são reais, mais de 75% dos funcionários já foram ao exterior a trabalho. Mas aconselho a não contar tanto que você vai cair em um projeto internacional. Eu mesmo não viajei ainda, teve gente que veio esperando isso e se decepcionou. 25% ainda é representativo.

  • Curso de inglês gratuito e muito bom. E agora estão programando de francês para quem precisar.
    Existem vários treinamentos internos.

  • Horas extras são muito raras, eu mesmo só fiz duas vezes.

  • Boa localização (próx. Shopping Crystal). Em breve vai ter que mudar, porque já ficou pequeno, mas o plano é continuar com a mesma qualidade de infa-estrutura.


  • Contras

  • Existem GLTs na Índia e na China também, locais onde a mão de obra é mais barata, e o valor/hora cobrado do cliente é o mesmo (com raras exceções), somado à queda do dólar, deixam a empresa sem muita margem para oferecer salários mais agressivos.

  • As ferramentas usadas nos projetos nunca são bleeding-edge, devido à exigência do banco. Por exemplo, estou usando Websphere Portal Server5.1 compilando para bytecode 1.3.

  • Algumas ferramentas e frameworks usados são internos do grupo, então é um conhecimento que você vai ter que aprender e não vai poder usar fora.


  • Contratação

    É possível ser contratado como CLT ou PJ. No meu caso optei por PJ porque não achei a proposta CLT atraente. O PJ é subcontratado por uma outra empresa, que possuem convênio com a GLT: CINQ, BRQ, Stephanini e Politec.

    Optei pela Politec, basicamente porque eles foram os únicos que me procuram com uma proposta. No fim das contas acho que fiquei com a melhor, porque a Politec oferece alguns benefícios extras como 15 dias de férias remuneradas, plano de saúde e seguro de vida.

    A GLT se esforça para não fazer nenhuma distinção entre CLT e PJ, mas como ele utiliza a infra-estrutura de RH do banco, algumas coisas são diferentes: o e-mail fica sendo <seu.nome>-<sua-empresa>@hsbcglt.com.br. E para fazer os treinamentos fica mais complicado.

    Seleção

    Se você achou que os prós superam os contras e está procurando mudar de emprego, você deve cadastrar o currículo no site (http://www.hsbcglt.com.br). Opcionalmente de uma olhada nas vagas disponíveis e se candidate a uma que você se encaixe. É importante dizer que inglês ou francês é fundamental. Em geral o contato demora umas duas semanas, e que eu saiba apenas quando vc foi selecionado. Caso não seja desta vez, é sempre bom de tempos em tempos dar uma olhada nas vagas disponíveis.

    Por fim, se você for selecionado e optar por contratação PJ pela Politec, não esqueça de dizer que foi indicação do Cicero. Daí, quando eu receber o bonus de indicação eu te pago um almoço aqui perto.

    Qualque dúvia me mandem msg. private ou respondam aqui mesmo.

    Se vc ainda não fez isso, cadastra teu CV em www.hsbcglt.com.br, acho que ainda tem vaga pra estagiário lá. Mas não sei como anda a concorrência, ingles é muito importante.

    Se conseguir entrar procure pelo Cicero.
    Eu uso o Gliffy. A versão free tem uma limitação no numero de diagramas mas é muito boa. Depois de pronto dá pra compartilhar e publicar os graficos.


    http://www.gliffy.com/gliffy/#d=1340328&t=liquidacao_acc_d
    Vc pode fazer uns graficos com JFrechar e tal...

    Provavelmente ele deve ser bem produtivo usando o sistema atual, de modo que vc tem que dar um jeito da navegaçao ser parecida, mesmo atalhos e tal...

    Dá pra rodar em diferentes sistemas operacionais.

    E se for usar Java Web Start dá pra atualizar tudo automatico, de uma vez só.
    iiii, agora virou desktop x web.

    Os aplicativos que fiz com Swing precisavam de acaleração 3D e interatividade diferente. Sei que é específico, mas aconteceu comigo mais de uma vez. Até o google tem o Earth e o Picassa. E tudo podia ser acessado remotamente via JWS.

    Mas se vc for fazer um CRUD, e o teu cliente tem uma conexão confiável (fora das montanhas do Afeganistão)... é melhor web mesmo com certeza.
    Realmente essa discussão é bem velha, e acho que não tem fim.

    O que posso te dizer é que o Java já foi bem ruinzinho, melhorou bastante e vai melhorar ainda mais em breve. É só dar uma olhada no artigo sobre Java Update N na última Java Magazine.

    Uma vantagem do Java que foi uma mão-na-roda pra mim foi o Java Web Start. No começo dava uns erros bizarros, não se atualizava e tal... mas depois acabou com o inferno de cada usuário ter uma versão. Muito bom mesmo. Aconselho tb a usar o NetBeans.

    Um último conselho é ter cuidado com o Hibernate. Na vez que usei ele (versão 2.x) tinha um tempo de inicialização de alguns segundos que prejudicava a inicialização do meu aplicativo.

    O Brasil está aumentando sua importância no cenário de TI mundial. Mas falar em eldorado é um pouco de exagero.

    O outsourcing tem acontecido, até empresas indianas estão abrindo filiais por aqui, para aproveitar a diferença de fuso horário. Mas o custo de um profissional brasileiro não é tão baixo que nem o deles, por isso, em geral o tamanho desses outsourcing fica em 3 digitos, e não em 4 como na India e na China.

    Quanto ao opensource, ele já conquistou um lugar fixo por aqui, mas tem de tudo.
    Eu já trabalhei em um centro de pesquisa onde o Fortran era utilizado, achava tosco, mas o pessoal gostava.

    Vai depender de até aonda vc vai querer ir. Se pretende acessar banco de dados, criar interfaces gráficas ou paginas web, corra do Fortran, é quase impossível fazer essas coisas com ele.

    Agora, se teu objetivo é ler arquivos txt com campos de tamanho fixo, inverter uma matrizes (ou outras operações matematicas do tipo), e gravar o resultado em outro txt, talvez Fortran seja a melhor escolha. Afinal ele só presta pra isso. A curva de aprendizado é menor e em algumas áraes as publicações ainda utilizam ele. Melhor vc usar o que os seus colegas (e avôs ) usam, para falar a mesma lingua.

    Vale mencionar que o Java tb possui bibliotecas para esse tipo de coisa, mas acho que vc vai demorar mais tempo pra aprender.

    Ou espere sair o fortress: http://en.wikipedia.org/wiki/Fortress_programming_language , nesse eu boto fé.
    Acredito que se a sua aplcação tiver permissão do usuário para acessar o disco e tal, esse aviso some.

    Mas pra isso tem que assinar todos os jars. Tem por aí na internet como fazer. É um certo trabalho.
    Uma dúvida moçada...

    Aqui onde trabalho tem uma equipe de profissionais Websphere. Acho que ganham mais que os desenvolvedores mesmo, mas pelo que vejo o trabalho deles é só de suporte. Coisas tipo instalar, levantar, ver porque caiu... etc...

    Particularmente esse serviço não me atrai.

    Então pergunto, se a pessoa escolhe uma linha de produtos (Aplication Server e CIA) de um Vendor, e se especiliza... as oportunidades que ela terá para ter o retorno do investimento serão de suporte só?
     
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