| Autor |
Mensagem |
|
|
Dica - faça um programa bem bobinho que tenha um KeyListener em um JTextField (ah ha, você não esperava isso de mim, que sou contra usar KeyListener a torto e a direito, porque normalmente não funciona) e imprima quais são os códigos gerados por essas teclas chatinhas.
Uma vez feito isso, você pode usar os KeyStrokes corretos.
|
 |
|
|
Estou aqui no meu departamento e meu chefe é formado engenheiro químico, eu sou engenheiro eletrônico, assim como o indiano que também está trabalhando aqui, e o outro carinha aqui do meu lado tem doutorado não lembro exatamente em quê - sei lá se engenheiro civil é "menos suficiente" que engenheiro da computação. Aliás, não tem muitos engenheiros de computação aqui.
O que é 'mais suficiente' é você procurar o seu caminho e estudar numa escola de nome - até para conseguir bons contatos (mais conhecidos como "Q.I." - "quem indica").
E para estudar numa escola de nome, se você não nasceu filhinho de papai, vai ter de ralar bastante. Não é fácil não.
|
 |
|
|
Por que é que precisa de um while e de usar double? De onde veio esse número mágico "30.42"?
Que eu saiba, quando se precisa saber quantos meses e dias são 100 dias, normalmente se diz "3 meses e 10 dias" porque cada mês comercial é considerado como tendo 30 dias. E quando se diz "370 dias", se diz "3 anos e 10 dias" (não 3 anos e 5 dias) porque cada ano comercial tem 360 dias, não 365 dias.
É esse tipo de conta que você precisa fazer?
|
 |
|
|
java -cp . AloMundo
(digite exatamente o nome da classe, não do arquivo .class, tal como está depois do "public class". )
|
 |
|
|
Casualmente, esse exemplo "8 x 6" que você passou parece com aquele existente no livro de Russel e Norvig:
http://afiliados.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&ProdTypeId=1&CatId=11827&ProdId=223050&ST=BV11827
Pode ser que o que o professor quer tenha sido tirado desse livro.
|
 |
|
|
denisspitfire wrote:mas eu prefiro fazer na unha primeiro para depois ver mágica... quando é mto magico nao consigo entender
Um software que acredito ser fácil de ler, para ver onde e como se usa reflection, é o JUnit.
|
 |
|
|
Você está supondo que essa nuvem de pontos é um poliedro convexo? (Não é, obviamente, um poliedro regular)
Note que alguma dica você precisa para organizar a nuvem de pontos. Simplesmente dar a nuvem dos pontos e não dar algumas conexões entre eles vai dificultar a criação de uma superfície que contenha esses pontos como vértices de triângulos.
Provavelmente sua nuvem de pontos tem uma restrição (por exemplo, foi criada a partir de medições de um objeto físico). Então você pode começar a procurar alguma coisa por aqui:
http://lcni.uoregon.edu/~dow/Projects/Brain_casting/Point_cloud_to_mesh.html
|
 |
|
|
denisspitfire wrote:Quero fazer um software que cadastre notas fiscais, para isso ele le um xml.
Lendo esse xml, que é a estrutura da nota e suas informações... podemos usar reflection e criar uma classe que eu de o comando, grave a nota tal e ele se vira nos 30? para identificar os atributos, pegar a tabela de notas e cadastrar?
digamos que ele pega a primeira nota, tem x atributos, como ele vai pegar a nota 2 que tem y atributos e cadastrar na mesma tabela??
sao x e y atributos entre "" pois sao notas, mas algumas vem com informações que as outras nao vem. Da pra fazer? Alguma ideia?
Esse é o tipo de coisas que você poderia até fazer, mas no seu caso em particular não vai economizar muito esforço. Em vez disso, use os frameworks que já existem.
|
 |
|
|
O que eu digo é: eu já estudei isso faz muito tempo, mas realmente não uso.
Acho que você precisa aprender o básico, para esquecer quase tudo (isso parece zen, não? Mas muitas coisas são assim mesmo. Você tem de aprender, para poder esquecer quase tudo, e o que você realmente aprendeu é o que não esqueceu.)
Você vai precisar mesmo saber isso profundamente - e isso, se você for esperto, vai aprender rapidinho - se tiver que realmente trabalhar com isso.
Senão, aprenda como funcionam as coisas, mas não é preciso ir até o último picossegundo de diferença para saber decidir entre usar REP STOSW ou LOOPNE em um código de movimentação de bytes - esse tipo de coisas você aprende depois se precisar, ou acha na Internet.
Por exemplo, a equipe que trabalhou escrevendo os compiladores Just-In-Time do Java (que convertem bytecodes em código de máquina) teve de aprender isso profundamente.
EDIT - aham, citei CMPSW, mas isso é para ser usado para comparar duas strings, não para fazer cópias de memória - desculpem nossa falha
|
 |
|
|
|
OK, a primeira coisa então é trocar List por List<Object> e ArrayList por ArrayList<Object>. O que ocorre depois?
|
 |
|
|
Se sua digníssima excelência tivesse lido este parágrafo do seu PDF com mais atenção, teria chegado ao algoritmo da inversa.
Recomendamos que estas duas funções sejam previamente calculadas e tabeladas
na forma exp[x] = y e log[y] = x onde exp[] e log[] são vetores de 256 posições,
para x; y = 0; 1; 2; ...; 255. Desta forma, economiza-se tempo, pois consultar estes
vetores é mais rápido do que calcular toda vez que se necessitar de um valor.
Note que uma vez calculado o valor de exp[i], podemos de
finir log[exp[i]] = i.
|
 |
|
|
rapzodo10 wrote:Ola pessoal, o cenario eh seguinte, temos um tipo de criptografia que eh feita atraves de uma dll escrita em C, agora precisamos chama-la usando JAVA.
Eu recomendaria que alguém fosse contratado para converter essa DLL de C para Java - chamar DLLs escritas em C a partir do Java torna o programa muito instável e sujeito a problemas inesperados.
Se essa pessoa conhecer minimamente um pouco de criptografia, poderia fazer algo muito mais seguro que essa DLL escrita em C.
Não aconselho o uso de JNI para chamar algo que não foi escrito especificamente para ser chamado via JNI. A probabilidade de dar problemas é muito grande.
|
 |
|
|
|
Seu List é List de o quê?
|
 |
|
|
rmendes08 wrote:O fato é que você não vai conseguir fugir da faculdade.
Nem torturada a Dilma fugiu da faculdade - por que é que você não quer (ou acha que não precisa) dela?
|
 |
|
|
Só para você ter uma idéia do conhecimento que é usado para fazer o Java, por exemplo.
Basicamente, o Java contém:
um compilador - transforma arquivos-texto em linguagem Java em arquivos .class (bytecodes)
uma máquina virtual - contém um interpretador (obrigatório) e um Just-in-time compiler (opcional, mas presente nas implementações da Sun/Oracle, da IBM e da Apple).
Esse Just-in-time compiler foi escrito em C++, mas gera código de máquina (nem assembly - o código assembly equivalente está só em comentários!) dinamicamente, de acordo com as necessidades.
Se você gosta de estudar, e sabe ler um pouquinho de C++, baixe os fontes do JDK, e veja como é que o just-in-time compiler implementa o System.arraycopy, por exemplo (essa rotina não está em C, por incrível que pareça, e muito menos em Java, mas é gerada dinamicamente em código de máquina dependendo da necessidade, se não me engano).
|
 |
|
|