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O, "Alchemist", isso ai ta meio confuso, nao ta nao?
[piada interna ON]Faz o seguinte, leva um doce pro Walt que ele te explica uma forma melhor de fazer isso[piada interna OFF]
rs... abracos. De longe, agora.
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Eu ja li alguma coisa (compro minha revista na banca).
Eu gostei da materia "interativa", o formato eh bacana (eu lia revistas e pequenos livros com historias assim a muitos anos atras, bateu um saudosismo). Soh acho que essa coisa de "se vc fizer isso, vai acontecer aquilo" funciona na ficcao, no mundo real eh meio furado. Mas o conteudo esta interessante.
A coluna do Taurion sempre esta legal, eh sempre a primeira que leio. E sobre as "metricas eficientes", achei soh razoavel, nao trouxe nada muito diferente e nao respondeu direito a pergunta do titulo.
Dei soh uma folheada no resto, a materia sobre os maus habitos de JSF parece estar legal tbem.
Abraco
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Eu acho que TDD ja esta andando independentemente do XP.
Mas se sua equipe entende que TDD eh importante no desenvolvimento de software, por osmose as demais praticas ageis vao sendo agregadas a equipe. Uma coisa leva outra.
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Acabei de acabar de ler "O Mitico Hmem Mes", do Brooks, um classico. Como todo classico, tem alguns trechos enfadonhos e muita informacao boa.
Nesse exato momento tem um livro de PL/SQL (sim, PL/SQL!!!) aqui na minha mesa olhando meio torto pra mim, tah dando pra encarar por enquanto.
De nao tecnico estou lendo um fascinante livro de tirinhas do Calvin & Haroldo, "Criaturas Bizarras de Outro Planeta". Muito bom!
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Paulo Silveira wrote:As secoes dentro de "topicos de orientacao a objetos" não vão ser muita novidade para quem já leu o Effective Java...
Sim, eu entendo. Eu fiquei pensando nisso depois que escrevi. E outra coisa, eh estranho ler um capitulo no meio do nada, fica a impressao que ta faltando coisa.
Por exemplo, eu li os outros capitulos disponibilizados. O que fala do modelo anemico ficou um pouco... anemico! Mas sei la, de repente no contexto do livro ganhe mais globulos vermelhos.
Gostei dos capitulos de Java como plataforma e sobre imutabilidade.
Agora o topico sobre ORM, apesar de bem recheado, esta muito panfleteiro. O capitulo deveria se chamar "Considere usar o Hibernate". Na minha humilde e chata opiniao, colocaria um capitulo de detalhes sobre o Hibernate num Apendice ou coisa assim, nao no proprio capitulo "generico".
Uma pergunta: essas sao as versoes finais? Porque tem alguns erros de digitacao, nada que comprometa, mas fica feio!
Eh isso. Ateh
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paulosilvapinheiro wrote:Comparando com infra, gostaria de saber se um programador também fica andando com rádio para lá e para cá, fica de plantão esperando algum problema acontecer, trabalhando por escala, pernoitando por que um serviço está fora, bem essas coisas, quais os prós e os contras....
Nao.
As vezes eh um pouquinho pior.
Mas eh bem louco!!!!
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Eu tinha lidos os 4 capitulos anteriores e gostei bastante sobre GC e ClassLoaders.
De IoC eh legalzinho, desenvolvimento voltado a interface esta um pouco mais do mesmo.
Vou ler os demais capitulos entre um metro e outro!
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Comprei a versao pt-br ontem, li dois capitulos (andar de onibus-metro tem suas vantagens) e ja to achando que valeu a pena.
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keyboarder wrote:Agora me ficou uma dúvida de por que isto ocorre, pois o método BufferedReader.readLine() dentro do método escutaServidor() está lendo o que é escrito no socket pelo servidor. A finalização da Thread não é independente da leitura realizada no método escutaServidor()?
Eh, numas. A Thread eh independente, mas estao ligados por um cordao umbilical que eh o Socket.
A Thread parou de escrever NO socket, o escutaServidor nao teve mais o que escutar DO socket.
Isso tudo eh um chute, porque nao testei nada aqui. Mas acho que eh por ai o caminho.
Boa sorte!
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Ligando modo achOmetro...
Quando vc finaliza a Thread, o BufferedReader.readLine() retorna null, mesmo o Socket estando aberto ainda, porque segundo a API do dito cujo, ele retorna a linha ou "null if the end of the stream has been reached"
Encontrando null, ele encerra a execucao do metodo excutaServidor() no objeto Controlador.
Faz sentido?
Abraco
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E quem chama monitoraMaquina(Socket socket,...) ?
Mais especifico, quem cria o Socket?
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diretor wrote:- Falta de uma camada de gerenciamento de projetos;
- Falha no planejamento do projeto;
- Processos críticos de negócios mal definidos;
- Falha em detalhar os processos nas pontas;
- Falta de envolvimento do pessoal das pontas;
- Falha em preparar o sistema para agüentar os picos de utilização;
- Evangelizar os patrocinadores do projeto;
- Iniciar a implantação antes de definir o escopo;
- Estouro do escopo;
- Grandes modificações de software padrão;
- Falhas de testes;
- Falta de treinamento;
- Falhas ao carregar os dados no sistema;
- Falha no "cut over" (chique, nao?));
- Falhas após o "go live" (com Visa);
- Deixar os testes para depois do "go live".
Ou seja, o grande motivo eh que e o pessoal que anda envolvido nesses projetos eh bem ruim.
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viniciusv wrote:Oi. Meu colega de trabalho...
Se o seu colega de trabalho (coisa meio Silvio Santos isso) frequenta o GUJ, talvez agora você não precise fazer nada.
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furutani wrote:- Algoritmo do Ruby que não sorteou número maior que 400 
Na verdade sorteou UM quatrocentos e pouco.
Pior eu que era > 500, nem chegou perto!!!!!
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Meus 2 cents.
Na verdade é para ser mais de 2 cents, mas deixei minhas anotações em casa e tava com preguiça de postar ontem, depois faço um comentário/post mais elaborado.
Eu achei o evento como um todo nota 7,25... ou seja, mais ou menos.
Em relação a parte estrutural, nota 9,5. Estava muito boa - um local grande, de fácil acesso pelo metrô. A comida estava ótima e em boa quantidade pra todo mundo, apesar do pequeno tumulto para pegar. Tradução simultânea, boa quantidade de brindes, e o brinde final muito cobiçado. Além do coquetel de encerramento. No meu entendimento, isso tudo aí faz parte do retorno por ser um evento pago. Assim, os R$ 90 tiveram um bom retorno. Mas...
As palestras deixaram um pouco a desejar. Nota 5. Deu a impressão em alguns momentos que uma pessoa fez a palestra e outra escreveu o titulo, porque os assuntos não estavam conectados. A palestra de Seam/WebBeans foi a que eu mais gostei, a mais dinâmica de todas. A de VRaptor 3 foi que a menos me interessou, achei muito code-based - mas depois cheguei a conclusão que não tinha como ser muito diferente. A que mais me decepcionou foi a "Para onde vai a plataforma Java", esperava mais assunto.
Além de tudo, houve também problemas com tempo, mas isso acaba meio que sendo normal (mas não deveria).
E a propósito, a expressão "eventos são grande coffe-breaks cercados por palestas", e suas variantes, são copyrighted by eu mesmo. Os meus advogados entrarão em contato com os representantes da empresa para as devidas providências.
Enfim, foram mais que 2 cents.
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