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Fracassei. Agora to entendendo melhor, é que na real ele define o método como um elemento. Estranhei isso e me confundi.
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Pessoal to fazendo um helloworld aqui com webservices e EJB3, o mais estupidamente possível, é só isso num jar, jogado num Jboss4.2.3
Minha dúvida é que o WSDL gerado vem com um complexType, mas só estou usando tipos primitivos. Porque isso ocorre?
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Bah, vacilei. O problema todo era porque a classe era FINAL.
Pior que eu sabia que classes final não podiam ser usadas, mas por algum motivo sobrenatural não olhei isso. Malditas classes legadas.
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Pessoal,
Não estou conseguindo fazer o lazy do many to one funcionar. Mesmo como lazy (estou usando anotações do JPA e Hibernate 3.2 como provider) ele ainda carrega o cidadão, sem fazer o proxy.
Após alguma pesquisa encontrei a razão aqui numa pergunta sobre o NHibernate:
http://stackoverflow.com/questions/604373/lazy-loading-not-working-for-many-to-one-relationship-when-mapping-to-a-non-key-f
The issue is caused by the property-ref attribute. Lazy loading only works when the many-to-one reference is using the other object's primary key since NHibernate assumes there's a foreign key constraint enforcing the validity of such a value. With a non-primary key (indicated by the property-ref), NHibernate does not make this assumption and thus does not assume the related object must exist. Since it does not want to create a proxy for an object that does not exist (i.e. should be null instead of a proxy), it eagerly fetches the remote object. This same issue exists when not-found="ignore" is specified since this indicates that the foreign key relationship is not enforced and may result in a null reference.
A diferença, é que o cara ta usando XML, e eu anotação pura, pelo que pesquisei o property-ref é o @JoinColumn, mas eu preciso ter ele para mapear o nome da coluna e o nome da coluna referenciada, não tem outro jeito de não usar ele.
O que faço? Ou não tem cura?
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Opa, descobri. Parece que a HQL ta acima da lei, e por padrão ela faz selects extras, diferente de Criteria que da preferencia a Joins.
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Pessoal, acho que essa pergunta é velha, mas procurei documentações a rodo, e inclusive aqui no fórum e não achei resposta.
A questão é simples:
Como forçar outer joins em vez de selects separados para classes mapeadas com many to one? Tenho as seguintes classes:
Filho possui um pai associado.
A seguinte query: "select f from Filho f" gera 2 selects:
Forçando a query com um fetch join o resultado vem da maneira desejada : "select f from Filho f left join fetch f.pai"
Então pergunto, como faço que os many to ones sejam carregados por padrão com um outer join? Para grafos de objetos significativos apenas colocando fetchs fiz a consulta ficar 10x mais rápida. E até me pergunto o do porque este não ser o procedimento padrão. Em fim, já tentei usar as anotações @Fetch, @LazyToOne e não deu em nada. Li coisas referente a desativar proxies e afins, mas achei tudo muito sinistro.
Alguém saberia me dizer o que fazer?
Obrigado.
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LPJava. Uso hibernate e não faço questão de mudar.
partenon, concordo contigo na questão do ficar com o padronizado que é melhor. Meu grilo mesmo foi com a leitura do código para uma Criteria Query do JPA2, tipo não é intuitivo saca? Por mais robusto que seja. Acho que é uma perda quando tu sacrifica legibilidade no código. Mas isso é questão de gosto mesmo como falasse.
Minha dúvida era mais, hoje o que faria alguém usar Hibernate Criteria em vez de JPA Criteria. Quais os prós e contras? De cabeça penso em:
Favor Hibernate
- Legibilidade
- Example queries e variações
Favor JPA
- Padronização
- Alguma situação especifica que não sei citar exemplo
Acho que o Java ta muito bitolado com verificação estática de tipos, passei muito tempo programando em Java, depois fui programar em Python, agora voltei ao Java, e sinto que não é algo tão primordial essa constante de garantir tipos em tempo de compilação, acho que a simplicidade geral da coisa é bem mais válida. Tiro o QueryDSL como exemplo de algo bem intuitivo.
Mas de qualquer forma, valeu ai pelas opiniões, o fórum do hibernate é deserto!
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Pessoal to com uma dúvida referente a usar o Hibernate Core ou usar tudo pela Interface JPA2. Não dou a mínima para portabilidade entre servers e tal, minha dúvida é mais funcional mesmo. Existe algum recurso significativo hoje no hibernate que não conseguiria reproduzir via JPA2? E principalmente: Hibernate Criteria ou JPA Criteria Queries? O Hibernate Criteria sera aposentado a partir de hoje? Semanticamente ele é anos luz a frente em termos de clareza de código, mas o do JPA2 parece mais robusto para alguma situação muito específica (talvez).
Fiz a mesma pergunta no fórum do hibernate, mas ninguém deus as caras para dar pitoco. Sei que o Gavin King puxa bastante o saco das JPA Criterias, então pergunto... É ruim ficar com as antigas, elas vão morrer?
https://forum.hibernate.org/viewtopic.php?f=1&t=1005778&p=2433416#p2433416
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Opa, postei no lugar errado, coloquei o tópico no lugar certo. Fechem esse tópico.
http://guj.com.br/posts/list/0/213270.java#1085857
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JDBC externo conectou numa boa, perguntando aqui para um amigo descobri que na real tenho que por o IP interno ali no context-xml tipo 192.168.100.24, em fim ai tem que descobrir ali da propria hospedagem. Agora ta progredindo...
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Pessoal, a pergunta deve ser muuuuuuuuito noob, mas é que estou apanhando para configurar o acesso a base de dados na hospedagem do Kinghost. Nunca tive problemas nas minhas aplicações locais, mais agora estou tendo dificuldades para fazer o binding com a base. Na real estou fazendo o que sempre fiz: colocando a configuração no context.xml dentro do META-INF do .war da aplicação. É isso mesmo ou é algo diferente?
Minha configuração é essa:
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Isso me faz perguntar, afinal existe uma grande diferença no mercado de trabalho tirar a SCJP 6 ou 5?
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Pergunta 1
O método getTransaction() do entityManager só faz sentido ser utilizado quando não está sendo usado JTA? Afinal ele retorna um EntityTransaction que é a interface que "simula" o JTA, fora de um conteiner. Certo? Errado? Por que? (Pergunta de prova. )
Pergunta 2
Quando dizemos no persistence.xml que o transaction-type="RESOURCE_LOCAL", estamos indicando que a aplicação que ira cuidar das transações não mais o contianer. Mas mesmo assim ainda podemos usar o datasource como sendo JTA. Onde, e porque se fariamos isso? E como se difere um data-source JTA, e um "não" JTA? No caso do jboss nunca vi diferença para mim todos são iguais.
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Por hora é isso, estou estudando EJB3 e estou com algumas dúvidas. Obrigado.
Israel
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Como faço um redirect para um outro contexto numa app JSF?
por exemplo ir do:
localhost:8080/contexto-a/
para,
localhost:8080/contexto-b/
E passando parametros se possível.
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E a mesma pergunta só que usando o JSP seco, sem JSF.
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luBS wrote:Então, mas ainda acho que spring vale mais a pena que EJB para a maioria dos problemas...
Poisé, nunca usei Spring, mas pelo fato dele servir como um EJB que roda em qualquer lugar (leia-se Tomcat), para mim por hora Spring > EJB. Tudo que eu queria do EJB é que ele controlasse minhas transações de forma fácil, mas para isso preciso de uma Interface e um conteiner parrudo. Por isso uso o Seam no tomcat e sou feliz.
Por essas e outras to apostando minhas fichas no JEE6 para ver se vou poder aderir ao EJB de corpo e alma.
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